Monthly Archives: dezembro 2015

Os números de 2015

Dando uma pausa na nossa pausa para divulgar nosso resumo de estatísticas do ano. Segue:

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2015 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 24.000 vezes em 2015. Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 9 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

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Retroperspectiva (IV) – Futebol Amador (e especialmente a Suburbana)

Na quarta e última parte de nossa Retroperspectiva, falamos de Futebol Amador, o que acompanhamos mais de perto no ano.

 

No ínício, uma Taça e uma Copa

A temporada do futebol amador paranaense começou com a Taça Paraná, o estadual da categoria. Os representantes da Suburbana, Nova Orleans (campeão da Série A de 2014) e Nacional (campeão da Série B de 2014), ficaram na primeira fase, em terceiro lugar em suas chaves. A taça ficou com o Fanático de Campo Largo. Os curitibanos de 2016 na competição serão Santa Quitéria e Combate Barreirinha (falaremos deles depois). Fanático e o vice Bandeirantes desistiram do Sul-Brasileiro, jogado em novembro, aí quem foi disputar e sediar foi o Danúbio, de Guarapuava, o terceiro. O título do Sul-Brasileiro ficou com o Rui Barbosa-SC.

Enquanto da Taça Paraná era jogada, alguns clubes que não teriam calendário no primeiro semestre jogaram a Copa de Futebol Amador da Capital. O título ficou com o Capão Raso, que venceu nos pênaltis o Vila Sandra na decisão.

 

A Suburbana do equilíbrio

 

No fim de junho, a Suburbana começou. Um pouco antes, acompanhamos a preparação do Urano em uma série especial. A equipe da Vila São Pedro passou de fase, mas foi eliminada na 2.ª Fase, ficando com a oitava posição.

Foi uma edição marcado pelo equilíbrio. Em uma das chaves das 2.ª Fase, todos os times podiam ter se classificado e o primeiro lugar da chave ficou com o Santa Quitéria, que entrou em quarto na rodada decisiva. Já é clichê dizer que são coisas do futebol que o time que parecia que ia ficar pelo caminho arrancou para o título. Foi isso que o Santa Quitéria fez ao chegar à decisão e bater o Iguaçu, dono da melhor campanha e que liderava o certame quase de ponta a ponta, na decisão com um 1 a 0 em casa e um 0 a 0 movimentado fora.

Na Série B, o Combate Barreirinha se sagrou campeão ao vencer o Uberlândia na ida por 4 a 0 e empatar por 3 a 3 na volta. Os dois estão promovidos à Série A, tomando o lugar dos rebaixados Bangu e Vila Hauer.

Nos juvenis, o Trieste venceu a Série A ao superar o Novo Mundo e o Caxias venceu a Série B ao superar o São Braz.

Para o próximo ano, uma novidade: o técnico Leandro Chibior, campeão pelo Santa Quitéria, anunciou no último sábado a saída do clube. Interessante ver se o clube manterá-se forte na defesa do título e quem serão os desafiantes. Porém, tem muita água para rolar.

Voltando a 2015, aqui no Futebol Metrópole, cobrimos a competição in loco, ausentando-se de apenas quatro rodadas, duas por compromissos, mas que tinham matérias relacionadas no dia, e duas por problemas de saúde. Contando apenas a categoria adulta, fizemos pelo menos um jogo de cada um dos 12 times da Série A e jogos de outras seis equipes da Série B. Esperamos que tenham curtido.

Bônus: cards dos times que cobrimos pelo menos uma partida no Adulto

Série A

A 01 Santa Quiteria

A 02 Iguaçu

A 03 Vila Fanny

A 04 Novo Mundo

A 05 Trieste

A 06 Renovicente

A 07 Nacional

A 08 Urano

A 09 Operario Pilarzinho

A 10 Nova Orleans

A 11 Bangu

A 12 Vila Hauer

Série B

B 01 Combate Barreirinha

B 02 Uberlândia

B 03 Imperial

B 05 Vasco

B 14 Caxias

E assim terminamos nosso 2015. Estaremos em recesso até o começo de 2016. Talvez daremos um post com aquelas estatísticas de acesso que o WordPress manda todo ano. Sendo assim, Boas Festas e feliz 2016 para todos!

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Retroperspectiva (III) – Ano olímpico a proa

 

Em nossa terceira parte da Retroperspectiva, falaremos sobre os Jogos Olímpicos e alguns esportes que vieram à mente algumas questões.

Ano olímpico

É uma das grandes expectativas do ano esportivo. Alguns candidatos a herói olímpico são o remador Isaquias Queiroz, a maratonista aquática Ana Marcela Cunha e os experientes duplistas de tênis Marcelo Melo e Bruno Soares. Neymar terá a dura missão de capitanear uma seleção cheia de pressão na busca pela obsessão do ouro olímpico, único título que falta. Ele deverá ser um dos três jogadores acima de 23 anos do Brasil na disputa.

A Mercedes será batida?

Eis uma das grandes dúvidas da próxima temporada da Fórmula 1, pois as Mercedes sobraram mais uma vez, com o tri de Lewis Hamilton. Quem tem mais potencial de fazê-lo, caso alguém consiga, parece ser a Ferrari, equipe que se aproximou muito no fim de temporada. Será interessante o duelo entre a Renault, que recomprou a Lotus, e será equipe de fábrica e a Red Bull, que insatisfeita com os propulsores franceses, deixará a preparação a cargo da Ilmor e renomeará o motor.

O fim do AIC?

Uma notícia bombástica para o automobilismo paranaense circula neste fim de ano: o fim do Autódromo Internacional de Curitiba. Não é um autódromo público e existe desde 1967. Não dá prejuízo, inclusive lucrou R$ 8 milhões em 2014. É um dos melhores do país, ao ponto de ter sediado WTCC e FIA GT, duas categorias de turismo da FIA em anos recentes. Defensores do local tentam últimas cartadas para o salvar e evitar que o combalido automobilismo brasileiro perca um de seus lugares.

Um dos principais motivos para o fim do autódromo é um dos sócios querer capitalizar todos os investimentos que fez de uma vez só e entregá-lo ao mercado imobiliário. É realmente uma área com potencial de valorização, pois Pinhais, município onde fica o autódromo, é bastante próximo do Centro de Curitiba e extremamente bem servido de transporte coletivo. Este foi o autódromo que serviu de casa para pelo menos quatro brasileiros que chegaram à Fórmula 1: Maurício Gugelmin, Tarso Marques, Ricardo Zonta e Enrique Bernoldi. Será uma pena.

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Retroperspectiva (II) – Futebol profissional no interior do Paraná

Na segunda parte de nossa Retroperspectiva, iremos falar de alguns clubes profissionais do interior do Paraná. Iremos tentar girar no sentido anti-horário.

Operário: um ano (quase) perfeito

O ano de 2015 foi o ano do maior título da história do Operário: o Paranaense. Ajudou também a apagar a incômoda pecha de Centenário Sem Título que assombrava o Fantasma. Na Série D, o acesso fugiu por pouco, frente a um qualificado time do Remo. Prova também que o hiato que houve entre o Estadual e a Série D foi prejudicial ao time, que perdeu atletas, mas que a montagem foi relativamente competente. Em 2016, porém, terá de pegar vaga na D na unha, pois será apenas uma via Estadual. Será uma interessante defesa de título de um dos dois clubes do estado que podem ser considerados os grandes vencedores da temporada que se encerrou.

Londrina: voltando a ter o mínimo do tamanho real

O outro grande vencedor foi o Londrina. O Bi no Paranaense não veio, mas na Série C pintou um acesso consecutivo com o vice-campeonato. Agora, o Londrina está numa divisão nacional que é o mínimo que se espera para um clube do porte em uma cidade do porte de Londrina. Agora é manter um time que permita uma temporada sem sustos e que permita assaltos ao céu.

PSTC: a novidade na elite

O PSTC foi campeão da Segundona Paranaense e estreará na elite em 2016. Será uma situação bem curiosa para um time conhecido por ser revelador de talentos e que vivia apenas de parceria, sem campeonatos profissionais. Há alguns anos, todos os clubes filiados profissionais ativos passaram a ser obrigados a jogar o Estadual adulto. Dos clubes com este perfil, o antigo parceiro do Atlético é o primeiro a alcançar a divisão mais alta. Será um  time cheio de jovens, virará um time gangorra ou o PSTC, que manda jogos em Cornélio Procópio, veio para ficar?

Maringá: calendário definido

O Maringá é um caso raro no interior paranaense. Só ele e o Londrina têm calendário definido para 2016. Por vencer a Copa FPF, a Zebra garantiu vaga na Série D. Bom para um time que fez um Paranaense mediano e apostou certo na competição sub-23.

Toledo: dois vices, um acesso, nenhuma vaga

O Toledo foi vice. O Toledo foi vice. Assim resume-se 2015, com vice na Segundona, que valeu acesso, e um vice na Copa FPF, que não valeu a vaga na D, que agora tem de ser buscada na briga de foice (sete times de doze brigando por uma vaga) no Paranaense.

Foz do Iguaçu: sustos caros

O Foz do Iguaçu jogou o Paranaense 2015 meio que no susto ao herdar a vaga do Arapongas, que se licenciou. Mesmo assim, conseguiu montar time para ser o segundo melhor dos sem divisão e aí faturar uma vaga na D. Porém, a campanha não foi boa, muito pelo hiato entre as competições e a falta de fundos. Em 2016, parece que a luta será pela sobrevivência na elite, mas como quem reage bem a sustos…

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Retroperspectiva (I) – O futebol profissional no DDD 41

No nosso encerramento de ano, vamos fazer uma Retroperspectiva em quatro partes. Mas o que é Retroperspectiva? É um  resumo do ano passado, retrospectiva, e uma pincelada sobre possibilidades para o futuro, perspectiva. Neste primeiro capítulo, o futebol profissional no DDD 41 (Curitiba, Região Metropolitana e Litoral), com os clubes dispostos por ordem de fundação.

Coritiba: um quase bom e um quase ruim

O ano de 2015 deixou o Coritiba perto de duas marcas. O ruim é que ficou no vice-campeonato paranaense. O bom é que se livrou do rebaixamento no Brasileiro, mesmo que tenha sido na última rodada. Foi um ano que se repetiram alguns erros dos anos anteriores com algumas contratações caras e desnecessárias, além de bastidores efervescentes.

A primeira contratação para 2016 é uma boa: Ceará, ex-lateral do Cruzeiro e que despontou para o futebol no próprio Coxa. Resta saber se o time seguirá brigando por títulos no regional e deixará de dar sustos em seu torcedor no nacional, pois esse negócio de sempre lutar contra a degola é perigoso e nem sempre pode-se se salvar.

Rio Branco: imortalidade à prova

Em 2015, o Rio Branco teve mais uma de suas temporadas típicas desde que trocou o mando de jogo na Estradinha pelo Gigante do Itiberê: um quase rebaixamento com salvação na bacia das almas, neste caso o torneio da morte. De olho em ser como 2014 (fez um bom Estadual), o Leão da Estradinha já começou a se mexer trazendo o ícone Ratinho (estava no Remo). É um bom ponto de partida um jogador identificado com o clube.

Atlético: o ano do futebol é sempre o ano que vem?

É costume neste últimos anos que a diretoria do Atlético sempre diz que o tal do “Ano do Futebol” é o seguinte. E pelo jeito não foi 2015, com o time brigando para não cair no Estadual, indo mal na Copa do Brasil e decepcionando na Sul-Americana. O mais positivo foi o Brasileirão, em que conseguiu uma posição tranquila no meio da tabela, a despeito dos prognósticos de briga com a degola, com direito a frequentar o G4 por um tempo. Outro aspecto positivo foi a grande adesão de sócios nas eleições do clube. Resta saber se 2016 será realmente o “Ano do Futebol” ou será uma promessa que ficará para 2017.

Paraná: lado de fora reflete dentro

O lado de fora de campo refletiu dentro no Paraná. Toda a turbulência que resultou na renúncia de Rubens Bohlen pode ser refletida na campanha irregular no Paranaense, em que foi eliminado pelo campeão Operário. Passado o processo, teve diretor dizendo que o clube subiria com três rodadas de antecipação. O que aconteceu foi um time brigando para não cair até perto desse deadline. Com nova diretoria eleita, espera-se criatividade para receitas e reforma da equipe e pelo menos o mínimo de calmaria administrativa para um ano com menos sustos para a torcida.

J. Malucelli: outro ano qualquer?

O J. Malucelli montou uma equipe competitiva para o Estadual em 2015 e chegou perto das semifinais. Sempre vem a dúvida de quando que voltará às competições nacionais e principalmente se as disputará. O time de 2016 com certeza terá algumas caras conhecidas e deverá dar algum trabalho aos adversários. O passo adiante é que é uma incógnita.

Andraus: sobe, desce ou fica

O ano de 2015 foi um ano de afirmação para o Andraus na Segundona. Não voltando para a Terceira e jogando o ano inteiro (participou da Copa FPF), a missão foi cumprida. Resta saber se será apenas um figurante na Segundona ou se tem potencial para seguir os passos do PSTC (ambos surgiram como clubes focados em categorias de base) e pintar na elite estadual.

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Baixe o pôster do Caxias, campeão da Série B Juvenil da Suburbana 2015

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Poster Caxias

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Baixe o pôster do Combate Barreirinha, campeão da Série B da Suburbana 2015

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Técnico avisa: “ano que vem, o Combate vem para ser campeão novamente”

Marquinhos Passaúna sendo levantado por jogadores do Combate Barreirinha: confiança em retorno dos melhores dias do clube

Marquinhos Passaúna sendo levantado por jogadores do Combate Barreirinha: confiança no retorno dos melhores dias do clube

O título conquistado pelo Combate Barreirinha na Série B é a chave para o retorno aos melhores dias do clube, um dos mais tradicionais da Suburbana. É o que afirma Marquinhos Passaúna, técnico que esteve à frente da conquista da taça e do acesso à elite um ano depois do rebaixamento.

“Realmente, a equipe do Combate sempre foi de Série A, com diversos títulos da Suburbana e da Taça Paraná. Muitas vezes a gente precisa dar um passo atrás, repensar muitas coisa que tinha sido feita errada durante o ano para agora com trabalho bem feito retornar ao lugar. É preciso poder ver o que foi feito de errado para não repetir. Ano que vem, o Combate vem para ser campeão novamente, não importa quem estiver à frente na diretoria, na comissão técnica, ou do que for acontecer, é sempre equipe que venha forte. Torço para isso”, disse Marquinhos Passaúna logo após o empate por 3 a 3 contra o Uberlândia.

O caminho do Combate Barreirinha, equipe que mais pontuou na competição, até o título teve uma primeira fase em que fechou em primeiro de sua chave com folgas. Na segunda fase, uma primeira colocação no saldo de gols frente à surpresa Imperial, evitando uma antecipação do confronto decisivo contra o Uberlândia já nas semifinais. Porém, o caminho até a decisão teve dureza. Foram dois empates contra o Capão Raso, o último deles era uma derrota até poucos minutos antes do final, para aí passar e subir nos pênaltis. Na decisão, um 4 a 0 fora de casa e um empate emocionante em casa, garantindo a taça.

“Nem tudo é perfeito. Passamos por percalços no percurso. Acredito que nossa comissão técnica, com professor Cléverson, Edivaldo Jubin e o presidente, fez grande trabalho. Quando precisamos tomar algumas atitudes que foram mais ríspidas e duras, a gente tomou e foi pro bem da equipe, pois ela se fechou e cresceu”, concluiu o treinador.

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“Saímos de cabeça erguida”, diz capitão do Uberlândia após empate na decisão

Cenoura com a taça de vice-campeão da Série B: para capitão, Uberlândia cumpriu missão de retornar à elite da Suburbana

Cenoura com a taça de vice-campeão da Série B: para capitão, Uberlândia cumpriu missão de retornar à elite da Suburbana

Após uma derrota inesperada em casa por 4 a 0 na partida de ida, parecia pouco provável que o Uberlândia conseguisse reverter a vantagem do Combate Barreirinha na decisão da Série B da Suburbana. E realmente não foi revertida, mas o empate por 3 a 3 após estar perdendo por 3 a 0 mostrou o poder de reação do time auriazul e deu o gosto de que, fora o desastre da ida, a decisão poderia ter sido bem mais equilibrada no placar geral. No entanto, a principal missão da temporada, o retorno à Série A um ano após a queda, estava cumprida e com honras.

“O primeiro jogo foi muito decisivo. Temos de enaltecer que o Combate é uma excelente equipe, mas que o Uberlândia foi muito além das expectativas. Conseguimos nosso objetivo que era o acesso porque o time é muito bom e conseguimos não perder aqui hoje [sábado (12)]”, afirmou após o partida o meia-atacante Cenoura, capitão da equipe.

Para entender pelo que passou o Uberlândia na competição, o time do estádio Gustavo Manoel Schier classificou-se em terceiro lugar na sua chave da 1.ª Fase, carimbando a classificação apenas na última rodada. Na segunda fase, a passagem foi mais tranquila e o primeiro lugar na chave veio em parte por um erro de escalação do Capão Raso, que acabou sendo punido com perda de pontos. As duas equipes vizinhas sobraram em cima de Grêmio Ipiranga e São Braz em seu quadrangular. Das quatro equipes semifinalistas, o Uberlândia era a que menos somou pontos na classificação geral e, copeira, o onze capitaneado por Cenoura precisou de decisão por pênaltis para eliminar o Imperial, a principal surpresa positiva da competição, em pleno Octávio Sílvio Nicco, aquele estádio que você viu aqui, e carimbar o acesso.

“Saímos de cabeça erguida, nosso time é muito unido e mostrou isso dentro de campo. Ano que vem, vamos ver o que fazer. Se continuarmos assim, unidos, o Uberlândia vai dar muito o que falar no ano que vem”, concluiu o camisa 11.

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Atacante do Combate Barreirinha faz três gols na decisão da Série B e pede música

Alex Pinhais marcou três gols na partida decisiva da Série B da Suburbana

Alex Pinhais marcou três gols na partida decisiva da Série B da Suburbana

A decisão da Série B da Suburbana tornou-se um jogo que certamente será inesquecível para Alex Pinhais. O camisa 7 do Combate Barreirinha fez os três gols de sua equipe no movimentado empate por 3 a 3 contra o Uberlândia, jogo que confirmou o título do Tricolor da Barreirinha.

“A ficha não caiu ainda. É gostoso fazer três gols em uma final”, disse o camisa 7 logo após a partida.

Os três gols do atleta do Tricolor foram feitos em um espaço de tempo de apenas nove minutos. O primeiro foi aos 28, o segundo aos 35 e o terceiro aos 37 minutos do primeiro tempo, o que deu uma vantagem maior à equipe que havia vencido na ida fora de casa por 4 a 0. Teriam sido os gols da vitória se o Uberlândia não tivesse promovido uma reação espetacular no restante do jogo, alcançando o empate. “Uma equipe qualificada como o Uberlândia, que jogou de igual para igual, valorizou mais ainda o título”, analisou Alex Pinhais.

Pelos três gols que fez, demos ao Alex Pinhais o direito de escolher uma música. “Quero ‘Conquistando o impossível’ da Jamily'”, concluiu.

Confira a música pedida por Alex Pinhais:

Confira os principais artilheiros da Série B:

21 gols

Diego (Capão Raso)

18 gols

Nika (Combate Barreirinha)

12 gols

Quintino (Uberlândia)

11 gols

Samuel (Imperial)

Rafa (Uberlândia)

Renan (União Ahu)

10 gols

Paulinho (Uberlândia)

9 gols

Adriano (Flamengo)

Vagner (Palmeirinha)

Diego Bianchini (São Braz)

8 gols

Alex Pinhais (Combate Barreirinha)

Julio Rodrigues (São Braz)

7 gols

Jackson Laguna (Grêmio Ipiranga)

Luiz Fernando (Santíssima Trindade)

Roney (Capão Raso)

6 gols

Eduardo (Grêmio Ipiranga)

Felipe (Capão Raso)

Sabino (Vasco)

Willian Daniel (Ypiranga)

5 gols

Leandro (Flamengo)

Lucas (Sergipe)

Emerson (Grêmio Ipiranga)

Oberdan (Uberlândia)

Wesley (Capão Raso)

Alexsander Leco (Vila Sandra)

Fabiano Cafu (Vila Sandra)

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