Monthly Archives: janeiro 2016

Placar da Rodada – Paranaense 2016

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Jogo de sábado

Coritiba 4 x 0 FC Cascavel

Gols: Kléber Gladiador (2), Juan, Dudu (CFC)

Jogos de domingo

Toledo 0 x 1 Foz do Iguaçu

Gol: Safirinha (FOZ)

Londrina 2 x 0 PSTC

Gols: Bruno Batata, Rafael Gava (LEC)

Maringá 1 x 0 Rio Branco

Gol: Lito (contra, para o MFC)

Operário 0 x 2 Atlético

Gols: André Lima (2) (CAP)

Paraná 4 x 1 J. Malucelli

Gols: Robson, Lúcio Flávio, Luiz Felipe (2) (PRC); Getterson (JMA)

 

Classificação

1.º Coritiba – 3 pts – 1 vitória – saldo +4

2.º Paraná – 3 pts – 1 vitória – saldo +3

3.º Atlético – 3 pts – 1 vitória – saldo +2 – 2 gols pró

3.º Londrina – 3 pts – 1 vitória – saldo +2 – 2 gols pró

5.º Foz do Iguaçu – 3 pts – 1 vitória – saldo +1 – 1 gol pró

5.º Maringá – 3 pts – 1 vitória – saldo +1 – 1 gol pró

7.º Rio Branco – 0 pts – 0 vitória – saldo -1 – 0 gol pró

7.º Toledo – 0 pts – 0 vitória – saldo -1 – 0 gol pró

9.º Operário – 0 pts – 0 vitória – saldo -2 – 0 gol pró

9.º PSTC – 0 pts – 0 vitória – saldo -2 – 0 gol pró

11.º J. Malucelli – 0 pts – 0 vitória – saldo -3

12.º FC Cascavel – 0 pts – 0 vitória – saldo -4

 

Números:

Jogos da rodada: 6

Gols: 15

Média de gols por jogo: 2,5

Jogos no campeonato: 6

Gols: 15

Média de gols por jogo do campeonato: 2,5

Artilharia completa

2 gols

André Lima (Atlético)

Kléber Gladiador (Coritiba)

Luiz Felipe (Paraná)

1 gol

Dudu, Juan (Coritiba)

Safirinha (Foz do Iguaçu)

Getterson (J. Malucelli)

Bruno Batata, Rafael Gava (Londrina)

Lúcio Flávio, Robson (Paraná)

Gol contra

Lito (Rio Branco, para o Maringá)

 

Próxima Rodada

2.ª Rodada

Quarta-feira (03/02)

19h30 – Atlético x Maringá – Ecoestádio Janguito Malucelli, Curitiba

20 h – Londrina x Toledo – José Chiappin, Arapongas

20 h – FC Cascavel x PSTC – 14 de Dezembro, Toledo

21h45 – Foz do Iguaçu x Coritiba – ABC, Foz do Iguaçu (Globo/RPC, Bandeirantes/Tarobá)

Quinta-feira (04/02)

19h30 – Operário x Paraná – Germano Krüger, Ponta Grossa

20 h – J. Malucelli x Rio Branco – Ecoestádio Janguito Malucelli, Curitiba

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A rodada do Paranaense 2016

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1.ª Fase – 1.ª Rodada

Sábado (30)

19h30 – Coritiba x FC Cascavel – Couto Pereira, Curitiba

Domingo (31)

17 h – Toledo x Foz do Iguaçu – 14 de Dezembro, Toledo

17 h – Londrina x PSTC – José Chiappin, Arapongas

17 h – Maringá x Rio Branco – Willie Davids, Maringá

17 h – Operário x Atlético – Germano Krüger, Ponta Grossa (Globo/RPC, Bandeirantes/Tarobá)

19h30 – Paraná x J. Malucelli – Vila Capanema, Curitiba

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Confira nosso Guia do Paranaense 2016

Nas últimas semanas, apresentamos nosso pequeno Guia do Paranaense 2016, com os times organizados por código DDD. Analisamos brevemente os 21 times, 12 da 1.ª Divisão e 9 da 2.ª Divisão.

Os regulamentos são parecidos. Turno único na primeira fase e mata-mata com oito equipes até o campeão. A 1.ª Divisão rebaixa dois e a 2.ª, que tem um time a menos que o previsto, rebaixa apenas um.

Você pode conferir a partir daqui todos capítulos de nossa série:

Introdução

041

042

043

044

045

046

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Guia do Paranaense 2016 – O Paraná pelo telefone – Parte VII: 046

O DDD 46 abrange o Sul do Paraná a partir de General Carneiro até a fronteira com a Argentina nas cidades ao sul do Parque Nacional do Iguaçu. Temos de fazer uma pequena correção, pois temos o caso de uma cidade paranaense com DDD 49 que desconhecíamos e que faz parte do Sudoeste Paranaense: Barracão, pois é conurbada com a catarinense Dionísio Cerqueira (e com a argentina Bernardo de Yrigoyen). No futebol, temos um problema: a região, a única sem título paranaense na elite, está sem time nas duas primeiras divisões. O que aconteceu?

O último ano

Ano passado, a região teve os dois arquirrivais Pato Branco, que vinha de um vice na Terceirona, e Francisco Beltrão inscritos na Segundona. Logo antes da competição, Pato e Marreco fizeram um Clássico das Penas amistoso que acabou em briga. Esta é uma das maiores rivalidades do Sul do Brasil, embora não tão conhecida do grande público.

Na hora da competição, problemas. O Francisco Beltrão foi fazendo uma campanha fraca e acabou por sofrer um WO que gerou desistência e eliminação. O Pato Branco também fez campanha fraca e acabou rebaixado. Recentemente, a equipe anunciou licença do futebol profissional.

O foco das cidades da região, que não tem nenhuma cidade com mais de 100 mil habitantes é o futsal, com Pato Branco e Francisco Beltrão sendo presenças constantes na elite e até Palmas aparecendo anos atrás na disputa. Os altos custos provavelmente devem ter inviabilizado o futebol profissional em uma região que depende muito do agronegócio, da pecuária e da suinocultura.

A última vez na elite de cada um

Esta é a décima edição seguida do Campeonato Paranaense sem time do DDD 46 na elite. A última foi 2006, que teve o Francisco Beltrão entre os rebaixados. A única chance de ter alguém é em 2018, apenas se um time da região partir da Terceirona (no segundo semestre) e conquistar dois acessos consecutivos. Note que apenas cinco clubes de três cidades representaram a região na Primeira Divisão Estadual. Confira qual foi a última vez de cada equipe da região que já esteve na elite paranaense:

2006 – Francisco Beltrão

1996 – Coronel Vivida

1992 – Pato Branco

1980 – União de Francisco Beltrão

1979 – Palmeiras de Pato Branco (da fusão com o Internacional em 1980 nasceu o Pato Branco atual)

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Guia do Paranaense 2016 – O Paraná pelo telefone – Parte VI: 045

O DDD 45 atende a Região Oeste do Paraná. As principais cidades da região são Toledo, Cascavel e Foz do Iguaçu, justamente as que têm três times na elite do futebol paranaense. Cascavel tem ainda um segundo time na Segundona. É uma região bem representada numericamente, mas com apenas um título na elite, dividido, no caso o Cascavel de 1980, que não é nenhum dos dois Cascavel que temos por aqui.

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Toledo

Vice-campeão da Segundona e da Taça FPF, o Toledo manteve o técnico Rodrigo Cascca e promete uma mescla dos bons jovens da competição Sub-23 com alguns nomes mais tarimbados, caso dos experientes  zagueiros Anelka (ex-Remo, Marcílio Dias e Crac) e Asprilla ( ex-Goiás, Botafogo, Figueirense, Náutico). Estreia dia 31/01, às 17 horas, contra o Foz do Iguaçu, no 14 de Dezembro.

FC Cascavel

O FC Cascavel tem sua grande atração fora das quatro linhas: o técnico Charles Gbeke, nascido em Gana e naturalizado canadense. Há anos no Brasil, Gbeke terá uma chance de ouro na primeira divisão paranaense. Para ajudá-lo, o FC Cascavel trouxe o experiente Léo Maringá e manteve bons nomes da temporada passada como o atacante Everton e o volante Sorbara. Estreia no dia 30/01, às 19h30, contra o Coritiba em Curitiba.

Foz do Iguaçu

Campeonato Paranaense não é Campeonato Paranaense sem o meia Anderson Safira e ele está no Foz do Iguaçu. O técnico Ivan Alves terá 14 jogadores da base, como o atacante Alisson Safira (outro Safira na área). Dos mais experientes, temos o volante Roberto, ex-Palmeiras, o atacante Pequi, o lateral Carlão e um jovem com mais rodagem, o centroavante Arthur, vindo da base do Paraná. Estreia no dia 31/01, às 17 horas, contra o Toledo, em Toledo.

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Cascavel CR

Vinda da Terceirona, a outra equipe de Cascavel é mais antiga que a que está na elite. Luta para voltar e, quem sabe, termos duas equipe da cidade do Oeste na principal competição estadual. Estreia no dia 28/02, às 15h30, no Theodoro Colombelli, o famoso Ninho da Cobra.

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Guia do Paranaense 2016 – O Paraná pelo telefone – Parte V: 044

O DDD 44 abrange outra metade do Norte do Paraná, começando na região de Maringá e indo até a região de Paranavaí, no Noroeste. É uma região com maioria de cidades jovens, fundadas a partir dos meados do Século XX. No futebol, teve títulos com o Grêmio Maringá e o Paranavaí, ambos atualmente na Segundona, divisão que povoa com um terço das equipes. Na elite, o representante solitário é o Maringá.

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Maringá

Já classificado para a Série D ao faturar a Copa FPF, o Maringá terá um Paranaense de preparação. A Zebra conta com o zagueiro Anderson Rosa, ex-Paraná, o lateral Rodrigo Ramos, emprestado pelo Coritiba, e o atacante Gabriel Barcos, este último já esteve na equipe em outras temporadas. O técnico da equipe é Edison Borges. Estreia contra o Rio Branco, dia 31/01, às 17 horas, no Willie Davids.

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Cianorte

O Cianorte é provavelmente a equipe mais capacitada neste momento para o acesso. A equipe começou a ser montada já no ano passado e tem jogadores que poderiam jogar a elite tranquilamente. Agora terá de provar em campo e não ficar no quase, como ano passado. Estreia no dia 27/02, às 15h30, contra a Portuguesa Londrinense em Londrina.

Paranavaí

Campeão Paranaense de 2007, o Paranavaí vai para a segunda temporada seguida na Segundona após o rebaixamento. Será que o Vermelhinho consegue se reerguer ou criará raízes na Segundona parando mais alguma vez no caminho. Essa queda de rendimento do Paranavaí é colocada parte da culpa naqueles dois Paranaenses do Supermando, em que o time fez fase decisiva toda fora e ficou endividada por anos. Estreia no dia 28/02, às 15h30, contra o Prudentópolis em Prudentópolis.

Grêmio Maringá

Equipe tradicional com títulos nos anos 60 e 70, o Grêmio Maringá foi até o fundo do poço e cavou ainda mais, com direito a tirar licença. De volta, foi o último colocado da Terceirona entre três clubes, mas subiu graças à licença do Junior Team. Agora terá a chance de tentar o retorno à elite após mais de uma década (última vez foi em 2004, ainda na gestão de Aurélio Almeida, que incluiu um inusitado amistoso contra o time da Penitenciária de Piraquara) aproveitando o empurrãozinho do destino. Estreia no dia 28/02, às 15h30, contra o Andraus em Campo Largo.

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Guia do Paranaense 2016 – O Paraná pelo telefone – Parte IV: 043

O DDD 43 ocupa metade da faixa norte do Paraná. Aquela faixa no caso que vai desde o Norte Pioneiro, região colonizada por volta da segunda metade do século XIX, e da região de Londrina, com cidades mais jovens, no caso da primeira metade do século XX. Tal região começou a se integrar ao resto do estado em meados do século passado e possui uma boa representatividade no futebol paranaense, como o maior campeão do interior e o único estreante na Série A.

Londrina

Campeão de 2014 e de volta à Série B após longa e tenebrosa glaciação, o Londrina tem uma temporada de afirmação nacional. No cenário doméstico, a receita mantém-se a mesma: Claudio Tencati, o Alex Ferguson Pé Vermelho, segue como treinador. A equipe é uma mescla da base do acesso com alguns reforços pontuais como o lateral-esquerdo Alex Ruan e o meia Leandro Oliveira. Estreia dia 31/01, às 17 horas, contra o PSTC no VGD.

PSTC Procopense

Único estreante neste Paranaense, o PSTC Procopense está longe de ser um desconhecido. A equipe nortista surgiu como clube de categorias de base e revelou jogadores que defenderam a seleção brasileira, como Kléberson, o lateral Rafinha, Jadson e Fernandinho. Se a presença da equipe é novidade, terá de lidar também com a dor da perda. O técnico, o ex-volante Reginaldo Vital, seria auxiliado pelo ex-lateral direito Reginaldo Araújo, porém, o auxiliar morreu de infarte no último dia 11, faltando 20 dias para o início da competição. Estreia no dia 31/01, às 17 horas, contra o Londrina em Londrina.

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Portuguesa Londrinense

Nos últimos anos, a Lusinha praticamente virou moradora da Segundona. No passado, chegou a ser visitante contumaz da elite e chegou a fazer uma curiosa parceria com o Cambé, da vizinha cidade. Estreia dia 27/02, às 15h30, contra o Cianorte, no Estádio do Café.

Cambé

Campeão da Terceirona, o Cambé teve uma passagem curiosa na elite quando fez uma parceria justamente com a Portuguesa Londrinense. Por meios próprios, nunca chegou lá. Finalmente voltará a mandar seus jogos no Estádio da Curva. Estreia dia 28/02, às 15h30, contra o Cascavel CR, em Cascavel.

Grêmio Araponguense

Futebol em Arapongas virou algo diferente e rocambolesco. Na tabela da FPF, o clube consta como Apucarana Sports, fusão do Roma Apucarana com o Cincão, mas os jogos são claramente marcados para Arapongas e não Apucarana, que seria a cidade-sede do clube dono da vaga. Ano passado, foi arrendado por empresários de Arapongas, para tentar suprir a falta do Arapongas, o que explica o agendamento para o Estádio dos Pássaros,que pediu licença e desistiu da elite. O Arapongas tentou voltar na Segundona, mas foi barrado pela FPF e, se voltar com o clube original, terá de encarar a Terceirona no segundo semestre. Enquanto isso, o “artificial” Grêmio Araponguense segue na segundona. Folga na primeira rodada e estreia 06/03, às 15h30, contra o Cambé, em Cambé.

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Guia do Paranaense 2016 – O Paraná por telefone – Parte III: 042

O DDD 42 tem uma área de abrangência impressionante. Ele começa logo depois do fim da Região Metropolitana de Curitiba, em Palmeira, Porto Amazonas e Ponta Grossa, e vai até o fim dos Campos Gerais, na região de Guarapuava, abrangendo toda região Central do Paraná, além da parte do Sul que vai de Antônio Olinto até Porto Vitória e Bituruna. De  quebra, é o código de área da cidade catarinense de Porto União, gêmea da paranaense União da Vitória, devido a um acordo entre os governos estaduais que envolveu telefonia, energia elétrica e saneamento. No futebol, é a cidade do atual campeão paranaense, o Operário, mas tem bastante sub-representarão pela ausência de cidades como a própria Guarapuava e União da Vitória nas duas principais divisões do futebol paranaense, além de Irati, cidade que foi muito presente nas últimas décadas.

Operário

Atual campeão, o Operário corre atrás de nova vaga na Série D, de onde quase conseguiu acesso na temporada passada. Para isso, tem o ex-zagueiro Pícoli como técnico e dentro de campo o lateral-direito Danilo Baia, o experiente goleiro Juninho e os atacantes Adriano Pardal e Lucas Batatinha (este último terceiro artilheiro da Suburbana de Curitiba).

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Prudentópolis

Foram dois anos na elite até a queda e o retorno à 2.ª Divisão. O Prudentópolis tem a missão de se recuperar e mostrar que tem punch para voltar à elite imediatamente, por mais que seja complicado fazer futebol profissional numa cidade com menos de 100 mil habitantes (tem pouco mais de 50 mil apenas) e longe de região metropolitana.

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Guia do Paranaense 2016 – O Paraná por telefone – Parte II: 041

O DDD 41 abrange Curitiba, Região Metropolitana, Vale do Ribeira, Litoral e restante do 1.º Planalto, exceto a cidade de Rio Negro (tem o 47 por causa da geminação com Mafra-SC, que gerou acordo entre os estados e suas então companhias telefônicas). É a região mais populosa e industrializada do estado e isso e isso reflete também na quantidade de times presentes. São cinco times na 1.ª Divisão e um na 2.ª Divisão. Total de seis dos 21 times abordados, quase um terço. Se na elite, é uma região com alguns dos favoritos, na Segundona é a região de um azarão, um clube de desempenho imprevisível, ainda mais numa divisão equilibrada. É também a região de ocupação mais antiga, tanto que Paranaguá, cidade do Rio Branco, é a cidade mais antiga do estado, que foi sendo colonizado do litoral para o interior. Por ser um estado com o interior ocupado tardiamente, temos nesta região os dois únicos remanescentes do primeiro Paranaense, o de 1915: Coritiba e Rio Branco. Vamos às equipes e como elas estão no momento:

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Rio Branco

O time de Paranaguá quer ir além de testar a imortalidade, como fez temporada passada ao se salvar na última rodada do Torneio da Morte.  Para isso, aposta em uma mescla de jogadores da base com alguns atletas mais rodados, como o volante Marcos Paulo (ex-Coritiba, Avaí e Paraná) e o retorno do ídolo Ratinho, que estava no Remo. O técnico é velho conhecido do clube, o ex-zagueiro Allan Aal. Estreia dia 31/01, às 17 horas, contra o Maringá em Maringá.

Coritiba

O Coritiba, atual vice-campeão, aposta na experiência do técnico Gilson Kleina. Para a temporada, além de um pacote com Leandro CNH, Amaral e Vinícius, do Palmeiras, repatriou o lateral-direito Ceará, que estava no Cruzeiro e havia vestido a camisa coxa-branca em 2002 e 2003, tendo sido campeão paranaense em 2003 e participado da ótima campanha que levou o clube à Libertadores. Estreia dia 30/01, às 19h30, contra o FC Cascavel no Couto Pereira.

Atlético

Pela primeira vez em muitos anos, o Atlético deve começar o Paranaense com uma equipe próxima da principal. Para isso, até o momento, além da manutenção do técnico Cristóvão Borges, trouxe Thiago Heleno e Paulo André (este um retorno) para a zaga, Vinícius para o meio e André Lima para o ataque. O Furacão não vence o Estadual desde 2009. Estreia dia 31/01, às 17 horas, contra o Operário em Ponta Grossa.

Paraná

O Paraná tem um tabu um tanto maior que seus rivais: não vence desde 2006. O Tricolor passa por uma transição com nova diretoria. O técnico é Claudinei de Oliveira que já tem ao seu dispor o retorno do zagueiro Alisson de empréstimo ao Botafogo e as contratações de Tony, Paulinho Guerreiro e Valber. O Tricolor agora tenta também trazer o atacante Keirrison, que rescindiu com o Coritiba e busca um novo clube. Será que consegue? Estreia dia 31/01, às 19h30, contra o J. Malucelli, na Vila Capanema.

J. Malucelli

O J. Malucelli vem para 2016 com o mesmo técnico de 2015: Ary Marques. A grande atração da equipe do Barigui é o meia Dinelson, ex-Corinthians. Junta-se a ele bons valores como o lateral-direito Cristovam, o zagueiro Leandro Silva, o meia Tomas e o atacante Edu Amparo. Estreia dia 31/01, às 19h30, contra o Paraná, na Vila Capanema.

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Andraus

O time de Campo Largo, cidade da Região Metropolitana de Curitiba, tem uma espécie de temporada de afirmação. Resta saber se a equipe brigará para não voltar à Terceirona, para se manter e se enraizar na Segundona ou seguir o exemplo do PSTC e bancar um assalto ao céu que se chama 1.ª Divisão. Estreia no dia 28/02, às 15h30, contra o Grêmio Maringá, no Atílio Gionédis.

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Guia do Paranaense 2016 – O Paraná por telefone – Parte I: Introdução

Nos próximos meses, a principal atração do futebol brasileiro será os estaduais. No Paraná, são três divisões, duas delas no primeiro semestre. No próximo dia 30, teremos o pontapé inicial na 1.ª Divisão. No dia 27 de fevereiro, teremos o início da 2.ª Divisão. Na primeira, são doze as equipes brigando pelo título, por vagas na Copa do Brasil de 2017 e por uma vaga na Série D de 2017. Na segunda, são nove os times em busca de duas vagas na elite de 2017.

Abrindo os trabalhos de 2016, o Futebol Metrópole começa seu guia das competições, apresentando brevemente as equipes. Em 2015, apresentamos a 1.ª Divisão na base da divisão das cidades. Agora, apresentaremos os 21 times das duas principais divisões por código DDD.

Como assim?

Muito da integração do território paranaense deu-se pela comunicação. O telefone foi uma de suas principais vertentes. Existem seis áreas no Paraná, além da cidade de Rio Negro, que devido a um acordo entre Paraná e Santa Catarina possui o DDD 47 da gêmea Mafra enquanto que a catarinense Porto União usa o DDD 42 da gêmea União da Vitória, que fica do lado paranaense. Questão de logística. O atual formato de DDDs se consolidou nos anos 90, quando deixamos de ter localidades com quatro dígitos no código de área e apenas seis números nos telefones.

Em suma, o estado possui os seguintes DDDs:

  • 41: Curitiba, Região Metropolitana, Primeiro Planalto e Litoral
  • 42: Campos Gerais de Ponta Grossa a Guarapuava e Sul do Estado de Antônio Olinto a Bituruna
  • 43: Norte Pioneiro e Norte ao redor de Londrina
  • 44: Norte ao redor de Maringá e Noroeste
  • 45: Oeste
  • 46: Sul a partir de General Carneiro e Sudoeste.

Sendo assim, apresentaremos as equipes em mais seis capítulos. Fácil de entender?

Os campeões da 1.ª Divisão (e o DDD atual de suas localidades):

1915 – Internacional (41)
1916 – Coritiba (41)
1917 – América (41)
1918 – Britânia (41)
1919 – Britânia (41)
1920 – Britânia (41)
1921 – Britânia (41)
1922 – Britânia (41)
1923 – Britânia (41)
1924 – Palestra Itália (41)
1925 – Atlético Paranaense (41)
1926 – Palestra Itália (41)
1927 – Coritiba (41)
1928 – Britânia (41)
1929 – Atlético Paranaense (41)
1930 – Atlético Paranaense (41)
1931 – Coritiba (41)
1932 – Palestra Itália (41)
1933 – Coritiba (41)
1934 – Atlético Paranaense (41)
1935 – Coritiba (41)
1936 – Atlético Paranaense (41)
1937 – Ferroviário (41)
1938 – Ferroviário (41)
1939 – Coritiba (41)
1940 – Atlético Paranaense (41)
1941 – Coritiba (41)
1942 – Coritiba (41)
1943 – Atlético Paranaense (41)
1944 – Ferroviário (41)
1945 – Atlético Paranaense (41)
1946 – Coritiba (41)
1947 – Coritiba (41)
1948 – Ferroviário (41)
1949 – Atlético Paranaense (41)
1950 – Ferroviário (41)
1951 – Coritiba (41)
1952 – Coritiba (41)
1953 – Ferroviário (41)
1954 – Coritiba (41)
1955 – Monte Alegre (42)
1956 – Coritiba (41)
1957 – Coritiba (41)
1958 – Atlético Paranaense (41)
1959 – Coritiba (41)
1960 – Coritiba (41)
1961 – Comercial  de Cornélio Procópio (43)
1962 – Londrina (43)
1963 – Grêmio Maringá (44)
1964 – Grêmio Maringá (44)
1965 – Ferroviário (41)
1966 – Ferroviário (41)
1967 – Água Verde (41)
1968 – Coritiba (41)
1969 – Coritiba (41)
1970 – Atlético Paranaense (41)
1971 – Coritiba (41)
1972 – Coritiba (41)
1973 – Coritiba (41)
1974 – Coritiba (41)
1975 – Coritiba (41)
1976 – Coritiba (41)
1977 – Grêmio  Maringá (44)
1978 – Coritiba (41)
1979 – Coritiba (41)
1980 – Colorado  (41) e Cascavel EC (45)
1981 – Londrina (43)
1982 – Atlético Paranaense (41)
1983 – Atlético Paranaense (41)
1984 – Pinheiros (41)
1985 – Atlético Paranaense (41)
1986 – Coritiba (41)
1987 – Pinheiros (41)
1988 – Atlético Paranaense (41)
1989 – Coritiba (41)
1990 – Atlético Paranaense (41)
1991 – Paraná Clube (41)
1992 – Londrina (43)
1993 – Paraná Clube (41)
1994 – Paraná Clube (41)
1995 – Paraná Clube (41)
1996 – Paraná Clube (41)
1997 – Paraná Clube (41)
1998 – Atlético Paranaense (41)
1999 – Coritiba (41)
2000 – Atlético Paranaense (41)
2001 – Atlético Paranaense (41)
2002 – Iraty (42) (campeonato sem os participantes da Sul Minas) e Atlético Paranaense (41) (Supercampeonato)
2003 – Coritiba (41)
2004 – Coritiba (41)
2005 – Atlético Paranaense (41)
2006 – Paraná Clube (41)
2007 – Paranavaí (44)
2008 – Coritiba (41)
2009 – Atlético Paranaense (41)
2010 – Coritiba (41)
2011 – Coritiba (41)
2012 – Coritiba (41)
2013 – Coritiba (41)
2014 – Londrina (43)
2015 – Operário (42)

Os campeões da 2.ª Divisão (e o DDD atual de suas localidades):

1915 – Savóia (41) (Série A) e Britânia (41) (Série B)
1916 – Operário (42) (LSP)
1917 – Água Verde (41) (ASP)
1921 – Campo Alegre (41) (ASP)
1922 – Paranaense (41) (ASP)
1924 – Paranaense (41) (ASP)
1930 – Guarani de Ponta Grossa (42) (FPD)
1966 – Jandaia (43)
1967 – Paranavaí (44)
1968 – Grêmio Oeste (42) (Sul) e CAFE Cianorte (44) (Norte)
1969 – Operário (42) (Sul) e Jandaia (43) (Norte)
1970 – Cascavel FC (45) (Sul) e Platinense (43) (Norte)
1975 – 9 de Julho de Cornélio Procópio (43)
1976 – Centenário (43)
1977 – Apucarana (43)
1978 – Guarapuava (42)
1979 – União Francisco Beltrão (46)
1981 – Pato Branco (46)
1982 – Pinheiros (41)
1983 – Paranavaí (44)
1984 – Apucarana(43)
1985 – Platinense (43)
1986 – Pato Branco (46)
1987 – AA Iguaçu (42)
1988 – União Bandeirante (43)
1989 – Maringá AC (44)
1990 – Goio Erê (44)
1991 – AA Iguaçu (42)
1992 – União Bandeirante (43) (Divisão Intermediária) e Paranavaí (44) (Segunda Divisão)
1993 – Iraty (42)
1994 – Jandaia (43)
1995 – Maringá FC [antigo, não o atual] (44)
1996 – AA Iguaçu (42)
1997 – Londrina (43) (Torneio Extra)
1998 – Malutrom (41)
1999 – Londrina (43)
2000 – Francisco Beltrão (46)
2001 – Grêmio Maringá (44)
2002 – Francisco Beltrão (46)
2003 – Nacional de Rolândia (43)
2004 – Engenheiro Beltrão (44)
2005 – Galo Maringá (44)
2006 – Portuguesa Londrinense (43)
2007 – Toledo Colônia Work (45)
2008 – Nacional de Rolândia (43)
2009 – Serrano Centro-Sul (42)
2010 – Roma Apucarana (43)
2011 – Londrina  (43)
2012 – Paraná Clube (41)
2013 – Metropolitano Maringá (44)
2014 – FC Cascavel (45)
2015 – PSTC Procopense (43)

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