Monthly Archives: junho 2016

#BrasileirãoFreak – 07/06

brasfreak

¡Hola que tal! Copa América Centenário rolando, mas o Brasileirão, que já tem seis rodadas na A e na B não para. Logo, mais um #BrasileirãoFreak na área! Direto e reto, vamos aos números.

Série A

– Semana passada, o Grêmio tinha quebrado um recorde de defesa não vazada. O debute da defesa foi com quatro gols de uma vez só. Bip bip bipolar.

– Quatro cartões amarelos separam o líder Corinthians do vice-líder Grêmio. Não passa nem meia lâmina de barbear.

– O G4 inteiro, Corinthians, Grêmio, Internacional e Palmeiras, sabe o que é levantar a taça do Brasileirão. Mas neste século, só o Corinthians.

– Como passamos da quinta rodada, iríamos com apogeus e perigeus, que ajudam a detectar tendências das equipes. Mas nossa fonte de dados dos gráficos deixou de publicá-los. Teremos de procurar nova fonte.

Série B

– A Série B também não tem mais time com 100% de aproveitamento. Vasco empatou jogo na terça passada.

– Todos do G4, Vasco, Atlético-GO, Bahia e Brasil de Pelotas, conhecem a Série A. Porém, o Brasil de Pelotas sequer chegou perto dela neste século.

– Dos três times que mais desarmaram, dois, Londrina, líder da estatística com 111 desarmes, e Luverdense, empatado em segundo com o Brasil de Pelotas, com 107 desarmes, têm a sigla LEC. É o passinho do volante (desarmando).

Freakadas Alheias

Aqui você posta a hashtag #BrasileirãoFreak (com ou sem til) e o tuíte aparece aqui. Confira a participação, uma interessante escavada no fim de um curioso tabu do América-MG na Série A:

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Técnico do Uberlândia agradece reconhecimento da torcida e afirma que alguns reforços virão

Time do Uberlândia comemora o que viria a ser o gol de honra na decisão da Copa de Futebol Amador da Capital

Time do Uberlândia comemora o que viria a ser o gol de honra na decisão da Copa de Futebol Amador da Capital

A derrota na decisão da Copa de Futebol Amador para o Novo Mundo está longe de ter significado o fim do mundo para o Uberlândia. Logo após a partida de sábado (4), os jogadores e a comissão técnica foram ovacionados pela torcida, que reconheceu o esforço da equipe, dona de orçamento modesto e que se mantém competitiva. Foi neste momento que o técnico Joãozinho Ribeiro analisou o desempenho da equipe.

“De bom, é o  trabalho que foi feito. Óbvio que, quando chega fase final,  há o desejo de conquistar e o clube precisa e vive de vitória. O reconhecimento da torcida mostra que valeu o trabalho de um clube que trabalha sem dinheiro, sem muita condição, e que dá esse espetáculo para torcida e para a comunidade, uma grande equipe”, avaliou o treinador. “E perdemos para o Novo Mundo, que jogou melhor nas duas partidas e hoje fez uma partida tranquila, já com resultado na mão, e que acabou, com nossas expulsões, desmontando nosso esquema tático. O título ficou em boas mãos e estamos comemorando o vice com bom trabalho”, completou.

O próximo desafio da equipe é a Suburbana, a partir de julho. O Uberlândia volta à elite após um ano na Série B, de onde saiu como vice-campeão. “Teremos alumas novidades, não posso confirmar quem são. Temos alguns setores em que ficou claro que temos de melhorar e vai melhorar. A competição que vem a seguir é bem mais difícil que esta”, concluiu.

Segundo nossa reportagem apurou, dois desses reforços viriam para o ataque, setor que perdeu Quintino machucado no começo da Copa de Futebol Amador (após cirurgia, tem expectativa de retorno mais para o fim da Suburbana) e ficou sem Paulinho na grande decisão (deve retornar nas primeiras rodadas), justamente os dois titulares, e teve dificuldade de reposição. Os nomes de dois atacantes para reforçar o Uberlândia seriam de Sena, que defendeu o Grêmio Ipiranga na Copinha, e de Kiki.

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Artilheiro da Copinha enaltece equipe, aposta em boa campanha na Suburbana, mas pode estar de saída

Jhoni Ribas (10) recebendo passe: meia pode estar de saída

Jhoni Ribas (10) recebendo passe: meia, artilheiro da competição, pode estar de saída

A Copa de Futebol Amador da Capital teve o meia Jhoni Ribas, 23 anos, como artilheiro. Foram nove gols, todos em cobranças de falta ou de pênalti, como o que abriu a vitória de 4 a 1 sobre o Uberlândia na decisão da competição. A pontaria e eficiência do camisa 10 ajudaram a equipe alvirrubra a desenrolar partidas difíceis e a construir o melhor ataque da competição.

Jhoni projeta a Suburbana com base no time que fechou a Copinha com bastante otimismo. “Graças a deus, a equipe se portou dentro de campo, mostrou raça, união e saiu com o titulo. Nosso time tá bem tá forte e se manter o elenco, vai forte para a Suburbana”, afirmou logo após da partida.

Porém, o Novo Mundo poderá ter outro camisa 10 na competição que começa em julho. “Seu Ivo [Petry, treinador da equipe e uma espécie de manager no Novo Mundo] está vendo algumas propostas para mim”, revelou.

Uma dessas propostas, caso aceita, fará o meio-campista trocar a Arena Vermelha pelo Germano Krüger para fazer parte do time profissional sub-23 do Operário de Ponta Grossa nas disputas da Taça FPF, competição que vale vaga na Série D de 2017. Outro jogador que tem proposta para tomar o mesmo rumo é o atacante Fernandinho, que na decisão saiu do banco para marcar o último gol do jogo. Os dois chamaram a atenção do Fantasma de Vila Oficinas nos amistosos entre as duas equipes realizados recentemente.

 

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Cenoura admite superioridade do Novo Mundo na decisão e exalta evolução do Uberlândia

Cenoura cobra pênalti no canto alto de Jociel Henrique para diminuir o marcador

Logo após a derrota para o Novo Mundo na decisão da Copa de Futebol Amador, o armador Cenoura, do Uberlândia, analisou o desempenho da equipe e todo o desempenho do time na competição. O experiente camisa 11, de 37 anos, admitiu a superioridade do adversário, mas não deixou de ressaltar também o quanto o Uberlândia evoluiu em um ano.

“A gente tem de ter hombridade de entender que o time deles foi melhor que o nosso e paciência, é assim. Serviu de experiência para todos. Ano passado, o Uberlândia tinha feito campanha bem ruim e este ano chegamos na final. Então para quem está há muito tempo, a gente evoluiu. O trabalho está sendo feito e está em bom caminho”, analisou Cenoura.

O próximo desafio do Uberlândia é a Suburbana. A equipe está de volta à elite após um ano na Segundona. Para o meia, há o que melhorar, mas tudo está se encaminhando para uma boa campanha. “Ainda está longe [o começo da Suburbana, daqui a um mês]. Tem a melhorar e vai melhorar. O trabalho está sendo feito há muito tempo e a experiência que estão adquirindo fará que este time vá mais longe ainda”, concluiu.

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Placar da Rodada – Taça Paraná

tacapr2016

Final – Ida

Jogo de domingo (05)

Internacional 0 x 1 Fanático

Próximo jogo

Final – Volta

Domingo (12/06)

15h30 – (1) Fanático x Internacional (0) – Ângelo Antonio Cavalli, Campo Largo

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O dia em que o rock and roll morreu

(Imagem: AP Photo/File/Wikimedia Commons)

(Imagem: AP Photo/File/Wikimedia Commons)

Muhammad Ali era o rock feito gente, vencia, sofria, provocava e engajava. Foi um bailarino com punhos de uma tonelada. Peso e melodia. E como se deduz isso? Deduz-se pela trajetória e pela personalidade do grande lutador, ativista político, símbolo de uma era.

Muhammad Ali nasceu Cassius Marcellus Clay Jr. em 1942, mesma época em que a maravilhosa Sister Rosetta Tharpe, que não recebeu os devidos louros por isso, criava a linguagem do que viria a ser o rock and roll, com solos de guitarra. Mais que coincidência, pois ambos, Ali e o rock, viriam a ter a grande notoriedade nos anos 60.

Mas podemos ver que são a mesma essência. O rock foi a voz da juventude contra a Guerra do Vietnã, como Muhammad Ali também foi. São de uma geração que não quis ser igual aos pais, que quis ter voz.

Ali afirmava ser o maior, o rock também teve seus momentos assim. Mas também teve momentos que mostrou não ser indestrutível, como todas as injustiças que o boxeador sofreu por seu posicionamento, as pancadas que tomou, as hematomas e fraturas. E também momentos doces, como canções de amor.

Voar como uma borboleta são as notas da psicodelia do experimentalismo. Picar como uma abelha o peso. O jogo de pernas embalado como o piano frenético de um Little Richard. A esquiva com um suíngue de Mick Jagger. Os punhos pesados como os riffs de um Jimi Hendrix e de um Jimmy Page. A língua afiada como a dos Sex Pìstols, criativa como Frank Zappa, em busca de um mundo melhor como John Lennon e The Clash, apesar de toda a discriminação e massacre que o povo negro sofria (e ainda sofre, veja as notícias de genocídio em nossos jornais). E a revolta de sentir que tudo que conquistou é inútil quando viu seu povo ser massacrado, como todo o desencantamento pós-punk e do grunge. É o que eu disse ali em cima: Muhammad Ali era o rock feito gente.

Don McLean, em seu clássico “American Pie”, contou, em 1971, sobre “o dia que a música morreu” com a queda do avião que deu nome à canção e vitimou Buddy Holly, Ritchie Vallens e The Big Popper, além do piloto. Porém, o estilo continuou e se reinventou diversas vezes e várias vezes foi dado como morto. Em suas últimas décadas, Muhammad Ali conviveu com o terrível Mal de Parkinson, doença degenerativa que retira a força e a coordenação motora ao afetar o sistema nervoso central. Foi a luta mais dura do homem que fez Nelson Mandela se sentir livre antes da libertação.

Na noite do dia 3 de junho, podemos dizer que o rock and roll morreu com Muhammad Ali. Mas já tinha dito Neil Young que o rock and roll nunca morrerá e mitos nunca morrem. Se não mais no plano físico se encontra, o peso e a melodia do grande campeão está em todos. O mundo não foi o mesmo desde seus primeiros acordes. Vá em paz, guri!

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Placar da Rodada – Segundona Paranaense

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Domingo (05/06)

Cianorte 1 x 0 Prudentópolis

Agregado: 4-1

 

Números:

Jogos da rodada: 1

Gols: 1

Média de gols por jogo: 1

Jogos no campeonato: 42

Gols: 107

Média de gols por jogo do campeonato: 2,55

 

CIANORTE – CAMPEÃO PARANAENSE DA SEGUNDA DIVISÃO

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Placar da Rodada – Copa de Futebol Amador

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Final – Volta

Jogo de Sábado (04)

Novo Mundo 4 x 1 Uberlândia

Agregado: 6-2

NOVO MUNDO – CAMPEÃO DA COPA DE FUTEBOL AMADOR DA CAPITAL 2016

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Novo Mundo bate Uberlândia e levanta a Copa de Futebol Amador

Debaixo de chuva, com a noite já feita, jogadores do Novo Mundo levantam a Copa de Futebol Amador da Capital: título veio com 100% de aproveitamento

Debaixo de chuva, com a noite já feita, jogadores do Novo Mundo levantam a Copa de Futebol Amador da Capital: título veio com 100% de aproveitamento

Em clássico UberMundo pegado, com direito a cinco expulsões, o Novo Mundo bateu o Uberlândia por 4 a 1 e se sagrou campeão da Copa de Futebol Amador da Capital. A partida da tarde deste sábado (4) na Arena Vermelha teve gols de Jhoni Ribas, Marquinhos Lima, Marquinhos Cambalhota e Fernandinho. Cenoura marcou o gol do Uberlândia.

O título é o primeiro do Novo Mundo nesta competição, que teve o Capão Raso, curiosamente rival de bairro tanto da equipe campeã quanto do Uberlândia, como campeão das duas primeiras edições.

O jogo

Sem Paulinho, cuja lesão o permitirá voltar apenas nas primeiras rodadas da Suburbana, em julho, o Uberlândia precisou mudar seu formato de jogo. Rafinha, que vinha atuando bem como box-to-box, voltou ao ataque. Tunala foi escalado no meio de campo. Precisando do resultado, o Uberlândia mostrou-se nervoso. Resultado disso pôde ser visto em um lance aos 12 minutos, quando Cenoura quase marcou contra ao afastar uma bola na defesa e depois discutir com o goleiro Jiraya. No lance seguinte, pênalti cometido por Alan, que evitou o gol com toque de mão.

Na cobrança de pênalti, aos 14 minutos, Jhoni Ribas fez seu nono gol na competição e alcançou a artilharia isolada com todos gols marcados de pênalti ou de falta.

Com o Novo Mundo melhor em campo e com o sistema inicialmente adotado não funcionando, o técnico Joãozinho Ribeiro não esperou nem o intervalo para sacar Tunala e colocar Radamés. A substituição foi aos 36 minutos.

Aos 38, o jogo esquentou de vez como muitos esperam de um clássico. Djonathan acertou jogador do Uberlândia, Rafinha atravessou o campo e foi tirar satisfações e brigou com o zagueiro Muriel do Novo Mundo. Resultado: expulsões de Rafinha e Muriel e os dois times reduzidos a dez jogadores. Djonathan levou amarelo no lance. Ao fim do primeiro tempo, comissão técnica e diretoria do Uberlândia foram reclamar com o árbitro Murilo Ugolini Klein.

Na segunda etapa, o Novo Mundo ampliou já no início. Marquinhos Lima aproveitou jogada de contra-ataque aos 7 minutos. O Uberlândia foi para cima depois disso, dando mais espaço ainda ao contra-ataque do Novo Mundo.

Aos 14 minutos, Oberdan sofreu pênalti. Cenoura bateu forte no canto alto direito de Jociel Henrique e diminuiu para o Uberlândia, que se empolgou com a possibilidade de tentar o empate.

Porém, as pretensões do time auriazul foram ladeira abaixo aos 20 minutos com a defesa sendo pega em mano a mano e Marquinhos Cambalhota, aos 20 minutos, surgindo livre para finalizar. Aos 36 minutos, o golpe de misericórdia veio por meio de Fernandinho, de maneira parecida aos outros três gols do Novo Mundo, aproveitando a necessidade de ir ao ataque da equipe adversária.

Quando tudo parecia se encaminhar para o fim da partida, houve tempo para mais cenas lamentáveis. Aos 39 minutos, Matheus do Novo Mundo provocou Alex Paiva do Uberlândia: “quer parar de falar e ir jogar?”. O zagueiro foi tomar satisfações e a troca de sopapos recomeçou. O saldo da confusão foram as expulsões dos dois que iniciaram a confusão, além de Everton do Novo Mundo, irmão do meia Giuliano do Grêmio, um dos mais exaltados. Os minutos finais tornaram-se um duelo de oito contra nove até que o apito final confirmou o título do Novo Mundo, clube que venceu todas as nove partidas que disputou e terminou a competição com um combo de melhor ataque, melhor defesa e artilheiro. A noite já caía e a chuva, que ensaiava durante alguns momentos do jogo, caía também com gosto.

De branco?

Causou surpresa o Uberlândia jogar de branco. O motivo alegado seria apenas o fato de jogar de casa. Nesta competição, o time havia usado a tradicional camisa amarela e a camisa azul.

Os prêmios

Jhoni Ribas, do Novo Mundo, venceu o prêmio de artilheiro da competição com nove gols Paulinho, do Uberlândia, foi o vice-artilheiro, com oito gols. Jociel Henrique, também do Novo Mundo, recebeu o troféu de goleiro menos vazado, tendo sofrido apenas sete gols em nove jogos. Atrás dele, ficou o goleiro Coxinha, do Vila Sandra, que sofreu os mesmos sete gols, mas disputou apenas cinco jogos.

Durante a semana

Durante a semana, mostraremos as declarações de personagens da decisão sobre o jogo em si e também com olhar para a Suburbana, que começa em julho.

Ficha Técnica:

Novo Mundo 4 x 1 Uberlândia

Arena Vermelha, Novo Mundo, Curitiba

Novo Mundo: Jociel Henrique; Bruninho, Bruno Santos, Muriel e César Romero ; Helton (Evandro), Danilo (Matheus), Marquinhos Lima (Everton) e Jhoni Ribas (Waguinho); Marquinhos Cambalhota (Fernandinho) e Djonathan (Dudu). Técnico: Ivo Petry.

Uberlândia: Jiraya; Luizinho (Halyson), Thiagão, Alex Paiva e Alan (Vagner); Nepo, Tunala (Radamés, depois Henrique), Cenoura e Julianinho (Fumaça); Rafinha e Oberdan. Técnico: Joãozinho Ribeiro.

Arbitragem: Murilo Ugolini Klein, Deniel Carvalho e Alexsandro Euzébio da Silva.

Gols: Jhoni Ribas (NMU, aos 14’/1.º), Marquinhos Lima (NMU, aos 7’/2.º), Cenoura (UBE, aos 16’/2.º), Marquinhos Cambalhota (NMU, aos 20’/2.º), Fernandinho (NMU, aos 36’/2.º).

Cartões Amarelos: César Romero, Jhoni Ribas, Djonathan, Evandro (NMU); Alan, Nepo, Oberdan (UBE).

Cartões Vermelhos: Muriel (NMU, aos 38’/1.º), Rafinha (UBE, aos 38’/1.º), Matheus (NMU, aos 39’/2.º), Everton (NMU, aos 39’/2.º), Alex Paiva (UBE, aos 39’/2.º).

 Confira imagens da partida:

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Regulamento muda e Segundona, mesmo esvaziada, fica mais longa

No ano seguinte ao rebaixamento, o Bangu busca o retorno à elite da Suburbana

No ano seguinte ao rebaixamento, o Bangu busca o retorno à elite da Suburbana

A Série B da Suburbana de 2016 terá apenas 15 times, contra 22 que entraram em campo (20 concluindo Adulto e 21 Juvenil) do ano passado. Porém, a competição será mais longa que a Série A, começando dia 9 de julho, uma semana antes, e acabando uma semana dia 10 de dezembro, uma semana depois. O regulamento foi definido em arbitral nesta quinta-feira (2) na sede da Federação Paranaense de Futebol (FPF).

A fórmula é similar ao da Série A: todos os times jogarão entre si na primeira fase, classificando os oito primeiros. Então, os oito primeiros se enfrentarão em duelos eliminatórios com ida e volta até a data da decisão. Os juvenis acompanham a tabela dos adultos na primeira fase e nas fases seguintes (se possível).

O porquê do esvaziamento e quem tá dentro

Campeão juvenil, o Caxias não defenderá seu título

Campeão juvenil da Série B, o Caxias não defenderá seu título

As duas baixas da Série A impactaram a Série B. Sem o Combate Barreirinha e sem o Urano, Imperial e Capão Raso foram promovidos além do vice-campeão Uberlândia. Além deles, tivemos os pedidos de licença do Boqueirão, do Tanguá, do Ypiranga, do Caxias (que teve uma parceria cogitada nos bastidores) e do Flamengo. Dos times que terminaram a Segundona no ano passado, não temos também o Rio Negro. O Diamante, que só concluiu os juvenis depois de sofrer WO nos adultos, irá jogar sua segunda temporada na Suburbana.

Para compensar as saídas e promoções, duas novidades. A primeira é o Fortaleza, representando o Jardim Gabineto, território pertencente à parte norte da Cidade Industrial, e que retorna às competições federadas. A outra é um clube jovem, fundado em 2013 no Futebol de 7 e que fez transição para o campo em 2015, o Shabureya, que mandará seus jogos no CT Toca do Jacaré, no Ganchinho, mas pretende ter campo no Sítio Cercado, bairro da Zona Sul escolhido como base.

Semifinalista da Copa de Futebol Amador, o União Ahu surpreendentemente mudou de treinador, mas segue como um dos times que despontam com certo favoritismo na luta pelo acesso

Semifinalista da Copa de Futebol Amador, o União Ahu surpreendentemente mudou de treinador (Tachinha não comanda mais a equipe), mas segue como um dos times que despontam com certo favoritismo na luta pelo acesso

Sendo assim, a Segundona terá os seguintes participantes:

– Os rebaixados da Série A Vila Hauer e Bangu

– Os remanescentes São Braz, Grêmio Ipiranga, Bairro Alto, Palmeirinha, Vasco da Gama, União Ahu, Olímpico, Vila Sandra, Santíssima Trindade, Sergipe e Diamante.

– As novidades Fortaleza e Shabureya.

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