Monthly Archives: maio 2017

Placar da Rodada – Copa de Futebol Amador da Capital

Jogos Atrasados

5.ª Rodada

Quarta-feira (31/05)

Shabureya 0 x 1 Nacional

Palmeirinha 2 x 3 Grêmio Ipiranga

 

Classificação

1.º Capão Raso – 14 pts

2.º Imperial – 12 pts

3.º Uberlândia – 11 pts

4.º Palmeirinha – 10 pts – 3 vitórias – saldo +5

5.º Nova Orleans – 10 pts – 3 vitórias – saldo +3

6.º Bangu – 7 pts – 2 vitórias – saldo +2

7.º Nacional – 7 pts – 2 vitórias – saldo -2

8.º Santíssima Trindade – 6 pts

9.º União Ahu – 4 pts – 1 vitória – saldo -5  – 11 gols pró

10.º Grêmio Ipiranga – 4 pts – 1 vitória – saldo -5 – 7 gols pró

11.º Shabureya – 0 pts

 

7.ª Rodada

Sábado (03/06)

13h30 – Grêmio Ipiranga x União Ahu / 15h30 – Nova Orleans x Shabureya @ José Drulla Sobrinho

13h30 – Capão Raso x Santíssima Trindade / 15h30 – Palmeirinha x Uberlândia @ Elba de Pádua Lima

15h30 – Imperial x Bangu @ Octávio Silvio Nicco

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Arbitral da Série B é adiado após liminar do TJD

O arbitral da Série B da Suburbana 2017, que iria ser realizado nesta terça-feira (30), foi adiado por meio de liminar do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), e agora não tem data definida. Informações são de que o mandado de garantia que paralisou a competição partiu do Arbesc, clube que está pleiteando retorno às competições. Outro clube, o Combate Barreirinha, também entrou com pedido, que acabou não sendo aceito, pois o anterior já havia suspendido o arbitral, perdendo o objeto. O Combate havia sido barrado pela FPF, que alegou falta de documento de posse da atual diretoria do clube, que é a mesma que disputou o acesso em 2015.

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Confira a rodada do Grupo A da Segundona Paranaense

Após batalha jurídica, a Portuguesa Londrinense foi absolvida da acusação e de escalação irregular e o embargo ao Grupo A da Segundona foi retirado. Com isso, a competição terá suas seis rodadas na próxima semana, enquanto o Maringá, já promovido, aguarda seu adversário na final e colega de elite do ano que vem:

2.ª Fase – 1.ª Rodada

Grupo A

Quinta-feira (01/06)

20h15 – Operário x Portuguesa Londrinense @ Germano Krüger, Ponta Grossa

Domingo (04/06)

15h30 – Iraty x União Fco. Beltrão @ Emílio Gomes, Iraty

 

No domingo, daremos o resumo desta rodada, assim como números consolidados com o restante da rodada, classificações e próximos jogos.

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#BrasileirãoFreak – 30/05

Maio está quase no final… é hora de #BrasileirãoFreak após mais uma semana de Brasileirão nas Séries A e B. Vamos lá:

Série A

* Não tem mais ninguém com 100% de aproveitamento. No entanto, o Atlético-GO segue zerado.

* Pela primeira vez na história, a Chapecoense encerrou uma rodada liderando a competição.

* Todas as defesas foram vazadas. No entanto, Vitória e Avaí ainda não fizeram gol.

* Em três jogos, Henrique Dourado, o Ceifador, fez cinco gols, mais que um terço dos gols dos artilheiros do ano passado, Fred, William Pottker e Diego Souza, que fizeram 14.

Série B

* Não tem mais ninguém com 100% de aproveitamento. No entanto, o Criciúma segue zerado.

* O Paysandu segue sem sofrer gols.

* O Náutico segue sem balançar a roseira.

Freakadas Alheias

Somos teimosos. Poucos participam. Nesta semana foi ninguém. No entanto, quando participam, é alto nível. Sendo assim, se você usa o twitter e quer destacar um número ou feito, use a tag #BrasileirãoFreak . Você corre o risco de aparecer aqui na coluna com sua informação.

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Editorial: Vale a pena vencer a qualquer custo?

Quando disse a frase que virou lugar comum, “o importante é competir”, o Barão Pierre de Coubertin provavelmente não teria ideia do tamanho que o esporte seria como indústria mundial. Era uma época de profissionalismo incipiente e de um amadorismo considerado por muitos romântico. Pouco antes de sua morte, em 1937, Coubertin viu o esporte virar propaganda ideológica nos Jogos de Berlim, 1936, e um mito, Jesse Owens, derrubar a tese dos nazistas alemães. Mas não é disso que falaremos exatamente e sim dos problemas de querer vencer a qualquer custo.

O profissionalismo no esporte ajudou a deselitizá-lo. Atletas talentosos passaram a poder viver disso. Antes, era algo restrito a uma elite ou a alguém que levasse um estilo de vida naturalmente propício a alguma modalidade, como o polivalente Jim Torphe, descendente de indígenas americanos (que por décadas foi ostracizado por receber trocados para jogar beisebol e futebol americano semiprofissionalmente), ou o pastor-maratonista grego Spiridon Louis.

Por outro lado, onde entra dinheiro, entra outros interesses, sejam puramente financeiros ou políticos. Infelizmente não são raros os casos de atletas que cruzaram a fronteira do lícito e do ilícito para vencer a qualquer custo e ganhar dinheiro e fama, logrando os que competiram honestamente e pararam na limitação de seus corpos ou equipamentos.

Aí lembramos os casos do jamaicano naturalizado canadense Ben Johnson e o primeiro grande escândalo de doping, da também velocista norte-americana Marion Jones, banida e com várias medalhas devolvidas após confessar doping contumaz durante a carreira. E lembramos o impressionante caso de dopings em massa no esporte russo antes dos Jogos do Rio, 2016, e o caso de Lance Armstrong, que de ídolo do esporte, terminou desmoralizado ao ter estado dopado em seus sete títulos, todos cassados da Volta da França. A verdade nestes casos vieram à tona, seja por testes feitos na competição ou feitos anos depois com amostras congeladas, medida importante, pois houve em certo momento a humildade das autoridades de esporte em admitir que o doping está uma geração na frente do antidoping, sendo assim, é sempre preciso, depois de certo tempo, reanalisar as amostras com as novas tecnologias existentes.

E a imprensa onde entra nisso?

Os limites da licitude no esporte não são extrapolados apenas quimicamente com o doping. Muito do que foge nos laboratórios, pode ser descoberto pela imprensa, como a “Fábrica de Gatos” de Marabá, descoberta pelo jornalista André Rizek, na Revista Placar em 2007, em que descobriram-se nove jogadores com idade adulterada na base corintiana, devidamente afastados, vindos todo de um mesmo empresário e todos registrados no interior do Pará com documentação que os rejuvenesceram. Idade no futebol de base faz muita diferença, principalmente física.

Mais ousada foi a história do jornalista espanhol Carlos Ribagorda que, diante da suspeita de atletas sem deficiência intelectual no basquete paralímpico para deficientes intelectuais da Espanha, conseguiu se infiltrar na equipe, disputar as Paralimpíadas de Sydney, em 2000, e desmascarar o esquema na Revista Capital: dos doze demais atletas, outros dois não tinham deficiência alguma. Ribagorda conseguiu entrar na equipe apenas com exames físicos e sem passar por análise classificatória séria que seria capaz de identificar que não tinha deficiência alguma. Depois de ser campeã, a Espanha teve de devolver as medalhas e o desporto para pessoas com deficiência intelectual precisou ser completamente reformado para evitar novas fraudes.

Se não fosse a imprensa e o faro de repórteres, essas coisas estariam acontecendo com maior frequência (não tenho a utopia de acreditar que tenham cessado completamente). Por isso é importante termos gente cobrindo eventos, envolvidos em maior número de eventos e modalidades possíveis, realidade que, infelizmente ao menos no Brasil, tem ficado cada vez mais improvável, com o sucateamento dos nossa imprensa, que passa por uma encruzilhada do ponto de vista financeiro de modelo de negócio. Não é fácil ser jornalista hoje no Brasil e jornalista desempregado virou quase uma redundância.

Onde queremos chegar com isso?

Mesmo no esporte não estritamente profissional, fraudes podem acontecer.

Primeiro é preciso explicar que, apesar do nome e das tags “Futebol Amador”, o que cobrimos in loco, poderia ser classificado mais precisamente como semiprofissional ou apenas não-profissional. Em boa parte dos clubes, os atletas recebem um ajuda de custo por partida. Alguns clubes pagam até muito bem e conseguem assim atrair atletas com nível de futebol profissional e alguns ex-profissionais que querem estender a vida útil jogando futebol. Esse universo também é muito útil para atletas que buscam profissionalização tardia, seja por falta de chances nas bases de clubes maiores ou por simplesmente estarem longe dos radares dessas equipes, ou ainda para jogadores e técnicos que buscam uma segunda (ou até terceira) chance. Não há nada ilícito nas ajudas de custo e isso é inclusive permitido nas leis esportivas brasileiras que caracterizam o esporte amador (a lei brasileira não dá muito meio-termo entre o profissional de fato e o amador completo, diferente de muitos países que a lei caracteriza contratos part-time ou ainda permitem mescla de jogadores de diferentes status contratuais num mesmo time ou campeonato).

Sendo assim, por menores que sejam as cifras, pode acontecer de gente que transgrida as regras para levar vantagem e vencer a qualquer custo. É missão da imprensa, por menor que seja, caso deste Futebol Metrópole, um exército de um homem só, ao detectar as suspeitas e ter possibilidade de provas, investigar e, caso realmente exista alguma irregularidade, e esta bem documentada e com provas contundentes, denunciar. Foi assim na última semana com o caso dos jogadores com identidade falsa do Capão Raso. E espero que assim seja com os diversos veículos que cobrem as competições como os jovens do Do Rico Ao Pobre e do Gol de Pauta, os mais experientes do Balançando a Rede, da Rolando a Bola, Talentos na Bola, Amador Esportivo, J Maia, Levi Mulford (nosso digníssimo decano) e das rádios Capital Sul FM, Cultura, Barigui e demais que aparecerão por aí (e outros que eu tenha esquecido nesta segunda-feira cefaleica).

A suspeita começou junto com a suspeita levantada pelo delegado daquela partida no Parque Linear, Francis Bacon. Ela casou com a bizarra relutância da equipe do Capão Raso em tirar foto posada e no estranho procedimento de atrasar o máximo possível a entrada em campo no primeiro tempo. Quando a foto saiu no intervalo, ao editar em casa, e todo o episódio decorrido daquela tarde, a suspeita ficou maior com a foto posada com vários atletas de cabeça baixa, como se estivessem escondendo algo. Detalhe que o jogo estava sendo vencido de virada pelo Capão por 2 a 1 (o placar final foi de 3 a 3). Um time vencendo de cabeça baixa? Outro episódio suspeito foi a presença do (bom) volante Kairo nas duas partidas, mas na primeira sob o nome de Carlos Eduardo. Este último foi o estopim de que era necessário ir a fundo na história que depois ganhou a informação de que o Wagner Holanda Martins na artilharia era o famoso Sabonete, que está com braço quebrado, e não o rapaz que bateu bem na bola e fez dois gols lá na borda extrema do Cajuru.

É um vespeiro? Com certeza. Pode ter acontecido com outros clubes e em outras categorias? Bem provável, pois na base e em jogos de Segunda Divisão Amadora poucos atletas são conhecidos. Pode voltar a acontecer? Não duvido, porém, agora, esperamos que utiliza desta manobra pense duas vezes, pois as chances de serem pegos é maior, pois acredito que mais gente fique de olho.

O triste é que uma manobra dessas irá manchar o nome de uma agremiação vitoriosa e com história como é o Capão Raso, o Tricolor de Aço, para muitos sinônimo de time amador de Curitiba no bom sentido, no sentido de tradicional, uma marca registrada de sua região, casa de craques do passado e do presente. Mas a tristeza deve ser pelos torcedores do clube, que estão entre os maiores prejudicados, junto com as demais equipes que tomaram parte da Copa de Futebol Amador, e do desporto como um todo.

Alguns irracionais poderão até culpar a imprensa, mas a culpa não é do mensageiro. A culpa é de quem teve a ideia de colocar jogadores não registrados sob a identidade de registrados, de quem executou e de quem se sujeitou a entrar em campo, por mais que tivesse a ajuda de custo envolvida. São pelo menos três atletas de boa qualidade técnica que podem ter algumas portas fechadas por toparem entrar nesta barca.

Sinceramente, o Capão Raso poderia ter tido uma de duas atitudes que poderiam trazer menos transtornos futuros para o clube, diretoria, comissão técnica e os atletas. A primeira seria escalar os donos dos cartões ou pelo menos oito deles e jogar. Caso não tivesse condições físicas, era só comunicar depois de um saída de bola e o jogo terminaria, caso não terminasse no tempo regulamentar, com 3 a 0 para o adversário, sem problema de pontos perdidos depois. Soa feio um cai-cai? Soa, mas seria transparente mostrar que não tinha a combinação de atletas em condições e registrados e tecnicamente evitaria o WO. A outra seria entrar com todos os atletas com nomes verdadeiros, podendo usar o RG no lugar dos cartões, já ciente que iria perder pontos. Evitaria o WO, não evitaria perda de pontos, mas não teria chances de problemas futuros de suspensão de atletas, dirigentes e membros de comissão técnica. No entanto, o clube resolveu fazer as coisas do jeito mais perigoso para a instituição, talvez acreditando que nada pudesse acontecer. Uma lástima.

Por outro lado, é a prova inconteste de que a presença de imprensa, além de ajudar a trazer público e renda aos clubes (gente que consome nas lanchonetes, gente que quer camisa ou que vai na reta final quando pode haver cobrança de algum ingresso), pode ajudar a fazer que o esporte tenha mais lisura, por mais que o processo de depuração possa ser por muitas vezes doloroso. Por isso a pergunta-título: “Vale a pena vencer a qualquer custo?” A resposta é de vocês, é minha e é de todos.

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Placar da Rodada – Segundona Paranaense

Grupo B

2.ª Fase – 6.ª Rodada

Domingo (28/05)

Andraus 0 x 4 Maringá

Cascavel CR 2 x 1 Paranavaí

 

Números

Jogos na rodada: 2 (restam dois)

Gols na rodada: 7

Média de gols: 3,5

Jogos na competição: 57

Gols na competição: 140

Média de gols: 2,46

 

Classificação

Grupo A

1.º Maringá – 13 pts

2.º Paranavaí – 11 pts

3.º Cascavel CR – 7 pts

4.º Andraus – 3 pts

 

O Maringá está classificado para a Final e garantiu o acesso para a elite do Campeonato Paranaense 2018

 

Próximos jogos

Grupo A

Chave será homologada nesta segunda-feira

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Placar da Rodada – Taça Paraná

1.ª Fase – 6.ª Rodada

Domingo (28/05)

Bonato 0 x 0 Iguaçu

Vila Sandra 1 x 3 Atalanta

XV de Colombo 0 x 1 Fanático

Costeira 0 x 1 Vale do Jordão – Aprovale

 

Classificação

1.º Fanático – 18 pts

2.º Atalanta – 13 pts

3.º Iguaçu – 10 pts – 3 vitórias – saldo +6

4.º Bonato – 10 pts – 3 vitórias -saldo +1

5.º Vale do Jordão – Aprovale – 7 pts – 2 vitórias – saldo -1

6.º Vila Sandra – 7 pts – 2 vitórias – saldo -3

7.º Costeira – 2 pts

8.º XV de Colombo – 1 pt

 

Próximos jogos

1.ª Fase – 7.ª Rodada

Domingo (04/06)

15h30 – Costeira x Bonato @ Complexo Esportivo Costeira, Araucária

15h30 – Iguaçu x Vale do Jordão – Aprovale @ Egydio Ricardo Pietrobelli, Curitiba

15h30 – XV de Colombo x Vila Sandra @ Municipal do Atuba, Colombo

15h30 – Fanático x Atalanta @ Ângelo Antonio Cavalli, Campo Largo

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Placar da Rodada – Copa de Futebol Amador da Capital

6.ª Rodada

Sábado (27/05)

Bangu 0 x 1 Palmeirinha

União Ahu 2 x 5 Santíssima Trindade

Nacional 1 x 4 Nova Orleans

Uberlândia 3 x 2 Imperial

Grêmio Ipiranga 0 x 2 Capão Raso

Classificação

1.º Capão Raso – 14 pts

2.º Imperial – 12 pts

3.º Uberlândia – 11 pts

4.º Palmeirinha – 10 pts – 3 vitórias – saldo +6

5.º Nova Orleans – 10 pts – 3 vitórias – saldo +3

6.º Bangu – 7 pts

7.º Santíssima Trindade – 6 pts

8.º Nacional – 4 pts – 1 vitória – saldo -3

9.º União Ahu – 4 pts – 1 vitória – saldo -5

10.º Grêmio Ipiranga – 1 pt

11.º Shabureya – 0 pts

Próximos Jogos

Jogos Atrasados

5.ª Rodada

Quarta-feira (31/05)

19h30 – Shabureya x Nacional / 21h30 – Palmeirinha x Ipiranga @ Elba de Pádua Lima

7.ª Rodada

Sábado (03/06)

13h30 – Grêmio Ipiranga x União Ahu / 15h30 – Nova Orleans x Shabureya @ José Drulla Sobrinho

13h30 – Capão Raso x Santíssima Trindade / 15h30 – Palmeirinha x Uberlândia @ Elba de Pádua Lima

15h30 – Imperial x Bangu @ Octávio Silvio Nicco

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Uberlândia vence Imperial e põe fogo na Copinha; Nova Orleans goleia Nacional e encosta

À esquerda, o Nova Orleans chegou aos 10 pontos e ainda sonha com título; À direita, o Uberlândia tirou a invencibilidade do Imperial e disse “temos um campeonato”

A rodada deste sábado (27) da Copa de Futebol Amador da Capital serviu para botar fogo na competição. Abrindo a segunda metade da corrida pela taça, a vantagem que o Imperial tinha como líder foi quase toda embora e vários times chegaram para a disputa. Nos jogos acompanhados pela reportagem do Futebol Metrópole, no Manoel Gustavo Schier, o Nova Orleans se reabilitou e goleou de virada o Nacional por 4 a 1, mantendo ainda o sonho do título, torcendo por tropeços dos demais. Já no jogo de fundo, o duelo mais esperado da rodada teve um desfecho emocionante com o Uberlândia tirando a invencibilidade do Imperial ao vencer por 3 a 2 com gol da vitória marcado aos 48 minutos após ceder empate aos 40.

Quem assumiu a liderança foi o Capão Raso, que chegou a 14 pontos e tem um jogo a mais que três de seus principais concorrentes. Além disso, o Tricolor de Aço deverá ter problemas com o TJD-PR devido à escalação de jogadores sob identidade falsa. O Imperial vem logo atrás com 12 pontos e tem agora o Uberlândia no cangote com 11. O Palmeirinha, vindo pelas beiradas, chegou aos 10 pontos, mesmo número de pontos do Nova Orleans, que vem logo atrás, mas ainda não folgou na tabela. O Nacional, que atuou em jogos que acompanhamos nesta jornada é o oitavo colocado com quatro pontos.

O Nacional fará um jogo atrasado nesta quarta-feira (31), contra o lanterna Shabureya no Elba de Pádua Lima, às 19h30, jornada que terá o clássico Palmeirinha x Grêmio Ipiranga como partida de fundo às 21h30. No próximo sábado (3), o Nacional folgará na rodada. Os demais times jogarão em lugares distintos às 15h30. O Uberlândia encara um confronto direto contra o Palmeirinha no Elba de Pádua Lima, o Nova Orleans recebe o Shabureya no José Drulla Sobrinho, e o Imperial faz um clássico de bairro contra o Bangu.

Virada em jogo de desfalcados

Na preliminar, tanto Nacional quanto Nova Orleans vieram bem desfalcados. Os dois times vieram de jornadas em que tiveram muitos jogadores expulsos, obrigando os treinadores a mexer radicalmente na estrutura das equipes. Melhor para o Nova Orleans, que venceu por 4 a 1.

Quem começou melhor foi o Nacional, que abriu o placar logo aos 2 minutos com Fernandinho concluindo de cabeça jogada de lado de campo de Nycollas.

A resposta do Nova Orleans, mais experiente, foi rápida com o lateral-direito Leonardo, uma das novidades da equipe, costurando pela direita e batendo cruzado aos 5 minutos.

A virada do Verdão da Zona Oeste veio aos 31 minutos em cobrança de pênalti de Erick defendida por Ricardo, mas convertida por ele mesmo no rebote.

Na segunda etapa, o Nova Orleans aumentou em mais uma arrancada que o lateral Leonardo fez pelo flanco, costurando e batendo cruzado. O relógio marcava 15 minutos. A contenda foi encerrada com uma bela cobrança de falta de Fininho aos 41 minutos.

“A gente começou bem o jogo e entramos bem, saímos ganhando, mas o que aconteceu nos últimos jogos: perdemos a intensidade. É o que falta para o time, manter a intensidade o jogo inteiro”, disse Fernandinho do Nacional. “Muito feliz, porque jogamos bem, pela vitória, pelos dois gols e espero ajudar mais para conquistar mais vitórias”, afirmou Leonardo do Nova Orleans.

Jogo de fundo teve clima de final

O duelo entre Uberlândia e Imperial foi encarado praticamente como uma decisão. Uma vitória do Imperial faria o Trem Bala Tricolor colocar uma mão na taça, abrindo vantagem confortável para seus adversários. Por outro lado, um triunfo do Uberlândia deixaria tudo em aberto. Foi o que aconteceu com a vitória Uber por 3 a 2.

O Imperial apostou no bom trabalho dos meias, enquanto que o Uberlândia teve como principal atração as escapadas dos ponteiros e as tentativas na direção do centroavante Dinda.

E foi o camisa 9 que abriu o marcador. Após cobrança de escanteio aos 16 minutos, o zagueiro Alex Paiva viu a cabeçada ser defendida por Júlio, mas o rebote de Dinda ir para as redes.

A primeira etapa seguiu com o Imperial perdendo muitas chances e o Uberlândia levando perigo em um jogo aberto.

Na segunda etapa, o Imperial chegou ao empate em uma de suas jogadas fortes. Aos 6 minutos, Adson subiu pela ala esquerda e colocou na cabeça de Caíque.

As coisas pareciam que iam tomar os rumos na direção do Imperial. Aos 10 minutos, Luanzinho perdeu o controle e acertou uma cabeçada em Caíque, levando cartão vermelho e deixando o Uberlândia com um a menos em campo. No entanto, a superioridade numérica foi efêmera, pois aos 18, Caíque, que tinha levado amarelo pela provocação no lance anterior, levou o segundo amarelo após entrada mais forte, deixando o duelo com dez para cada lado.

A sorte virou rápido, pois Edson marcou gol contra aos 21 minutos do segundo tempo, deixando o Uberlândia novamente em vantagem.

Os dois times seguiram atrás de mais gols. Aos 40 minutos, o Imperial conseguiu pênalti após mais uma entrada na área. Arroz bateu com segurança e reempatou a peleja, que poderia ser definida se Japa não tivesse parado em Giraia aos 43 minutos.

Quem não faz toma e o Imperial acabou tomando um castigo nos acréscimos ao cometer um pênalti em uma jogada em que deixou a zaga mano a mano com o ataque do time da casa. Juliano converteu o pênalti aos 48 minutos e deu a vitória ao Uberlândia.

“Nossa equipe acho que não jogou. Tentamos fazer no segundo tempo o que costumamos: girar a bola e chegarmos ao empate. Mas cometemos um pênalti infantil. Foi nossa primeira derrota, mas estamos na ponta, pois parece que o Capão Raso teve jogador irregular. E vamos seguir trabalhando, pois só depende da gente e semana que vem tem mais”, disse Arroz do Imperial após a partida.

“Fizemos um bom jogo, conseguimos sair com vitória e encostar no Imperial, e no Capão. Temos que pensar na gente. Saímos na frente e tomamos empate. Tivemos expulsão e destaco que o árbitro foi muito bem, expulsou quando tinha que expulsar, foi perfeito. E eu aqui dou carrinho, não é minha característica, mas tudo para ajudar o Uberlândia e essa camisa que me ajuda”, analisou Juliano do Uberlândia.

Nota triste

Pela segunda vez no ano, o Uberlândia teve sua sede invadida e teve roubados seus cabos de energia que permitiriam o uso da iluminação do Estádio Manoel Gustavo Schier, algo que faz diferença nesta época de ano, em que as partidas fatalmente terminam ao anoitecer. Pelo método utilizado, que não vamos explicar aqui, pois facilitaria roubos de mesmo tipo, os ladrões possuem algum conhecimento de instalações elétricas, por saber exatamente onde extrair o cobre, material valorizado no mercado de reciclagem.

Ficha Técnica das Partidas:

Rodada dupla no Manoel Gustavo Schier, Vila Uberlândia, Novo Mundo, Curitiba

Nacional 1 x 4 Nova Orleans

Nacional: Ricardo; Bruninho, Guilherme Fontelli, Patrick (Barney, depois Victor) e Evandro; Jeferson (Cristian), Douglas e Fernandinho (Guilherme Santini); Luis Matheus, Nycollas e Luquinhas (Lucas). Técnico: Alemão.

Nova Orleans: Mateus (Thiago); Leonardo, Nathan (João), Márcio e Dega (Diego); Erick, Moisés (Fininho), Fábio e Victor Tilly; Igor e Ricardinho (Jorge). Técnico: Márcio Ponce (interino, substituiu o suspenso Alexandre Oliveira)

Arbitragem: Rafael Vinícius Moura de Oliveira, Fernando César Tobias e André Assunção Estevan.

Gols: Fernandinho (NAC, aos 2’/1.º), Leonardo (UNO, aos 5’/1.º, aos 15’/2.º), Erick (UNO, os 31’/2), Fininho (UNO, aos 41’/2.º).

Cartões Amarelos: Guilherme Pontelli, Nycollas, Victor (NAC).

Uberlândia 3 x 2 Imperial

Uberlândia: Giraia; Luan Santos (Luizinho), Dênis (Thiagão), Alex Paiva e Allan; Nepo (Radamés), Mineiro (Iza), Juliano e Luanzinho; Kiki e Dinda (Paulinho). Técnico: Joãozinho Ribeiro.

Imperial: Júlio; Galo (Arroz), Leonardo, Edson e Adson; Zeti (Juliano), Lelê (Johnny), Giovani e Douglas (Dennis); Caíque e Fernandinho (Japa). Técnico: Pastor Serafim.

Arbitragem: Robson Toloczko Coutinho, Fernando César Tobias, André Assunção Estevan.

Gols: Dinda (UBE, aos 16’/1.º), Caíque (IMP, aos 6’/2º), Edson (contra, a favor do UBE, aos 21’/2º), Arroz (IMP, aos 40’/2.º), Juliano (UBE, aos 48’/2º).

Cartões Amarelos: Dênis, Nepo (UBE), Adson, Giovani, Caíque (IMP).

Cartões Vermelhos: Luanzinho (UBE, aos 10’/2.°, por cabeçada em adversário); Caíque (IMP, aos 18’/2.º, dupla advertência).

Confira imagens das partidas:

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Boletim da Suburbana 2017 – Edição 08

Nesta edição, confira o que aconteceu na quinta rodada da Copa de Futebol Amador da Capital e da Taça Paraná, com destaque para o clássico entre Imperial e Nova Orleans.

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