Monthly Archives: dezembro 2017

Boletim da Suburbana 2017 – Edição 38

Nesta edição, tudo sobre as decisões da Série A e o começo da decisão do Juvenil B. Destaque para os campeões da A.

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Baixe o pôster do Iguaçu, campeão da Suburbana 2017

No último sábado (9), o Iguaçu foi campeão da Suburbana após vencer o Trieste por 2 a 0 na terceira partida da decisão.

Sendo assim, o Futebol Metrópole, presenteia o torcedor do Iguaçu com um pôster comemorando o título da Suburbana.

Para baixar, clique no pôster com o botão direito e escolha a opção de salvar no seu computador ou aparato similar.

Agradecemos ao Luciano Rossi pelo suporte na nomeação das pessoas na imagem:

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Baixe o pôster do Trieste, campeão da Suburbana Juvenil 2017

No último sábado (9), o Trieste foi campeão Suburbana Juvenil, Série A, após vencer o Vila Sandra por 1 a 0 no terceiro jogo da decisão.

Sendo assim, o Futebol Metrópole, presenteia o torcedor do Trieste com um pôster comemorando o título Juvenil da Suburbana.

Para baixar, clique no pôster com o botão direito e escolha a opção de salvar no seu computador ou aparato similar.

Agradecemos ao Mauro Ignácio Jr. pelo suporte na nomeação das pessoas na imagem.

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Placar da Rodada – Suburbana 2017

Sábado (09/12)

Série A

Final – Terceira Partida

Adultos

Trieste 0 x 2 Iguaçu

Agregado: 3 pts – 6 pts

 

IGUAÇU – BICAMPEÃO DA SUBURBANA 2016/2017

Confira nesta quarta-feira um pôster do campeão

 

Juvenis

Trieste 1 x 0 Vila Sandra

Agregado: 5 pts – 2 pts

 

TRIESTE – CAMPEÃO DA SUBURBANA JUVENIL 2017

Confira nesta quarta-feira um pôster do campeão

 

Série B – Juvenis

Final – Ida

Caxias 1 x 0 Nacional

 

Próximo Jogo:

Sábado (16/12)

Juvenis 14h30

Série B

Final – Volta

(0) Nacional x Caxias (1) @ XV de Agosto

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Igor brilha, faz dois e Iguaçu é bi da Suburbana pela primeira vez após 49 anos

Comemoração do Iguaçu após o título: conquista é apenas o segundo bicampeonato da Suburbana de clube quase centenário

Com dois gols de Igor, que precisou de 14 minutos para entrar para a história, o Iguaçu venceu o Trieste por 2 a 0, na tarde de sábado (9) no Egydio Ricardo Pietrobelli e se sagrou bicampeão da Suburbana após três partidas contra o arquirrival. Foi o décimo título do Alvinegro na competição e o segundo bicampeonato do clube na Suburbana em 98 anos de história. O anterior foi exatamente na metade do caminho, há 49 anos, no biênio 1967/1968. Ninguém era bi da Suburbana desde o Urano em 2008/2009, mostrando o grau de equilíbrio da competição.

“Obrigado ao Iguaçu pela oportunidade de estar aqui”, disse o atacante Igor durante a festa do título. “A gente tá feliz, sempre acreditei no menino. Fomos felizes, foi um ano difícil e nos três jogos fizemos por merecer”, disse o treinador Juninho, que tem agora dois títulos e um vice-campeonato nas últimas três suburbanas.

Do lado do Trieste ficou a sensação de um título ter escapado após uma ótima campanha durante todo o certame. “Fizemos excelente campanha e  faltou controlar o jogo com um a mais no meio. No momento que tocamos, dominamos. Eles saíram bem no contra-ataque que não poderíamos ter tomado, pois o empate nos favorecia. Aí tivemos de sair e eles fizeram isso. Nossa equipe não envolveu como no ano inteiro e fica a lição para no próximo chegarmos bem e conquistarmos o título”, disse o zagueiro Igor, capitão do Trieste.

O jogo

Igor comemora o primeiro gol: explosão de alegria na torcida do Iguaçu durante jogo disputado

O empate favorecia o Trieste, que veio com time com quatro mudanças com relação à partida passada. O Iguaçu tinha apenas o desfalque de Aderaldo e pintou com Tonton, um meia, na lateral-esquerda, posição em que vinha improvisando zagueiros e nunca teve jogador de ofício.

A improvisação de Juninho deu certo, pois Tonton conseguiu, enquanto esteve em campo, segurar as subidas de Neto a contento e ainda armar o jogo pelos flancos.

Do outro lado, sem Marabá, Ivo Petry colocou William Balsa na lateral esquerda. O novo titular sofreu nos primeiros 45 minutos com as jogadas do habilidoso Feijão, entre os melhores jogadores no somatório das partidas finais, e de Luisinho Netto, que parecia jogar sem fazer força no seu estilo mais clássico.

O primeiro tempo foi bastante franco, com Feijão chegando próximo ao gol pelo lado do Iguaçu e o Trieste acertando a trave duas vezes, uma com Danilo.

Na segunda etapa, Ivo Petry sacou Orlei e Balsa e colocou Bodão e Rodrigo Crasso. No entanto, o lado esquerdo seguiu território de Feijão. Igor salvou bola em cima da linha em ataque do ágil 7 do Iguaçu. Rodrigão defendeu também uma ótima cobrança de falta de Luisinho Netto.

Aos 18 minutos, Juninho sacou Alex Pinhais e colocou Igor. Depois, aos 20, teve a perda de Tonton, lesionado, para a entrada de Léo Gago. Foi quando, aos 22 minutos, as substituições renderam efeito. Léo Gago lançou Igor pela esquerda, que apostou corrida com o zagueiro Igor. Na contenda de xarás, o camisa 9 do Iguaçu levou a melhor, colocou na frente e bateu na saída de Rodrigão, abrindo o marcador.

Sem a vantagem que o empate concedia, o Trieste teve de sair para o jogo e, a exemplo da semana anterior, começaram a aparecer os espaços para o jogo de Hideo.

Aos 33 minutos, o Iguaçu conquistou um escanteio na direita. Luisinho Netto cobrou no meio da área e a bola chegou na cabeça mais iluminada da tarde, a do centroavante Igor, livre de marcação, para escolher o canto esquerdo de Rodrigão. O título virou questão de tempo.

No entanto, o time do Iguaçu sofreu dois reveses. O primeiro, logo após o jogo, foi a grave lesão de Feijão, uma fratura no tornozelo. O segundo, foi aos 40 minutos, quando Igor, novamente, sofreu pênalti, mas Marcelo Tamandaré bateu e Rodrigão buscou no canto direito. Um terceiro gol daria mais tranquilidade ainda ao Galo da Colônia, mas acabou não fazendo falta na tarde mágica de Igor de do fim de um tabu que durava metade da história do clube: a falta de bicampeonatos.

Rodrigo Batata, do Trieste, com 16 gols, foi o artilheiro da competição. Rodrigo do Iguaçu ganhou o prêmio de goleiro menos vazado com quatro gols sofridos em 11 jogos. Ele, que ficou no banco na partida, fez questão de dividir as honras com o outro goleiro da equipe, Felipe, com quem alternou a titularidade em sistema de revezamento durante a competição.

Após a festa, uma queima de fogos no gramado de cerca de 20 minutos, de fazer inveja a muito reveillón de cidade grande. E a festa no Egydio Ricardo Pietrobelli foi madrugada adentro…

Nos juvenis, Trieste é campeão invicto

Com 16 vitórias e 2 empates, o Trieste venceu a Suburbana Juvenil

Após dois empates, o Trieste venceu a terceira partida da decisão da Suburbana Juvenil contra o Vila Sandra e conquistou de maneira invicta a competição. Aramis, de pênalti, fez o único gol da partida.

“Agradecemos diretoria, ao Rafael Stival, principalmente aos atletas, campanha maravilhosa e invicta”, disse o técnico Danilo Candelore do Trieste. “Eu me recuperei bastante. Conseguir superar bem treinar e jogar este jogo grande. Oportunidade de fazer o gol e agradecer a Deus por tudo isso”, analisou o meia Aramis, autor do gol, que não jogou a partida anterior com uma lesão nas costas. “O time jogou bem. Para mim já é uma honra ter chego ao segundo lugar. Terminamos de cabeça erguida”, afirmou o goleiro Alex do Vila Sandra.

Aramis converte o pênalti que valeu título ao Trieste juvenil

Mais uma vez, Trieste e Vila Sandra fizeram uma grande partida. Sem Luquinhas, com o terceiro amarelo, o Vila Sandra tentou criar com Patrick e Leandro lançando primeiro Baiano e depois Jamaica em velocidade. No time do do Trieste, Ramón, Aramis e Willian Gabiru dividiram o protagonismo.

Jogando pelo empate, o Trieste deu muito trabalho ao goleiro Alex, que fez pelo menos quatro grandes defesas na partida.

Aos 28 do segundo tempo, o árbitro Thiago Mendes Moreira marcou um pênalti bastante reclamado pelo time do Vila Sandra. Coube a Aramis converter a cobrança e dar a tranquilidade necessária para o título triestino.

Além da taça, o Trieste conquistou dois prêmios individuais. O goleiro Júnior foi o menos vazado da competição e o centroavante Pedro Portela foi o artilheiro com 17 gols marcados.

Ficha Técnica

Trieste 0 x 2 Iguaçu

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Curitiba

Trieste: Rodrigão; Neto, Igor, César Romero e William Balsa (Rodrigo Crasso); Edson Grilo, Orlei (Bodão), Danilo (Bruninho) e Marquinhos Lima; Bruno Batata e Marquinhos Cambalhota (Eduardo Salles). Técnico: Ivo Petry.

Iguaçu: Felipe; Luisinho Netto, Dudu, Emerson e Tonton (Léo Gago); Douglas, Helton, Feijão (Herick) e Hideo; Marcelo Tamandaré e Alex Pinhais (Igor). Técnico: Juninho.

Arbitragem: Paulo Roberto Alves Jr., Ivan Carlos Bohn, André Luiz Severo.

Gols: Igor (IGU, aos 22’/2.º, aos 33’/2.°).

Cartões Amarelos: Neto, César Romero, Danilo, Orlei, Rodrigo Crasso (TRI); Dudu, Léo Gago (IGU).

Confira imagens das partidas:

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Decisão da Série B juvenil é finalmente marcada

A decisão da Série B Juvenil da Suburbana finalmente irá iniciar. Nacional e Caxias fazem um derby do Boqueirão na decisão da competição a partir deste sábado (9), às 15h30, no João Santana da Silva, casa do Caxias. A confirmação do jogo, com arbitragem definida e tudo, põe fim a um impasse que atrasou a decisão em cerca de um mês.

O Urano, que conquistou a classificação em campo, acabou eliminado por usar um jogador suspenso em uma das partidas da semifinal contra o Caxias. A equipe do Xaxim alegou falta de legibilidade na punição de cartão amarelo em uma partida da primeira fase, o que teria induzido o clube ao erro quando o atleta recebeu o verdadeiro terceiro amarelo e acabou jogando no jogo da semifinal. O argumento acabou recusado pelo TJD. Com isso, o Caxias entrou no lugar do Azulão e jogará a decisão contra o Nacional. O time alvianil terá a vantagem de jogar o jogo de volta, inicialmente marcado para dia 16, às 14h30, em seus domínios.

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Boletim da Suburbana 2017 – Edição 37

Nesta edição, tudo sobre a volta das decisões da Série A da Suburbana, adulta e juvenil.

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Decisão da Suburbana será no Egydio Ricardo Pietrobelli

Estádio do Iguaçu foi escolhido por sorteio como local do jogo decisivo da SuburbanaO Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, casa do Iguaçu, foi escolhido nesta terça-feira (5) como local da decisão da Série A da Suburbana 2017. Após locais como Vila Capanema, descartada por reforma no gramado, e Ecoestádio, alto aluguel, serem descartados, Trieste e Iguaçu, que fazem a final adulta, decidiram por manter o terceiro jogo da decisão dentro da região de Santa Felicidade, com a decisão em sorteio. O sorteio feito pela Federação Paranaense de Futebol definiu o campo iguaçuano como local do jogo do próximo sábado (9).

Se o fator casa pode ser uma vantagem para o Alvinegro, o retrospecto diz o contrário. Foi no Egydio Ricardo Pietrobelli que o Trieste venceu a primeira partida da decisão por 1 a 0, mesmo tendo um jogador a menos a maior parte do jogo. A decisão adulta começa às 16h30 e tem o Trieste jogando por um empate.

Um empate é também o que busca o Trieste no juvenil. Após duas igualdades contra o Vila Sandra, os garotos do Tricolor e do Alvinegro do Corredor se enfrentam a partir das 14 horas.

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#BrasileirãoFreak – 05/12

Season Finale. Será que renova para o ano que vem? É o #BrasileirãoFreak fechando os trabalhos de 2017. Depois de hoje, só 2018. Sendo assim, vamos analisar os números finais relembrando alguns conceitos usados durante o ano, tipo fizemos com a Série B semana passada.

Série A

* O campeão Corinthians fechou com 72 pontos, quatro abaixo da Média Inglesa, que é de 76 pontos.

* Calculei que o G4 viria com 63 pontos. Veio com 62 no caso do Grêmio. Palmeiras e Santos fizeram 63.

* Esperava um G6 com 58 pontos. Veio com 56 pontos para o Flamengo. Como o Grêmio, campeão da Libertadores, e o Cruzeiro, campeão da Copa do Brasil estão entre os seis, o G6 virou G8, entrando na Libertadores a Chapecoense com 54 pontos. Caso o Flamengo vença a Sul-Americana, vira G9, com o Atlético-MG entrando com os mesmos 54 pontos (a Chape tem uma vitória a mais).

* Calculei antes do certame a salvação do rebaixamento com 45 pontos. O Sport, 15.º, fez esta pontuação. No entanto, o Vitória se salvou em 16.º com 43 pontos, 11 vitórias e -8 de saldo. Isto é: o Coritiba caiu por um mísero gol de saldo.

* Vasco e Chapecoense se classificaram para a Libertadores com saldo negativo: -7 e -2, respectivamente.

* O resultado mais repetido na competição foi vitória do Corinthians, 21 vezes.

* O Atlético-GO venceu apenas 9 vezes.

* O Corinthians foi quem menos perdeu, 8 vezes. O Atlético-GO perdeu 20 partidas.

* O rei do empate foi o Fluminense, com 14 igualdades.

* O resultado que menos aconteceu na competição foi empate do Palmeiras, apenas 6 vezes, o nosso Juan Pablo “Win Or Wall” Montoya do Brasileirão!

* Ataques ganham jogos… O Palmeiras teve o melhor ataque com 61 gols marcados.

* Defesas ganham campeonatos… O Corinthians teve a melhor defesa com 30 gols sofridos.

* O Avaí teve o pior ataque, marcando apenas 29 gols.

* Além de serem leões, nordestinos, rubro-negros e se salvarem na última bola do campeonato, Sport e Vitória dividem a desconfortável marca de piores defesas, pois sofreram 58 gols cada.

* Jô e Henrique Dourado chegaram a 18 gols na artilharia. Tal marca os iguala na história a: Fred do Fluminense de 2014, Bebeto do Vasco de 1992, Toninho Guerreiro do Santos do Robertão de 1968. Ficou de bom tamanho?

Freakadas Alheias

Ninguém usou a tag #BrasileirãoFreak no Twitter e aparecer aqui nesta semana. Se alguém tiver coragem durante nosso sono, poderá aparecer na temporada que vem, ou não. Até 2018!

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Placar da Rodada – Paranaense Feminino

Domingo (03/12)

6.ª Rodada

Toledo 0 x 3 Foz Cataratas

 

Classificação

1.º Foz Cataratas – 12 pts

2.º Toledo – 6 pts

3.º Imperial – 0 pts

 

FOZ CATARATAS CORITIBA – CAMPEÃO PARANAENSE FEMININO 2017

 

O vice campeão Toledo garantiu vaga na Seletiva do Brasileirão A2 de 2018.

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