Author Archives: Leonardo Bonassoli

Confira a 1.ª Rodada do Campeonato Paranaense

Taça Dionísio Filho – 1.ª Rodada

Quarta-feira (17/01)

21h45 – União Fco. Beltrão x Paraná @ Anilado, Francisco Beltrão

Sábado (20/01)

17 h – Atlético x Maringá @ Arena da Baixada, Curitiba

Domingo (21/01)

17 h – Foz do Iguaçu x Londrina @ ABC, Foz do Iguaçu

17 h – Cianorte x Rio Branco @ Albino Turbay, Cianorte

17 h – Coritiba x Prudentópolis @ Couto Pereira, Curitiba

19 h – Toledo x FC Cascavel @ 14 de Dezembro, Toledo

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Guia: As duas principais divisões do Paranaense de A a Z

Nesta quarta-feira, a bola começará a rolar pela 1.ª Divisão do Campeonato Paranaense. Ano de Copa do Mundo espreme o calendário no para o meio de janeiro, diferente dos últimos anos em que começava na virada para fevereiro. São 12 times na elite.

Já a Segundona, valendo duas vagas para a elite e rebaixando duas para a Terceirona, tem seu pontapé inicial no dia 10 de fevereiro.

Sim. Mais uma vez, como fizemos em 2016, as duas divisões estão juntas no mesmo Guia. Este ano em forma de glossário. De A a Z. Confira.

A

ACP – Ver Paranavaí

Andraus – Time da cidade de Campo Largo, disputa a Segundona mais uma vez. Sua equipe é geralmente formada por jovens atletas. O nome do clube tem relação com seu proprietário, o empresário Nadim Andraus.

Atlético – Um dos dois times paranaense na Série A do Brasileiro de 2018, o Furacão usará uma espécie de time de aspirantes no Paranaense. A equipe será uma mescla de jovens com alguns atletas experientes que tentam conquistar ou reconquistar espaço no clube. O Atlético foi o único time a não aceitar o contrato com a televisão.

B

Batel – A desistência do J. Malucelli, que disputaria a Segundona, promoveu o Batel. O Rubro-Negro de Guarapuava, que já disputou a elite paranaense, jogará a 2.ª Divisão nesta temporada após ter sido o terceiro colocado da Terceirona.

Bola – Para alguns, maltratada no Estadual. Para outros, a chance da vida. Dizem que até levou tiro certa vez de um dirigente. O objetivo de todos os times será colocá-la dentro do gol e evitar que a coloquem dentro do seu.

C

Cascavel – A cidade do Oeste do estado tem a proeza de ter dois times com o mesmo nome, mas com diferentes razões sociais: o FC Cascavel e o Cascavel CR.

Cascavel CR – É o mais antigo dos atuais times da Cidade da Cobra. Jogará a 2.ª Divisão.

Cascavel, FC – O FC Cascavel é ligeiramente mais jovem que seu irmão e vem sobrevivendo na 1.ª Divisão com campanhas expressivas.

Cianorte – O Leão do Ivaí é um dos times que mais investiu para a 1.ª Divisão. Pudera, a boa campanha do ano passado garantiu calendário para a equipe, que jogará a Série D e a Copa do Brasil. Léo Gago volta ao clube, que tem como grande reforço midiático o multicampeão volante Richarlyson, com passagem pela seleção brasileira.

Coritiba – Atual campeão, o Coritiba caiu no futebol nacional para a Série B. Com isso, reformulou sua equipe, que deverá ter presença maior de jovens vindos das categorias de base, curiosamente vice-campeãs nacionais Sub-20.

D

Decisões – O regulamento novo da 1.ª Divisão cria a presença de mais decisões. Estão garantidas as finais da 1.ª Taça e da 2.ª Taça. Caso tenhamos campeões diferentes das duas taças, teremos a decisão do campeonato. Na 2.ª Divisão, mantém-se uma decisão. Veja Fórmula de disputa.

E

Estradinha – Tradicional alçapão do Rio Branco, em Paranaguá, será usado pelo segundo ano seguido após reforma.

F

Fórmula de disputa – Na 1.ª Divisão, os times são divididos em dois grupos (A: Coritiba, Cianorte, Paraná, FC Cascavel, Foz do Iguaçu e Maringá; B: Atlético, Londrina, Prudentópolis, Rio Branco, Toledo e União Fco. Beltrão). Na 1.ª Taça, os times de um grupo enfrentam os do outro. Os dois melhores de cada grupo jogam a semifinal com cruzamento olímpico e depois a final da Taça. Na 2.ª Taça, jogam dentro dos grupos e a classificação para as semifinais é do mesmo modo. Se um mesmo time vencer as duas taças, é campeão. Caso contrário, há uma final com os dois vencedores. Os dois últimos na classificação geral são rebaixados. Na 2.ª divisão, as coisas são ligeiramente mais simples, com os times jogando turno único entre si. Os oito primeiros não para a Segunda Fase e os dois últimos caem. Na segunda fase, são dois grupos com quatro equipes jogando em turno e returno. Os campeões de cada grupo sobem e jogam a decisão.

Foz do Iguaçu – O Azulão da Fronteira disputa mais uma vez a 1.ª Divisão do Estadual. Manteve-se por algumas temporadas com orçamentos curtos e bom custo/benefício.

G

Grêmio Maringá – Não, não estará nas duas primeiras divisões. O tradicional Galo Guerreiro caiu para a Terceirona no ano que passou.

H

Homenagens – Até o instante que este guia é escrito, ninguém ou nenhum local foi homenageado com o nome de uma das taças dos dois turnos da 1.ª Divisão. Fiquemos no aguardo.

I

Independente São-Joseense – O time de São José dos Pinhais, maior cidade da Região Metropolitana, conquistou acesso e título na Terceirona já em sua segunda participação. Com isso, estreará na Segundona, quem sabe sonhando com a elite em 2019.

Iraty – Time que já esteve na elite estadual e licenciou-se após cair, está na 2.ª Divisão, alguns anos depois do retorno, entre os cotados a subir.

J

J. Malucelli – Após rebaixamento no tapetão, devido ao imbróglio do Caso Getterson no ano passado, o J. Malucelli Futebol anunciou seu fechamento. A consequência prática dentro de campo foi a subida do Batel.

K

Kaloré – A única cidade do Brasil com K fica no Paraná. Isso funciona mais como curiosidade, pois nunca um time da cidade esteve no profissionalismo.

Kléber Gladiador – Bi-artilheiro do Paranaense (2016, 2017), o atacante segue no Coritiba. Se for artilheiro mais uma vez, será o terceiro jogador da história a ser tri-artilheiro do Paranaense. Os outros dois foram Neno, do Coritiba, que tem quatro artilharias seguidas (1941-1944) e o também lendário Joaquim Martín, do Britânia, este o maior artilheiro consecutivo do Paranaense com cinco anos seguidos (1918-1922).

L

Londrina – O Tubarão começa neste ano um novo ciclo. Após meia década de uma vitoriosa passagem do técnico Cláudio Tencatti, Ricardinho assumiu a equipe, que tem brigado frequentemente por coisas grandes no Estadual, teve a Primeira Liga como título na temporada passada, e ficou perto de uma vaga na Série A. Está também na Copa do Brasil.

M

Maringá – O Maringá terá uma temporada repleta neste ano. A Zebra contratou o centroavante Bruno Batata, artilheiro da Suburbana pelo Trieste, e encarará, além do Estadual, a Série D do Brasileirão. A equipe veio da 2.ª Divisão e venceu a Taça FPF com seu time Sub-23.

N

Nacionais, Competições – Os seguintes times paranaenses jogarão as competições nacionais: Série A: Atlético, Paraná; Série B: Coritiba, Londrina; Série C: Operário; Série D: Cianorte, Prudentópolis, Maringá; Copa do Brasil: Coritiba, Atlético, Paraná, Londrina e Cianorte.

O

Operário – O campeão da Série D viverá uma temporada curiosa. Terá calendário garantido ao disputar a Série C. No entanto, acabou não conseguindo voltar à elite estadual, tendo de disputar a Segundona do Paranaense. No certame estadual da 2.ª Divisão, desponta mais uma vez como favorito.

P

Paraná – O Tricolor conseguiu, depois de dez anos, voltar à elite do Brasileirão. Os investimentos para este ano são bem pé no chão, mas o Tricolor conseguiu manter boa parte da espinha dorsal do time do acesso e deve ser forte candidato ao título estadual.

Paranavaí – O Vermelhinho do Fim da Linha segue na Segundona, em parte pelas sequelas dos anos de Supermando, desastrosos para o clube que foi o oitavo duas vezes seguidas.

Portuguesa Londrinense – A Lusinha de Londrina vai para mais uma temporada na 2.ª Divisão. Será que surpreende e volta à elite neste ano?

Prudentópolis – O time das terras das cachoeiras é mais um premiado com Série D após boa temporada no ano passado. Será que repete?

PSTC – O time de Cornélio Procópio caiu na última temporada e tentará se reerguer nesta 2.ª Divisão com a mesma fórmula de mesclar jovens com algum jogador prata da casa que retornou.

Q

Quantidade de inscritos – A 1.ª Divisão tem limite de inscritos por time: 30 atletas, podendo fazer cinco alterações durante o certame.

R

Rio Branco – O Leão da Estradinha, fora a dupla Atletiba, é o time há mais tempo seguido na elite estadual. Será que briga por mais neste ano além da briga contra a degola?

Rolândia EC – Em seu ano de reativação, o REC foi vice da Terceirona e conquistou o acesso. Será que consegue o segundo acesso consecutivo?

S

Sudoeste – Após 12 anos de ausência, a região terá representante na elite. Veja União Fco. Beltrão.

T

Televisionamento – O Campeonato Paranaense terá seus jogos apenas em televisão aberta neste ano. O Atlético não aceitou a proposta de R$ 600 mil, bastante abaixo que times de divisões inferiores de campeonatos como o Mineiro e o Gaúcho recebem, pelos direitos de transmissão e mais uma vez não assinou. Caso o Furacão chegue às decisões sendo o único jogo da rodada, provavelmente teremos o Paulistão na televisão naquele dia.

TJD – Foi protagonista ano passado nas três divisões do Paranaense, com influências diretas e indiretas nos resultados. Na primeira, o Caso Getterson decretou o rebaixamento do J. Malucelli, mudou adversário do Londrina e bagunçou todo o chaveamento do Estadual. Na Segundona, uma denúncia de provável jogador irregular na Portuguesa Londrinense, que foi absolvida, paralisou o campeonato e, depois da retomada, obrigou o Operário a se dividir entre a disputa e a Série D do Brasileirão, fracassando no Estadual e depois logrando sucesso no Nacional. Na Terceirona, indefinições sobre as condições legais de algumas equipes adiaram o início da competição.

Toledo – O Porco jogará mais uma ver a elite paranaense. A grande atração está no banco de reservas, onde o ex-meia Paulo Baier faz sua estreia como treinador.

U

União Fco. Beltrão – O Sudoeste volta a ter um representante na elite do Paranaense após a queda do Francisco Beltrão em 2006. O União, por sua vez, volta à elite após 38 anos. Sim, é o mesmo clube que disputou a 1.ª Divisão Paranaense em 1980 pela última vez.

V

Vitória – Vale três pontos.

W

Wenceslau Braz – A cidade com W fica no Norte Pioneiro. É só um lembrete da ausência da região na disputa, pois não tivemos times desta cidade na elite até hoje.

X

Xambrê – A cidade com X é vizinha de Umuarama. Colocamos neste guia para lembrar que Umuarama também anda ausente do Paranaense.

Y

Y – Tabu estranho. É raro jogador com Y. Nunca um deles foi artilheiro do Paranaense.

Z

Zé Roberto – O temperamental atacante Zé Roberto, conhecido como Gazela, defendeu Atlético e Coritiba no futebol paranaense, conseguindo a proeza de ser ídolo dos dois entre os anos 60 e 70, sendo para muitos o maior jogador a jogar no estado. Foi artilheiro pelo Furacão em 1968 e pelo Coxa em 1973. Morreu em maio de 2016. Poderia ser um dos homenageados com nome de uma das Taças. Por que não?

 

Update: Em tempo, na tarde em que este post foi publicado, definiu-se a 1.ª Taça com o nome de Dionísio Filho e a 2.ª Taça com nome de Caio Júnior. Excelentes escolhas, por sinal.

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Editorial: Missão e valores para 2018

Mais uma temporada começa no futebol brasileiro e mais uma temporada com o Futebol Metrópole. Nesta temporada com Copa do Mundo, nosso foco segue com as três divisões do Estadual Masculino, o Estadual Feminino, a Copa FPF, a Taça Paraná, a Copa de Futebol Amador da Capital e a Suburbana, além da coluna de números do Brasileirão. As transmissões in loco a princípio serão nas jornadas aos sábados com matérias os domingos da Copa de Futebol Amador da Capital e da Suburbana.

O Futebol Metrópole aproveita este início de ano para reiterar seus valores de acompanhar e promover o futebol com foco na diversidade e no hiperlocal de Curitiba, das competições amadoras promovidas pela Federação Paranaense de Futebol.

Algumas novidades editoriais estão a caminho e em breve anunciaremos, mas tudo dentro dos princípios que usamos nestes pouco mais de três anos de site, dando a você, leitor, uma grande cobertura das competições que estamos propostos.

Sendo assim, aperte os cintos, pois o Futebol Metrópole está no ar em 2018.

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Boletim da Suburbana 2017 – Edição 39

Nesta edição, a última do ano, tudo sobre a decisão da Série B Juvenil entre Nacional e Caxias.

Este é o nosso último post de 2017. Sendo assim, entramos em recesso para voltarmos lá pela segunda metade de janeiro de 2018. O Futebol Metrópole deseja a todos um Feliz Natal e um próspero Ano Novo com muito esporte e informação.

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Baixe o pôster do Caxias, campeão da Suburbana Juvenil Série B

No último sábado (16), o Caxias foi campeão da categoria juvenil da Série B da Suburbana após vencer o Nacional na decisão por pênaltis por 10 a a 9 após derrota no tempo normal por 2 a 1.

Sendo assim, o Futebol Metrópole presenteia o torcedor do Caxias com um pôster comemorando o título.

Para baixar, clique no pôster com o botão direito e escolha a opção de salvar no seu computador ou aparato similar.

Agradecemos ao Alex Cordeiro, ao Fabinho e ao Cleiton pelo suporte na nomeação das pessoas na imagem:

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Placar da Rodada – Suburbana

Sábado (16/12)

Série B

Juvenis

Final – Volta

Nacional 2 x 1 Caxias

Agregado: 2-2

Pênaltis: 9-10

 

CAXIAS – CAMPEÃO DA SUBURBANA 2017 – SÉRIE B – JUVENIL

Quarta-feira teremos um pôster do campeão

 

Resumo da temporada

Série A

Adultos

Campeão: Iguaçu

Vice: Trieste

Rebaixados: Palmeirinha e Vila Sandra

 

Série B

Adultos

Campeão: Santíssima Trindade

Vice: Fortaleza

Promovidos: Santíssima Trindade e Fortaleza

 

Série A

Juvenis

Campeão: Trieste

Vice: Vila Sandra

 

Série B

Juvenis

Campeão: Caxias

Vice: Nacional

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Em tarde de 25 pênaltis, Caxias leva a melhor sobre o Nacional e é campeão da B Juvenil

Jogadores do Caxias com a taça da Série B Juvenil da Suburbana: título veio após eliminação, reviravolta e decisão nos pênaltis

Numa tarde com 25 pênaltis, três no tempo normal e 22 na decisão por pênaltis, o Caxias se sagrou campeão da Suburbana Série B Juvenil. O duelo contra o Nacional, time do mesmo bairro do Boqueirão, sábado (16), no XV de Agosto terminou com vitória do time do NAC no tempo normal por 2 a 1, revertendo a vantagem do 1 a 0 pró-Caxias da ida. No entanto, na decisão, melhor para o Tricolor, mais eficiente, que fez 10 a 9 após todos os jogadores possíveis baterem suas cobranças e o primeiro de cada lista repetir.

O título do Caxias traz fatos curiosos. O primeiro é que a equipe havia se licenciado ano passado após ser campeão da Série B Juvenil em 2015. No retorno, um quase acesso no adulto, pois parou nas semifinais contra o vice-campeão Fortaleza, e novamente o título do campeonato de base. Outra curiosidade é terminar com o título e saldo negativo de cinco gols, em parte pelas semifinais, em que sofreu em campo uma derrota por 7 a 0 no agregado para o Urano. Porém, o adversário, por erro de contagem, usou um jogador irregular em uma das partidas das semifinais, o que provocou a “ressurreição” do Caxias na competição após a competição ficar cerca de um mês parada a espera da definição da situação dos tribunais. Após “conhecer a face da morte” na competição, a equipe conseguiu superar a organizada equipe do Nacional em um jogo com reviravoltas e enredo inesperado.

Se em 2015 o time juvenil do Caxias era uma parceria que depois foi cuidar da categoria juvenil do clube profissional Grecal, a de 2017 foi construída especialmente pinçando adolescentes moradores do bairro Lindoia, localidade que é berço de um jogador que é figura frequente na seleção brasileira, o meia Giuliano, ex-Paraná, Internacional, Dnipro, Grêmio, Zenit, atualmente no Fenerbahçe. O elenco teve apenas 16 atletas, outro dado surpreendente em uma competição com número livre de inscrições e possibilidade de se relacionar 20, e foi galgando fases mesmo com a quantidade reduzida de opções.

“A gente mostrou a força do nosso time. A garra de nosso time no primeiro jogo ao fazer o resultado e agora é comemorar o título”, disse o zagueiro João, que fez o gol de sua equipe no tempo normal e assumiu as luvas após a a expulsão do goleiro Gabriel, numa jornada bastante curiosa. “Desde o começo do ano treinando forte, muito injusto. Perdemos dois, bateram errado, não firme do jeito que treinamos. A gente treinou, mas não fez, passagens, overlapping. Faltou ser homem também”, desabafou o volante Léo, autor de dois gols no tempo normal e que converteu sua cobrança para o Nacional na decisão.

O jogo

O zagueiro/goleiro João comemora o chute na trave de Samuel: foram 22 pênaltis cobrados na decisão até sair o campeão

O Nacional precisava vencer por um gol para levar aos pênaltis e dois para ser campeão direto. O empate bastava para o Caxias. A partida foi bastante movimentada. O Nacional parava no goleiro Gabriel, enquanto que o Caxias levava mais perigo com as chegada de Gui e Tales.

O Caxias saiu na frente com um pênalti marcado de Léo sobre João em uma cobrança de escanteio. O próprio João, que tinha feito o gol solitário do jogo de ida, foi para a cobrança e abriu o marcador aos 21 minutos de jogo.

Precisando de dois gols, o técnico Alemão do Nacional jogou sua equipe para frente. Deu resultado minutos depois, aos 37, em um pênalti marcado, agora para o alviazul. Léo chamou a responsabilidade e empatou a partida.

Na segunda etapa, o Nacional tomou a iniciativa da partida, mas pecava nas finalizações e no nervosismo do time. Em seu lado, o Caxias dava trabalho nos contra-ataques, aproveitando os espaços deixados pelos erros de passe do time da casa.

A partida parecia ir para o empate e título direto do Caxias quando foi marcado um pênalti aos 37 minutos. O goleiro Gabriel reclamou e levou cartão amarelo. Ao levar o amarelo, seguiu reclamando e levou o vermelho. Sem reservas para o gol, o técnico Nil não teve opções e coube a João ir para a meta. Léo converteu aos 40 minutos e fez o gol que levou a decisão para os pênaltis.

Logo após o gol, o técnico Nil invadiu o campo para reclamar e acabou expulso pelo árbitro Rafael Vinícius Moura de Oliveira. O clima ficou tenso para os minutos de acréscimos e para a decisão por pênaltis, que acabou sendo jogada no gol de fundos do XV de Agosto.

Para o Caxias, João, Lincoln e Mineiro acertaram. O Nacional teve certos com Samuel e Léo. Japa chutou a terceira cobrança ao lado. No entanto, na sequência, Gui acertou o travessão e Lima empatou a decisão. Binho e Gabriel também acertaram e as cobranças regulares terminaram com placar de 4 a 4.

Nas alternadas, Manuel, Tales, Willian, Dedé e Lucas fizeram pelo Caxias, enquanto que Tiago, Mato Grosso, Vítor, Pfeifer e o goleiro Carlos anotaram pelo Nacional, fechando uma volta completa dos batedores, pois com a expulsão de um jogador, o Nacional teve de deixar um jogador de fora e o escolhido foi Diego.

Na segunda volta, o goleiro/zagueiro João converteu sua cobrança e Samuel acabou acertando o travessão, dando o título ao Caxias.

Ficha Técnica

Nacional 2 x 1 Caxias (Agg 2-2) (PK: 9-10)

Estádio XV de Agosto, Boqueirão, Curitiba

Nacional: Carlos; Samuel, Japa, Lima e Ortiz (Diego); Vítor, Léo, Gabriel e Mato Grosso; Eli (Pfeifer) e Tiago. Técnico: Alemão.

Caxias: Gabriel; Lincoln, João, Manuel e Willian; Binho, Fernando (Mineiro), Wellington Monstro (Lucas) e Dedé; Gui e Tales. Técnico: Nil.

Arbitragem: Rafael Vinícius Moura de Oliveira, Deniel Carvalho, Fabrício da Silva Martins.

Gols: João (CAX, aos 21’/1.º); Léo (CAN, aos 37’/1.º, aos 40’/2.º)

Cartões Amarelos: Lima, Léo, Mato Grosso (CAN); Gabriel, João, Fernando, Dedé, Tales (CAX).

Cartão Vermelho: Gabriel (CAX, aos 37’/2.º, dupla advertência, reclamação).

Confira imagens da partida:

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Boletim da Suburbana 2017 – Edição 38

Nesta edição, tudo sobre as decisões da Série A e o começo da decisão do Juvenil B. Destaque para os campeões da A.

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Baixe o pôster do Iguaçu, campeão da Suburbana 2017

No último sábado (9), o Iguaçu foi campeão da Suburbana após vencer o Trieste por 2 a 0 na terceira partida da decisão.

Sendo assim, o Futebol Metrópole, presenteia o torcedor do Iguaçu com um pôster comemorando o título da Suburbana.

Para baixar, clique no pôster com o botão direito e escolha a opção de salvar no seu computador ou aparato similar.

Agradecemos ao Luciano Rossi pelo suporte na nomeação das pessoas na imagem:

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Baixe o pôster do Trieste, campeão da Suburbana Juvenil 2017

No último sábado (9), o Trieste foi campeão Suburbana Juvenil, Série A, após vencer o Vila Sandra por 1 a 0 no terceiro jogo da decisão.

Sendo assim, o Futebol Metrópole, presenteia o torcedor do Trieste com um pôster comemorando o título Juvenil da Suburbana.

Para baixar, clique no pôster com o botão direito e escolha a opção de salvar no seu computador ou aparato similar.

Agradecemos ao Mauro Ignácio Jr. pelo suporte na nomeação das pessoas na imagem.

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