Category Archives: Metrópole Poliesportiva

Carta aos leitores

Repetindo frase de um ano atrás: como percebem, este blog é tocado por uma pessoa apenas. Desta vez, esta pessoa passou por uma pneumonia e ficou cinco dias internado em um hospital, o primeiro deles na UTI. Já restabelecendo-se a normalidade, este blog volta aos poucos ao normal.

Nosso último post foi um vídeo que deu para notar até a dificuldade de falar. Saiu no dia da internação e foi gravado e editado na véspera. Sendo assim, perdemos a cobertura in loco da decisão da Série A da Suburbana – Adultos. Nos próximos posts, recuperaremos algumas informações com Placar da Rodada. Na quarta-feira, teremos um presente para o torcedor do Iguaçu. Esta semana teremos novo vídeo, mas não faremos o #BrasileirãoFreak.

Seguimos então em frente aqui no Futebol Metrópole, prometendo uma boa cobertura das decisões que ainda restam no Futebol Amador curitibano nesta temporada. Muito obrigado!

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O dia em que o rock and roll morreu

(Imagem: AP Photo/File/Wikimedia Commons)

(Imagem: AP Photo/File/Wikimedia Commons)

Muhammad Ali era o rock feito gente, vencia, sofria, provocava e engajava. Foi um bailarino com punhos de uma tonelada. Peso e melodia. E como se deduz isso? Deduz-se pela trajetória e pela personalidade do grande lutador, ativista político, símbolo de uma era.

Muhammad Ali nasceu Cassius Marcellus Clay Jr. em 1942, mesma época em que a maravilhosa Sister Rosetta Tharpe, que não recebeu os devidos louros por isso, criava a linguagem do que viria a ser o rock and roll, com solos de guitarra. Mais que coincidência, pois ambos, Ali e o rock, viriam a ter a grande notoriedade nos anos 60.

Mas podemos ver que são a mesma essência. O rock foi a voz da juventude contra a Guerra do Vietnã, como Muhammad Ali também foi. São de uma geração que não quis ser igual aos pais, que quis ter voz.

Ali afirmava ser o maior, o rock também teve seus momentos assim. Mas também teve momentos que mostrou não ser indestrutível, como todas as injustiças que o boxeador sofreu por seu posicionamento, as pancadas que tomou, as hematomas e fraturas. E também momentos doces, como canções de amor.

Voar como uma borboleta são as notas da psicodelia do experimentalismo. Picar como uma abelha o peso. O jogo de pernas embalado como o piano frenético de um Little Richard. A esquiva com um suíngue de Mick Jagger. Os punhos pesados como os riffs de um Jimi Hendrix e de um Jimmy Page. A língua afiada como a dos Sex Pìstols, criativa como Frank Zappa, em busca de um mundo melhor como John Lennon e The Clash, apesar de toda a discriminação e massacre que o povo negro sofria (e ainda sofre, veja as notícias de genocídio em nossos jornais). E a revolta de sentir que tudo que conquistou é inútil quando viu seu povo ser massacrado, como todo o desencantamento pós-punk e do grunge. É o que eu disse ali em cima: Muhammad Ali era o rock feito gente.

Don McLean, em seu clássico “American Pie”, contou, em 1971, sobre “o dia que a música morreu” com a queda do avião que deu nome à canção e vitimou Buddy Holly, Ritchie Vallens e The Big Popper, além do piloto. Porém, o estilo continuou e se reinventou diversas vezes e várias vezes foi dado como morto. Em suas últimas décadas, Muhammad Ali conviveu com o terrível Mal de Parkinson, doença degenerativa que retira a força e a coordenação motora ao afetar o sistema nervoso central. Foi a luta mais dura do homem que fez Nelson Mandela se sentir livre antes da libertação.

Na noite do dia 3 de junho, podemos dizer que o rock and roll morreu com Muhammad Ali. Mas já tinha dito Neil Young que o rock and roll nunca morrerá e mitos nunca morrem. Se não mais no plano físico se encontra, o peso e a melodia do grande campeão está em todos. O mundo não foi o mesmo desde seus primeiros acordes. Vá em paz, guri!

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Carta aos leitores

Como percebem, este blog é tocado por uma pessoa apenas. Esta única pessoa teve um problema de saúde no último dia 16 de novembro, em que ficou pelo menos seis dias sem andar direito e agora segue em recuperação. Por isso, estamos nos manifestando agora para ao menos tranquilizar nossos leitores e que tenham ciência do que se passa.

O autor do site segue se recuperando, fazendo exames  e consultas e retomando a vida aos poucos. Tão logo tenha condições e liberação média, retomará este espaço e continuará com a cobertura que vinha fazendo.

Peçamos desculpas pelos transtornos e pela interrupção repentina de nosso trabalho. E pedimos a torcida de todos para que voltemos logo a campo e em perfeitas condições de saúde. Obrigado!

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Times de rugby se unem para promover doação de sangue

(Imagem: Página do Doe Sangue, Jogue Rugby no Facebook)

(Imagem: Página do Doe Sangue, Jogue Rugby no Facebook)

 

Uma iniciativa surgida em uma gincana em um clube de rugby do Mato Grosso de Sul se tornou uma campanha com 65 times em prol da doação de sangue. O Doe Sangue, Jogue Rugby surgiu no Guaicurus Três Lagoas Rugby Clube e pretende ser realizado todos os anos, na época próxima ao carnaval, quando os estoques dos bancos de sangue acabam tendo uma baixa.

“A ideia surgiu após uma gincana que as veteranas do meu time organizaram e escolheram algumas pessoas para participar. As provas foram pensadas para estimular o espírito de rugbier dentro de cada participante.  Ao final, muita coisa foi conversada e elas frisaram muitas vezes a importância de exercer os princípios do esporte não apenas dentro de campo e sim estendê-los a todos os pontos da nossa vida. O Rugby possui 5 princípios básicos que são: integridade, respeito, solidariedade, paixão e disicplina. Uma das provas que realizei tinha por objetivo conseguir no mínimo 10 pessoas para doar sangue e teria que realizar mais rápido possível, pois o prazo era de um dia. As pessoas mais próximas que conheço já haviam sido convidadas por outra pessoa ou não podiam doar no momento. Foi quando perguntei para uma veterana se a pessoa podia ser de outra cidade, ela me respondeu que não importava a cidade e sim salvar vidas, mas por ser uma prova eu teria apenas que pedir um comprovante da doação, nesse momento eu comecei mandar mensagem pra todo mundo que conheço de alguns campeonatos que participei e grupos de rugby”, contou a atleta Roberta Ferreira, do Guaicurus, que atualmente encontra-se afastada dos treinos por motivos pessoais, mas começou a organizar a campanha, após contatar atletas do Uberlândia e do Hydra de São José do Rio Preto.

O nome da campanha veio de um frase muito usada entre os atletas de rugby e que já havia sido usado em campanhas do Cuiabá Rugby Clube em 2013 e 2014. “Precisávamos de um nome e, de várias sugestões a maioria preferiu esse “Doe Sangue, Jogue Rugby”, que já foi utilizado em 2013 e 2014 pelo Cuiabá Rugby Clube (em parceria com o UFMT Rugby Clube) em Cuiabá-MT, sugerido pelo representante do Cuiabá no grupo. Nome que provavelmente já deve ter sido utilizado por mais algum clube pelo Brasil, pela expressão que há tempos já circula pela internet “Give Blood, Play Rugby”. Procuramos ajuda com a arte, que foi criada por Victor Hugo Fidelis do Guaicurus (Três Lagoas-MS), e a manutenção da página do face por uma das minhas veteranas Stephanie Guimarães que era do Guaicurus, mas atualmente está morando em outro local e agora faz parte do Cougars Rugby Clube de Vinhedo-SP. Dentre todos que se juntaram a nós que sem eles não seria possível esse movimento de solidariedade”, explicou Roberta Ferreira.

E como participar? Caso seja de alguma das cidades com times envolvidos, é só se dirigir ao hemocentro mais próximo na data marcada, fazer a doação, e postar na página do Doe Sangue, Jogue Rugby uma foto mostrando a doação (ou algo relacionado a ela, pois alguns hemocentros não permitem fotografias nas salas de doação). Caso não haja clube de sua cidade, é só doar e postar do mesmo jeito. Para doar sangue é preciso estar em boas condições de saúde. Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos verificar no hemocentro da sua cidade os requisitos). Pesar no mínimo 50kg. Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas). Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação). Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social). Homens podem doar até quatro vezes ao ano com um intervalo mínimo de dois meses. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com um intervalo mínimo de três meses. Mais informações, no site da campanha Doe Sangue, Jogue Rugby  ou no evento aberto também no Facebook. “Lembrando que não precisa ser jogador de rugby para doar, basta querer ajudar ao próximo”, concluiu a organizadora do evento.

Confira o cronograma atual de doações de sangue, lembrando que alguns clubes não definiram a data e outros podem aderir à campanha:

Clique na imagem para ver a lista completa com locais, datas e horários de doações

Clique na imagem para ver a lista completa com locais, datas e horários de doações

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O quanto valem os testes de pré-temporada

Felipe Nasr pilotando a nova Sauber (foto: Site Oficial da Sauber F1)

Felipe Nasr pilotando a nova Sauber na última terça-feira (foto: Site Oficial da Sauber F1)

Terminaram nesta quarta-feira (4) a semana de testes coletivos da Fórmula 1 em Jerez de La Frontera, Espanha. A impressão dos carros na pista é de que a Ferrari evoluiu tanto como carro como fornecedor de motor, pois a Sauber, equipada pelos propulsores italianos, também andou na frente. Mas será que isto significa um tendência para a temporada?

Sim e não. O sim vem pelo regulamento ser o mesmo do último ano, sendo que o desenvolvimento dos motores não foi congelado. Com isso, nota-se que a Ferrari fez bem o serviço de resolver seus problemas. Do mesmo modo, a Sauber, que tem sérias restrições orçamentárias, foi para pista com carro que não é tão diferente do desenvolvimento do problemático do ano anterior, mas a experiência do que deu certo e do que não deu criou atalhos para a evolução.

Mas aí tem outro fator: não é incomum que equipes menores façam várias voltas com carro leve para mostrar desempenho e assim arranjar mais patrocínios. Pelo número de voltas de Felipe Nasr em um dos dias em que andou na frente ou próximo do líder, parece não ter sido. Por outro lado, por ter um orçamento menor que praticamente todas as equipes, a Sauber terá menos chances de evolução durante a temporada.

De outro lado, em uma das sessões, a Mercedes fez um número absurdo de voltas sem falha mecânica, sinal que tem confiabilidade, fator que decide corridas em uma categoria com provas que beiram as duas horas.

A resposta definitiva: resta saber o quanto vão evoluir. Ao passo que tem equipe que esmerilha nestes testes, mas estagna ou não funciona em condições de corrida, teve o caso da Brawn. No seu único ano de vida, com espólio da Honda, foi bem nos testes, mas era incógnita. Dominou o campeonato e entrou para a história. Aguardemos.

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Com gol solitário em falha de goleiro, Corinthians conquista a Copinha pela nona vez

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Num jogo duro, decidido num lance de azar do goleiro Thalles do Botafogo-SP, o Corinthians conquistou pela nona vez a Copa São Paulo de Futebol Junior. A vitória por 1 a 0, na manhã deste domingo (25), aniversário de 461 da cidade de São Paulo, no Pacaembu, coroou a conquista do time do Parque São Jorge, o maior vencedor da competição. Maycon fez o gol da partida.

PacaembuFinal

 

No primeiro tempo, o Corinthians fez bons primeiros 15 minutos e então viu o Botafogo-SP crescer em campo. Aos 17 minutos, Alex acerta uma falta na trave e Túlio Souza perde na frente da meta a chance de abrir o placar para o time de Ribeirão Preto. Para equilibrar as chances perdidas, aos 42 minutos, Yan desperdiçou de frente para o crime uma bola rasteira após boa jogada pela direita de Gabriel Vasconcellos.

Na segunda etapa, os goleiros começaram trabalhando bem. Thalles defendeu bom chute de Yan aos 2 minutos e Caíque fez dupla defesa em cabeçada de Túlio Souza aos 8 minutos.

Mas o jovem Thalles descobriu, aos 17 anos de idade, o quão ingrata pode ser a vida de goleiro. Aos 21 minutos, Maycon arrisca de longe e goleiro do Botafogo foi para a bola indeciso se iria encaixar ou espalmar. Resultado: a bola escorregou para trás e entrou, virando o gol do título corintiano em falha do goleiro que vinha sendo destaque até o momento.

O Botafogo primeiro sentiu o baque do gol e depois partiu para o ataque de maneira desordenada sem sucesso. Se foi o nono título para o Corinthians, o time de Ribeirão Preto iguala sua melhor campanha, um vice-campeonato, igual ao time de 1983, que tinha em suas fileiras dois jogadores que viriam a vestir a camisa da seleção brasileira: os meias Raí e Marco Antônio Boiadeiro.

 

 

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Reinícios, continuidades e recomeços (parte 4)

Jean Azevedo será um dos representantes do Brasil no Dakar, uma das primeiras competições do ano (Foto: Divulgação / Vipcomm)

Jean Azevedo será um dos representantes do Brasil no Dakar, uma das primeiras competições do ano (Foto: Divulgação / Vipcomm)

O ano de 2015 será bastante intenso para os demais esportes. É véspera de ano olímpico e várias modalidades usarão os Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho, para ser prepararem ou ainda conseguirem vagas para o Rio 2016.

Bem antes disso, a velocidade começa a rolar na América do Sul mesmo, com o Rally Dakar, que há alguns anos saiu da África em busca de mais segurança e estabilidade política. Atravessando paisagens diferentes desde os Pampas aos Andes, é o rali mais desafiador do mundo.

Ainda na velocidade, a Fórmula 1 terá uma temporada fundamental para sua sobrevivência. Com equipes com dificuldades financeiras, a categoria precisará se reinventar para os próximos anos. O caminho a se tomar é diminuir custos para tornar mais viável a participação de novas equipes e tornar as existentes menos dependentes dos paydrivers. O grid de 2015 corre para ter 18 carros apenas, torcendo para que alguém compre a Caterham e garantir ao menos 20 largando. Uma nova equipe, a Haas, só estreará em 2016. Para o Brasil, uma Williams que se tornou competitiva e promete ficar ainda mais é a esperança de Felipe Massa. O estreante Felipe Nasr, da Sauber, terá um ano de aprendizado e de ter se mostrar mais rápido dentro de sua equipe para poder sobreviver e, quem sabe, galgar lugares em equipes maiores nos próximos anos. No geral, é todos perseguindo a Mercedes, que dominou a temporada 2014, com destaque para a McLaren, que terá os motores Honda de volta à F-1 após hiato de algumas temporadas.

No surfe, uma temporada interessante se avizinha. Campeão mundial, Gabriel Medina terá agora o peso de defender seu título. E isso significa maior responsabilidade e também ser mais visado. O jovem de Maresias poderá inclusive provocar um Efeito Guga, aumentando a prática do esporte no país, que é bastante praticado, mas nem sempre levado a sério pelos seus praticantes.

O tênis deverá apresentar um início de transição de ídolos no masculino. Com Djokovic e Nadal perto do auge e Federer já se aproximando no fim da carreira, olho nos jovens bem rankeados que podem emendar bons torneios e crescer mais ainda no ranking. São os seguintes sub-23: Grigor Dimitrov (Bulgária -11.º), Dominic Thiem (Áustria – 39.º), Jack Sock (EUA – 42.º), Pablo Carreno Busta (Espanha – 51.º), Nick Kyrgios (Austrália – 52.º, apenas 19 anos) e Bernard Tomic (Austrália – 56.º).

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Técnico do Nova Orleans afirma que garra será o diferencial na decisão

O Nova Orleans venceu fora de casa por 3 a 0 e evitou o título do Operário

O Nova Orleans venceu fora de casa por 3 a 0 e evitou o título do Operário

O jogo de quarta-feira (17), às 20h15, na Vila Capanema entre Operário Pilarzinho e Nova Orleans promete ser pegado. A decisão da Suburbana foi para o terceiro jogo por causa da vitória de 3 a 0 do Orleans no Bortolo Gava, no sábado. Logo após a partida, o treinador do time que venceu a partida, Leandro Oliveira, ressaltou o perfil que o próximo e último jogo terá.

” E o jogo que vem vai ser pegado, por ser à noite e em campo neutro. Suburbana é isso aí. Quem tiver mais garra e raça vence o jogo”, afirmou o treinador.

Para chegar a este ponto, mais que uma mudança de uma peça, o técnico ressaltou uma mudança de mentalidade da equipe. “Na verdade, uma mudança apenas, o Giovani, meia titular. O que mudou foi cabeça do jogador e a forma de pensar da equipe de que era uma decisão. A gente achou lá [no José Drulla Sobrinho] que iria fazer o gol a hora que quiser e não fez. Agora estávamos preparados. O Pilarzinho talvez achou que estaria mais fácil em casa. Mas agora não está definido: Pilarzinho pode lá e meter três e o Orleans também. A final está em aberto e quem ganha é o público que for ver o jogo na quarta”, concluiu.

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Futebol Metrópole no ar

Vila Capanema em agosto de 2012 (Foto: Leonardo Bonassoli)

Vila Capanema em agosto de 2012 (Foto: Leonardo Bonassoli)

 

Quarta-feira, 26 de novembro de 2014. O Futebol Metrópole está no ar. Este primeiro post é uma breve declaração de princípios e uma breve apresentação do que virá.

É meu primeiro blog esportivo solo, depois de empreitadas coletivas no Futebol e Fritas, no De Primeira e no Lado B do Futebol, além de colunas no site Papo de Bola e na Trivela. Mas diferente dos desafios anteriores, em que era, primeiro um estudante lá no começo, no fim de 2002, e um jovem profissional, a responsabilidade é maior. Trabalhei neste meio tempo, entre 2010 e 2014 na Gazeta do Povo, principal jornal do Paraná, e adquiri algumas experiências importantes que serão bastante úteis para mim e para os leitores.

Sendo assim, o peso dos 31 anos ensina que não é o blog para conquistar o Mundo, até porque o Mundo e a blogosfera mudaram. O objetivo é ser um espaço esportivo com um tanto de minha marca pessoal e que fale para quem gosta de ler blogs esportivos na internet. Faço isto de maneira bastante simples, sem muitos recursos, como se estivesse recomeçando, mas realmente é um recomeço.

O nome Futebol Metrópole saiu de um brainstorm em um dos fóruns do Conglomerado FA. Com ele, veio um conceito de que a internet é uma grande cidade, a maior cidade do Mundo. E um pouco do esporte desta metrópole aparecerá por aqui. O futebol acabará sendo, como o nome indica, o carro chefe daqui, mas nada impede posts de outras modalidades.

Para facilitar as coisas, os posts foram divididos em oito categorias, podendo estar em mais de uma ao mesmo tempo. Por ser um ambiente virtual, longe do papel, a divisão em “editorias” não é tão rígida e vários conteúdos podem e devem borrar as fronteiras. Este post, por exemplo, está em todas as oito seções, sendo uma espécie de marcador de início do blog como um todo.

A explicação do que cada uma é também está ali na página ENTENDA AS SEÇÕES, até como um facilitador para leitores que possam surgir quando o blog estiver a todo vapor. Estas são as oito seções previstas:

Direto do baú – Textos antigos ou sobre história do esporte.

Futebol Alternativo – O lado B do futebol. Times, competições ou personagens de fora do mainstream da bola.

Metrópole adentro – Tudo que é feito na rua ou no estádio ou ainda reportagens e entrevistas.

Metrópole Poliesportiva – O futebol é o foco principal do blog, mas nada impede que se fale de outros esportes. Para isso, esta seção.

Numeralhas – Posts baseados em números.

Opinião – Pode parecer redundante explicar, mas é tudo que tiver viés opinativo.

Quiz do Bona – Espaço para testar seus conhecimentos sobre esporte.

Recomendo por aí – Alguma coisa legal foi vista em outro lugar da internet? A gente recomenda.

 

Sendo assim, apresentados, que todos sejam bem-vindos!

 

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