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Guia do Paranaense 2016 – O Paraná por telefone – Parte II: 041

O DDD 41 abrange Curitiba, Região Metropolitana, Vale do Ribeira, Litoral e restante do 1.º Planalto, exceto a cidade de Rio Negro (tem o 47 por causa da geminação com Mafra-SC, que gerou acordo entre os estados e suas então companhias telefônicas). É a região mais populosa e industrializada do estado e isso e isso reflete também na quantidade de times presentes. São cinco times na 1.ª Divisão e um na 2.ª Divisão. Total de seis dos 21 times abordados, quase um terço. Se na elite, é uma região com alguns dos favoritos, na Segundona é a região de um azarão, um clube de desempenho imprevisível, ainda mais numa divisão equilibrada. É também a região de ocupação mais antiga, tanto que Paranaguá, cidade do Rio Branco, é a cidade mais antiga do estado, que foi sendo colonizado do litoral para o interior. Por ser um estado com o interior ocupado tardiamente, temos nesta região os dois únicos remanescentes do primeiro Paranaense, o de 1915: Coritiba e Rio Branco. Vamos às equipes e como elas estão no momento:

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Rio Branco

O time de Paranaguá quer ir além de testar a imortalidade, como fez temporada passada ao se salvar na última rodada do Torneio da Morte.  Para isso, aposta em uma mescla de jogadores da base com alguns atletas mais rodados, como o volante Marcos Paulo (ex-Coritiba, Avaí e Paraná) e o retorno do ídolo Ratinho, que estava no Remo. O técnico é velho conhecido do clube, o ex-zagueiro Allan Aal. Estreia dia 31/01, às 17 horas, contra o Maringá em Maringá.

Coritiba

O Coritiba, atual vice-campeão, aposta na experiência do técnico Gilson Kleina. Para a temporada, além de um pacote com Leandro CNH, Amaral e Vinícius, do Palmeiras, repatriou o lateral-direito Ceará, que estava no Cruzeiro e havia vestido a camisa coxa-branca em 2002 e 2003, tendo sido campeão paranaense em 2003 e participado da ótima campanha que levou o clube à Libertadores. Estreia dia 30/01, às 19h30, contra o FC Cascavel no Couto Pereira.

Atlético

Pela primeira vez em muitos anos, o Atlético deve começar o Paranaense com uma equipe próxima da principal. Para isso, até o momento, além da manutenção do técnico Cristóvão Borges, trouxe Thiago Heleno e Paulo André (este um retorno) para a zaga, Vinícius para o meio e André Lima para o ataque. O Furacão não vence o Estadual desde 2009. Estreia dia 31/01, às 17 horas, contra o Operário em Ponta Grossa.

Paraná

O Paraná tem um tabu um tanto maior que seus rivais: não vence desde 2006. O Tricolor passa por uma transição com nova diretoria. O técnico é Claudinei de Oliveira que já tem ao seu dispor o retorno do zagueiro Alisson de empréstimo ao Botafogo e as contratações de Tony, Paulinho Guerreiro e Valber. O Tricolor agora tenta também trazer o atacante Keirrison, que rescindiu com o Coritiba e busca um novo clube. Será que consegue? Estreia dia 31/01, às 19h30, contra o J. Malucelli, na Vila Capanema.

J. Malucelli

O J. Malucelli vem para 2016 com o mesmo técnico de 2015: Ary Marques. A grande atração da equipe do Barigui é o meia Dinelson, ex-Corinthians. Junta-se a ele bons valores como o lateral-direito Cristovam, o zagueiro Leandro Silva, o meia Tomas e o atacante Edu Amparo. Estreia dia 31/01, às 19h30, contra o Paraná, na Vila Capanema.

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Andraus

O time de Campo Largo, cidade da Região Metropolitana de Curitiba, tem uma espécie de temporada de afirmação. Resta saber se a equipe brigará para não voltar à Terceirona, para se manter e se enraizar na Segundona ou seguir o exemplo do PSTC e bancar um assalto ao céu que se chama 1.ª Divisão. Estreia no dia 28/02, às 15h30, contra o Grêmio Maringá, no Atílio Gionédis.

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Com técnico mais experiente, Jotinha quer voltar a jogar Série D

Ary Marques volta ao futebol paranaense para treinar o J. Malucelli após cinco temporadas no Mato Grosso

Ary Marques volta ao futebol paranaense para treinar o J. Malucelli após cinco temporadas no Mato Grosso

 

Os objetivos do J. Malucelli para o Paranaense 2015 são ambiciosos e incluem brigar para ser pelo menos o melhor dos times sem divisão definida na competição e, de quebra, carimbar vaga na Série D. Para isso, “repatriou” o técnico Ary Marques, que passou cinco temporadas no futebol mato-grossense. Marques estava no último domingo (30) no Ecoestádio Janguito Malucelli, casa do Jotinha, vendo a decisão da Terceirona Paranaense entre Andraus e Pato Branco, e falou com o Futebol Metrópole.

“Começamos o trabalho há 15 dias com 15 atleras. Vamos ver se até a metade de dezembro fecharemos o grupo para trabalharmos para uma boa estreia. Nosso objetivo é fazer um grande estadual e brigar entre os primeiros para voltar e fazer um bom Brasileiro”, explicou Ary Marques.

No elenco do time do Barigui já estão confirmadas algumas caras conhecidas como o atacante Bruno Batata, que estava emprestado ao Londrina, os zagueiros Gustavo Lazzaretti e Leandro, o volante Luiz Camargo e o meia Fernando. Além disso, o Jotinha conta com o ex-zagueiro Milton do Ó (“zagueiro não joga Candy Crush”) como auxiliar técnico em uma nova comissão técnica.

A passagem pelo futebol matrogrossense de Ary Marques foi longa. O treinador havia saído da base do Paraná e fez duas ótimas temporadas no Urano, time da Suburbana. Isso chamou a atenção do Cuiabá, que alcançou o acesso para a Série C sob comando do treinador. Além do time Dourado, passou também pelo Operário de Várzea Grande. “Estou com certeza mais experiente. Toda carreira minha foi dentro do Paraná Clube. Aí saí e fui para Cuiabá ficar quatro meses do Estadual e fiquei cinco anos. A gente teve s felicidade de três estaduais e do acesso da D para a C no primeiro ano. Estou mais rodado para recolocar o J. Malucelli no Campeonato Brasileiro”, concluiu.

O J. Malucelli estreia no Paranaense 2015 no dia 1° de fevereiro, às 17 horas, contra o Rio Branco de Paranaguá no Janguito Malucelli.

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Campeão-relâmpago pelo Andraus, Paulo Miranda não definiu destino para 2015

Paulo Miranda, ex-jogador de clubes como Atlético, Coritiba, Paraná e Vasco, conquistou o primeiro título de treinador pelo Andraus

Paulo Miranda, ex-jogador de clubes como Atlético, Coritiba, Paraná e Vasco, conquistou o primeiro título como treinador pelo Andraus

 

O domingo (30) foi especial para o ex-meia Paulo Miranda. Aos 40 anos, o agora treinador, conquistou sua primeira taça na nova função pelo Andraus, que venceu nos pênaltis o Pato Branco por 4 a 2 após triunfo no tempo normal por 3 a 1. A vitória não garantiu o futuro do jovem comandante na equipe de Campo Largo em 2015.

“Não há nada definido. Estou conversando. Inicialmente o acerto foi para estes dois jogos. Tenho proposta de um time da Série A3 de SP e também de um time do Paraná. É ter confiança e ter tranquilidade, pois o mais importante é ter um time para trabalhar”, afirmou Paulo Miranda.

A chegada do treinador, que como jogador foi revelado pelo Paraná e atuou por times do porte de Atlético, Coritiba, Cruzeiro, Flamengo e Vasco, ao Andraus foi inusitada. O Gigante da Pedreira foi comandado nas rodadas decisivas por um técnico interino, Duílio Morais, que deixou a equipe logo depois de conseguir a classificação ao aceitar o cargo de preparador físico em uma equipe da A2 Paulista. Miranda chegou na quinta-feira anterior ao primeiro duelo da decisão contra o Pato Branco.

“Quando cheguei, disse que não seria fácil, com dois dias para preparar time, mas os meninos assimilaram bem rápido, são sensacionais. Perdemos o primeiro jogo, num jogo difícil, com eles com muita mais vontade, mas nesta semana deu para montar o time direitinho e fiz até algumas mudanças”, explicou.

Com vários títulos como jogador, o primeiro como treinador teve um sabor especial para o ex-jogador, que calçando chuteiras levantou uma Mercosul e a João Havelange pelo Vasco, entre outros. “Primeiro título a gente nunca esquece. Juro para você que, mesmo vários títulos como atleta, este é o melhor título da minha vida e que seja o primeiro de muitos. Estou começando carreira. São apenas oito meses fazendo cursos dentro e fora do país, estudando muito e agora estou aqui realizando meu sonho do primeiro título como treinador”, comemorou. Paulo Miranda já havia treinado Oeste-SC, Gênus-RO e o Francisco Beltrão, justamente o arquirrival do Pato Branco, adversário da decisão.

Comemoração teve um susto fora de campo

Goleiro Jackson sobe no alambrado do Ecoestádio

Goleiro Jackson sobe no alambrado do Ecoestádio

Logo após o fim da decisão por pênaltis, os jogadores do Andraus, especialmente o goleiro Jackson, levaram um susto. A mãe do camisa 1, herói ao defender um pênalti, passou mal nas arquibancadas do Ecoestádio e desmaiou de emoção. O arqueiro de 23 anos pulou o alambrado para ajudar a mãe, que atendida pelos paramédicos, voltou à normalidade e pôde participar dos festejos.

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Andraus é campeão da Terceirona Paranaense – Confira as imagens

Jogadores do Andraus levantam a taça da Terceirona Paranaense. Título veio com virada de 3 a 1 sobre o Pato Branco no tempo normal e resultado de 4 a 2 nos pênaltis

Jogadores do Andraus levantam a taça da Terceirona Paranaense. Título veio com virada de 3 a 1 sobre o Pato Branco no tempo normal e resultado de 4 a 2 nos pênaltis

 

O Andraus conseguiu reverter a desvantagem de 2 a 0 e conquistou o título do Campeonato Paranaense da 3.ª Divisão. A conquista inédita veio com uma vitória de 3 a 1 sobre o Pato Branco, de virada, na tarde de domingo (30), no Ecoestádio, em Curitiba, no tempo normal, e de 4 a 2 nos pênaltis. As duas equipes jogarão a 2ª. Divisão do Paranaense na temporada 2015.

Num jogo de duas expulsões, Sindclei do Andraus aos 12′ do primeiro tempo e o goleiro Harison do Pato Branco ao apito inicial da segunda etapa, o Pato Branco aproveitou a vantagem numérica inicial e abriu o placar com Marcelo Augusto aos 42′ do 1.º tempo.

A expulsão de seu guarda-metas, após discussão com diretores do Andraus, fez com que o Pato Branco recuasse no 2º tempo e aí começasse o show do ponteiro-esquerdo campo-larguense Fabinho. O veloz camisa 11 decidiu a partida em três arrancadas. Na primeira, aos 8′, sofreu pênalti, convertido por Wellington Baroni. Na segunda, aos 28′, deixou Juninho na cara do gol para virar o marcador. Na terceira, um bate e rebate na área sobrou, aos 42′, para Baroni marcar pela segunda vez.

Nos pênaltis, o Andraus converteu suas quatro cobranças com Barbosa, Baroni, Juninho e Bruninho. Dam e Léo Furtado converteram para o Pato. Pedro Henrique parou em Jackson e o chute de Dodô para fora confirmou o título do Gigante da Pedreira.

Durante a semana, o Futebol Metrópole apresentará materiais sobre alguns personagens que estiveram na decisão no Ecoestádio. Não perca! Fique com as imagens da partida:

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Pequeno guia da final da Terceirona Paranaense

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A Terceirona do Paranaense terá seu novo campeão no domingo. Como somos adeptos do Futebol Alternativo, o Futebol Metrópole apresenta um guia (nem tão) conciso para você, que está em Curitiba e região poder ir ao jogo e desfrutar deste espetáculo.

Em primeiro lugar, o jogo é no Janguito Malucelli, no Mossunguê, em Curitiba, ao lado do Parque Barigui. A entrada custa R$ 10 para torcida local e R$ 20 para visitantes. É um retorno a pelo menos 10 anos atrás, quando se praticavam estes preços de maneira contumaz.

Na ida, no Estádio Os Pioneiros, Jonathan e James marcaram para o Pato Branco, dando vantagem de 2 a 0 para o time do Sudoeste. O Pato Branco poderá perder por até um gol de diferença que levanta a taça. Vitória do Andraus por dois gols leva a decisão para os pênaltis. Vitória do Gigante da Pedreira por três ou mais gols leva a taça para Campo Largo.

A Terceirona

Enquanto o Campeonato Paranaense da 1ª Divisão teve sua centésima edição, vencida pelo Londrina, neste ano, a Terceirona tem cartel bem mais modesto: esta é a 15.ª edição, sendo a sétima vez consecutiva (é jogada desde 2008), igualando o recorde do período entre 1997 e 2003. A primeira vez que foi jogada foi em 1991. Só em uma oportunidade não foi a última divisão profissional do Campeonato Paranaense, 2001, quando uma inusitada 4.ª Divisão foi jogada por impressionantes 14 clubes, sendo o Internacional de Campo Largo, conterrâneo do Andraus e atualmente no amadorismo, o campeão.

Galeria de campeões

1991 – Ubiratã

1997- Prudentópolis EC

1998- Nacional de Rolândia

1999- Telêmaco Borba

2000- Renove (Fazenda Rio Grande)

2001- Águia de Mandaguari

2002- Dois Vizinhos

2003- Sport Paraná (Formosa do Oeste)

2008- Serrano Centro-Sul (atual Prudentópolis FC)

2009- Pato Branco

2010- Metropolitano (atual Maringá FC)

2011- Junior Team (Londrina)

2012- Francisco Beltrão

2013- FC Cascavel

A atual competição

A atual edição começou com sete equipes: além de Andraus, que é de Campo Largo, e do Pato Branco, Batel de Guarapuava, Portuguesa Londrinense, Sport Campo Mourão, Cascavel CR e Grecal, este último também de Campo Largo, disputaram o certame. Destes, apenas os dois campolarguenses nunca estiveram na elite estadual. O saldo de gols deixou o Andraus e Pato Branco na decisão, enquanto que o Batel ficou em terceiro. Os três times empataram em pontos e vitórias. Porém, com a desistência do Arapongas na 1.ª Divisão, o Batel também deve ser promovido à Segundona, devendo ocupar o lugar do Foz, que foi promovido pela desistência do time alviverde do Norte.

Os finalistas

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O Andraus é um clube relativamente jovem, com apenas 10 anos de fundação (20/08/2004), sendo que antes existia como escolinha de futebol. A cidade da equipe é Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba. Com 112 mil habitantes, é conhecida como “A Capital da Louça” por sediar empresas tradicionais do ramo de cerâmica e porcelanas. É próxima à Serrinha do Purunã, fazendo com que tenha diversas pedreiras, originando a alcunha da equipe, o “Gigante da Pedreira”.

Ídolo do Atlético-MG, Diego Tardelli passou pela base do Andraus (Bruno Cantini / Clube Atlético Mineiro)

Ídolo do Atlético-MG, Diego Tardelli passou pela base do Andraus (Bruno Cantini / Clube Atlético Mineiro)

Maior orgulho do Andraus é o atual camisa 9 da seleção, Diego Tardelli, que no Paraná também é conhecido por ser filho do ex-meia Tadeu, multicampeão estadual primeiro pelo Londrina e depois pelo Paraná. Tardelli esteve nas escolinha do Andraus em 2001. O Gigante da Pedreira tem como principal missão revelar jogadores e atualmente tem parceria com o Atlético-PR. Um jogador vindo desta parceria é titular do Furacão: o zagueiro Cléberson.

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O Pato Branco foi fundado em 5/11/1979, portanto tem 35 anos. É resultado de uma fusão entre o Palmeiras e o Internacional, clubes que cederam o verde e o vermelho, respectivamente ao Pato. Pato Branco fica no Sudoeste do Paraná e tem pouco mais de 78 mil habitantes, sendo uma das cidades principais da região. A localidade possui um pólo econômico baseado em eletrônicos e eletrodomésticos. O Tricolor do Sudoeste já esteve por 11 vezes na elite estadual e tem como grande arquirrival o Francisco Beltrão, o Marreco. As duas cidades, inclusive, possuem uma rivalidade acalorada pela liderança da região Sudoeste.

Rogério Ceni, ídolo do São Paulo e pentacampeão com a seleção, nasceu em Pato Branco (Wander Roberto / Vipcomm)

Rogério Ceni, ídolo do São Paulo e pentacampeão com a seleção, nasceu em Pato Branco (Wander Roberto / Vipcomm)

A cidade de Pato Branco tem entre seus orgulhos dois jogadores que estão atualmente no São Paulo. Ambos saíram jovens da cidade e não defenderam o clube. Rogério Ceni atuou no futsal da cidade antes de se mudar para Sinop e lá fazer a transição para o campo. Alexandre Pato foi outra revelação das quadras da cidade, sendo descoberto pelo Internacional durante um torneio realizado em Palmas, cidade próxima.

O estádio

(Site oficial do J. Malucelli Futebol)

(Site oficial do J. Malucelli Futebol)

Palco do jogo de domingo, o Ecoestádio Janguito Malucelli é único. As arquibancadas são de grama, em um barranco e usa estrutura de dormentes de estrada de ferro e antigos postes de madeira. Foi inaugurado em 2007 e pertence ao J. Malucelli. Tem iluminação desde 2013. Seu recorde de público foi o clássico entre Atlético x Paraná, na rodada final da Série B de 2012, quando 6.609 pessoas pagaram ingresso. Naquela oportunidade, o estádio tinha capacidade ampliada por arquibancadas tubulares.

O estádio fica na BR-277, que o separa do Parque Barigui. Desde 2012 há uma passarela no local. Curiosamente, o Andraus tem sede na mesma BR-277, só que em Campo Largo, alguns quilômetros à frente. Logo, é da mesma rua do dono do campo. Curiosamente, uma das rotas de ônibus de viagem entre Curitiba e Pato Branco passa em frente do estádio.

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