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PIZZA! TJD-PR dá prescrição em caso de fraude do Capão Raso

Mesmo com provas contundentes de que atletas atuaram sob identidade de outros, Capão Raso saiu impune frente às acusações

Acabou em pizza o escândalo em que o Capão Raso utilizou ao menos três atletas sob identidade de outros na estreia da Copa de Futebol Amador da Capital no último mês de abril. Na noite de quarta-feira (12), o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-PR), por meio de sua Terceira Comissão Disciplinar declarou que a acusação foi prescrita (processo 265/2017 neste link).

O constrangimento poderia ter sido maior, pois a equipe que apresentou a irregularidade liderou boa parte da competição e chegou à última rodada com chances de título, que seria manchado pelo episódio. O Tricolor de Aço terminou na quarta posição, dois pontos atrás do campeão Bangu.

A equipe foi denunciada no artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que inclui a escalação irregular de atletas sem condição de jogo. A pena prevista, além de multa, era de perda de quatro pontos.

Entenda o caso

No empate por 3 a 3 frente ao Uberlândia, o Capão Raso usou pelo menos três jogadores irregulares. O atleta Kairo alinhou sob o nome de Carlos Eduardo, enquanto que dois atletas usaram as identidades do goleiro Higor Salles jogando na linha e do meia Sabonete, marcando inclusive dois gols e tendo influência direta no resultado da partida. Naquele duelo no Parque Linear, o delegado da partida, Francis Bacon, suspeitou de dois atletas em condições irregulares.

Pouco mais de um mês depois, com todas as provas cuidadosamente apuradas, o Futebol Metrópole apresentou uma reportagem revelando que as suspeitas eram verdadeiras e que havia um terceiro elemento. Infelizmente, demorou mais de um mês e meio para que fosse a julgamento na corte esportiva, gerando a prescrição por unanimidade da Terceira Turma Disciplinar, formada, segundo o site do TJD-PR,  pelos procuradores Samuel Torquato, Humberto Ciccarino Filho, Irineu Tominello, José Alvacir Guimarães e Mauro Ribeiro Borges.

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Rodada Final – O que cada um precisa

Quando se anunciou que seria um turno único de pontos corridos e só, imaginou-se o risco da Copa de Futebol Amador da Capital ser decidida antes da rodada final. Ledo engano: a última rodada, neste sábado (1.º) às 15h30, chega com quatro jogos com cinco time podendo erguer a taça. Confira o que cada um precisa para chegar ao feito:

1.º Bangu – 19 pts – 6 vitórias – saldo +13 – 24 gols pró

Enfrenta: Nova Orleans no Maurício Fruet

Combinações para o título: O Bangu é o único que depende de si mesmo. Uma vitória simples garante o título. Em caso de empate, terá de torcer para o Uberlândia não vencer o Grêmio Ipiranga (superaria o Uber no número de vitórias no caso de um empate), e também contra vitórias de Palmeirinha e Capão Raso.

2.º Uberlândia – 18 pts – 5 vitórias – saldo +10 – 27 gols pró

Enfrenta: Grêmio Ipiranga no Elba de Pádua Lima

Combinações para o título: Precisa vencer e torcer para o Bangu não vencer o Nova Orleans.

3.º Nova Orleans – 17 pontos – 5 vitórias – saldo +9 – 22 gols pró

Enfrenta: Bangu no Maurício Fruet

Combinações para o título: Precisa vencer o Bangu e torcer contra vitória do Uberlândia. Além disso, terá de torcer por tropeços de Palmeirinha e Capão Raso ou para que eles simplesmente não façam mais saldo ou superem os gols marcados.

4.º Palmeirinha – 17 pontos – 5 vitórias – saldo +8 – 21 gols pró

Enfrenta: Nacional no XV de Agosto

Combinações para o título: Precisa vencer o Nacional, torcer por tropeço do Bangu e do Uberlândia e para que o Capão Raso não o supere em saldo e gols marcados, caso este também vença. Em caso de empate entre Bangu e Nova Orleans, terá de superar o saldo do Bangu. Em caso de vitória do Nova Orleans sobre o Bangu, terá de superar o saldo do Nova Orleans.

5.º Capão Raso – 17 pontos – 5 vitórias – saldo +5 – 17 gols pró

Enfrenta: Imperial no José Carlos de Oliveira Sobrinho

Combinações para o título: Precisa vencer o Imperial, torcer por tropeços de Bangu e Uberlândia e superar o Palmeirinha no saldo, caso este também vença. Em caso de empate entre Bangu e Nova Orleans, terá de superar o saldo do Bangu. Em caso de vitória do Nova Orleans sobre o Bangu, terá de superar o saldo do Nova Orleans.

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Boletim da Suburbana 2017 – Edição 11

Na edição desta semana, a oitava rodada da Copa de Futebol Amador da Capital e a ida das semifinais da Taça Paraná. Destaque para a jornada no José Drulla Sobrinho.

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EXCLUSIVO: Capão Raso usou pelo menos três atletas irregulares contra o Uberlândia

“A verdade é filha do tempo, não da autoridade.” (Francis Bacon, o filósofo, não o delegado da partida)

Capão Raso que enfrentou o Uberlândia: a muito custo, time tirou foto posada no Parque Linear. Jogo teve delegado suspeitando de dois jogadores. Reportagem identificou três jogadores usando identidade de outros atletas

Matéria atualizada às 16h36 com informações a respeito da RDJ

Os leitores usuais talvez lembrem da reportagem nossa sobre a primeira rodada da Copa de Futebol Amador da Capital. Naquela tarde do feriado de 21 de abril, no Parque Linear, a preliminar foi o clássico entre Uberlândia e Capão Raso. Durante o jogo, quando o placar apontava 3 a 2 para o Uberlândia (a contenda acabou em 3 a 3), o delegado da partida, Francis Bacon, suspeitou da identidade de dois atletas durante a partida e pediu ao Capão Raso que mostrassem os cartões de identificação dos atletas novamente (para os não-iniciados, os jogadores recebem um cartão de identificação assim que são confirmados no BID, pelo menos na Federação Paranaense de Futebol). Diante da negativa, ele pediu ao árbitro Maykon Brito de Freitas que paralisasse a partida. O jogo recomeçou dez minutos depois após receberem aval do jurídico e da comissão de arbitragem e medidas seriam tomadas via relatório da partida.

PARÁGRAFO ATUALIZADO: Na súmula, esta de responsabilidade do árbitro, consta que não houve ocorrência disciplinar:

Reprodução da página de ocorrências disciplinares constante no relatório da partida

 

ATUALIZAÇÃO DE DOIS PARÁGRAFOS: Conforme explicou no comentário da matéria, o delegado da partida, Francis Bacon, enviou as evidências dele por meio de um outro documento chamado RDJ, que não tivemos acesso. Logo, o objeto deve estar com a procuradoria do TJD.

Na verdade, não só as suspeitas que Francis Bacon apontou estavam certas como o Capão Raso alinhou com pelo menos mais um jogador com identidade falsa, o camisa 10. O Futebol Metrópole teve acesso a documentos e cruzou com imagens das duas primeiras partidas do Capão Raso na temporada, imagens de arquivo e imagens cedidas para provar as irregularidades. Irregularidades estas já sob investigação pela procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) da Federação Paranaense de Futebol (FPF), pois um detalhe, que mais tarde esmiuçaremos, acabou pulando aos olhos da entidade.

Os jogadores marcados em vermelho não estiveram em campo no Parque Linear, comprovará esta reportagem

Os atletas (5) Carlos Eduardo Araújo, (8) Higor Sales Santos e (10) Wagner Holanda Martins não estavam em campo. Em um caso, conseguimos identificar o substituto. Nos outros dois, mostramos que não eram os verdadeiros jogadores com este nome. Teria sido um subterfúgio do Capão Raso para evitar um WO por falta de jogadores em condições físicas ou de agenda de trabalho naquela tarde.

A manobra pode custar pontos ao Capão Raso, vice-líder da Copa de Futebol Amador da Capital, com 11 pontos, um a menos que o líder Imperial, mas com uma partida a mais. O Tricolor de Aço ainda corre o risco de ser multado, sem contar possíveis suspensões a atletas, dirigentes e membros de comissão técnica dependendo do nível de envolvimento na manobra. Isso apenas no âmbito esportivo, que é o que nos interessa neste caso.

Carlos era Kairo

O primeiro jogador irregular detectado é o camisa 5, que constou na lista do Parque Linear como Carlos Eduardo Araújo, atleta que tinha jogado a temporada passada pelo Capão Raso, mas não identificamos em nenhum dos jogos que fizemos na temporada que passou.

Camisa 5 no Parque Linear estava usando a identidade de Carlos Eduardo Araújo

No entanto, o Capão Raso escalou o mesmo camisa 5 na partida seguinte, contra o Shabureya, com a mesma camisa porém com o nome verdadeiro. Era KairoPadilha da Silva, volante, com passagens por Fortaleza e Vila Sandra.

Contra o Shabureya, Kairo usou a mesma camisa da estreia, porém com sua identidade real

A maior estranheza que esta reportagem teve na partida do Parque Linear é que o Capão Raso retardou ao máximo a entrada em campo com o time pronto por vários minutos e o time foi bastante relutante para tirar foto posada, coisa nunca vista antes por este repórter. A muito custo, ainda sem saber de todo o rolo, o time foi convencido a tirar a foto. No entanto, vários atletas a tiraram de cabeça baixa, o que não impediu o reconhecimento de alguns.

Eis Kairo, marcado, ao fundo, quase escondido, na agora polêmica foto posada

Temos também uma imagem dele em campo, lembrando que o Capão Raso relacionou apenas 11 naquele jogo:

À direita, Kairo, marcado, na sobra da marcação no meio de campo

No jogo seguinte, contra o Shabureya, a reportagem chegou com a bola rolando, restando apenas uma foto do atleta em ação.

Kairo recebe marcação na partida contra o Shabureya, uma semana depois

O verdadeiro Higor Sales é goleiro e não estava no Parque Linear

Camisa 8 relacionado na partida estava sob o nome de Higor Sales Santos

O Capão Raso escalou com a camisa 8 no Parque Linear um atleta sob o nome de Higor Sales Santos. No entanto, o verdadeiro Higor Sales Santos é goleiro, tendo passado pelo próprio Uberlândia, adversário daquela tarde, uma irregularidade que foi questionada durante a paralisação, e é bem diferente do biotipo do atleta que alinhou naquela tarde no Cajuru.

 

Eis, marcado em vermelho, o atleta que atuou com a camisa 8 do Capão Raso

No entanto, olha a diferença para o verdadeiro Higor Sales:

O verdadeiro Higor Sales (foto cedida)

Quem atuou tem um tipo físico completamente diferente.

Falso Sabonete foi eficiente como o verdadeiro

Se você falar Wagner Holanda Martins, você talvez não reconheça, mas Sabonete é um jogador com nome na Suburbana

O terceiro jogador com identidade falsa passou despercebido pelo delegado da partida e pelos demais até aparecer na artilharia. Foi o camisa 10 da partida, autor de dois gols. Na súmula está usando o nome de Wagner Holanda Martins. A questão é que saltou aos olhos da Federação Paranaense de Futebol, pois é este o nome do meia Sabonete, registrado pelo Capão Raso, mas que está fora dos gramados devido a uma fratura no braço. Por isso, a promotoria do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) abriu investigação sobre o ocorrido na partida, o que aponta para mais um ato nos tribunais. Na última semana, tanto Uberlândia quanto Capão Raso foram (justamente) absolvidos das acusações de promover tumulto na partida.

Sabonete é um jogador dono de certo renome nos gramados devido à qualidade técnica e também pelo inegável carisma. O que assusta é que o substituto foi tão eficiente quanto o original, embora de características diferentes (atuou um atleta com excelente batida na bola no lugar de um meia-atacante insinuante na condução de bola).

Desempenho de Falso Sabonete chamou a atenção (reprodução da página de artilharia no site da FPF na última segunda-feira)

A reportagem, ao pegar as escalações da partida no Parque Linear, com a bola já rolando, e depois perguntar quem tinha de novo no time, chegou a perguntar por Sabonete, ouvindo a informação do técnico Júnior Saurim: “ele está machucado”.

O “Wagner” que atuou na partida foi este:

Um jogador de boa batida na bola atuou sob a identidade de Sabonete (e fez dois gols)

Enquanto que o verdadeiro Wagner Holanda “Sabonete” Martins é o que está sorrindo de lado nesta foto posada na Copa de Futebol Amador  do ano passado:

Marcado ali o verdadeiro Sabonete, bem diferente do que atuou no Parque Linear

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Capão Raso vence Shabureya; Uberlândia e Nova Orleans ficam no empate

Na esquerda, Bruninho comemora o segundo gol na vitória do Capão Raso sobre o Shabureya; Na direita, disputa de bola em ótimo jogo entre Uberlândia e Nova Orleans

Na rodada dupla da Copa de Futebol Amador da Capital, neste sábado (29), no Manoel Gustavo Schier, o Capão Raso levou a melhor ao vencer o Shabureya na partida de abertura por 3 a 1, enquanto que no esperado duelo de favoritos entre Uberlândia e Nova Orleans o placar terminou empatado em 1 a 1.

Os resultados tiraram o Nova Orleans da liderança, agora é o segundo com quatro pontos e três gols de saldo, atrás do arquirrival Imperial, este com 100% de aproveitamento e seis pontos. O Capão Raso é o terceiro, também com quatro pontos mas saldo +2. O Uberlândia agora é o oitavo com dois pontos. O Shabureya, com a derrota, despencou para a lanterna, com nenhum ponto e -3 gols de saldo.

Capão Raso e Nova Orleans se enfrentam na próxima rodada, próximo sábado (6), em “jogo solteiro” no José Carlos de Oliveira Sobrinho. No mesmo dia, às 13h30, o Shabureya visita o Palmeirinha, quarto colocado, no Elba de Pádua Lima. No mesmo horário, no Ricardo Halick, o Uberlândia enfrenta o Santíssima Trindade, sétimo colocado.

Gol cedo e adversário nervoso ajudam o Capão Raso

Antes mesmo que nossa equipe chegasse ao local do jogo (ossos do ofício), o Capão Raso abriu o placar. Aos 16 minutos, China errou uma inversão de bola e ela parou no peito de Lipe, que tirou um zagueiro da jogada e bateu na saída de Homero.

O time do Capão Raso teve chances de aumentar aproveitando erros de passe do Shabureya, que por sua vez tinha alguns momentos de lucidez no ataque. Pouco experiente em partidas federadas, disputou apenas a Série B da Suburbana do ano passado, o time citroalvinegro acabou abusando de reclamações e assim ficou carregado de cartões amarelos.

O Shabureya ficou com um homem a menos após pênalti cometido por Bueno, aos 14 minutos da etapa final. A arbitragem alegou reclamação acintosa para a expulsão direta. Aos 16 minutos, Bruninho cobrou e aumentou o marcador.

Mesmo com um a menos, o Shabureya não se intimidou e seguiu jogando como se tivesse 11, apesar do espaço maior para o time do Capão Raso. O gol de honra veio em um lance inusitado. Após reclamações, o árbitro Luciano de Pinho Tavares Filho consultou os dois auxiliares. Tom Gomes Rocha relatou que o goleiro Gênesis empurrou o atacante Júnior, que tinha acabado de entrar, e este revidou o empurrão. Logo, foi marcado pênalti e os dois atletas advertidos. Aos 22 minutos, Tchesco cobrou com força e diminuiu para o Shabu.

O gol animou o Shabureya, mas a equipe acabou tendo mais um jogador expulso: Neguinho, aos 24 minutos, também por reclamação. Mesmo com nove contra onze, a equipe seguiu dando algum trabalho ao Tricolor de Aço. Porém, a maior experiência e categoria pesou a favor do Capão Raso, que fechou o placar aos 38 minutos em uma excelente finalização de Jackson.

“Depois do empate com o Uberlândia, hoje fomos muito bem e graças a Deus saímos com a vitória”, disse o atacante Jackson, do Capão Raso, após o jogo.

“Nosso time foi bem, tivemos jogadores expulsos. Méritos para o Capão Raso, time que toca muito bem a bola, mas nosso time ainda irá incomodar muito neste ano”, disse Tchesco, zagueiro e volante do Shabureya, que fez seu primeiro gol em competições federadas.

Repercussão da semana

Após toda a confusão da semana passada, o delegado Francis Bacon colocou na súmula do Clássico UberRaso que não teria havido qualquer irregularidade na escalação do Capão Raso, diferentemente do que levou a crer suas suspeitas durante o duelo. Relembre como foi a partida.

Empate em alto nível

Se o resultado não foi bom para as duas equipes, deixando o Nova Orleans fora da liderança e o Uberlândia na parte inferior da tabela, o mesmo não se pode dizer da partida, um jogo em alto nível e cheio de chances para as duas equipes.

O Nova Orleans avançou bastante, especialmente pelo seu lado direito e perdeu várias chances, principalmente devido a uma atuação bastante consistente do goleiro Jiraya, do Uberlândia. Do outro lado, o Uberlândia explorou ambos os lados e também parou em boa atuação do goleiro Hiury.

Quem acabou saindo na frente foi o Nova Orleans, aos 26 minutos da etapa inicial, em trama encerrada com a finalização de Leomar.

No segundo tempo, o Nova Orleans aproveitou mais ainda seu lado direito do ataque e, após chances perdidas por Luanzinho e Kiki, foi a vez de Kiki cruzar e Luanzinho escorar de cabeça para igualar ao marcados aos 14 minutos.

A partir daí, a tática do Uber foi colocar para estrear o experiente centroavante Dinda e apostar principalmente na qualidade do centroavante como pivô. No entanto, aos 25 minutos, o volante Nepo recebeu o segundo amarelo, indo mais cedo para o chuveiro.

Quem esperava que o bom time do Nova Orleans fosse se aproveitar da superioridade numérica se enganou. O Uberlândia esteve mais próximo da virada nos minutos finais que o Nova Orleans de garantir a vitória. Ambos times tiveram chances de garantir os três pontos, numa partida franca, mas o placar terminou no 1 a 1 num espetáculo agradável para quem se dividiu entre o vento frio e o sol quente da primeira massa de ar polar do ano em Curitiba.

“Jogo bem disputado. Jogo aqui bem truncado. Tivemos chance de sair com a vitória, mas perdemos a chance, mas o empate acabou sendo bom pelo gol que consegui fazer e não ter saído com a derrota”, afirmou Leomar após o jogo.

“Jogo hoje muito forte. A gente soube se defender. Foi um jogo bom de muita intensidade. A gente se soltou depois da expulsão. Atacamos bastante e conseguimos segurar. Agradecer a todos do time pela força e pela vontade e que um ponto é melhor do que nada”, Disse Luanzinho.

Ficha Técnica:

Rodada dupla no Estádio Manoel Gustavo Schier, Vila Uberlândia, Novo Mundo, Curitiba

Shabureya 1 x 3 Capão Raso

Shabureya: Homero; Vermelho, Gabba, Bueno e China; Tchesco (Cléber), Murian (Clésio), Matheus (Guto) e Gibson; Wesley (Júnior) e Felipe (Neguinho). Técnico: Pepe.

Capão Raso: Gênesis; Polaco, Diego Couto, Gustavo e Cléverson; Cairo, Thiaguinho, Bruninho e Lipe; Jackson e Élder (Luan). Técnico: Júnior Saurim.

Arbitragem: Luciano de Pinho Tavares Filho, Tom Gomes Rocha, Andrey Valenga Guimarães.

Gols: Lipe (CRA, aos 16’/1.º), Bruninho (CRA, aos 9’/2.º), Tchesco (SHA, aos 22’/2.º), Jackson (CRA, aos 38’/2.º)

Cartões Amarelos: Romero, Gabba, China, Wesley, Júnior (SHA); Gênesis, Diego Couto, Bruninho (CRA).

Cartões Vermelhos: Bueno (SHA, aos 14’/2.º, reclamação), Neguinho (SHA, aos 24’/2.º, reclamação)

Uberlândia 1 x 1 Nova Orleans

Uberlândia: Jiraya; Luizinho (Juliano), Luan, Alex Paiva e Alan (Marlon); Nepo, Caíque (Dênis), Mineiro e Luanzinho; Paulinho (Dinda) e Kiki. Técnico: Joãozinho Ribeiro.

Nova Orleans: Hiury; Márcio (João), Nathan, Du e Victor Tilly; Erick (Everton), Molão, Thiago Oliveira e Leomar (Moisés); Ricardinho e Igor. Técnico: Bruno Garcia (interino, pois Alexandre Oliveira não pôde comparecer devido a compromissos particulares)

Arbitragem: Cristiano Antônio Teixeira, Tom Gomes Rocha, Andrey Valenga Guimarães.

Gols: Leomar (UNO, aos 26’/2.º), Luanzinho (UBE, aos 14’/2.º)

Cartões Amarelos: Luizinho, Alex Paiva, Nepo (UBE); Du, Nathan, Molão, Thiago Oliveira, Leomar Ricardinho, Jorge (UNO).

Cartão Vermelho: Nepo (UBE, aos 25’/2.º, dupla advertência)

Confira imagens das partidas:

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Em tarde tumultuada, Trindade vence e clássico termina empatado sob suspeita de fraude

À esquerda, o delegado Francis Bacon comunica ao árbitro Maykon Brito de Freitas a possibilidade de fraude na escalação do Capão Raso. À direita, Santíssima Trindade e Shabureya fizeram um jogo com muitas reclamações da arbitragem

A rodada inaugural da Copa de Futebol Amador da Capital no Parque Linear, sábado (21) à tarde, ainda dará muito o que falar. Na preliminar, o clássico entre Uberlândia e Capão Raso terminou empatado em 3 a 3 num duelo com duas viradas de placar, mas deverá ter desdobramentos no tapetão, pois o Capão Raso terá quase certamente de enfrentar a acusação de ter escalado dois jogadores irregulares usando os documentos de outros, arriscando a perder pontos na competição já na largada. No jogo de fundo, o Santíssima Trindade, dono da casa, venceu o caçula ninja Shabureya de virada por 2 a 1, num duelo nervoso com três expulsões e reclamações em lances de impedimento e nos pênaltis marcados e não marcados.

A rodada terminou com o Santíssima Trindade na terceira posição com três pontos, Capão Raso e Uberlândia dividindo a quinta colocação com um ponto e o Shabureya no oitavo posto sem nenhum. Na próxima rodada, sábado, dia 29, Shabureya e Capão Raso se encontram no Manoel Gustavo Schier às 13h30, mesmo local que o Uberlândia volta a campo, às 15h30, contra o líder Nova Orleans. O Santíssima Trindade vai até o Elba de Pádua Lima, às 15h30, e encara o lanterna Palmeirinha.

Difícil de sair

A preliminar entre Uberlândia e Capão Raso apresentou um Uber começando com goleiro improvisado no meio e um Capão Raso sem reservas. O Tricolor de Aço, nos primeiros minutos, mostrou extrema dificuldade em sair jogando da defesa, com muitos passes errados provocados pela marcação com pressão do Uberlândia na saída de bola. Foi assim que, aos 17 minutos, o Uberlândia conseguiu uma falta frontal e Luanzinho bateu com precisão para abrir o placar para o time do papagaio.

A primeira virada

O gol fez o Capão Raso ir para a frente. Aos 26 minutos, o Tricolor de Aço arranjou uma falta na direita. Wagner teve sagacidade suficiente para bater direto e surpreender o goleiro Gaúcho, empatando o jogo.

A virada do Capão veio logo aos 31 minutos com uma bola cruzada na área que resultou na infelicidade do zagueiro Alex Paiva, que mandou contra as próprias redes.

A segunda virada

Para o segundo tempo, o Uberlândia voltou com o lateral-esquerdo Alan, que havia chego mais tarde, no lugar do goleiro improvisado de volante Jiraya. Alan entrou voando e fez o Uber crescer no jogo. A nova virada virou questão de tempo e foi relâmpago com duas bolas sobrando no meio da área. A primeira, aos 12 minutos, foi para Kiki. A segunda, aos 14 minutos, encontrou o pé de Boca. No entanto, os atacantes da equipe desperdiçaram pelo menos três chances claras de definir a partida.

O tumulto e a suspeita de fraude

Enquanto isso, o delegado da partida, Francis Bacon, notou uma possível fraude na escalação do Capão Raso quando à identidade dos meias Carlos Eduardo e Igor Sales. Ao pedir novamente os cartões à comissão técnica e à diretoria do Tricolor de Aço, recebeu uma negativa. Assim, pediu a paralisação da partida aos 18 minutos da etapa final e entrou em contato com o suporte jurídico da Federação Paranaense de Futebol (FPF) enquanto que o árbitro Maykon Brito de Freitas contatou o presidente da comissão de arbitragem, Afonso Vítor de Oliveira, para saber quais as medidas cabíveis e evitar futuros problemas para eles no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD).

Neste meio tempo, o delegado fotografou os jogadores cuja identidade está sob suspeita. A informação deverá constar na súmula da partida e deverá levar o Capão Raso a julgamento caso a promotoria do TJD confirme a fraude cruzando a imagem dos atletas com as informações que constam no BID e no cartão de identificação da entidade. Caso seja punido, o Capão Raso deve perder quatro pontos, fora possíveis multas e outros desdobramentos, pois a acusação neste caso cai no crime de falsidade ideológica.

Após dez minutos, a arbitragem recebeu o aval e o jogo pôde continuar, com o tempo corrido somado aos acréscimos.

Quem não faz…

O desperdício de chances do Uberlândia custou caro. Com o jogo indo até os 59 minutos do segundo tempo, dez de paralisação mais quatro de acréscimos, deu tempo para o empate do Capão Raso. Wagner cobrou pênalti aos 51 minutos para alcançar o placar de 3 a 3. Ainda deu tempo de uma expulsão, a do lateral-direito Alex, do Capão Raso, aos 56 minutos, após segunda falta para amarelo.

O resultado gerou satisfação por parte dos dois treinadores. “Viemos com a base apenas do ano passado sem os reforços. Foi uma estreia razoável. Capão Raso fez as oportunidade que teve, e nós perdemos muitas e acho que o resultado foi justo pelo que apresentaram”, afirmou o técnico do Uberlândia, Joãozinho Ribeiro. “Fizemos baita jogo. Independente de erro de arbitragem, se o gol deles estava impedido ou não, mas o resultado foi justo pelas duas equipes que lutaram”, completou o técnico do Capão Raso, Júnior Saurim.

Ninjas à toda

No jogo de fundo entre Santíssima Trindade e Shabureya, o time visitante começou à toda. Usando bem os lados do campo, o time citroalvinegro conseguiu chegar à abertura do placar logo aos 13 minutos de jogo. O lateral-direito Bolinha arrancou pelo flanco e bateu cruzado, surpreendendo o goleiro Jeci.

O Trindade tinha dificuldade de chegar e viu as coisas se complicarem com a expulsão de Lelo aos 41 minutos após segundo cartão amarelo.

Falha nossa

Confiamos demais na tecnologia e ela nos deixou na mão. No fim do primeiro tempo do jogo de fundo, nossa bateria de celular morreu. Pior: o carregador reserva também acabou, em mais uma comprovação empírica da Lei de Murphy. Sendo assim, ficamos devendo imagens do segundo tempo da partida.

Visitante de quatro patas

E justamente no segundo tempo da partida, um visitante rondou o campo. Mesmo sob esforço da arbitragem, o cão não deixou o gramado. Sorte do espetáculo que ele ficou restrito maior parte do tempo à linha de lado. Em certo momento, até deu uma saída, mas voltou para conferir o espetáculo como se fora ponta-direita do time local.

Para ver como foi real, o cão esteve boa parte da segunda etapa na linha de lado (Foto: Bueno Jonas). Deixamos aqui o nosso sincero agradecimento pela imagem

Virada e polêmica

Durante a partida, os dois times se irritaram bastante com a marcação de diversos impedimentos. Aos 14 minutos, o árbitro Jhonathan Fossa da Cruz marcou pênalti em toque de mão de Bolinha. O autor do gol do Shabureya já tinha amarelo e acabou sendo expulso, deixando dez homens para cada lado. Aos 15 minutos, Rodolfo bateu com categoria e empatou a partida deslocando o goleiro Homero.

O Shabu passou a apostar nas subidas do bom volante/lateral Vermelho, enquanto que as respostas do Santíssima Trindade se concentravam no incisivo lateral Baiano. Logo após o gol de empate, houve um lance de pênalti a favor do Santíssima Trindade não marcado, considerado mais acintoso pelo próprio banco do Shabureya que o pênalti marcado.

A polêmica maior veio aos 29 minutos com o pênalti marcado em toque atribuído a Tchesco. O zagueiro do Shabureya mostrou em vão a marca de bolada na barriga ao árbitro, que manteve a decisão. Rodolfo repetiu a cobrança rigorosamente igual à primeira e colocou o Trindade em vantagem no placar.

No final da partida, aos 45 minutos, Felipe do Santíssima Trindade foi expulso direto por entrada por trás, deixando o time da casa com nove atletas durante o período de acréscimos.

“Fizemos bom jogo diante do Shabureya e conseguimos sair com virada com dois gols no segundo tempo”, analisou o técnico estreante do Santíssima Trindade, Oscar Kirsten, que substitui Jean Pierre, que se tornou vice-presidente do clube. “O time começou bem. Caímos na pressão dos caras. É difícil jogar aqui. A gente se perdeu. Não podemos falar de arbitragem, mas prejudicou. Muitos atletas jovens sentiram, mas é um grupo que vai crescer muito e foi bem hoje”, afirmou Pepe, técnico do Shabureya.

Arco-íris

Uma chuva fraca caiu nos minutos finais da partida e exatamente ao apito final, um frondoso arco-íris apareceu no Parque Linear. Infelizmente não temos a imagem do fenômeno, que acompanhou o pôr do sol no sentido contrário.

Ficha técnica das partidas:

Rodada dupla no Parque Linear, Cajuru, Curitiba

Uberlândia 3 x 3 Capão Raso

Uberlândia: Gaúcho; Luan, Thiagão, Alex Paiva e Luizinho; Nepo, Jiraiya (Alan), Juliano (Marlon) e Luanzinho; Boca e Kiki. Técnico: Joãozinho Ribeiro.

Capão Raso: Gênesis; Alex, Diego Couto, Jean e Bruninho; Carlos Eduardo*, Igor Sales*, Lipe e Wagner; Luan e Jackson. Técnico: Júnior Saurim.

* Jogadores com identidade sob suspeita

Arbitragem: Maykon Brito de Freitas, Reube Dorychlop dos Reis, Simone Nascimento.

Gols: Luanzinho (UBE, 17’/1.º), Wagner (CRA, aos 26’/1.º, aos 51’/2.°), Alex Paiva (contra, a favor do CRA, aos 31’/1.º), Kiki (UBE, aos 12’/2.º), Boca (UBE, aos 14’/2.º)

Cartões Amarelos: Nepo, Kiki, Alan (UBE); Alex, Jean, Carlos Eduardo, Igor Sales, Jackson (CRA).

Cartão Vermelho: Alex (CRA, aos 56’/2.º, dupla advertência)

Santíssima Trindade 2 x 1 Shabureya

Santíssima Trindade: Jeci; Baiano, Folha, Juliano e Lelo; Marcão, Lelê, Henrique (Du Love) e Rodolfo; Wesley (Júnior) e Tom (Felipe). Técnico: Oscar Kirsten.

Shabureya: Homero; Bolinha, Cleber, Tchesco e China; Vermelho, Murian (Herisson), Gibson e Matheus (David); Wesclei (Guto) e Felipe (Neguinho). Técnico: Pepe.

Arbitragem: Jhonathan Fossa da Cruz, Simone Nascimento e Reube Dobrychlop dos Reis.

Gols: Bolinha (SHA, aos 13’/1.º), Rodolfo (STR, aos 15’/2.º, aos 29’/2.º).

Cartões Amarelos: Lelo, Du Love (STR); Bolinha, Tchesco, China, Vermelho (SHA).

Cartões Vermelhos: Lelo (STR, aos 41’/1.º, dupla advertência), Bolinha (SHA, 14’/2.º, dupla advertência), Felipe (STR, aos 45’/2.º, vermelho direto por entrada por trás).

Confira imagens das partidas:

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Santa Quitéria ultrapassa Capão Raso e reedita final de 2015 contra Iguaçu

Jogadores do Santa Quitéria comemoram o gol de Massai. Decisão será a revanche do ano passado

Jogadores do Santa Quitéria comemoram o gol de Massai. Decisão será a revanche do ano passado

Com um gol solitário de Massai, o Santa Quitéria confirmou seu favoritismo e bateu o Capão Raso por 1 a 0 na partida de volta das semifinais da Suburbana. O resultado da tarde deste sábado (5) no Maurício Fruet colocou o atual campeão na decisão da Suburbana, que havia vencido a ida por 2 a 1, defronte o Iguaçu, que foi buscar a vaga nos pênaltis, numa reedição da decisão de 2015. Desta vez, a ida será no Egydio Ricardo Pietrobelli e a volta no Maurício Fruet, com possibilidade de terceiro jogo, com datas a definir pela FPF, provavelmente a partir do dia 19 de novembro.

“Se Deus quiser, será uma grande decisão. Será difícil e temos de continuar com o foco que temos desde o começo do campeonato, sem mudar a postura. É um adversário forte com excelentes jogadores. O foco nosso é o título”, disse Massai, autor do gol, logo após a partida.

Para o Capão Raso, fica o consolo de ter chego entre os quatro melhores em uma temporada em que foi confirmado na elite em cima da hora, surpreendendo vários times favoritos. “Infelizmente não deu. Nós lutamos e tentamos, mas perdemos a classificação nos detalhes, com três erros que viraram gol deles. Desejamos agora boa sorte para eles na decisão”, afirmou Flavinho do Capão Raso.

 

O jogo

A partida poderia ser o duelo entre os artilheiros do campeonato, Diego Armando do Capão Raso e Robson do Santa Quitéria, ambos com nove gols, mas bem marcados, não tiveram muito espaço para brilhar.

O Capão Raso apostou em bolas cruzadas e escanteios, enquanto Santa Quitéria usou muito o trabalho de seus meias para tentar furar a defesa do Tricolor de Aço.

O gol solitário da partida acabou saindo justamente da trama de dois meio-campistas. Aos 43 do primeiro tempo, o zagueiro Baloy sofreu uma falta perto do círculo central. O volante Aroldo tocou com bastante inteligência em profundidade para Massai, que pegou a defesa desprevenida e arrancou para bater na saída de Gênesis.

A segunda etapa teve boa participação dos goleiros, com direito a Jonas ficar a centímetros de anotar mais um gol de falta. Mas foi o suficiente para a festa da torcida do Santa Quitéria, presente em bom número em sua casa.

Ficha Técnica:

Santa Quitéria 1 x 0 Capão Raso

Estádio Maurício Fruet, Santa Quitéria, Curitiba

Santa Quitéria: Jonas; Lito, Baloy, Jair e Marabá (Jean); Aroldo (Edinaldo Pedra), Orlei, Edson Grilo e Massai (Luan); Robson (Luan) e Jônatas Ometele. Técnico: Valmir Constantino.

Capão Raso: Gênesis; Felipe, Couto (Jackson Laguna), Hudson e Go (Flavinho); Daniel, Piter (Sabonete), Feijão e Roney; Diego Armando e Giovane (John). Técnico: Junior Saurin.

Arbitragem: Leandro José Mendes, Alessandro Antônio Gonçalves e João Cleber Cecatto Wagner.

Gol: Massai (SQT, aos 43’/1.º)

Cartões Amarelos: Jair, Aroldo, Luan (SQT); Feijão, Roney, Flavinho (CPR).

Confira imagens da partida:

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FPF suspende duelo entre Capão Raso e Novo Mundo pela Suburbana Juvenil

A Federação Paranaense de Futebol (FPF) anunciou na noite desta sexta-feira (27) a suspensão da semifinal juvenil entre Capão Raso e Novo Mundo no José Carlos de Oliveira Sobrinho. A partida seria realizada às 14h30.

O motivo da suspensão do duelo é a denúncia de utilização de jogador irregular por parte da equipe do Capão Raso, o que pode significar perda de pontos e a consequente eliminação da equipe nas quartas de final, fase recém-encerrada. Caso seja condenado no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), a vaga nas semifinais passará ao Vila Fanny, que havia sido eliminado no campo. Caso seja absolvido, a semifinal juvenil será realizada entre os times previamente classificados. As novas partidas só serão marcadas após o julgamento.

Em nota, a FPF alegou que prefere aguardar o julgamento para não prejudicar o andamento da competição. As demais partidas, no caso as semifinais entre Renovicente e Trieste, serão jogadas normalmente, assim como a rodada completa dos adultos.

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Nova Orleans e Capão Raso empatam em jogo nervoso e agora dividem a Zona do Agrião

Empate por 1 a 1 deixou tanto Nova Orleans quanto Capão Raso na Zona do Agrião: nem classificação e nem rebaixamento

Empate por 1 a 1 deixou tanto Nova Orleans quanto Capão Raso na Zona do Agrião: nem classificação e nem rebaixamento

Num jogo de jogadas duras, muitas faltas e discussão, Nova Orleans e Capão Raso ficaram no empate por 1 a 1, na tarde de sábado (13), no Estádio José Drulla Sobrinho. Diego Armando fez o gol do Capão Raso, enquanto que Eder fez o gol do Nova Orleans.

“Nosso time lutou desde o inicio atrás do resultado. O primeiro tempo foi apático e o segundo entramos com propósito de fazer uma blitz e o time deles se fechou. Conseguimos o empate. E depois foi isso que vocês viram com uma pressão. Tentamos furar, mas não conseguimos. A gente vem trabalhando a semana semana inteira para a primeira vitória chegar o mais rápido possível, pois aí abre a porteira e nosso time vai brigar para ficar entre os quatro. Chegando, a gente vê o que acontece”, afirmou após o jogo o atacante Eder, autor do gol alviverde. O Nova Orleans segue em décimo agora com dois pontos.

“Acho que é bom um empate fora de casa, mas no caso de hoje não podíamos ter perdido, pois saímos na frente e numa bobeira, que alertamos para entrarmos ligados no começo do segundo tempo, tomamos o empate. Agora é trabalhar para sequência”, lamentou Diego Armando. O Capão Raso caiu para a nona colocação chegando aos quatro pontos e ficando fora da zona de classificação por dois gols de saldo que o Operário Pilarzinho tem a mais.

Ambas na chamada Zona do Agrião, justamente as duas posições em que não se classifica e nem cai para a Série B, as duas equipes terão desafios opostos na próxima rodada, ambos em seus domínios no próximo sábado, dia 20. O Capão Raso recebe o líder Santa Quitéria no José Carlos de Oliveira Sobrinho. O Nova Orleans recebe o lanterna Nacional no José Drulla Sobrinho. Os juvenis entram em campo às 13h30 e os adultos às 15h30.

Homenagens

Time do Nova Orleans posa com faixa em homenagem ao presidente Mario Lipinski, morto na noite de segunda-feira: equipe atuou com faixa de luto e toda a rodada teve minuto de silêncio

Time do Nova Orleans posa com faixa em homenagem ao presidente Mario Lipinski, morto na noite de segunda-feira: equipe atuou com faixa de luto e toda a rodada teve minuto de silêncio

O Nova Orleans teve uma semana triste fora de campo. Na última segunda-feira (8), morreu o presidente do clube, Mario Lipinski, que comandava o clube desde 2013, incluindo a campanha vitoriosa de 2014, o segundo título do clube fundado desde 1973. Os atletas entraram em campo com faixa homenageando o dirigente, assim como os times adulto e juvenil do UNO utilizaram faixas de luto em seus uniformes durante a rodada. Foi em memória de Lipinski que todos os jogos da Suburbana tiveram minuto de silêncio.

Em campo, a vida seguiu dura

Com a bola rolando, a primeira impressão foi a de que teríamos expulsões, o que não se confirmou, tendo o jogo nove cartões amarelos. O duelo entre Nova Orleans e Capão Raso foi bastante ríspido, com entradas fortes das duas equipes e primeiros minutos com muito nervosismo na hora de desarmar e na hora de finalizar.

Quem acabou sendo mais eficiente foi o Capão Raso. Aos 38 minutos, o centroavante Diego Armando aproveitou cruzamento da esquerda e cabeceou para vencer o goleiro Jura.

Family Feud

Na escalação inicial, o Nova Orleans contou com os primos Bruninho e Bitoca. No time do Capão Raso, uma substituição no intervalo colocou Ronei, irmão de Diego Armando. A primeira participação de Ronei, um carrinho forte em adversário, gerou um empurra-empurra. No meio da confusão, Ronei foi empurrado e Diego Armando foi tomar as dores do irmão.

“Quando mexe com irmão da gente, a gente se dói. Confusãozinha básica, mas os caras são parceiros”, disse o atacante do Capão Raso após o jogo. “Vou ser bem sincero: este é o verdadeiro futebol amador: tem técnica, mas muita pegada”, complementou Eder, do Nova Orleans.

Empate e blitz

O empate do Nova Orleans veio cedo no segundo tempo. Pênalti marcado e convertido por Eder, um chute forte no canto do goleiro Gênesis aos 5 minutos. Foi o suficiente para inflamar o time do Nova Orleans. A partida teve diversas paralisações para atendimento de jogadores, com o Capão Raso perdendo seu goleiro por lesão aos 26 minutos.

O Nova Orleans, que ainda não venceu na competição, tratou de perder várias chances, muito por ansiedade. Do outro lado, o Capão Raso tentava encaminhar contra-ataques para matar o jogo. Quase deu certo, mas John perdeu uma chance incrível nos longos (e realmente justos pelas paralisações) sete minutos de acréscimos ao chutar para fora bola cruzada baixa no meio da área que poderia significar a vitória do Tricolor de Aço.

Depois do apito final, tivemos uma discussão ríspida entre alguns integrantes das duas equipes, debelada rapidamente pela “turma do deixa disso”.

Empate nos juvenis manteve liderança do Orleans

Na preliminar, os juvenis de Nova Orleans e Capão Raso fizeram um duelo movimentado. A equipe visitante perdeu um pênalti no início da partida, defendido pelo goleiro alviverde. No fim da etapa inicial, aos 40, o Capão Raso abriu placar por meio de Rhuan. Assim como no jogo de fundo, o empate do UNO saiu no começo do segundo tempo, aos 3 minutos, com Johnny.

O Nova Orleans, que manteve boa parte da competitiva equipe da temporada passada, segue como líder isolado com dez pontos, mas agora vê rivais no retrovisor. O Capão Raso ocupa a oitava posição com quatro pontos.

Ficha Técnica:

Nova Orleans 1 x 1 Capão Raso

Estádio José Drulla Sobrinho, Nova Orleans, Curitiba

Nova Orleans: Jura; Buiú, Nathan, Erick e Victor Tilly; Juarez, Bitoca, Juliano (Molão) e Bruninho (Leomar); Eder e Igor. Técnico: Alexandre Oliveira.

Capão Raso: Gênesis (Diego); Felipe, Wissan, Couto e Go (Flavinho); Hudson, Daniel, Lincoln e Giovanny (Ronei); Diego Armando e Leandro (John). Técnico: Júnior Saurin.

Arbitragem: Murilo Ugolini Klein, Fabrício da Silva Martins e Jonathan Evers Dias.

Gols: Diego Armando (CRA, aos 38’/1.º), Eder (UNO, 5’/2.º)

Cartões Amarelos: Nathan, Juarez, Eder, Molão (UNO); Wissan, Couto, Hudson, Leandro, Ronei (CRA).

Confira imagens das partidas:

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Jogo entre Santíssima Trindade e Capão Raso é cancelado

SantXCraso

Sem chances de classificação, equipes cancelaram duelo em comum acordo

Já sem chances de classificação e em um jogo que não influenciaria em nada a tabela futura, Santíssima Trindade e Capão Raso decidiram cancelar o duelo que ocorreria sábado (7), às 14 horas, no Octávio Silvio Nicco, no Mossunguê, Pela Copa de Futebol Amador da Capital. O cancelamento em comum acordo de jogos que não tenham mais serventia para classificação e definição de pontuação de fases futuras é previsto em regulamento e pode ser feito em comum acordo entre as equipes.

Com isso, a rodada terá apenas cinco jogos, sendo os três originalmente programados para o Grupo B, incluindo o jogo de fundo entre Uberlândia e Imperial no mesmo estádio, e os dois jogos remanescentes do Grupo A, que termina com Capão Raso em quinto e o Santíssima Trindade em sexto. Eis a tabela original (ainda com o jogo cancelado). Isto é o que cada time precisa, ainda constando o duelo cancelado.

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