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Decisão da Série B juvenil é finalmente marcada

A decisão da Série B Juvenil da Suburbana finalmente irá iniciar. Nacional e Caxias fazem um derby do Boqueirão na decisão da competição a partir deste sábado (9), às 15h30, no João Santana da Silva, casa do Caxias. A confirmação do jogo, com arbitragem definida e tudo, põe fim a um impasse que atrasou a decisão em cerca de um mês.

O Urano, que conquistou a classificação em campo, acabou eliminado por usar um jogador suspenso em uma das partidas da semifinal contra o Caxias. A equipe do Xaxim alegou falta de legibilidade na punição de cartão amarelo em uma partida da primeira fase, o que teria induzido o clube ao erro quando o atleta recebeu o verdadeiro terceiro amarelo e acabou jogando no jogo da semifinal. O argumento acabou recusado pelo TJD. Com isso, o Caxias entrou no lugar do Azulão e jogará a decisão contra o Nacional. O time alvianil terá a vantagem de jogar o jogo de volta, inicialmente marcado para dia 16, às 14h30, em seus domínios.

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Baixe o pôster do Caxias, campeão da Série B Juvenil da Suburbana 2015

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Poster Caxias

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Caxias vence São Braz e é o campeão da Série B Juvenil da Suburbana

Jogadores do Caxias erguem a taça de campeão da Série B Juvenil: duas vitórias sobre o São Braz nas decisões

Jogadores do Caxias erguem a taça de campeão da Série B Juvenil: duas vitórias sobre o São Braz nas decisões

O Caxias sagrou-se campeão da Série B Juvenil da Suburbana ao bater o São Braz por 1 a 0, na tarde deste sábado (12), no Recanto Tricolor, em Almirante Tamandaré, em jogo preliminar à decisão da Série B Adulta da Suburbana. O gol solitário da partida foi marcado por Assis, aos 33 minutos do 2.º tempo.

“Foi muito trabalho desde janeiro, batalhando debaixo de chuva e sol, e graças a Deus pude ajudar com um gol para aliviar a vitória. Foi uma bola vinda de trás, que o goleiro rebateu e pude finalizar”, contou Assis, que é meio-campista e terminou bem longe dos 23 gols de Gustavo e dos 17 de Andrey Aquino, seus companheiros de Caxias, artilheiro e vice-artilheiro, respectivamente.

O jogo

Após vencer a ida por 3 a 2, um empate bastava para o Caxias. Por isso, coube ao São Braz a iniciativa do jogo. O Tricolor Atômico esteve por duas vezes claramente perto do gol que poderia levar a decisão para os pênaltis ao acertar duas vezes a trave do time do Caxias.

A partir da segunda etapa, ficou mais clara ainda a intenção do time do técnico Paulo Roberto em explorar os contra-ataques, chamando o São Braz para seu campo.

O jogo foi disputado sob alta temperatura e isso impactou no time do São Braz, que cansou e diminuiu o ritmo, tendo ainda um jogador expulso, o que propiciou que o Caxias melhorasse de rendimento e se assanhasse ao ataque.

E foi aos 33 minutos que o gol que selou o título saiu. Após bate e rebate na área, Assis, camisa 5, apareceu como elemento surpresa e bateu para fazer o gol solitário do time da Zona Sul.

Superstição vermelha

O Caxias usou um uniforme vermelho diferente do que estava usando. A camisa da decisão tinha uma marca da Prefeitura de Curitiba usada entre 2001 e 2004. Segundo a comissão técnica, foi escolha da diretoria do clube por ter sido a camisa com que a equipe conquistou um título.

Confira imagens da partida:

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Uberlândia vence Caxias e carimba passaporte para a 2.ª Fase

Rafa (10) comemora o segundo gol do Uberlândia sobre o Caxias: jogo duro valeu classificação ao Periquito

Rafa (10) comemora o segundo gol do Uberlândia sobre o Caxias: jogo duro valeu classificação ao Periquito

Num jogo bastante disputado na tarde deste sábado (26), no Manoel Gustavo Schier, o Uberlândia venceu o Caxias por 2 a 0 e alcançou a classificação para a 2.ª Fase da Série B da Suburbana. Quintino e Rafa fizeram os gols que levaram ao delírio a ruidosa torcida do Periquito, que fechou a 1.ª Fase com a terceira colocação do Grupo A, com 17 pontos, superando o quarto colocado, o Grêmio Ipiranga, também classificado, no saldo de gols. O Caxias, que havia entrado em campo sem chances de classificação, encerrou a competição na sétima posição com 10 pontos.

“Graças a Deus, chegou a tão dura classificação. Estou feliz por fazer gol, pois eu amo pra caramba este time. Tem de dar parabéns a todos os piás que estavam ao meu lado. É assim mesmo, tem de roer o osso, pois se fosse facinho, nenhum time chegava”, disse após o jogo, bastante emocionado, o camisa 10 Rafa, capitão da equipe do Uberlândia e autor do segundo gol. “À metade do caminho chegamos. Classificamos e era o objetivo. Agora é entrar na segunda fase para brigar. Vai ser difícil ganhar da gente, um grupo qualificado, que tem atletas que estão com vontade e treinando. Vamos brigar. Pode esperar que quem for jogar contra o Uberlândia vai se complicar”, projetou Quintino, autor do primeiro gol.

O Uberlândia ficou no Grupo C da 2.ª Fase, com o arquirrival Capão Raso, dono de um ponto extra, São Braz e Palmeirinha. O Grupo D ficou com Combate Barreirinha, com um ponto extra, Imperial, Vasco e Grêmio Ipiranga.

O jogo

Uma vitória garantiria a vaga ao Uberlândia sem depender de outros resultados e assim o time tomou a iniciativa do jogo, chegando a marcar em dois lances anulados por impedimento. Do outro lado, sem pretensões de classificação, o Caxias entrou em campo com a intenção de dar uma última boa impressão e assim o fez, acertando bola na trave e dando trabalho para a defesa do time da casa principalmente com a dupla de ataque formada por Alison e Mosquito.

O Uberlândia chegou à abertura do placar aos 22 minutos do 1.º tempo. Quintino recebeu lançamento e ficou cara a cara com o goleiro Jeffinho, o deslocando e batendo para as redes.

Na segunda etapa, o Caxias cresceu no jogo e colocou a vitória do Uberlândia sob ameaça (a classificação ficou segura com a surpreendente vitória do Bairro Alto sobre o Tanguá por 3 a 1 que tirou o adversário da briga). Mas o desafogo veio aos 32 minutos após lançamento de Cenoura e conclusão de Rafa, ampliando o marcador. Mas a expulsão de Vagner, aos 36 minutos, pelo segundo cartão amarelo, deixou o Uberlândia com um a menos e garantiu um pouco de tensão até o apito final e a festa dos jogadores com a torcida.

A Linha Verde que não amadurece

Um acidente da Linha Verde, caminho entre as sedes de Caxias e Uberlândia, trouxe algum transtorno ao time visitante. O técnico Júlio César, o Júlio Maluco, chegou em cima da hora da partida. O jogador Cléverson conseguiu chegar ao Manoel Gustavo Schier com a partida em andamento e entrou na segunda etapa.

Pau pra toda obra

Se na partida entre Bangu e Nova Orleans pela Série A havia a possibilidade de um atacante de origem fazer as vezes de goleiro reserva, o time do Caxias teve jogador fazendo o percurso inverso. Negão, que é goleiro reserva de origem, vestiu uniforme de linha e ficou à disposição do treinador. E acabou entrando por pouco mais de 10 minutos no fim da partida como ponta-direita, fruto do elenco reduzido com apenas 13 relacionados.

Ah ah ah minha pipa tá no ar!

Do final do primeiro tempo até o fim do intervalo da partida dos adultos, uma pipa sobrevoou o campo de jogo, chegando a ficar a poucos metros do solo. Passado o intervalo, o objeto voador bem identificado parou de dar o ar da sua graça.

Eis a pipa que sobrevoou o campo do Uberlândia. Para os mais novos: isto não é um drone com fio

Eis a pipa que sobrevoou o campo do Uberlândia. Para os mais novos: isto não é um drone com fio

Nos juvenis, Caxias ratifica liderança e ponto extra

Nos juvenis, o Uberlândia entrou em campo sem chances de classificação e o Caxias jogou para confirmar o primeiro lugar da chave. E deu Caxias por 4 a 2 em um jogo com cinco gols de bola parada.

O único gol de bola rolando foi de Aquino do Caxias aos 25 minutos do 1.º tempo. O empate do Uberlândia veio num golaço de Hasley em uma falta esquinada. Na segunda etapa, cobrando pênalti aos 12 minutos, Vinícius colocou o Caxias novamente na frente. A resposta veio aos 19, também de pênalti, com Fernando.

A partir daí o placar só se movimentou com o Caxias e com a pontaria de Gustavo batendo faltas, a primeira aos 26 e a segunda aos 39 minutos. O resultado garantiu um ponto extra ao Caxias na próxima fase da Série B da Suburbana Juvenil.

Ficha Técnica:

Uberlândia 2 x 0 Caxias

Estádio Manoel Gustavo Schier, Vila Uberlândia, Novo Mundo, Curitiba

Uberlândia: Osni (Igor); Felipe (Wesley), Nepo, Alex e Vagner; Maicon, Boca (Oberdan), Mail (Nardo Carioca) e Rafa; Quintino (Alan) e Cenoura. Técnico: Joãozinho.

Caxias: Jeffinho; Sassá (Cléverson), Luan, Pedro e Rafael; Erik, Dedé, Joãozinho Madureira (Negão) e Egeu; Alison e Mosquito. Técnico: Júlio César.

Arbitragem: Thiago Moraes Escobar, Alessandro Antônio Gonçalves e Deniel Carvalho.

Gols: Quintino (UBE), aos 22’/1.°; Rafa (UBE), aos 32’/2.º.

Cartões amarelos: Vagner, Maicon, Rafa (UBE); Pedro (CAX).

Cartão vermelho: Vagner (UBE), por dupla advertência aos 36’/2.º.

Confira imagens das partidas:

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Bem-vindos ao Lado B do Lado B

Jogadores do Imperial comemoram o gol de Jailto, o quarto na vitória de 4 a 2 sobre o Caxias na abertura da Série B da Suburbana

Jogadores do Imperial (calções azuis) comemoram o gol de Jailto, o quarto na vitória de 4 a 2 sobre o Caxias na abertura da Série B da Suburbana

A Suburbana é conhecida por muitos como um “Lado B do Futebol”, sem a badalação das grandes e milionárias ligas. O que nem todos sabem é que o lado B tem um lado B, ou melhor, uma Série B. A Segundona do futebol amador curitibano teve sua primeira rodada neste sábado (7) e o Futebol Metrópole esteve na vitória do Imperial sobre o Caxias por 4 a 2, no Octávio Sílvio Nicco, no Mossunguê. Samuel, duas vezes, Dione e Jailto marcaram para o time da casa. Everton e Alisson fizeram os gols dos visitantes.

Na próxima rodada, no próximo sábado (11), o Imperial será visitante do Capão Raso. O Caxias fará seu primeiro jogo como mandante diante do Grêmio Ipiranga. Os juvenis jogam às 13h30 e os adultos às 15h30.

As diferenças e as semelhanças

Segundo os dois presidentes dos times que estavam em campo ontem no Mossunguê, a diferença entre as divisões é um misto entre estrutura e finanças. “Time da Segunda não tem o mesmo poder de fogo de um Trieste, de um Iguaçu. Aqui é no sacrifício, na marra, mas seguimos tocando o barco”, afirmou o presidente do Imperial, Carlos Jorge Choinski. “Pouca coisa difere, geralmente parte de treino. Onde tem estrutura melhor, fica com melhores jogadores”, completou o presidente do Caxias, Antônio Fernandes Mendes.

Além da idade parecida, 60 anos para o Imperial e 62 para o Caxias, os dois times têm algo em comum na história: já abdicaram do acesso à elite da Suburbana depois de boas campanhas na Série B. O motivo naquelas oportunidades foi o mesmo: falta de condições financeiras para encarar os gigantes do futebol amador de Curitiba. Porém, é algo que não deve se repetir em caso de nova subida conquistada em campo. “Se subirmos, jogaremos, pois estamos nos estruturando para isso e é nosso objetivo subir”, contou Choinski. “Agora o pensamento do Caxias é diferente. Se subirmos, vamos para a luta, mas tem muita água debaixo da ponte ainda”, explicou Mendes.

As semelhanças entre os dois times acaba no gramado. Enquanto o Imperial manteve uma base do ano passado na categoria adulta, com dois reforços apenas, o Caxias montou uma equipe completamente nova, dentro de uma curiosa metodologia do presidente. “A gente conhece o jogador e busca. Alguns, a gente chama das peladas no Caxias. Tenho uma filosofia: se o jogador se oferece, é que não é nada de bola. Sempre fizemos teste e todos que se ofereceram reprovaram”, revelou Mendes, seguido por gargalhadas.

 

O jogo

Com a equipe mais entrosada, o Imperial tratou de abrir o placar logo aos 5 minutos de jogo com Samuel aproveitando o erro da zaga e encobrindo o goleiro Jeffinho. O mesmo Samuel ampliou aos 20. Os dois gols logo de saída fizeram o técnico Júlio César, que sequer havia conseguido reunir a equipe em treinamento, mudar o esquema tático 3-5-2 para um 4-3-3 e fazer duas alterações ainda no primeiro tempo. Demorou para surtir efeito, pois o Imperial ampliou aos 31 minutos numa bela cobrança de falta de Dione. Só aos 38 minutos que o Caxias diminuiu em uma partida de contra-ataque concluída por Everton, que havia entrado cinco minutos antes.

Na segunda etapa, o time do Boqueirão partiu para cima e parou numa boa atuação do goleiro Julio, que porém não impediu que Alisson, aos 13 minutos, marcasse o gol que colocou fogo na partida, bastante truncada e com reclamações de lado a lado, uma característica da Série B.

Porém, num contra-ataque, o Imperial tratou de garantir o respiro em um cruzamento concluído de cabeça por Jailto, atacante de 40 anos, capitão da equipe, e que chama a atenção pelos cabelos grisalhos. Depois do gol que garantiu números finais, o Caxias partiu para cima, mas de maneira desordenada, ainda tendo tempo de reclamar de um gol anulado por impedimento.

De novo o registro

Assim como na primeira rodada da Série A, a Série B teve problema de registro de jogadores, graças às exigências do novo sistema da CBF. O Imperial relacionou 16 jogadores de 18 permitidos. O Caxias teve apenas 15, sem goleiro reserva. Como o regulamento da Segundona permite até cinco substituições, o técnico Júlio César acabou utilizando todos os seus jogadores que assinaram a súmula.

 

Goleada nos juvenis

O registro foi problema nos juvenis. O Imperial, que renovou a equipe de base inteira, teve apenas 10 relacionados. “Esta nova inscrição é bem mais complexa. Deveremos ter mais seis ou sete na próxima semana. Este ano, estão pedindo até documento de dispensa de serviço militar se o jogador tem 18 ou até 60 anos”, contou o presidente do Imperial, Carlos Jorge Choinski.

 

Em campo, a desvantagem numérica foi fundamental para a vitória do Caxias, que tinha até reservas, pelo elástico placar de 6 a 0. Gustavo marcou no primeiro minuto. Vinícius ampliou aos 27 minutos de pênalti. O Imperial conseguiu equilibrar a partida e tomar as rédeas mesmo em quantidade inferior e parecia que iria buscar a redução do placar e talvez o empate quando o Caxias teve um atleta expulso. Porém, teve expulsão do Imperial também e, mesmo com um pênalti defendido pelo goleiro, o time da casa sucumbiu após o gol de Andrey Aquino, aos 34 minutos do segundo tempo.

Depois disso, um turbilhão do Caxias com mais um gol de Vinícius aos 35 e com Andrey Aquino fazendo a tripleta com gols aos 38 e aos 39, dando números finais à goleada.

Ficha Técnica:

Imperial 4 x 2 Caxias

Estádio Octávio Sílvio Nicco, Mossunguê, Curitiba

Imperial: Júlio; Luciano, Tiago, Diego e Dequinha (Guilherme); Abimael, Dione (Rodrigo), Zeti e Samuel; Jailto e Japa (Éder). Técnico: Pastor Serafim.

Caxias: Jeffinho; Gamarra (Johnny), Pedro (Cléverson) e Rafael (Everton); Marcelinho, Ericson, Silas, Joãozinho Madureira e Piti (Alessandro); Alisson e Juninho. Técnico: Júlio César.

Arbitragem: Eduardo da Silva Silveira, Anabi de Araújo Lopes e Reube Dobrychlod dos Reis.

Gols: Samuel (IMP), aos 10’/1.º e aos 20/1.º; Dione (IMP), aos 31’/1.º; Everton (CAX), aos 38’/1.º); Alisson (CAX), aos 13’/2.º; Jailto (CAX), aos 19’/2.º.

Cartões amarelos: Tiago, Julio, Dione, Jailto e Eder (IMP); Marcelinho, Silas e Alisson (CAX).

Confira as imagens dos jogos:

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