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Jotinha recupera 16 pontos no TJD e reassume vice-liderança

Com uma votação apertada, 5 a 4, o J. Malucelli recuperou na noite desta quinta-feira (16) no pleno do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) os 16 pontos perdidos pela suposta escalação irregular do atacante Getterson nas três primeiras rodadas do Paranaense 2017. A promotoria pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), mas no momento, o time do Barigui saltou da lanterna para a vice-liderança, colocando fogo na briga nos dois extremos da tabela.

Após transação com o São Paulo desfeita em meados do ano passado por polêmicas envolvendo tuítes corintianos quando jovem, o atacante foi emprestado ao Dallas, time da MLS, principal liga dos Estados Unidos, durante o semestre passado. Ao retornar, atuou três partidas antes do nome reaparecer no BID, o que gerou a denúncia. A principal alegação da defesa do J. Malucelli é de falha no sistema, pois, após empréstimos, o retorno ao BID é automático, não necessitando espera.

Veja como ficou a classificação do Paranaense 2017:

Classificação

1.º Paraná – 18 pts

2.º J. Malucelli – 14 pts

3.º Cianorte – 13 pts

4.º Coritiba – 11 pts – 3 vitórias – saldo +2

5.º Prudentópolis – 11 pts – 3 vitórias – saldo 0

6.º Londrina – 8 pts – 2 vitórias – saldo +1

7.º Rio Branco – 8 pts – 2 vitórias – saldo 0

8.º Toledo – 8 pts – 2 vitórias – saldo -1

9.º FC Cascavel – 7 pts – 2 vitórias

10.° Atlético – 7 pts – 1 vitória

11.º Foz do Iguaçu – 5 pts – 1 vitória – saldo -7

12.º PSTC – 5 pts – 1 vitória – saldo -8

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J. Malucelli perde 16 pontos pela escalação irregular de artilheiro do campeonato

O J. Malucelli foi punido nesta terça-feira (21) pelo TJD da FPF com a perda de 16 pontos pela escalação irregular do atacante Getterson, ironicamente o artilheiro do campeonato com três gols.

O atleta disputou as três primeiras rodadas do campeonato sem ter saído no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF e com isso o time do Barigui perdeu os pontos conquistados nas partidas (7) e mais três pontos por jogo. Além disso, o Jotinha foi multado em R$ 30 mil.

O J. Malucelli deve recorrer às instâncias superiores, alegando se tratar de um retorno de empréstimo internacional, o que em teoria significaria retorno automático ao BID. O atacante, que quase assinou com o São Paulo em 2016 e foi alvo de uma polêmica por tuítes corintianos em uma conta que tinha quando adolescente, barrando as chances de ir ao Morumbi, acabou defendendo o FC Dallas, na MLS no segundo semestre da temporada que se passou.

Confira como ficou a classificação do Paranaense 2017 após a punição:

Classificação

1.º Paraná – 12 pts

2.º Cianorte – 9 pts

3.º Prudentópolis – 8 pts

4.º Londrina – 7 pts – 2 vitórias – saldo +4

5.º Toledo – 7 pts – 2 vitórias – saldo +1 – 6 gols pró

6.º Coritiba – 7 pts – 2 vitórias – saldo +1 – 3 gols pró

7.º Rio Branco – 5 pts

8.º FC Cascavel – 4 pts

9.° Atlético – 2 pts – 0 vitórias – saldo -1

10.º PSTC – 2 pts – 0 vitórias – saldo -6

11.º Foz do Iguaçu – 1 pt

12.º J. Malucelli – -6 pts¹

1: Punido com a perda de dezesseis pontos por escalação irregular

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Guia do Paranaense 2016 – O Paraná por telefone – Parte II: 041

O DDD 41 abrange Curitiba, Região Metropolitana, Vale do Ribeira, Litoral e restante do 1.º Planalto, exceto a cidade de Rio Negro (tem o 47 por causa da geminação com Mafra-SC, que gerou acordo entre os estados e suas então companhias telefônicas). É a região mais populosa e industrializada do estado e isso e isso reflete também na quantidade de times presentes. São cinco times na 1.ª Divisão e um na 2.ª Divisão. Total de seis dos 21 times abordados, quase um terço. Se na elite, é uma região com alguns dos favoritos, na Segundona é a região de um azarão, um clube de desempenho imprevisível, ainda mais numa divisão equilibrada. É também a região de ocupação mais antiga, tanto que Paranaguá, cidade do Rio Branco, é a cidade mais antiga do estado, que foi sendo colonizado do litoral para o interior. Por ser um estado com o interior ocupado tardiamente, temos nesta região os dois únicos remanescentes do primeiro Paranaense, o de 1915: Coritiba e Rio Branco. Vamos às equipes e como elas estão no momento:

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Rio Branco

O time de Paranaguá quer ir além de testar a imortalidade, como fez temporada passada ao se salvar na última rodada do Torneio da Morte.  Para isso, aposta em uma mescla de jogadores da base com alguns atletas mais rodados, como o volante Marcos Paulo (ex-Coritiba, Avaí e Paraná) e o retorno do ídolo Ratinho, que estava no Remo. O técnico é velho conhecido do clube, o ex-zagueiro Allan Aal. Estreia dia 31/01, às 17 horas, contra o Maringá em Maringá.

Coritiba

O Coritiba, atual vice-campeão, aposta na experiência do técnico Gilson Kleina. Para a temporada, além de um pacote com Leandro CNH, Amaral e Vinícius, do Palmeiras, repatriou o lateral-direito Ceará, que estava no Cruzeiro e havia vestido a camisa coxa-branca em 2002 e 2003, tendo sido campeão paranaense em 2003 e participado da ótima campanha que levou o clube à Libertadores. Estreia dia 30/01, às 19h30, contra o FC Cascavel no Couto Pereira.

Atlético

Pela primeira vez em muitos anos, o Atlético deve começar o Paranaense com uma equipe próxima da principal. Para isso, até o momento, além da manutenção do técnico Cristóvão Borges, trouxe Thiago Heleno e Paulo André (este um retorno) para a zaga, Vinícius para o meio e André Lima para o ataque. O Furacão não vence o Estadual desde 2009. Estreia dia 31/01, às 17 horas, contra o Operário em Ponta Grossa.

Paraná

O Paraná tem um tabu um tanto maior que seus rivais: não vence desde 2006. O Tricolor passa por uma transição com nova diretoria. O técnico é Claudinei de Oliveira que já tem ao seu dispor o retorno do zagueiro Alisson de empréstimo ao Botafogo e as contratações de Tony, Paulinho Guerreiro e Valber. O Tricolor agora tenta também trazer o atacante Keirrison, que rescindiu com o Coritiba e busca um novo clube. Será que consegue? Estreia dia 31/01, às 19h30, contra o J. Malucelli, na Vila Capanema.

J. Malucelli

O J. Malucelli vem para 2016 com o mesmo técnico de 2015: Ary Marques. A grande atração da equipe do Barigui é o meia Dinelson, ex-Corinthians. Junta-se a ele bons valores como o lateral-direito Cristovam, o zagueiro Leandro Silva, o meia Tomas e o atacante Edu Amparo. Estreia dia 31/01, às 19h30, contra o Paraná, na Vila Capanema.

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Andraus

O time de Campo Largo, cidade da Região Metropolitana de Curitiba, tem uma espécie de temporada de afirmação. Resta saber se a equipe brigará para não voltar à Terceirona, para se manter e se enraizar na Segundona ou seguir o exemplo do PSTC e bancar um assalto ao céu que se chama 1.ª Divisão. Estreia no dia 28/02, às 15h30, contra o Grêmio Maringá, no Atílio Gionédis.

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Guia das Cidades – Paranaense 2015 – Curitiba

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Hoje, no Futebol Metrópole, na segunda parte de nosso Guia das Cidades do Paranaense 2015, teremos Curitiba, capital do estado e única cidade com mais de um time na competição, logo quatro; Coritiba, Atlético, Paraná e J. Malucelli. São três equipe que estão sempre os favoritos e outra que fez alguns investimentos interessantes para a competição que começa no dia 31.

Curitiba fica no 1.º Planalto Paranaense, região entre a Serra do Mar e a Serrinha do Purunã. Segundo dados de 2013 do IBGE, tem 1.848.946 habitantes, sendo que a Região Metropolitana possui 3.429.888 pessoas segundo a mesma projeção. É o segundo mais antigo município do Paraná, tendo sido fundado em 29 de março de 1693 com o nome de Vila de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais de Curitiba (ninguém mais vai reclamar no nome do Jan Venegoor Of Hesselink). Mas antes, já por volta de 1660 já havia assentamentos originados da busca pelo ouro, descoberto antes em Paranaguá.

Com os anos, Curitiba foi crescendo, passando por vários ciclos econômicos. O ciclo da erva-mate, por exemplo, coincidiu com a emancipação do estado, em 1853, e fez da cidade, importante polo de processamento, capital do estado. A erva-mate propiciou a primeira industrialização da cidade, na região do Rebouças. A segunda onda veio nos anos 70, com a criação da Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e a terceira, a partir dos anos 90, afetou principalmente a região metropolitana. A cidade é conhecida pela atividade industrial, setor de serviços e por inovações urbanísticas como o sistema de BRT, que foi criado e implantado inicialmente na cidade. As principais atrações turísticas são os diversos parques espalhados pelo município e regiões gastronômicas como os bares do Centro Histórico e os restaurantes de Santa Felicidade. Curitiba é também a terra dos Costelões 24 Horas, onde, há qualquer hora do dia, pode-se comer costela assada com acompanhamentos.

Estádios notáveis

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Estádio Joaquim Américo Guimarães, a Arena da Baixada

 

Mais antigo e mais novo ao mesmo tempo. O Joaquim Américo Guimarães, conhecido pela alcunha de Arena da Baixada, está no atual local desde 1914. Teve várias encarnações: arquibancada de madeira, de cimento, remodelação de 1994, Arena de 1999 e a remodelação para a Copa do Mundo de 2014. É a casa do Atlético Paranaense e tem capacidade para 43 mil pessoas.

Estádio Major Antônio Couto Pereira. Note que a imagem do Google Maps não apresenta ainda o Setor Pro-Tork, na reta da Mauá, inaugurado em 2014

Estádio Major Antônio Couto Pereira. Note que a imagem do Google Maps não apresenta ainda o Setor Pro-Tork, na reta da Mauá, inaugurado em 2014

Inaugurado em 1932 ainda com o nome de Belfort Duarte, o Couto Pereira (nome do militar cearense que presidiu o Coritiba e idealizou o estádio) foi crescendo por anos, sendo por alguns dele o maior do estado, título que perdeu recentemente para a Arena da Baixada. A melhoria mais recente foi o Setor Pró-Tork, na reta da Mauá, com novos camarotes e cadeiras. é a casa do Coritiba e a capacidade está em 40.502 lugares.

VilaCapanema

Estádio Durival Britto e Silva, a Vila Capanema

Inaugurado em 1947, a Vila Capanema foi sede de duas partidas na Copa do Mundo de 1950. A propriedade do estádio variou de acordo com as fusões dos clubes. Primeiro foi do Ferroviário, depois do Colorado e hoje do Paraná Clube. Sua última ampliação foi em 2007, quando foi construída a Curva Norte e novos camarotes na Reta do Relógio. Tem capacidade para 20.083 torcedores.

VilaOlímpica

Estádio Presidente Erton Coelho de Queiroz, a Vila Olímpica do Boqueirão

Inaugurado em 1983, era inicialmente a casa do Pinheiros, que se fundiu ao Colorado e deu origem ao Paraná Clube. Inspirado em alguns estádios argentinos, foi casa das categorias de base e mais recentemente recebeu treinamentos. Em 2013, alguns jogos foram no campo do Boqueirão. Chegou a abrigar 18 mil torcedores, foi diminuído para 16 mil e hoje comporta 8 mil em virtude do não uso do segundo anel, pois os acessos são inadequados.

Pinheirão

Centro Poliesportivo Pinheirão

 

O Pinheirão pode ser chamado de ex-estádio. Projetado para ser gigante, não saiu completamente do papel. Foi causador de muitas dívidas para a Federação e muita dor de cabeça para quem o usou. Inicialmente, teria 200 mil lugares. Foi inaugurado para 45 mil, que viraram 23 mil na última remodelação. Sem time jogando, acabou sendo lacrado em 2007 por falta de condições. Em 2013 foi leiloado para abater dívidas da FPF. O novo dono, o empresário João Destro, ainda não definiu o que fazer com esse tal Pinheirão.

Eco-Estádio Janguito Malucelli. Note que no Google Maps está ainda com as arquibancadas temporárias que aumentaram a capacidade do local entre 2012 e 2013

Eco-Estádio Janguito Malucelli. Note que no Google Maps está ainda com as arquibancadas temporárias que aumentaram a capacidade do local entre 2012 e 2013

Talvez o mais inusitado estádio do país. inaugurado em 2007 tem assentos colocados sobre a encosta de um morro. Tem capacidade para 4.200 torcedores e é a casa do J. Malucelli. Teve ampliação temporária entre 2012 e 2013 para sediar jogos do Atlético, que não tinha outras opções de estádio durante as reformas da Arena da Baixada para a Copa do Mundo de 2014.

Times da cidade (em ordem de fundação)

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O Coritiba foi fundado em 12 de outubro de 1909, inicialmente como clube da colônia alemã e depois se tornando um clube popular. Mais antigo time de futebol da cidade, é o único que participou de todos os campeonatos paranaenses desde o início, 1915. E junto com o Rio Branco é o único remanescente da primeira edição. Tem como principais títulos o Brasileiro de 1985, as Séries B de 2007 e 2010 e 37 campeonatos paranaenses, o último em 2013.

Até o momento, a contratação de maior valor sentimental para o torcedor coxa-branca é o retorno do meia Pedro Ken, que é prata da casa e estava no Cruzeiro. É a oportunidade de tentar recolocar a carreira nos eixos no clube que o revelou. Olho também em outro jogador que quer recuperar a carreira, o veloz atacante Negueba. Marquinhos Santos é o técnico.

O Coritiba lidou recentemente com a despedida de duas lendas suas. Alex, encerrou a carreira de jogador, como capitão e camisa 10 do clube que torce e o revelou. Outra lenda, o zagueiro Aroldo Fedatto, defendeu o clube nos anos 40 e 50, tornando-se sinônimo de Coritiba. Ídolo que mereceu todas as referências, inclusive de Alex, morreu aos 88 anos em setembro de 2013.

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Fundado em 26 de março de 1924, o Atlético tem raízes que remontam a 1912, quando foi fundado o Internacional, primeiro campeão paranaense, em 1915. O Internacional teve uma dissidência esportiva, o América, de onde saiu uma rivalidade. Com o domínio do Britânia entre 1918 e 1923, os rivais se fundiram e deram origem ao Rubro-Negro da Baixada. Os maiores feitos atleticanos são o Brasileirão de 2001, a Série B de 1995 e 22 títulos paranaenses, o último em 2009.

Pela terceira temporada consecutiva, o Atlético não usará a equipe principal no Paranaense. O time Sub-23 vestirá a camisa e entrará em campo. Como o nome sugere, é um time formado principalmente por jovens (alguns extrapolam os 23 anos, mas são exceções). Do grupo que se apresentou para a disputa dois destaques. O primeiro é o lateral-esquerdo Héracles, que retorna após grave lesão que quase custou o fim da carreira. Outro é o atacante Gustavo Marmentini, que esteve emprestado à Liga Indiana e chamou a atenção ao fazer um golaço com fila pelo Delhi Dynamos. Enquanto a equipe principal é treinada por Claudinei Oliveira, é de Marcelo Vilhena a responsabilidade pelo Sub-23.

Nos dois últimos anos, o Atlético perdeu duas de suas lendas, que são lendas do futebol brasileiro também: Djalma Santos e Bellini, que encerraram a carreira na Baixada com status de ídolos. O Furacão segue com duas lendas vivas. O mais velho é Jackson, o grande craque do Furacão de 1949, que está com 90 anos e bastante lúcido. Outra lenda é Sicupira, maior artilheiro da história do clube, com 157 gols, e que aos 70 anos é comentarista de rádio.

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O Paraná Clube é relativamente jovem, sendo fundado em 19 de dezembro de 1989. Porém, a história do Tricolor tem suas raízes a partir de 1912, quando foram fundados seus primeiros antecessores. Vamos usar um organograma para entender a história das fusões que deram origem ao Paraná (incluindo clubes que foram mudando de nome):

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Os principais títulos do Paraná são as Séries B de 1992 e 2000 (Módulo Amarelo da João Havelange), além de sete estaduais, o último em 2006.

Para o Paranaense, o Paraná está contendo gastos, mas uma contratação chama a atenção: o volante Marcos Paulo, ex-Coritiba. Com o retorno de Ricardo Conceição, tem tudo para ser uma dupla qualificada de volantes.

Por ser um clube jovem, o Paraná tem duas lendas na ativa: o goleiro Marcos e o meia Lúcio Flávio. Além deles, vale destacar o ex-meia Ricardinho, que deixou de ser recentemente o técnico da equipe, e o ex-atacante Saulo, maior artilheiro da história do clube com 104 gols.

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O J. Malucelli é outro clube jovem. Foi fundado em 20 de dezembro de 1994 sob o nome de Malutrom. O nome atual veio em 2005. Entre 2009 e 2012, fez parceria com o Corinthians, virando Corinthians Paranaense, voltando ao nome anterior após o fim da parceria. Tem como maior título, ainda sob o nome de Malutrom, a Série C de 2000 (a decisão dos Módulos Verde/Branco da João Havelange).

O time para 2015 tem algumas aquisições interessantes como o meia Netinho (ex-Atlético), o lateral-direito Cristovam (ex-Arapongas) e o atacante Reis (ex-Ponte Preta). O técnico da equipe é Ari Marques.

A juventude do clube permite que suas lendas estejam por aí. O meia Tcheco foi o capitão do time que levantou o Módulo da João Havelange. É atualmente membro da comissão técnica do Coritiba. O volante Jucilei está na ativa no Mundo Árabe e foi a maior venda da história da equipe. Bruno Batata é o centroavante da atual equipe e é sinônimo de J. Malucelli no Campeonato Paranaense.

 

 

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Reinícios, continuidades e recomeços (parte 2)

Claudio Tencatti, mas pode chamar de Alex Ferguson do Tubarão (Foto: Pedro A. Rampazzo / Site Oficial do Londrina)

Claudio Tencati, mas pode chamar de Alex Ferguson do Tubarão (Foto: Pedro A. Rampazzo / Site Oficial do Londrina)

Continuando com nossa perspectiva do futebol em 2015 com o futebol fora do Trio de Ferro da Capital. O Londrina tornou-se ao mesmo tempo exemplo e time a ser batido em 2015. A fórmula do Londrina, que rendeu em 2014 o Paranaense e o acesso para a Série C, já é aplicada há anos: base forte e garimpagem de alguns reforços emergentes ou de preço em conta. Tudo misturado com a longa manutenção de Claudio Tencati, como técnico, indo para sua quinta temporada seguida no Alviceleste. O Tubarão é um dos clubes que melhor faz a transição profissional-base no estado e tem em seu treinador alguém que já trabalhou com garotos num passado recente. Se no mínimo se mantiver na Série C do Brasileirão, tende a se fortalecer mais ainda, pois garantirá mais temporadas com calendário cheio.

Os desafiantes de fora do Trio de Ferro deste ano parecem estar mais fortes que no ano passado. Pela movimentação de mercado, o J. Malucelli, o Operário, o Rio Branco, o Foz e o estreante FC Cascavel apostaram em alguns nomes com certa grife no futebol do interior e até brasileiro.Por mais que a situação financeira do futebol brasileiro seja periclitante, a diminuição do número de times em uma década (chegamos a ter 16 times na elite estadual, mas agora temos 12) fez com que ficasse mais raro equipes sem competitividade na competição e fez com que subisse a força média das equipes além do trio Coritiba-Atlético-Paraná. Isso refletiu em quase acessos do Operário e do Cianorte e no acesso do Londrina.

Esta temporada é a última com o Paranaense valendo duas vagas para a Série D. A partir deste ano, haverá o Copa FPF, torneio de segundo semestre com equipes sub-23, valendo uma vaga para a partir de 2016. Um efeito colateral interessante serão times investindo mais em jovens e com calendário garantido. Provavelmente, os sub-23 terão contratos mais longos, servindo as clubes não apenas durante o Estadual. É algo que merece ser visto com atenção. Dará certo se os clubes sempre participarem e não esvaziarem a competição, como foram as tentativas anteriores da Copa Paraná.

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Com técnico mais experiente, Jotinha quer voltar a jogar Série D

Ary Marques volta ao futebol paranaense para treinar o J. Malucelli após cinco temporadas no Mato Grosso

Ary Marques volta ao futebol paranaense para treinar o J. Malucelli após cinco temporadas no Mato Grosso

 

Os objetivos do J. Malucelli para o Paranaense 2015 são ambiciosos e incluem brigar para ser pelo menos o melhor dos times sem divisão definida na competição e, de quebra, carimbar vaga na Série D. Para isso, “repatriou” o técnico Ary Marques, que passou cinco temporadas no futebol mato-grossense. Marques estava no último domingo (30) no Ecoestádio Janguito Malucelli, casa do Jotinha, vendo a decisão da Terceirona Paranaense entre Andraus e Pato Branco, e falou com o Futebol Metrópole.

“Começamos o trabalho há 15 dias com 15 atleras. Vamos ver se até a metade de dezembro fecharemos o grupo para trabalharmos para uma boa estreia. Nosso objetivo é fazer um grande estadual e brigar entre os primeiros para voltar e fazer um bom Brasileiro”, explicou Ary Marques.

No elenco do time do Barigui já estão confirmadas algumas caras conhecidas como o atacante Bruno Batata, que estava emprestado ao Londrina, os zagueiros Gustavo Lazzaretti e Leandro, o volante Luiz Camargo e o meia Fernando. Além disso, o Jotinha conta com o ex-zagueiro Milton do Ó (“zagueiro não joga Candy Crush”) como auxiliar técnico em uma nova comissão técnica.

A passagem pelo futebol matrogrossense de Ary Marques foi longa. O treinador havia saído da base do Paraná e fez duas ótimas temporadas no Urano, time da Suburbana. Isso chamou a atenção do Cuiabá, que alcançou o acesso para a Série C sob comando do treinador. Além do time Dourado, passou também pelo Operário de Várzea Grande. “Estou com certeza mais experiente. Toda carreira minha foi dentro do Paraná Clube. Aí saí e fui para Cuiabá ficar quatro meses do Estadual e fiquei cinco anos. A gente teve s felicidade de três estaduais e do acesso da D para a C no primeiro ano. Estou mais rodado para recolocar o J. Malucelli no Campeonato Brasileiro”, concluiu.

O J. Malucelli estreia no Paranaense 2015 no dia 1° de fevereiro, às 17 horas, contra o Rio Branco de Paranaguá no Janguito Malucelli.

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