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Guia do Paranaense 2016 – O Paraná pelo telefone – Parte V: 044

O DDD 44 abrange outra metade do Norte do Paraná, começando na região de Maringá e indo até a região de Paranavaí, no Noroeste. É uma região com maioria de cidades jovens, fundadas a partir dos meados do Século XX. No futebol, teve títulos com o Grêmio Maringá e o Paranavaí, ambos atualmente na Segundona, divisão que povoa com um terço das equipes. Na elite, o representante solitário é o Maringá.

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Maringá

Já classificado para a Série D ao faturar a Copa FPF, o Maringá terá um Paranaense de preparação. A Zebra conta com o zagueiro Anderson Rosa, ex-Paraná, o lateral Rodrigo Ramos, emprestado pelo Coritiba, e o atacante Gabriel Barcos, este último já esteve na equipe em outras temporadas. O técnico da equipe é Edison Borges. Estreia contra o Rio Branco, dia 31/01, às 17 horas, no Willie Davids.

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Cianorte

O Cianorte é provavelmente a equipe mais capacitada neste momento para o acesso. A equipe começou a ser montada já no ano passado e tem jogadores que poderiam jogar a elite tranquilamente. Agora terá de provar em campo e não ficar no quase, como ano passado. Estreia no dia 27/02, às 15h30, contra a Portuguesa Londrinense em Londrina.

Paranavaí

Campeão Paranaense de 2007, o Paranavaí vai para a segunda temporada seguida na Segundona após o rebaixamento. Será que o Vermelhinho consegue se reerguer ou criará raízes na Segundona parando mais alguma vez no caminho. Essa queda de rendimento do Paranavaí é colocada parte da culpa naqueles dois Paranaenses do Supermando, em que o time fez fase decisiva toda fora e ficou endividada por anos. Estreia no dia 28/02, às 15h30, contra o Prudentópolis em Prudentópolis.

Grêmio Maringá

Equipe tradicional com títulos nos anos 60 e 70, o Grêmio Maringá foi até o fundo do poço e cavou ainda mais, com direito a tirar licença. De volta, foi o último colocado da Terceirona entre três clubes, mas subiu graças à licença do Junior Team. Agora terá a chance de tentar o retorno à elite após mais de uma década (última vez foi em 2004, ainda na gestão de Aurélio Almeida, que incluiu um inusitado amistoso contra o time da Penitenciária de Piraquara) aproveitando o empurrãozinho do destino. Estreia no dia 28/02, às 15h30, contra o Andraus em Campo Largo.

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Guia das Cidades – Paranaense 2015 – Maringá

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Hoje no Futebol Metrópole, na sétima parte do Guia das Cidades do Paranaense 2015, Maringá, cidade que teve vários times representando na elite paranaense e hoje conta com o Maringá FC, atual vice-campeão estadual.

Maringá é uma cidade planejada, cuja data de fundação é 10 de maio de 1947 pela Companhia Melhoramentos do Norte do Paraná e a emancipação de Mandaguaçu se deu em 1951. O  urbanista Jorge Macedo Vieira a projetou utilizando os princípios urbanísticos da Cidade Jardim de Ebenezer Howard, que preza em um ambiente urbano arborizado e cercado por um cinturão verde. A cidade tem, segundo a projeção de 2014 do IBGE, 391.698 habitantes, sendo a terceira maior cidade do Paraná. O nome veio de uma canção de Joubert de Carvalho, chamada Maringá, que era cantada noite e dia pelos operários que levantaram a cidade. Daí vem também o apelido de Cidade-Canção.

A economia de Maringá inicialmente girou em torno da agricultura, primeiro com o café e depois se diversificando com milho, trigo, algodão, rami, feijão, amendoim, arroz, cana-de-açúcar e a soja, principal produto na atualidade. A soja é um dos carros-chefe da Cocamar, empresa mais reconhecível da cidade, uma cooperativa agroindustrial. Além disso, a cidade é polo universitário e tem bom setor de serviços.

Estádio notável

Estádio Willie Davids

Estádio Willie Davids

Construído entre 1953 e 1957, quando foi inaugurado, e reinaugurado em 1976, o Willie Davids é a casa do esporte de Maringá. Já teve como mandantes o Melhoramentos, o Grêmio Maringá, o Maringá EC, o primeiro Maringá FC, o Galo Maringá, a Adap/Galo Maringá e o atual Maringá FC. chama a atenção pelo formato da cobertura das sociais e também pela pista de atletismo, sendo o maior estádio do Paraná para a prática deste esporte, sendo que Maringá é um celeiro de atletas de pista e de rua. Já teve capacidade superior a 35 mil pessoas, mas hoje comporta 21.600 pessoas.

O time da cidade

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Time mais jovem do Campeonato Paranaense da 1.ª Divisão, mas com experiência de uma decisão, o Maringá Futebol Clube não é o primeiro e nem o único clube ativo na cidade. Com títulos e história em competições nacionais, o Grêmio Maringá agoniza há anos nas divisões de baixo. Em 27 de novembro de 2010, sem condições de usar o nome do Grêmio (que pertencia ao empresário Aurélio Almeida), nasceu o Alvorada, que venceu a Terceirona Paranaense já no ano de estreia. Em 2011, passou a se chamar Grêmio Metropolitano. Em 2012, virou Metropolitano, nome que durou até o título da Divisão de Acesso de 2013, assumindo o nome atual e sendo vice-campeão da elite do Paranaense no ano de estreia. O mascote do time é a Zebra, alusão clara aos membros da diretoria pertencentes à família do vereador Zebrão.

A contratação de maior impacto até o momento entre o Paranaense passado e o atual foi o meia Danilo Rios, revelado pelo Bahia e com passagens pelas seleções de base. Além disso, a Zebra repatriou o atacante Gabriel Barcos, que não teve boas passagens por Paraná e pelo futebol do Pará. O técnico é o mesmo de 2014: Claudemir Sturion.

Por ser um clube jovem, boa parte das lendas do Maringá estão ainda no clube, casos do meia Max e do atacante Gabriel Barcos. Outros estão em outros lugares, como o meia Léo Maringá, hoje no Londrina, e o atacante Cristiano, artilheiro do último Paranaense, e que defendeu o Criciúma e o Oeste após o último Estadual.

 

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