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Operário Pilarzinho e Imperial empatam em jornada heroica de goleiro

Júlio jogou no sacrifício e defendeu um pênalti aos 47 do segundo tempo garantindo o empate no Bôrtolo Gava

Em um jogo que não foi brilhante tecnicamente, mas cheio de emoções especialmente nos minutos finais, Operário Pilarzinho e Imperial ficaram no 1 a 1. Méritos especialmente do goleiro Júlio, o herói da tarde, com defesas importantes, entre elas um pênalti aos 47 minutos do segundo tempo, com o agravante de atuar o tempo todo no sacrifício por causa de uma lesão no joelho contraída algumas rodadas atrás.

“Fizemos um bom jogo, perdemos algumas chances. Vamos levantar a cabeça que não vamos cair, vamos em busca da salvação. A gente faz sacrifício para fazer o que a gente gosta. Consegui pegar pênalti e vamos tentar recuperar próximo jogo”, disse Júlio, após a partida, enquanto aplicava uma bolsa de gelo no joelho.”Parabéns pro goleiro deles, que pegou muito. Três chances de fazer gol, faltou último passe da entrega. Precisamos trabalhar forte para outro jogo em casa nesta semana contra o Capão Raso para buscarmos os três pontos”, analisou o zagueiro William Maluco do Operário Pilarzinho após o jogo.

O resultado não moveu as equipes na tábua de classificação. O Operário Pilarzinho seguiu em sétimo, agora isolado com oito pontos. O Imperial segue na zona de rebaixamento, em penúltimo, com seis pontos, mas agora só se diferencia do arquirrival Nova Orleans no saldo de gols, com vantagem alviverde de -3 a -5.

 

O jogo

A partida começou com o Operário Pilarzinho ganhando a maioria das bolas no meio-campo. Isso refletiu no primeiro gol da partida, em que a bola recuperada na intermediária foi parar em Rodriguinho, que aos 15 minutos serviu Marcelo, abrindo o marcador.

A resposta do Imperial foi muito rápida. Samuel arrancou pela direita e cruzou rasteiro. London não alcançou, mas Fernandinho empurrou para as redes aos 19 minutos.

O jogo tornou-se equilibrado e com bastante alternância de posse no meio. Adriano Sagui deu trabalho para o goleiro Júlio em duas boas jogadas na etapa inicial, enquanto que Fernandinho era o maior tormento no ataque do Imperial.

A partida manteve-se equilibrada com as alterações até pelo menos metade da etapa final, virando um jogo de chutões. No entanto, Wá colocou a bola no chão aos 38 minutos e fez um carnaval no lado direito. A bola foi cruzada rasteira, Herlon não alcançou e Vinícius chutou para fora com o gol vazio, na chance mais inacreditável do jogo até o momento. Sobrou até para a garrafa d’água que o técnico Peterson Freitas segurava no banco de reservas.

A chance de redenção veio mais tarde. O próprio Vinícius sofreu pênalti de Vermelho nos acréscimos. Herlon colocou-se para bater. O goleiro Júlio, que jogou o jogo inteiro com uma lesão no joelho, inclusive abstendo-se de bater tiros de meta, partiu para a defesa no canto direito. E, de quebra, colocou para escanteio o rebote alcançado por Vinícius. O movimento agravou a lesão do camisa 1, que ficou sem condições de jogo, mas garantiu o ponto fora de casa para sua equipe. Sem mais substituições disponíveis, o zagueiro Leonardo ficou no gol nos três minutos de acréscimo que se seguiram até o apito final.

Nos juvenis, Imperial foi mais eficiente

Atletas do Imperial comemoram o gol de Alan, que deu números finais à partida preliminar

Na preliminar de juvenis, quem levou a melhor foi o Imperial, que bateu o Operário Pilarzinho por 2 a 0. O resultado fez o Imperial subir para a sexta colocação com 9 pontos e três vitórias. O Operário Pilarzinho segue em décimo com 6 pontos.

O time visitante saiu na frente aos 22 minutos da etapa inicial em jogada de escanteio que encontrou o centroavante Eduardo bem colocado no segundo pau. O camisa 9 cabeceou para baixo com consciência e correu para o abraço. Mais decidido em campo, o Imperial deu mais trabalho para o goleiro que o Operário Pilarzinho.

Muito nervoso especialmente antes do último passe, o time do Operário Pilarzinho não aproveitou a posse de bola e acabou por tomar o segundo gol em um contra-ataque fulminante aos 28 minutos da etapa final. Alan arrancou e teve tempo para driblar o goleiro e jogar para o fundo das redes.

Ficha Técnica:

Operário Pilarzinho 1 x 1 Imperial

Estádio Bôrtolo Gava, Pilarzinho, Curitiba

Operário Pilarzinho: Juninho; Guilherme (Wá), William Maluco, Diego e Batista; Joãozinho Madureira, Robson Baroni, Thomas e Roriguinho; Adriano Sagui (Herlon) e Marcelo (Vinícius). Técnico: Peterson Freitas.

Imperial: Júlio; Galo, Leonardo, Biro e Adson; Lelê, Arroz (Nene), Alex Sorocaba  (Douglas) e Fernandinho (Bambu); Samuel e London (Vermelho). Técnico: Pastor Serafim.

Arbitragem: Gustavo Nogas, Weber Felipe Silva e Heitor Alex Eurich.

Gols: Marcelo (OPP, aos 15’/1.º), Fernandinho (IMP, aos 19’/1.º)

Cartões Amarelos: Rodriguinho (OPP), Vermelho (IMP).

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Santa Quitéria bate Operário Pilarzinho e começa mata-mata com vantagem

Jogadores do Santa Quitéria comemoram o gol de Robson, o segundo na vitória sobre o Operário Pilarzinho: um empate separa os atuais campeões de mais uma semifinal

Jogadores do Santa Quitéria comemoram o gol de Robson, o segundo na vitória sobre o Operário Pilarzinho: um empate separa os atuais campeões de mais uma semifinal

Jogando no Bôrtolo Gava, casa do adversário, o Santa Quitéria deu mais um importante passo em sua luta pelo bicampeonato ao vencer o Operário Pilarzinho por 3 a 0, na tarde deste sábado (15). O resultado deixa a equipe dependente de apenas um empate para chegar às semifinais. Os gols da partida foram marcados por Massai, Robson e Jonas.

Ao Operário Pilarzinho, resta vencer por qualquer placar, não há saldo de gols no mata-mata, para levar a decisão para os pênaltis. Os duelos de volta serão no próximo sábado (22), com os juvenis (Trieste x Operário Pilarzinho) em campo no Maurício Fruet às 13h30 e os adultos às 15h30. Os horários poderão ser alterados para mais tarde caso a FPF cumpra a tradição de adaptar sua tabela ao horário de verão (até o momento desta reportagem ainda não o havia feito).

“Quero agradecer a Deus. A primeira [cobrança de falta] não fez a curva, mas a segunda fez e pude ser feliz ao ajudar a equipe a conseguir vantagem. Não ganhamos nada, mas temos uma vantagem, que pena que não tem saldo, numa regra que ninguém entende. Vamos dentro de casa fazer o melhor. Mais uma vez a defesa começa na frente e se todo mundo ajudar a marcar e não dermos brecha, não tomaremos gol e sairemos classificados”, disse o goleiro-artilheiro Jonas, do Santa Quitéria, cuja invencibilidade no próximo duelo garantirá a vaga nas semifinais.

 

“Agora temos de jogar fora o que não jogamos hoje [sábado]. Eles vieram aqui, uma equipe forte, e jogaram melhor do que jogamos. Fizeram por merecer e ficamos vendo jogar. Somos fortes em casa, mas eles fizeram o que a gente faz e agora a gente vai ter de fazer o que não fez até agora no campeonato, que é ganhar fora de casa, para daí decidirmos nos pênaltis. O futebol é imprevisível, por isso é bom. Temos de trabalhar para fazermos algo que é difícil, mas não é impossível”, analisou após o jogo o meia Joãozinho Madureira do Operário Pilarzinho.

O jogo

A partida começou com muita disputa nas intermediárias, mas com o Santa Quitéria mais objetivo e usando bem os lados do campo. E foi assim que o gol saiu aos 27 minutos do primeiro tempo. Após cruzamento da direita, Massai apareceu para concluir no segundo pau.

Na primeira etapa, o Operário Pilarzinho teve chance de marcar com Wá com o gol praticamente aberto e na segunda etapa teve uma chance parecida com Ricardinho.

No entanto, o Santa Quitéria dominou as ações e foi mais eficiente. Aos 17 minutos da etapa final, Massai avançou pela ponta direita e cruzou rasteiro. Jônatas Omelete fez um corta-luz e Robson só concluiu para dentro das redes.

Para a vitória do Santa Quitéria ser completa, só faltava um gol do seu goleiro-artilheiro Jonas, que havia tentado uma fez e visto ela passar perto do gol. Na sua segunda tentativa, aos 36 minutos, o camisa 1 cobrou com perfeição no ângulo esquerdo de Evandro, fechando o marcador.

Nos juvenis, vantagem para o Trieste

Na preliminar de juvenis, vitória do Trieste sobre o Operário Pilarzinho por 1 a 0. O Tricolor da Colônia joga por um empate na partida de volta no Maurício Fruet, enquanto que o Pilarzinho precisará vencer para levar aos pênaltis.

O time da casa teve chances claras com Vítor e nas jogadas criadas pelo ponta Ramires, destaque do jogo. Porém, o Trieste foi eficiente na chance clara que teve. Aos 31 minutos do segundo tempo, Ruan dominou na entrada da área, cortou o zagueiro e bateu no canto do gol, garantindo a vantagem dos atuais campeões na busca por uma vaga nas semifinais.

Ficha Técnica:

Operário Pilarzinho 0 x 3 Santa Quitéria

Estádio Bôrtolo Gava, Pilarzinho, Curitiba

Operário Pilarzinho: Evandro; Cabeça (Cristian Neguinho), Rodrigão (Herlon), Willian Maluco (Diego) e Patrik; Kelvin, Robson Baroni, Joãozinho Madureira e Wá (Rodriguinho); Ricardinho (Cainan) e Adriano Sagui. Técnico: Peterson Freitas.

Santa Quitéria: Jonas; Lito (Alan), Baloy, Jair e Jean; Edson Grilo (Diego), Ednaldo Pedra, Orlei e Massai; Robson (Dinda) e Jônatas Omelete (Luan). Tècnico: Valmir Constantino.

Arbitragem: Cristian Eduardo Gorski da Luz, Heitor Alex Eurich e Tom Gomes Rocha.

Gols: Massai (SQT, aos 27’/1º), Robson (SQT, aos 17’/2.º), Jonas (SQT, aos 36’/2.º).

Cartões Amarelos: Patrik, Kelvin, Robson Baroni (OPP); Edson Grilo (SQT).

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Operário Pilarzinho marca nos acréscimos e frustra primeira vitória do Nacional

Jogo no XV de Agosto teve dois tempos distintos e terminou com enorme frustração da torcida local, que saiu de campo sem a vitória e ainda com a lanterna

Jogo no XV de Agosto teve dois tempos distintos e terminou com enorme frustração da torcida local, que saiu de campo sem a vitória e ainda com a lanterna

A tarde ensolarada de sábado (10) no Estádio XV de Agosto parecia o cenário perfeito para a primeira vitória do Nacional na Suburbana e tudo pareceu caminhar assim por cerca de uma hora de partida. Mas um gol do Operário Pilarzinho aos 46 minutos do segundo tempo tirou dois pontos do time local, estragou a festa e transformou o gramado em um lugar de choro e lamentações do time da casa. O 3 a 3, placar final do duelo, deixou o Nacional ainda como lanterna, agora com um ponto e segurou o Operário Pilarzinho na oitava colocação, agora com oito pontos, restando mais quatro pontos para disputar.

Bruno, Guilherme Barney e Jefinho fizeram os gols do Nacional. Robson Baroni, Cainan e Joãozinho Madureira, este nos acréscimos, marcaram para o Operário Pilarzinho.

“Infelizmente, é essa a palavra que reflete o jogo. A gente deu bobeira e tomou o gol no final. A gente vem jogando bem a maioria dos jogos. Neste, saímos na frente, abrimos vantagem e deixamos a vitória escapar. Na maioria dos jogos, a gente erra e o adversário faz gol, o adversário erra e a gente não faz. Enquanto não aproveitarmos nossas chances, não vamos vencer”, disse o lateral-direito Bruno, autor do primeiro gol da partida.

 

“Agora eles pontuaram, mas sabíamos que era um time organizado e jogar aqui é sempre difícil. Jogamos com desfalques. Nosso time está de parabéns e o futebol é interessante por causa disso, pois semana passada tomamos virada do Novo Mundo e agora saímos atrás e buscamos o empate. Temos dois jogos em casa, onde somos fortes, mas temos de trabalhar e tomar cuidado, pois no futebol tem de respeitar. Não respeitamos no começo e tomamos os gols”, afirmou Joãozinho Madureira, autor do gol decisivo do jogo.

Os dois times voltam a campo no próximo sábado, dia 17, com juvenis entrando em campo às 13h30 e adultos às 15h30. O Nacional recebe o Novo mundo no XV de Agosto. O Operário Pilarzinho recebe o Renovicente no Bôrtolo Gava.

O jogo

O jogo começou com certo equilíbrio no primeiro tempo, com os goleiros trabalhando bem e fazendo defesas importantes. Precisando desesperadamente do resultado e com um time leve, o Nacional começou a tomar conta das ações e saiu na frente aos 31 minutos com o lateral-direito Bruno fazendo uma bela jogada individual botando a zaga para dançar e batendo cruzado na saída de Evandro.

O segundo gol do Nacional saiu logo depois em uma bomba de longe de Guilherme Barney, aos 35 minutos. E o terceiro, que parecia ser o caminho para uma goleada foi logo aos 38 minutos por meio de Jefinho.

Em uma bola parada cruzada na área, Robson Baroni descontou para o Operário Pilarzinho aos 41 minutos, mas a sorte parecia ainda estar do lado do Nacional, pois Ricardo, aos 46 minutos, defendeu um pênalti batido por Erlon, pênalti cometido em uma trapalhada da defesa que quase virou gol, mas acabou saindo de um toque de mão.

Na segunda etapa, com a vantagem nas mãos, o Nacional recuou, passando a investir no contra-ataque, enquanto que o Operário tratou de povoar a meia-ofensiva e o ataque. A melhor chance do time alviceleste foi aos 20 minutos quando Vinícius, que acabara de entrar, bateu cruzado e Evandro operou um milagre com a ponta dos dedos. Este pode ter sido o momento que a sorte do jogo virou.

Sem conseguir encaixar contra-ataques como queria para marcar o jogo e acuado em seu campo defensivo, o Nacional viu a maioria dos rebotes caírem nos pés dos jogadores do Operário Pilarzinho. Aos 38 minutos, Cainan arriscou de longe, a bola pegou no morrinho artilheiro e provocou a falha de Ricardo, fazendo o Operário encostar no marcador, já anunciando que seriam longos minutos com um time buscando o empate e outro se defendendo como se fosse uma final de Copa do Mundo.

A cada bola afastada, o time do Nacional via o tempo passar a seu favor. Porém, foi uma única vez, quando o relógio ultrapassava os 46 minutos, com a certeza que a partida ia até os 48, que o experiente meia Joãozinho Madureira apareceu livre na entrada da área, avançou e bateu cruzado para silenciar a agora incrédula torcida do Nacional e fazer a festa da torcida visitante, presente com uma bandeira e cerca de dezena e meia de aficcionados. E o apito final caiu para o time do Nacional, cada vez mais ameaçado pelo rebaixamento, como uma derrota em prorrogação de Copa do Mundo. Para o Operário, foi como renascer após parecer que ia tomar uma goleada histórica.

Nos juvenis, Operário vence em jogo com lance discutido

Na preliminar de juvenis, o Operário Pilarzinho venceu o Nacional de virada por 3 a 1. Os gols do jogo foram no segundo tempo, mas um lance no final da primeira etapa causou discussão: um gol anulado do time do Nacional em bola que saiu da linha de fundo e que o árbitro alegou interferência do atacante que fez corta-luz na jogada. As reclamações duraram até o fim do jogo.

Depois do início da polêmica e do intervalo, Eduardo abriu o placar para o time da casa aos 13 minutos. Usando bem as alterações e neutralizando as jogadas do Nacional pela ponta-esquerda, o Operário começou a sobrar fisicamente em campo e virou o marcador, primeiro com gol de Vítor aos 27 minutos e logo depois de Léo aos 29.

O terceiro gol da partida acabou sendo fruto da pressa do Nacional em buscar o empate. O goleiro da equipe da casa saiu jogando errado ao querer ter velocidade na cobrança de impedimento. A bola acabou caindo nos pés de Ramires, o principal armador do Operário Pilarzinho e que vinha sendo o melhor em campo na segunda etapa. O camisa dez não perdoou e fechou o marcador aos 41 minutos, isto é, nos acréscimos (lembramos os não iniciados que os jogos juvenis da Suburbana são disputados em dois tempos de 40 minutos).

O resultado fez o Operário Pilarzinho se manter na sexta colocação, agora com 11 pontos. O Nacional caiu para a oitava posição com oito pontos, ambos na zona de classificação.

Ficha Técnica:

Nacional 3 x 3 Operário Pilarzinho

Nacional: Ricardo; Bruno, Evandro, Luciano e Thiago Coutinho (Vinícius); Luiz Fernando, Jefinho (Flavinho), Guilherme Barney e Juninho (Bruno Antunes); Pablo (Carlos Eduardo) e Diego Oliveira. Técnico: Alemão.

Operário Pilarzinho: Evandro; Cadu (Wá), William Maluco (Bruno), Rodrigão e Cristian Neguinho (Cainan); Kelvin, Robson Baroni, Joãozinho Madureira e Rodriguinho (Braian); Erlon e Adriano Sagui. Técnico: Peterson Freitas.

Arbitragem: Cristiano Antônio Teixeira, Eduardo Luis Teixeira Furiatti e Alisson Alceu Lovato.

Gols: Bruno (NAC, aos 33’/1.º), Guilherme Barney (NAC, aos 35’/1.°), Jefinho (NAC, aos 38’/1.º), Robson Baroni (OPP, aos 41’/1.º), Cainan (OPP, aos 38’/2.º), Joãozinho Madureira (OPP, aos 48’/2.º).

Cartões Amarelos: Thiago Coutinho, Carlos Eduardo, Flavinho (NAC); William Maluco, Erlon, Bruno e Wá (OPP).

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Trieste e Operário Pilarzinho ficam no zero em jogo movimentado

André Tobias, com a bola, e Joãozinho Madureira comandaram suas equipes nas bolas paradas em um empate sem gols mas movimentado no Egydio Ricardo Pietrobelli

André Tobias, com a bola, e Joãozinho Madureira comandaram suas equipes nas bolas paradas em um empate sem gols mas movimentado no Egydio Ricardo Pietrobelli

O placar permaneceu fechado até o fim, mas o duelo entre Trieste e Operário Pilarzinho, na tarde de sábado (6), no Egydio Ricardo Pietrobelli, não pode de jeito algum ser chamado de morno ou de chato. Os dois times estiveram perto de fazer o gol da vitória, especialmente o Trieste, que dominou a meia hora final de partida, mas esbarrou na falta de pontaria e no nervosismo de seus atacantes.

Para o zagueiro Ígor, capitão do Trieste, o empate, segundo zero a zero seguido da equipe, foi resultado da postura do Operário Pilarzinho e da dificuldade da equipe ao se readaptar ao gramado natural, o clube de Santa Felicidade mandou este jogo no campo do rival Iguaçu por cumprir uma punição sendo que o Francisco Muraro, sua casa, tem o único gramado sintético da Suburbana. “Todos que vão jogar contra o Trieste vão jogar fechados. Até equipes com mais qualidade, como o Vila Fanny. Sempre peço que o time jogue como no segundo tempo, sem pressa. Tivemos ansiedade por duas vezes ficando impedidos. Na maioria dos campos, assim como este, a bola quica e a marcação é pesada. No nosso campo, talvez a gente consiga envolver os adversários. Confesso que começa a incomodar, pois me sinto no lugar dos nossos atacantes, que querem fazer gol para nossa torcida. Fizemos um ponto, mas o Trieste, pela camisa, precisa voltar a vencer”, afirmou o defensor.

Para o experiente meia Joãozinho Madureira, próximo de completar 39 anos, o segundo jogo seguido sem derrota é a prova que o campeonato começou para o Operário Pilarzinho. “Podemos dizer que a gente entrou na competição. Na primeira rodada, maioria não pôde jogar. Na segunda, fizemos a lição de casa e agora arrancamos empate fora. Jogo foi bom, tivemos chances no primeiro tempo e no segundo eles mudaram de postura e tiveram mais chances. Pegamos uma equipe qualificada e que sempre chega. Os meninos que estraram estão cumprindo o papel. Vamos em busca de nosso objetivo que é classificar equipe e depois vamos ver o que vem, pois é outro campeonato”, disse o camisa 7 operariano.

 

O empate deixou o Trieste na quarta colocação com cinco pontos, com os três líderes abrindo quatro pontos de vantagem. O Operário Pilarzinho vem logo atrás, em quinto, com quatro pontos. A próxima rodada é no próximo sábado (13), com juvenis entrando em campo às 13h30 e adultos às 15h30. O Trieste vai ao Octávio Silvio Nicco enfrentar o Imperial. O Operário Pilarzinho joga mais uma vez fora de casa, no Maurício Fruet, contra o vice-líder e atual campeão Santa Quitéria.

O jogo

O primeiro tempo mostrou bastante equilíbrio, com o Operário Pilarzinho tenho em Adriano Sagui e Cainan as válvulas de escape para o ataque. Cleiton e André Tobias apareciam mais pelo time do Trieste. Nas bolas paradas, era justamente Tobias que dava mais trabalho ao goleiro Evandro, muito bem quando exigido. Do outro lado, nas bolas paradas, era Joãozinho Madureira que deu trabalho ao arqueiro Diego Molina. O placar poderia ter sido aberto pelas duas equipes na etapa inicial.

No segundo tempo, o Trieste conseguiu controlar o ritmo e passou a dominar a segunda bola. Com isso, subiu de produção e as chances começaram a aparecer. Porém, era comum os atacantes aparecerem em posição de impedimento, muito pela ansiedade de resolver logo a partida. A chance mais incrível dentre as perdidas pelo time mandante foi aos 32 minutos, quando Dinei desperdiçou uma chance debaixo das traves.

Sem registro

Os Jogos Olímpicos começaram, mas o Campeonato Brasileiro segue comendo solto como você vai notar terça-feira em nossa coluna #BrasileirãoFreak. Porém, mesmo assim, o departamento de registros da CBF entrou em recesso e a FPF não foi devidamente informada e não teve o aviso repassado aos clubes. Efeito prático: várias equipes não puderam registrar jogadores, dando com a cara na porta. Vale lembrar para os não iniciados que a Suburbana, por ser um campeonato federado, exige que os atletas em campo constem no BID da CBF.

Gols só na preliminar

Se o jogo de fundo acabou no 0 a 0, os juvenis garantiram na preliminar a cota de gols do dia. Trieste e Operário Pilarzinho fizeram um ótimo aperitivo num empate por 2 a 2. O Trieste fechou a rodada em sexto e o Operário Pilarzinho em sétimo na tabela juvenil.

Com equipes completamente renovadas, o Trieste saiu na frente com Ramón logo aos 2 minutos. A resposta do Operário Pilarzinho veio com um gol de um raro remanescente da boa campanha do ano passado, Ramires, aos 4 minutos. Gabriel Vicente virou para o time visitante aos 34 minutos. Na etapa final, o Trieste, atual campeão juvenil, conseguiu arrancar o empate, aos 20 minutos, com William. No fim do jogo, o Trieste teve dois atletas expulsos.

Ficha Técnica:

Trieste 0 x 0 Operário Pilarzinho

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Curitiba

Trieste: Diego Molina; Jean (Laércio), Ígor, Luciano e Dionatan (Carlinhos); Ritielly, Edimar, Cleiton (Tomas) e André Tobias; Thiago Paraná (Joãozinho) e Dinei. Técnico: Netinho.

Operário Pilarzinho: Evandro; Cabeça (Bruno), Patrik, Diego e Cristian Neguinho (Guilherme); Kelvin, Robson Baroni, Joãozinho Madureira e Rodriguinho (David); Cainan (Brayan) e Adriano Sagui (Vá). Técnico: Peterson Freitas.

Arbitragem: Alexandre Sanches Ferreira, André Luiz Severo e Wesley Waldir Marmitt.

Cartões Amarelos: Ritielly, Cleiton (TRI); David, Brayan (OPP).

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Com um a menos, Novo Mundo arranca empate do Urano no Manecão

Urano e Novo Mundo fizeram um jogo disputado no Manecão que acabou em mais um empate por 1 a 1

Urano e Novo Mundo fizeram um jogo disputado no Manecão que acabou em mais um empate por 1 a 1, repetindo o placar da 1.ª Fase

Num jogo bastante disputado, tendência do campeonato que se afunila, Urano e Novo Mundo ficaram no 1 a 1. O jogo deste sábado (3) no Manecão valeu pela abertura da 2.ª Fase da Suburbana. Richard marcou para o Urano e Marquinhos fez o gol do Novo Mundo, que jogou desde os 44 minutos do 1.º tempo com um jogador a menos após a expulsão de Geraldo.

“Queríamos a vitória, mas jogamos resto do primeiro e o segundo tempo com um a menos em um campo pequeno. O time foi valente e não foi o pior dos resultados. Agora é jogar em casa e buscar vitórias”, afirmou Marquinhos, autor do gol do Novo Mundo. “Infelizmente não conseguimos trabalhar a bola com um a mais e tomamos o gol no contra-ataque. Agora é trabalhar para jogar contra o Nacional e buscar a vitória. Futebol é assim: a bola pune e quem não faz leva”, afirmou Richard, autor do gol do Urano.

Com o resultado, Urano e Novo Mundo dividem a vice-liderança do Grupo C com um ponto, três a menos que o líder Iguaçu, que, além do ponto extra, venceu o Nacional por 1 a 0. Na próxima rodada, dia 10 de outubro, o Novo Mundo recebe o Iguaçu e o Urano visita o Nacional, com Nacional e Operário Pilarzinho, neste caso, fazendo a preliminar de juvenis. Juvenis entram em campo às 13h30 e adultos às 15h30.

O jogo

A primeira etapa começou com jogadas fortes e com o Urano assumindo as rédeas do jogo ao longo do tempo e as chances foram aparecendo. Aos 34 minutos, Richard aproveitou e abriu o marcador para a alegria da torcida da casa.

Aos 44 minutos, Geraldo, que tinha amarelo, levou o segundo, o que significou o cartão vermelho e a expulsão. Com isso, o Novo Mundo ficou com um a menos e parecia que não seria páreo para um Urano que mostrava confiança.

Porém, na segunda etapa, a coisa mudou de figura. O Urano passou a apostar muito em bolas esticadas e a defesa do Novo Mundo começou a se destacar e o time visitante a criar chances, mesmo com um jogador a menos. O gol saiu aos 26 minutos num lance bastante reclamado pelos jogadores do Urano, que viram impedimento de Marquinhos no lançamento em que recebeu e bateu para vencer Aracaju.

Nos juvenis, placar fechado entre Operário Pilarzinho e Novo Mundo

Na preliminar de juvenis, o Operário Pilarzinho (que acompanha o Urano na tabela da 2.ª Fase) e o Novo Mundo ficaram no 0 a 0. Foi um jogo bastante disputado entre duas das melhores equipes da 1.ª Fase (o Novo Mundo inclusive começou a fase com um ponto extra por ter sido o campeão de seu grupo).

O resultado pareceu melhor assimilado pelo Operário Pilarzinho que, mesmo tendo um jogador expulso no início do 2.º tempo, criou muitas das melhores chances de sair com a vitória.

Haja gente para embalar

Alguns nomes são moda em algumas épocas. Daqui a alguns anos nos juvenis da Suburbana, teremos vários Lorenzo, Enzo, Enrico, Antônio e Joaquim. Assim como já tivemos uma estação com muitos Rafael e outros nomes mais populares entre os pais. A categoria juvenil da Suburbana é atualmente para jogadores nascidos em 1998, 1999 e 2000. No time do Novo Mundo, surgiu uma interessante constatação a respeito da composição da equipe: cinco jogadores chamados Mateus ou Matheus entre os 18 relacionados. Provavelmente efeito Bebeto neles.

Quase que foi…

Quem for conferir nosso slideshow com mais de cem imagens das partidas ali no fim do post irá dar falta de algumas fotos que normalmente estão lá: os times e a arbitragem posados. O motivo é que nosso equipamento teve uma senhora falha crítica no entrejogos, mas foi reanimado após alguns minutos, a despeito de um grande temor de que iria para o céu dos equipamentos eletrônicos, e seguiu com a bola rolando.

Ficha Técnica:

Urano 1 x 1 Novo Mundo

Estádio Manoel Garcia de Andrade (Manecão), Vila São Pedro, Xaxim, Curitiba

Urano: Aracaju; Gleisson (Dionathan), Nathan, Wissan e Flavinho; Neguinho, Massai e Mikael (Pulga); John; Adriano Marmita (Diego) e Richard. Técnico: Serginho Jordão.

Novo Mundo: Jansen; Gean (Marquinhos), Paulo Sérgio e Muriel; Bruninho, Matheus, Geraldo, Hideo e Anderson; Gelson e Lucas Batatinha (Dione). Técnico: Ivo Petry.

Arbitragem: Cristian Eduardo Gorski da Luz, Deniel Carvalho e Giovani M. de O. Massoquetto.

Gols: Richard (URA), aos 34’/1.º; Marquinhos (NMU), aos 26’/2.º.

Cartões Amarelos: Neguinho, Adriano Marmita, Richard (URA); Paulo Sérgio, Muriel, Matheus, Geraldo (NMU).

Cartão Vermelho: Geraldo (NMU), aos 44’/1.º (dupla advertência).

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Entenda a matemática do rebaixamento da Suburbana

Bangu e Nova Orleans, que se enfrentaram na última rodada, são dois dos quatro times que lutam contra o descenso

Bangu e Nova Orleans, que se enfrentaram na última rodada, são dois dos quatro times que lutam contra o descenso

No próximo sábado (19), com os adultos em campo às 15h30 após a preliminar de juvenis às 13h30, além de uma vaga restante na Segunda Fase (explicaremos aqui no meio do texto sim) e de posições e chaveamentos, a Suburbana terá a definição do rebaixamento. Será certamente a disputa mais ferrenha da rodada final da Primeira Fase com quatro times querendo não ser nenhum dos dois que jogarão a Série B de 2016. O Futebol Metrópole apresenta a matemática de cada time para fugir da degola.

9.º Operário Pilarzinho – 9 pts – 2 vitórias – saldo -10

Atual vice-campeão, o Operário Pilarzinho poderia ter se livrado na última rodada e de quebra rebaixado o Vila Hauer, mas acabou perdendo para o lanterna, que curiosamente não é adversário direto.

Enfrenta quem e onde: Renovicente, em casa.

Uma vitória simples salva o Operário. Se empatar, terá de torcer para que não aconteça a seguinte combinação: vitória do Bangu por qualquer placar e vitória simples do Nova Orleans. Se perder, terá de torcer contra vitória do Bangu ou por derrota do Nova Orleans.

10.º Nova Orleans – 8 pts – 2 vitórias – saldo -10

O atual campeão descomplicou as coisas ao vencer o Bangu fora de casa na última rodada. Com isso, depende apenas as próprias forças para se salvar.

Enfrenta quem e onde: Trieste, em casa.

Uma vitória simples também salva o Nova Orleans. Se empatar, terá de torcer por uma derrota do Operário Pilarzinho ou para que o Bangu não vença. Caso perca, terá de torcer por derrota do Bangu ou para que o Vila Hauer não vença sua partida.

Chance de classificação: Uma punição de quatro pontos do Vila Fanny por escalação de jogador suspenso deu chances de classificação ao Nova Orleans. Para isso, terá de vencer o Trieste e torcer para que o Vila Fanny perca para o Iguaçu fora de casa.

11.º Bangu – 7 pontos – 1 vitória – saldo -7

O Bangu viu a sua situação ficar mais complicada ao perder em casa na última rodada para o Nova Orleans, adversário direto, não dependendo mais de si mesmo. Porém, ter um saldo de gols melhor que o dos adversários diretos pode ser um trunfo na disputa.

Enfrenta quem e onde: Novo Mundo, fora.

Fazer resultado e torcer é a máxima do Bangu. Vencendo, terá de torcer para que o Nova Orleans ou o Operário Pilarzinho não vençam. Empatando, terá de torcer por uma derrota do Nova Orleans e para que o Vila Hauer não vença.

12.º Vila Hauer – 5 pontos – 1 vitória – saldo -10

O Vila Hauer era apontado como já rebaixado por muitos, mas a vitória sobre o Operário Pilarzinho na última partida garantiu um fio de esperança à equipe. Porém só resta uma combinação envolvendo seu jogo e mais dois para a salvação.

Enfrenta quem e onde: Urano, fora.

A primeira parte para o Vila Hauer se salvar é vencer. Além disso, precisa torcer para uma derrota do Nova Orleans e para que o Bangu não vença sua partida. As chaves no caso de uma vitória do Hauer com derrota do Nova Orleans e empate do Bangu seriam o número de vitórias, pois a equipe iria a duas contra apenas uma do Bangu, e o saldo de gols, pois seria melhor que o do Orleans (atualmente estão empatados). Todos teriam oito pontos neste último cenário.

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Garotos resolvem e Nacional bate Operário Pilarzinho no Bôrtolo Gava

Bruninho (7) corre em direção ao banco de reservas após abrir o placar contra o Operário Pilarzinho: gols do Nacional foram de jogadores de apenas 19 anos

Bruninho (7) corre em direção ao banco de reservas após abrir o placar contra o Operário Pilarzinho: gols do Nacional foram de jogadores de apenas 19 anos

Num jogo extremamente disputado e marcado por quatro expulsões, duas de cada lado, a juventude do Nacional fez a diferença. Com gols de Bruninho e Guilherme, ambos de 19 anos, o time do bairro do Boqueirão venceu o Operário Pilarzinho, fora de casa, no Bôrtolo Gava, por 2 a 0, na tarde deste sábado (29), e abriu importante vantagem de quatro pontos para o próprio Pilarzinho na briga por uma das vagas do Grupo B na próxima fase da Suburbana.

“Foi um jogo bem difícil. A gente perdeu em casa na rodada passada e precisava da vitória hoje. Jogamos para vencer e conseguimos”, afirmou Bruninho. Com isso, o Nacional ficou bem perto do objetivo na competição. “A gente subiu da Segunda Divisão ano passado e veio para classificar. Temos um time jovem, piazada, sabia que ia ser difícil mas está conseguindo. São jogos muito mais difíceis que na Segundona”, completou o meia-atacante, que surgiu no futsal do Coritiba e passou brevemente pelo time de base de campo do Alviverde.

“Agora vamos em busca de conquistar três pontos em casa contra o Urano, para fazer nosso papel, pois a classificação está encaminhada”, afirmou Guilherme, autor do segundo gol. É justamente o Urano, no campo do Nacional, o próximo duelo da equipe, no dia 12 de setembro, pois a Suburbana para no feriadão. O Operário encara um desesperado Vila Hauer na casa do adversário, podendo se livrar definitivamente das chances de rebaixamento com uma vitória simples.

O Nacional tem 13 pontos é o terceiro da embolada chave, diferenciado do vice-líder Santa Quitéria e do quarto colocado Urano pelo saldo de gols. O Operário Pilarzinho é o quinto com 9 pontos e vê a classificação ficar um pouco mais distante restando duas rodadas.

O jogo

Na primeira etapa, quem esteve mais perto de abrir o marcador foi o Operário Pilarzinho, que parou no goleiro Bruno em uma boa finalização de Thomas no início da partida e que chegou a propiciar o grito de gol da torcida que estava no setor de arquibancadas em uma cobrança de falta de Bitoca que foi na rede pelo lado de fora.

Na segunda etapa, o domínio mudou e o festival de cartões vermelhos começou. Aos 10 minutos do 2.º tempo, Éder do Operário Pilarzinho e Victor do Nacional trocaram gentilezas em forma de tapas e receberam do árbitro Marcelo Sales Côrrea os primeiros cartões vermelhos da tarde.

Com dez atletas para cada lado, o vigor físico da juventude do Nacional começou a se sobressair e Bruninho aproveitou finalização de dentro da área para abrir o placar já aos 13 minutos. Com 36 minutos, foi a vez de Guilherme também aproveitar bola na área e ampliar o marcador.

Aos 38 minutos, Mayron do Nacional recebeu o segundo amarelo e também foi expulso, deixando o time alviazul com nove atletas em campo. Molão, por agressão aos 46 minutos, tratou de deixar as equipes iguais também no número de expulsos.

Duas camisas

No primeiro tempo, o Nacional usou uma camisa com o número amarelo num fundo branco. Terror de quem tinha de enxergar mais de longe o número dos atletas. O dirigente do time visitante, Cúnico Bach, mandou um táxi até a sede do clube, no bairro do Boqueirão, buscar outro jogo de camisas, com os números brancos em um fundo azul e que foi usado no segundo tempo. Os dois clubes ficam distantes 16 km um do outro.

Go with God, boy!

Uma das diferenças do Operário Pilarzinho que venceu o Santa Quitéria há duas semanas e este que perdeu para o Nacional foi a ausência do ponteiro-direito Cainã Lewandowski, de 18 anos. O atleta deixou o clube para fazer universidade nos Estados Unidos e tentar a sorte no emergente futebol profissional de lá. Parafraseando o eterno Boluca, “go with God, boy!”

Empate eletrizante nos juvenis

Quem chegou mais cedo ao Bôrtolo Gava para conferir a preliminar de juvenis não se arrependeu, pois Operário Pilarzinho e Nacional fizeram um jogo de altíssimo nível, refletindo a ótima campanha de ambos, e que terminou com o placar de 3 a 3.

O Nacional abriu o placar logo aos 11 minutos do 1.º tempo com Patrick. A reação do time da casa começou no segundo tempo com um gol de pênalti de Yan.

A partir daí começou um curioso duelo entre dois jogadores, cada um ao seu jeito. O camisa 10 Fernando, do Nacional, fez um gol de falta aos 7 minutos. A resposta do Operário foi com o zagueiro Maicon aos 14 minutos. Fernando respondeu com mais uma cobrança de falta aos 30 minutos, mas o zagueiro-artilheiro Maicon deu números finais à partida com um gol aos 36 minutos.

Ficha Técnica:

Operário Pilarzinho 0 x 2 Nacional

Estádio Bôrtolo Gava, Pilarzinho, Curitiba.

Operário Pilarzinho: Evandro; Clóvis (Zé), William Loco, Cabeça e Thiago Piotto (Cristian); Robson, Molão, Thomas e Bitoca; Éder e Gilberto Cafu (Léo). Técnico: Peterson Freitas.

Nacional: Bruno; Carlinhos, Deivid, Luciano e Mayron; Matheus (Jefferson), Marquinhos, Guilherme (Nakata) e Juninho (Bruno, depois Barney); Bruninho e Flavinho (Victor). Técnico: Alemão.

Arbitragem: Marcelo Sales Corrêa, Daniel Cortim de Carvalho, Fabrício da Silva Martins.

Gols: Bruninho (NAC), aos 13/2.º; Guilherme (NAC), aos 36/2.º.

Cartões Amarelos: Robson (OPP). Mayron, Bruno (NAC).

Cartões Vermelhos: Éder (OPP), 10/2.º, agressão. Victor (NAC), 10/2.º, agressão. Mayron (NAC), 38/2.º, dupla advertência. Molão (OPP), 46/2.º), agressão.

Confira imagens das partidas:

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Operário Pilarzinho vence Santa Quitéria em jogo tumultuado e entra na zona de classificação

Éder toca na saída de Jonas e marca o único gol da partida no Bôrtolo Gava

Éder toca na saída de Jonas e marca o único gol da partida no Bôrtolo Gava

Em jogo com expulsão, interrupção por objeto atirado em campo e adversário reclamando de arbitragem, o Operário Pilarzinho bateu o Santa Quitéria por 1 a 0, neste sábado (15), no Bôrtolo Gava, bairro do Pilarzinho. O único gol da partida foi marcado pelo atacante Éder, aos 43 minutos do 1.º tempo, um minuto após perder uma grande chance.

“Eu sempre costumo brincar que se perco a primeira a segunda costumo guardar. Só tenho a agradecer povo do Operário Pilarzinho.  A gente vinha jogando bem, mas tomava gol no início e não conseguia reagir e graças a Deus conseguimos vencer. Agora tendemos a crescer e voar”, afirmou o camisa 7 do Tricolor.

As queixas do time do Santa Quitéria foram por causa das lesões de Juliano e Diego Senna ainda no primeiro tempo que, segundo os jogadores do time auriverde, mereciam punição por parte da arbitragem. “Nosso time tomou conta dos dois tempos. Só ver a quantidade de chances que tivemos e desperdiçamos. Quando se coloca árbitros que estão começando, fracos, é difícil. tiraram dois atletas nossos com faltas sem bola na frente e dele e ele não teve coragem de dar cartão. Assim fica difícil. A torcida deles tacou duas latinhas, uma no bandeira e outra no jogador deles e estamos cobrando para que ele relata, pois, quando é com a gente, sempre relatam”, disse o goleiro Jonas, que foi para a área cabecear no último lance da partida e ainda teve a chance de empatar ao bater uma falta no travessão.

O resultado colocou o Operário Pilarzinho na zona de classificação, na quarta colocação do Grupo B, com oito pontos. O Santa Quitéria estacionou nos sete pontos e agora é o quinto lugar, fora do grupo dos que se classificam para a próxima fase. Na próxima rodada, no sábado (22), o Operário Pilarzinho enfrenta o Urano no Manecão. Já o Santa Quitéria recebe o lanterna Vila Hauer. Os juvenis entram em campo às 13h30 e os adultos às 15h30.

Breve reencontro

O Santa Quitéria começou a partida fazendo uma blitz tentando abrir o placar, mas parou no goleiro Evandro, em uma tarde inspirada. Montado num 4-2-3-1, o Operário Pilarzinho começou a se soltar e a equilibrar as ações, levando perigo principalmente em bolas esticadas pelos seus ponteiros, Cainan Lewandowski e Gilberto Cafu, e pelo centroavante Éder.

O jogo marcou o reencontro pela primeira vez do time tricolor com Juliano, que era o principal nome do Nova Orleans, campeão na última temporada justamente sobre o Operário, e que agora defende o Santa Quitéria. O duelo foi breve, pois Juliano saiu de campo aos 15 minutos de jogo após pancada no joelho.

Operário na frente

Sem a bola, o Operário fazia duas linhas de quatro intercaladas com um primeiro volante. A iniciativa da partida ficou, assim, principalmente com o Santa Quitéria que, por sua vez, tinha trabalho para conter as subidas em velocidade do time da casa. Após perder uma chance em bola cruzada por Gilberto Cafu para Éder aos 42 minutos, o gol do Operário saiu. Aos 43 minutos, Éder recebeu lançamento, superou a defesa usando velocidade e tocou na saída de Jonas.

Na primeira etapa, o Santa Quitéria perdeu o ponteiro Diego Senna, lesionado, aos 48 minutos, forçando uma segunda substituição com o jogo ainda na metade.

Com um a menos

A equipe do técnico Leandro Chibior, atrás no marcador, partiu para cima do time do técnico Peterson Freitas. Ao Operário, o contra-ataque servia. Foi num desses contra-ataques, aos 27 minutos do 2.º tempo que o zagueiro Bruno, que tinha um amarelo por reclamação, levou o segundo amarelo por parar jogada promissora. Com isso, reduzido a dez jogadores, o Santa Quitéria foi perdendo ímpeto e vendo o Operário trazer perigo em lances puxados principalmente pela dupla Cainan Lewandowski e Éder. O Santa Quitéria perdeu uma chance inacreditável com Dedé, embaixo da trave com goleiro vencido e ainda viu o goleiro Jonas acertar o travessão em uma cobrança de falta.

DanoneGate

Aos 36 minutos do 2.º tempo a partida foi interrompida por um incidente lamentável. Duas latas vazias de cerveja foram atiradas no gramado no lado que se encontrava a torcida do Operário Pilarzinho. Uma delas atingiu o volante Molão do próprio Operário. A outra acertou o assistente Deniel Carvalho. O árbitro Eduardo da Silva Silveira cogitou encerrar a partida, mas optou, ao conversar com os assistentes, em inverter o lado de campo deles. A partida ficou parada por nove minutos e, caso seja relatado na súmula, o que foi veemente cobrado pelos atletas do Santa Quitéria, o Operário Pilarzinho irá a julgamento correndo o risco de multa e perda de mando de jogo.

O árbitro Eduardo da Silva Silveira mostra a lata que atingiu o auxiliar Deniel Carvalho. O jogo ficou paralisado por nove minutos devido ao incidente

O árbitro Eduardo da Silva Silveira mostra a lata que atingiu o auxiliar Deniel Carvalho. O jogo ficou paralisado por nove minutos devido ao incidente

7 a 2 foi pouco?

Nos juvenis, o Operário Pilarzinho atropelou o Santa Quitéria com um sonoro 7 a 2. Destaque para o camisa 10, Yan, autor de três gols. Foi ele que abriu o marcador aos 2 minutos de jogo. Douglas Ramires ampliou para 2 a 0 aos 9 minutos. Kelvin configurou a goleada aos 21 minutos.Wesley Pelé aumentou aos 24. Mateus Gomes diminuiu para o Santa Quitéria aos 34 minutos.

Na segunda etapa, Yan marcou aos 8 minutos. Matheus Gomes diminuiu novamente aos 33, mas viu Yan fazer a tripleta logo depois, aos 35 minutos. Wesley Pelé fechou a goleada com seu segundo gols aos 40 minutos, no último lance da goleada.

Ficha Técnica

Operário Pilarzinho 1 x 0 Santa Quitéria

Estádio Bôrtolo Gava, Pilarzinho, Curitiba

Operário Pilarzinho: Evandro; Clóvis (Cristian), Thiago Gbur, Leandrão (Thomas) e Thiago Piotto; Baroni e Molão; Cainan Lewandowski, Bitoca e Gilberto Cafu (Luiz Gustavo); Éder. Técnico: Peterson Freitas.

Santa Quitéria: Jonas; Cleiton, Lela, Bruno e Adriano Chuva; Edinaldo Pedra (Jair), Aroldo e Juliano (Lima); Fernandinho, Dedé (Luan) e Diego Senna (Robson). Técnico: Leandro Chibior.

Arbitragem: Eduardo da Silva Silveira, Eduardo Luis Teixeira Furiatti e Deniel Carvalho.

Gol: Éder (OPP), aos 43/1.º.

Cartões amarelos: Clovis, Thiago Gbur, Thiago Piotto (OPP); Bruno, Aroldo (SQT).

Cartão vermelho: Bruno (SQQ, dupla advertência)

Confira imagens da partida:

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Reinícios, continuidades e recomeços (parte 3)

Nova Orleans e Operário Pilarzinho decidiram a Suburbana em 2014 e viraram exemplo para times de orçamentos menores na competição

Nova Orleans e Operário Pilarzinho decidiram a Suburbana em 2014 e viraram exemplo para times de orçamentos menores na competição

O ano de 2015 promete no futebol amador de Curitiba. Após um ano atípico, 2014, em que duas equipes tidas como outsiders chegaram à final da Suburbana, com o Nova Orleans ganhando a decisão do Operário Pilarzinho nos pênaltis do terceiro jogo, deveremos ter uma acomodação de forças.

Muita água rolará antes do segundo semestre, quando o Amador da Capital é realizado. Antes disso teremos a Taça Paraná e a Copa Amadora. Quando estas competições acabarem, veremos o Sul da cidade mais representado. Na temporada que se encerrou, caíram o Uberlândia (Sul) e o Combate Barreirinha (Norte). Subiram o Nacional do Boqueirão (Sul) e o tradicional Vila Fanny (Sul).

Em temporadas anteriores, fez muita diferença o poderio financeiro em atrair ex-atletas com grife. Em 2014, ter base a muito tempo, mesmo com orçamento mais modesto, fez a diferença. Resta saber como os clubes farão, se seguirá o reinado do bom e barato ou se algum time galáctico assumirá o trono do amador da cidade. Para os com menos recursos, os exemplos estiveram na final.

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Recomendo por aí: melhores momentos da decisão da Suburbana

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A Suburbana acabou na última quarta-feira e até o dia de hoje repercutimos sua emocionante decisão em três atos. Como ato final, temos os melhores momentos da decisão, filmados pelo Rafael Buiar do Do Rico ao Pobre e narrados pelo Eduardo Nobre, que tem este canal aqui no Youtube. Aproveitem:

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