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Baixe o pôster do Trieste, campeão da Suburbana Juvenil 2017

No último sábado (9), o Trieste foi campeão Suburbana Juvenil, Série A, após vencer o Vila Sandra por 1 a 0 no terceiro jogo da decisão.

Sendo assim, o Futebol Metrópole, presenteia o torcedor do Trieste com um pôster comemorando o título Juvenil da Suburbana.

Para baixar, clique no pôster com o botão direito e escolha a opção de salvar no seu computador ou aparato similar.

Agradecemos ao Mauro Ignácio Jr. pelo suporte na nomeação das pessoas na imagem.

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Igor brilha, faz dois e Iguaçu é bi da Suburbana pela primeira vez após 49 anos

Comemoração do Iguaçu após o título: conquista é apenas o segundo bicampeonato da Suburbana de clube quase centenário

Com dois gols de Igor, que precisou de 14 minutos para entrar para a história, o Iguaçu venceu o Trieste por 2 a 0, na tarde de sábado (9) no Egydio Ricardo Pietrobelli e se sagrou bicampeão da Suburbana após três partidas contra o arquirrival. Foi o décimo título do Alvinegro na competição e o segundo bicampeonato do clube na Suburbana em 98 anos de história. O anterior foi exatamente na metade do caminho, há 49 anos, no biênio 1967/1968. Ninguém era bi da Suburbana desde o Urano em 2008/2009, mostrando o grau de equilíbrio da competição.

“Obrigado ao Iguaçu pela oportunidade de estar aqui”, disse o atacante Igor durante a festa do título. “A gente tá feliz, sempre acreditei no menino. Fomos felizes, foi um ano difícil e nos três jogos fizemos por merecer”, disse o treinador Juninho, que tem agora dois títulos e um vice-campeonato nas últimas três suburbanas.

Do lado do Trieste ficou a sensação de um título ter escapado após uma ótima campanha durante todo o certame. “Fizemos excelente campanha e  faltou controlar o jogo com um a mais no meio. No momento que tocamos, dominamos. Eles saíram bem no contra-ataque que não poderíamos ter tomado, pois o empate nos favorecia. Aí tivemos de sair e eles fizeram isso. Nossa equipe não envolveu como no ano inteiro e fica a lição para no próximo chegarmos bem e conquistarmos o título”, disse o zagueiro Igor, capitão do Trieste.

O jogo

Igor comemora o primeiro gol: explosão de alegria na torcida do Iguaçu durante jogo disputado

O empate favorecia o Trieste, que veio com time com quatro mudanças com relação à partida passada. O Iguaçu tinha apenas o desfalque de Aderaldo e pintou com Tonton, um meia, na lateral-esquerda, posição em que vinha improvisando zagueiros e nunca teve jogador de ofício.

A improvisação de Juninho deu certo, pois Tonton conseguiu, enquanto esteve em campo, segurar as subidas de Neto a contento e ainda armar o jogo pelos flancos.

Do outro lado, sem Marabá, Ivo Petry colocou William Balsa na lateral esquerda. O novo titular sofreu nos primeiros 45 minutos com as jogadas do habilidoso Feijão, entre os melhores jogadores no somatório das partidas finais, e de Luisinho Netto, que parecia jogar sem fazer força no seu estilo mais clássico.

O primeiro tempo foi bastante franco, com Feijão chegando próximo ao gol pelo lado do Iguaçu e o Trieste acertando a trave duas vezes, uma com Danilo.

Na segunda etapa, Ivo Petry sacou Orlei e Balsa e colocou Bodão e Rodrigo Crasso. No entanto, o lado esquerdo seguiu território de Feijão. Igor salvou bola em cima da linha em ataque do ágil 7 do Iguaçu. Rodrigão defendeu também uma ótima cobrança de falta de Luisinho Netto.

Aos 18 minutos, Juninho sacou Alex Pinhais e colocou Igor. Depois, aos 20, teve a perda de Tonton, lesionado, para a entrada de Léo Gago. Foi quando, aos 22 minutos, as substituições renderam efeito. Léo Gago lançou Igor pela esquerda, que apostou corrida com o zagueiro Igor. Na contenda de xarás, o camisa 9 do Iguaçu levou a melhor, colocou na frente e bateu na saída de Rodrigão, abrindo o marcador.

Sem a vantagem que o empate concedia, o Trieste teve de sair para o jogo e, a exemplo da semana anterior, começaram a aparecer os espaços para o jogo de Hideo.

Aos 33 minutos, o Iguaçu conquistou um escanteio na direita. Luisinho Netto cobrou no meio da área e a bola chegou na cabeça mais iluminada da tarde, a do centroavante Igor, livre de marcação, para escolher o canto esquerdo de Rodrigão. O título virou questão de tempo.

No entanto, o time do Iguaçu sofreu dois reveses. O primeiro, logo após o jogo, foi a grave lesão de Feijão, uma fratura no tornozelo. O segundo, foi aos 40 minutos, quando Igor, novamente, sofreu pênalti, mas Marcelo Tamandaré bateu e Rodrigão buscou no canto direito. Um terceiro gol daria mais tranquilidade ainda ao Galo da Colônia, mas acabou não fazendo falta na tarde mágica de Igor de do fim de um tabu que durava metade da história do clube: a falta de bicampeonatos.

Rodrigo Batata, do Trieste, com 16 gols, foi o artilheiro da competição. Rodrigo do Iguaçu ganhou o prêmio de goleiro menos vazado com quatro gols sofridos em 11 jogos. Ele, que ficou no banco na partida, fez questão de dividir as honras com o outro goleiro da equipe, Felipe, com quem alternou a titularidade em sistema de revezamento durante a competição.

Após a festa, uma queima de fogos no gramado de cerca de 20 minutos, de fazer inveja a muito reveillón de cidade grande. E a festa no Egydio Ricardo Pietrobelli foi madrugada adentro…

Nos juvenis, Trieste é campeão invicto

Com 16 vitórias e 2 empates, o Trieste venceu a Suburbana Juvenil

Após dois empates, o Trieste venceu a terceira partida da decisão da Suburbana Juvenil contra o Vila Sandra e conquistou de maneira invicta a competição. Aramis, de pênalti, fez o único gol da partida.

“Agradecemos diretoria, ao Rafael Stival, principalmente aos atletas, campanha maravilhosa e invicta”, disse o técnico Danilo Candelore do Trieste. “Eu me recuperei bastante. Conseguir superar bem treinar e jogar este jogo grande. Oportunidade de fazer o gol e agradecer a Deus por tudo isso”, analisou o meia Aramis, autor do gol, que não jogou a partida anterior com uma lesão nas costas. “O time jogou bem. Para mim já é uma honra ter chego ao segundo lugar. Terminamos de cabeça erguida”, afirmou o goleiro Alex do Vila Sandra.

Aramis converte o pênalti que valeu título ao Trieste juvenil

Mais uma vez, Trieste e Vila Sandra fizeram uma grande partida. Sem Luquinhas, com o terceiro amarelo, o Vila Sandra tentou criar com Patrick e Leandro lançando primeiro Baiano e depois Jamaica em velocidade. No time do do Trieste, Ramón, Aramis e Willian Gabiru dividiram o protagonismo.

Jogando pelo empate, o Trieste deu muito trabalho ao goleiro Alex, que fez pelo menos quatro grandes defesas na partida.

Aos 28 do segundo tempo, o árbitro Thiago Mendes Moreira marcou um pênalti bastante reclamado pelo time do Vila Sandra. Coube a Aramis converter a cobrança e dar a tranquilidade necessária para o título triestino.

Além da taça, o Trieste conquistou dois prêmios individuais. O goleiro Júnior foi o menos vazado da competição e o centroavante Pedro Portela foi o artilheiro com 17 gols marcados.

Ficha Técnica

Trieste 0 x 2 Iguaçu

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Curitiba

Trieste: Rodrigão; Neto, Igor, César Romero e William Balsa (Rodrigo Crasso); Edson Grilo, Orlei (Bodão), Danilo (Bruninho) e Marquinhos Lima; Bruno Batata e Marquinhos Cambalhota (Eduardo Salles). Técnico: Ivo Petry.

Iguaçu: Felipe; Luisinho Netto, Dudu, Emerson e Tonton (Léo Gago); Douglas, Helton, Feijão (Herick) e Hideo; Marcelo Tamandaré e Alex Pinhais (Igor). Técnico: Juninho.

Arbitragem: Paulo Roberto Alves Jr., Ivan Carlos Bohn, André Luiz Severo.

Gols: Igor (IGU, aos 22’/2.º, aos 33’/2.°).

Cartões Amarelos: Neto, César Romero, Danilo, Orlei, Rodrigo Crasso (TRI); Dudu, Léo Gago (IGU).

Confira imagens das partidas:

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Decisão da Suburbana será no Egydio Ricardo Pietrobelli

Estádio do Iguaçu foi escolhido por sorteio como local do jogo decisivo da SuburbanaO Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, casa do Iguaçu, foi escolhido nesta terça-feira (5) como local da decisão da Série A da Suburbana 2017. Após locais como Vila Capanema, descartada por reforma no gramado, e Ecoestádio, alto aluguel, serem descartados, Trieste e Iguaçu, que fazem a final adulta, decidiram por manter o terceiro jogo da decisão dentro da região de Santa Felicidade, com a decisão em sorteio. O sorteio feito pela Federação Paranaense de Futebol definiu o campo iguaçuano como local do jogo do próximo sábado (9).

Se o fator casa pode ser uma vantagem para o Alvinegro, o retrospecto diz o contrário. Foi no Egydio Ricardo Pietrobelli que o Trieste venceu a primeira partida da decisão por 1 a 0, mesmo tendo um jogador a menos a maior parte do jogo. A decisão adulta começa às 16h30 e tem o Trieste jogando por um empate.

Um empate é também o que busca o Trieste no juvenil. Após duas igualdades contra o Vila Sandra, os garotos do Tricolor e do Alvinegro do Corredor se enfrentam a partir das 14 horas.

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Iguaçu vence Trieste e leva decisão da Suburbana para a terceira partida

Helton comemora primeiro gol da partida correndo para o banco: vitória do Iguaçu leva decisão para terceiro jogo

Ficou para o terceiro jogo. Jogando no Francisco Muraro, casa do Trieste, o Iguaçu fez 2 a 0 em seu arquirrival e levou a decisão da Suburbana para a partida extra em campo neutro. Os gols do jogo deste sábado (2) foram marcados por Helton e Hideo. O jogo extra, em que o Trieste jogará por um empate por ter melhor campanha, deverá ser no próximo sábado (9). Ecoestádio Janguito Malucelli, Vila Capanema e Arena Vermelha são os locais cotados. A FPF anunciará durante a semana.

“Jogamos mal, merecida vitória do Iguaçu. Mas nada perdido, temos condições de vencer no terceiro jogo”, disse o atacante Eduardo Salles do Trieste. “Tivemos vontade e fizemos o que tínhamos de fazer que é levar para a terceira partida e agora vamos lutar para sermos campeões”, declarou o volante Helton do Iguaçu.

O jogo

Precisando de um empate para levantar a taça, o Trieste entrou em campo com uma formação mais cautelosa que no jogo de ida, chegando a fazer linha de cinco sem a bola. Precisando do resultado, o Iguaçu foi para cima e contou com boas atuações de Luisinho Netto e de Feijão.

O primeiro gol da partida saiu aos 24 minutos da etapa inicial. Após tentativa de Marcelo Tamandaré pelo miolo, a zaga afastou mal e Helton mandou uma bomba de fora da área na gaveta de Rodrigão. O 1 a 0 já era suficiente para levar para o terceiro jogo e mais gols a favor não mudariam o cenário, pois não há saldo nesta decisão.

Aos 41 da etapa final, Aroldo, que tinha amarelo, entrou forte em Luisinho Netto e ficou caído no chão por dois minutos. O árbitro Paulo Roberto Alves Jr. esperou o atleta sentar na maca para dar o cartão vermelho. Novamente o Trieste ficava com um a menos, desta vez em uma situação menos favorável no placar.

No segundo tempo, curiosamente, por um bom tempo não pareceu o Trieste estar com um a menos. O Tricolor teve momentos de pressão com boas jogadas de Neto, Marquinhos Lima e Rodrigo Batata. No entanto, parou em Felipe e na má pontaria. Um gol naquele momento traria a taça de volta ao Francisco Muraro.

A arma do Iguaçu foi o contra-ataque e a opção ficou mais óbvia com a entrada do veloz Tonton. E foi assim que saiu o segundo gol na etapa final. Aos 35 minutos, Luisinho Netto estava na lateral e foi acuado por um marcados. O veterano camisa 2 pensou, levantou a cabeça e achou Tonton livre com um passe longo. O camisa 14 dominou, carregou, deu dois dribles secos na zaga, entrou na área e cruzou para Hideo definir com categoria e colocar na agenda o terceiro jogo da decisão.

Nos juvenis, novo empate garante mais uma preliminar do clássico

Patrick do Vila Sandra e Willian Gabiru do Trieste, os dois 10, foram os destaques da preliminar

Na preliminar de juvenis, mas uma vez o Vila Sandra desafiou o favoritismo do Trieste e esteve há centímetros de levantar a taça que esteve virtualmente em seu poder por cerca de 55 minutos de partida. O 1 a 1 leva para a terceira partida, preliminar do jogo entre Trieste e Iguaçu. Luquinhas marcou para o Alvinegro do Corredor. Luizinho fez o gol do Tricolor da Colônia.

A partida começou quente com o Trieste partindo para cima na primeira volta do relógio, mas vendo a resposta certeira do Vila Sandra no mesmo minuto. Pouco depois da primeira volta no relógio, Patrick fez uma bela jogada e serviu Luquinhas, que abriu o marcador.

O resultado daria a taça ao Vila Sandra. Então começou um duelo de boas jogadas entre os dois camisas 10. Patrick comandou as ações do Vila Sandra, tendo como principal coadjuvante Leandro. Willian Gabiru supriu a falta de Aramis, lesionado, e chamou a responsabilidade.

Num jogo em que os titulares do ataque ficaram aquém, foi em jogada Willian Gabiru, que Luizinho, vindo do banco, empatou a partida aos 15 da etapa final, superando o goleiro Alex, que fez mais uma boa atuação.

Nos acréscimos da etapa final, o Vila Sandra teve a chance de ser campeão. Luquinhas serviu Patrick, que mandou a bola no canto. O goleiro Júnior do Trieste se esticou todo e garantiu o empate e a sobrevivência da equipe na competição ao espalmar para escanteio.

Ficha Técnica

Trieste 0 x 2 Iguaçu

Estádio Francisco Muraro, Santa Felicidade, Curitiba

Trieste: Rodrigão; Neto, Igor, Jair (Bruninho) e César Romero; Aroldo, Marabá, Joãozinho (Wellington) e Marquinhos Lima; Bruno Batata e Eduardo Salles (Felipe Caron). Técnico: Ivo Petry.

Iguaçu: Felipe; Luisinho Netto, Dudu (Herick), Emerson e Aderaldo; Douglas, Helton, Feijão e Hideo; Marcelo Tamandaré (Tonton) e Alex Pinhais (Igor). Técnico: Juninho.

Arbitragem: Paulo Roberto Alves Jr., Daniel Cotrim Carvalho e Felipe Gustavo Schmidt.

Gols: Helton (IGU, aos 24’/1.º), Hideo (IGU, aos 35’/2.º).

Cartões Amarelos: Jair, Aroldo, Joãozinho (TRI); Aderaldo, John (IGU).

Cartão Vermelho: Aroldo (TRI, aos 43’/1.º, dupla advertência).

Confira imagens das partidas:

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Vitória sobre Iguaçu em clássico deixa Trieste a um empate da taça

Jogadores do Trieste comemoram o gol da equipe, marcado por Herick contra o patrimônio

O Trieste ficou bastante perto de conquistar a Suburbana, o que não fazia desde 2013. O Tricolor de Santa Felicidade precisa de pelo menos um empate contra o arquirrival Iguaçu e para isso tem duas chances. Isso tudo por ter vencido, neste sábado (25), por 1 a 0, no Egydio Ricardo Pietrobelli, a primeira partida da decisão que não era disputada no Clássico da Polenta desde 1977. Herick, contra, fez o gol do Trieste.

O time do técnico Ivo Petry joga no próximo sábado (02/12) por um empate no Francisco Muraro. Caso o Iguaçu do técnico Alei Júnior, o Juninho, vença nos domínios adversários, precisará vencer novamente, pois o Trieste, por ter melhor campanha, joga por um empate na terceira partida em campo neutro a ser definido. O Trieste tem 12 títulos da competição e o Iguaçu tem nove, incluindo o do ano passado, e uma incômoda escrita a se quebrar: só foi bicampeão consecutivo uma única vez, em 1967/1968.

“A equipe suportou bem a pressão, fez uma proposta e depois da expulsão do Grilo tivemos que mudar. Tomamos muita pressão, pois o Iguaçu é uma equipe muito qualificada e temos de nos preparar, corrigir erros de posicionamento, pois será um jogo duro e nada está ganho”, disse o zagueiro Igor, capitão do Trieste. “Segundo jogo lá. Temos de ir com atitude. Acho que a postura do segundo tempo dá para reverter”, afirmou o goleiro Rodrigo do Iguaçu.

O jogo

A partida começou em alta rotação, com bastante contato físico. O gol do Trieste saiu rápido e foi um balde de água fria para a torcida que era maioria em sua casa. Após jogada pela esquerda, a bola bateu em Herick e foi fora do alcance de Rodrigo quando o relógio marcava apenas seis minutos de jogo.

O Iguaçu teve de sair para cima com mais ímpeto que imaginava e aí foi alvo de saídas em velocidade do Trieste.

Aos 41 minutos, já com cartão amarelo, Edson Grilo acerta um adversário por trás e recebe o cartão vermelho. Com um a menos, o Trieste deve de se encolher em campo.

Ainda na primeira etapa, uma confusão no banco de reservas, quando Ricardo Ehle empurrou Helton e este acertou Marabá. Ricardo Ehle, que sequer entrou em campo, levou amarelo.

A segunda etapa teve um Trieste se reorganizando na defesa e deixando o artilheiro Bruno Batata como único homem de frente e um Iguaçu afoito por empatar o jogo, mas esbarrando em falta de objetividade. O Alvinegro chutou menos a gol o que sugeriria sua situação em campo, mesmo com um a mais e com o ataque povoado.

Por sua vez, o Tricolor fechou-se num 4-4-1 com uma defesa experiente e pouco deu espaço nas tentativas pelo meio, ainda mais com o Iguaçu abusando em afunilar e tentar chegar em infiltrações pelo comando de ataque. Sendo assim, o tempo virou aliado do Trieste, que conseguiu sair com a vitória e a importante vantagem.

Nos juvenis, o Vila Sandra se defendeu bem e fez o que ninguém tinha feito

Numa atuação defensiva impecável, o Vila Sandra segurou o Trieste na ida da final dos Juvenis

Na preliminar de juvenis, entre Vila Sandra e Trieste, a bola não balançou. O placar de 0 a 0 foi o primeiro jogo não vencido pelo Trieste, que perdeu os 100% de aproveitamento na competição. O vencedor do jogo de volta, às 14 horas, no próximo sábado (02) no Francisco Muraro, levanta a taça. Um empate leva a contenda para a terceira partida em campo neutro a ser definido com o Trieste jogando por um novo empate.

Comandado pelos meias Ramón e Aramis e pelo artilheiro Pedro Henrique, o Trieste teve domínio de quase toda a partida. No entanto, parou em pelo menos meia dezena de grandes defesas do goleiro Alex, mais uma vez o nome do jogo, e em uma aplicação tática absurda do time do Vila Sandra, especialmente na etapa final, quando foi extremamente preciso nos desarmes, enquanto o Trieste tratava de afunilar o jogo e tentar sua 16.ª vitória consecutiva na competição. A série acabou em 15 vitórias, mas o Tricolor de Santa Felicidade tem duas chances para ser campeão invicto e duas também para ver a taça ir embora com a possível primeira derrota. Façam suas apostas.

Ficha Técnica

Iguaçu 0 x 1 Trieste

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Curitiba

Iguaçu: Rodrigo; Luisinho Netto, Douglas, Emerson e Aderaldo; Herick (John), Helton, Hideo e Bruninho (Feijão); Leonardo (Igor) e Alex Pinhais (Marcelo Tamandaré). Técnico: Juninho.

Trieste: Rodrigão; Neto, Igor, Jair e Marabá (William Balsa); Edson Grilo, Aroldo (Joãozinho), Orlei (Danilo) e Marquinhos Lima; Bruno Batata e Eduardo Salles (César Romero). Técnico: Ivo Petry.

Arbitragem: Murilo Ugolini Klein, Weber Felipe Silva, Wesley Waldir Marmitt.

Gol: Herick (IGU, contra a favor do TRI, aos 6’/1.º)

Cartões Amarelos: Douglas, Emerson, Aderaldo (IGU); Edson Grilo, Ricardo Ehle (TRI).

Cartão Vermelho: Edson Grilo (TRI, aos 41’/1.º).

Confira imagens das partidas:

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Trieste goleia Vila Sandra e assume a ponta da Suburbana

Jogadores do Trieste comemoram o segundo gol de Bruno Batata, o quarto da equipe na tarde de sábado

O rival Iguaçu ajudou batendo o Operário Pilarzinho e o Trieste fez sua parte: batendo o Vila Sandra de virada por 4 a 1, a equipe do Francisco Muraro é a nova líder da Suburbana. Bruno Batata foi o destaque da partida, marcando duas vezes. Neto e Marquinhos Cambalhota também marcaram para o time da casa. Nenê abriu o placar para o Vila Sandra.

“Foi um jogo difícil, a gente veio com intuito de marcar mais e tivemos felicidade de fazer 1 a 0 e o Trieste é uma grande equipe e o que prevaleceu foi o físico, com o Trieste aproveitando e virando”, disse Nenê do Vila Sandra. “Assumimos a liderança. Sempre bom está na frente. Foi um jogo que saímos perdendo e tivemos domínio inteiro, diversas oportunidades, mas conseguimos concluir. No outro jogo, o Jociel tinha feito bela reposição e fiz gol e agora de novo”, analisou Bruno Batata.

O resultado colocou o Trieste na liderança com 8 pontos, estando à frente do arquirrival Iguaçu pelo critério de saldo de gols, 7 a 2. O Vila Sandra é agora o décimo colocado com três pontos. No próximo sábado (02/09), o Trieste enfrenta o Operário Pilarzinho no Francisco Muraro. O Vila Sandra também joga em casa, recebendo o Nova Orleans no Ozório Claudino de Barros. Os juvenis entram em campo às 13h30 e os adultos às 15h30.

O jogo

A partida teve um primeiro tempo bastante movimentado com muitas chances perdidas. O Vila Sandra saiu na frente aos 7 minutos. Nenê bateu falta na direita, a bola bateu na barreira e voltou para o 10 alvinegro mandar o rebote na gaveta.

A reação do Trieste foi rápida, pois aos 12 minutos o lateral-direito Neto acertou uma cabeçada no gol de Felipe.

O gol fez o Trieste passar a dominar o meio de campo, com todos os jogadores trabalhando bem a bola e municiando a dupla Bruno Batata e Marquinhos Cambalhota.

A mecânica funcionou na segunda etapa, com Bruno Batata virando o marcados aos 6 minutos.

Aos 14 minutos, Batata costurou a defesa do Vila Sandra e deixou Marquinhos Cambalhota em condições de marcar o terceiro.

Um dos melhores em campo foi o goleiro Felipe do Vila Sandra, que evitou um placar mais elástico. No entanto, Felipe não teve o que fazer perto do apagar das luzes, aos 45 minutos, quando o outro goleiro, Jociel Henrique, fez um lançamento na medida para Bruno Batata concluir com frieza e decretar o placar final da partida.

Nos juvenis, o placar foi o mesmo

Jogadores do Trieste comemoram o gol do Morais, que abriu o placar no Francisco Muraro: liderança também no sub-17

Nos juvenis, a preliminar mostrou o mesmo placar do jogo de fundo: 4 a 1 para o Trieste, embora a história tenha sido um tanto diferente. O Trieste lidera com 12 pontos, 100% de aproveitamento, enquanto que o Vila Sandra é o oitavo com 4 pontos.

O Trieste começou dominando a partida com ótimo toque de bola. O centroavante Morais, ex-Renovicente, abriu o marcador já aos 5 minutos. O segundo gol foi de Aramis, um dos artilheiros da competição aos 12 minutos. O Vila Sandra diminuiu com Luquinhas so 32 minutos.

No segundo tempo, o Trieste parou de jogar e o Vila Sandra passou a perder chances em escala industrial. Mas quando parecia mais perto do empate, o golpe veio com time da casa acordando. Aramis fez o segundo dele aos 29 minutos e Erick saiu do banco para fechar a contagem aos 38 minutos.

Estreia famosa

A rodada marcou uma estreia na tabela dos Juvenis: o asterisco. Por decisão do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), o Vila Fanny foi punido com a perda de três pontos pela escalação irregular de um atleta na estreia da competição. Com isso, o Alvirrubro da Linha Verde está zerado na pontuação.

Ficha Técnica:

Trieste 4 x 1 Vila Sandra

Estádio Francisco Muraro (Trieste Stadium), Santa Felicidade, Curitiba.

Trieste: Jociel Henrique; Neto, Igor, Jair e Marabá; Bruninho (Bodão), Haroldo,  Edson Grilo (Roberto) e Danilo (Joãozinho); Bruno Batata e Marquinhos Cambalhota (Felipe Caron). Técnico: Ivo Petry.

Vila Sandra: Felipe; Cleiton (Pedro), Lela, Vinícius e Dedé; Clóvis (Tatá), César (Fabrício), Maia (Marcos Paulo) e Nenê; Thiguinho (Leco) e Zé Ricardo (Adriano). Técnico: Haroldo José.

Arbitragem: Cristiano Antônio Teixeira, Ivan Carlos Bohn e Alison Alceu Bernardi Lovato.

Gols: Nenê (UVS, aos 7’/1.º), Neto (TRI, aos 12’/1.º), Bruno Batata (TRI, aos 6’/2.º, aos 45’/2.º), Marquinhos Cambalhota (TRI, aos 14’/2.º).

Cartões Amarelos: Jair (TRI), Dedé (UVS).

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Novo Mundo vence Trieste e conquista a Suburbana Juvenil

O capitão Lucas do Novo Mundo levanta a taça da Suburbana Juvenil: título veio com duas vitórias na decisão

O Novo Mundo conquistou a Suburbana Juvenil. Após a vitória por 2 a 0 na partida de ida, o Alvirrubro bateu o Trieste mais uma vez por 2 a 0, desta vez na tarde deste sábado (3), no Francisco Muraro, garantindo o título que ano passado deixou escapar na decisão contra o mesmo Trieste. Bruninho foi o destaque da vitória com um gol, uma assistência para Giovane e ainda um pênalti sofrido, que veio a ser defendido pelo goleiro Lucas do Trieste.

“Nós conseguimos nosso objetivo, que era jogar na casa do adversário com a mesma proposta da ida. Mesmo com a vantagem do empate, fomos pra cima. Foi uma emoção grande marcar na decisão, pois este é meu primeiro e último ano na Suburbana”, disse o meia-armador Bruninho, que afirmou estar procurando clube para se profissionalizar após temporada no Novo Mundo já na idade limite do juvenil.

 

“Aconteceu e poderia acontecer com qualquer um. Infelizmente o jogo foi mais para o lado deles, que foram felizes e mereceram a vitória”, disse o zagueiro João Claro, do Trieste, também de 17 anos, que tem um irmão famoso no futebol, o zagueiro Luccas Claro do Coritiba.

O jogo teve homenagens aos mortos na tragédia aérea da última segunda-feira, que envolveu atletas da Chapecoense, comissão técnica e diretoria da equipe, além de jornalistas de diversos meios de comunicação que iriam cobrir a decisão da Copa Sul-Americana. Você confere ainda nesta reportagem.

O jogo

O Trieste entrou em campo precisando do resultado de vitória para levar a disputa para a terceira partida. No entanto, teve dificuldades de chegar ao ataque, muito por falta de objetividade no passe a partir do meio. Faltava ao Tricolor as jogadas de explosão que fizeram diferença na fase anterior.

O Novo Mundo tinha essa explosão e assim chegou mais ao ataque, dando trabalho ao goleiro Lucas, autor de importantes defesas.

As coisas começaram a se complicar mais para o Trieste nos acréscimos do primeiro tempo. Aos 41 minutos (os jogos da categoria juvenil da Suburbana são em dois tempos de 40 minutos), o zagueiro Thiago Carvalho, que tinha amarelo, fez outra falta para advertência, e acabou expulso.

A expulsão obrigou já na virada de campo que o técnico Danilo Candelore recompusesse a defesa com João Claro, sacando Ruan, principal atacante da equipe na competição, que não esteve em boa jornada, muito devido à boa marcação do time do Novo Mundo.

Com vantagem numérica, o Novo Mundo partiu mais ainda para o ataque e chegou à marcação do primeiro gol com uma bela finalização por cobertura de Bruninho, aos 11 minutos.

Se as coisas estavam complicadas para o Trieste, com um a menos, ter de virar a partida para evitar o título adversário, elas pioraram aos 14 minutos. Após lance de ataque, o Novo Mundo iria puxar um contra-ataque, mas o zagueiro Willian acabou derrubando um adversário fora do lance de bola. Porém, o árbitro Leonardo Polatti Anad Portella, em cima do lance, viu e expulsou mais um dos defensores do Trieste.

Com mais espaço, Bruninho seguiu aterrorizando a defesa triestina, armando diversas chances de ampliação do placar, o que era uma questão de tempo, tanto que o Novo Mundo teve um gol anulado após marcação de impedimento em lance que Lucas já havia feito três defesas no melhor estilo Rodolfo Rodriguez.

Aos 30 minutos, Bruninho roubou uma bola na intermediária, avançou e viu Giovane em condições de receber. O passe foi enviado e o camisa 9 do Novo Mundo dominou e bateu para marcar o segundo gol da partida.

O placar poderia ser mais elástico, mas aí quem apareceu foi o goleiro Lucas. Bruninho entrou na área e sofreu pênalti. Andrade, destaque da partida anterior, foi para a cobrança. Lucas provocou e pediu bola no canto esquerdo. Andrade bateu e, aos 33 minutos, Lucas foi no canto e ainda defendeu o rebote, evitando a terceira comemoração do Novo Mundo. Nada que pudesse tirar a taça da mão do Novo Mundo.

Tarde teve homenagens

Atletas das duas equipes fizeram um minuto de silêncio ao redor do círculo central

Atletas das duas equipes fizeram um minuto de silêncio ao redor do círculo central

A tarde foi marcada também por homenagens às vítimas do acidente aéreo com o avião que transportava a Chapecoense para a decisão da Copa Sul-Americana na Colômbia.

Durante o minuto de silêncio, as duas equipes ficaram no círculo central. Além disso, o time do Novo Mundo utilizou uma faixa verde no braço em homenagem ao clube catarinense.

Outra homenagem foi do goleiro Alexandre, do Novo Mundo, fã do goleiro Danilo, ele usou uma camiseta em homenagem sob o uniforme e passou a usá-la a partir do momento que foi substituído até o fim da premiação. Para completar, nos minutos finais, as duas torcidas, presentes em um bom número para uma partida juvenil, cantaram “Vamo, Chape”.

O goleiro Alexandre do Novo Mundo vestiu uma camisa em homenagem a Danilo da Chapecoense, uma das vítimas do acidente aéreo

O goleiro Alexandre do Novo Mundo vestiu uma camisa em homenagem a Danilo da Chapecoense, uma das vítimas do acidente aéreo

Ficha Técnica:

Trieste 0 x 2 Novo Mundo

Estádio Francisco Muraro (Trieste Stadium), Santa Felicidade, Curitiba

Trieste: Lucas; Felipe, Thiago Carvalho, Willian e Guilherme Castilho; Diego Martins (Alexandre), Nicholas (Gabriel), Walter e Ramón (Willian Franco); Ruan (João Claro) e Thiago Luz (Adailson). Técnico: Danilo Candelore.

Novo Mundo: Alexandre (Carlos); Renan (Giovane), Lipe, Balão e David (Pedro); Lucas, Jackson (Léozinho), Caio e Bruninho; Andrade e Jonas. Técnico: Carlos Magrão.

Arbitragem: Leonardo Polatti Anad Portella, Tom Gomes Rocha e Kelvin Cardoso.

Gols: Bruninho (NMU, aos 11’/2.º), Giovane (NMU, aos 30’/2.º).

Cartões Amarelos: Thiago Carvalho, Guilherme Castilho (TRI), Renan, Lucas, Giovane (NMU).

Cartões Vermelhos: Thiago Carvalho (TRI, segunda advertência aos 41’/1.º); Willian (TRI, expulsão direta aos 14’/2.º).

Confira imagens da partida:

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Trieste e Operário Pilarzinho ficam no zero em jogo movimentado

André Tobias, com a bola, e Joãozinho Madureira comandaram suas equipes nas bolas paradas em um empate sem gols mas movimentado no Egydio Ricardo Pietrobelli

André Tobias, com a bola, e Joãozinho Madureira comandaram suas equipes nas bolas paradas em um empate sem gols mas movimentado no Egydio Ricardo Pietrobelli

O placar permaneceu fechado até o fim, mas o duelo entre Trieste e Operário Pilarzinho, na tarde de sábado (6), no Egydio Ricardo Pietrobelli, não pode de jeito algum ser chamado de morno ou de chato. Os dois times estiveram perto de fazer o gol da vitória, especialmente o Trieste, que dominou a meia hora final de partida, mas esbarrou na falta de pontaria e no nervosismo de seus atacantes.

Para o zagueiro Ígor, capitão do Trieste, o empate, segundo zero a zero seguido da equipe, foi resultado da postura do Operário Pilarzinho e da dificuldade da equipe ao se readaptar ao gramado natural, o clube de Santa Felicidade mandou este jogo no campo do rival Iguaçu por cumprir uma punição sendo que o Francisco Muraro, sua casa, tem o único gramado sintético da Suburbana. “Todos que vão jogar contra o Trieste vão jogar fechados. Até equipes com mais qualidade, como o Vila Fanny. Sempre peço que o time jogue como no segundo tempo, sem pressa. Tivemos ansiedade por duas vezes ficando impedidos. Na maioria dos campos, assim como este, a bola quica e a marcação é pesada. No nosso campo, talvez a gente consiga envolver os adversários. Confesso que começa a incomodar, pois me sinto no lugar dos nossos atacantes, que querem fazer gol para nossa torcida. Fizemos um ponto, mas o Trieste, pela camisa, precisa voltar a vencer”, afirmou o defensor.

Para o experiente meia Joãozinho Madureira, próximo de completar 39 anos, o segundo jogo seguido sem derrota é a prova que o campeonato começou para o Operário Pilarzinho. “Podemos dizer que a gente entrou na competição. Na primeira rodada, maioria não pôde jogar. Na segunda, fizemos a lição de casa e agora arrancamos empate fora. Jogo foi bom, tivemos chances no primeiro tempo e no segundo eles mudaram de postura e tiveram mais chances. Pegamos uma equipe qualificada e que sempre chega. Os meninos que estraram estão cumprindo o papel. Vamos em busca de nosso objetivo que é classificar equipe e depois vamos ver o que vem, pois é outro campeonato”, disse o camisa 7 operariano.

 

O empate deixou o Trieste na quarta colocação com cinco pontos, com os três líderes abrindo quatro pontos de vantagem. O Operário Pilarzinho vem logo atrás, em quinto, com quatro pontos. A próxima rodada é no próximo sábado (13), com juvenis entrando em campo às 13h30 e adultos às 15h30. O Trieste vai ao Octávio Silvio Nicco enfrentar o Imperial. O Operário Pilarzinho joga mais uma vez fora de casa, no Maurício Fruet, contra o vice-líder e atual campeão Santa Quitéria.

O jogo

O primeiro tempo mostrou bastante equilíbrio, com o Operário Pilarzinho tenho em Adriano Sagui e Cainan as válvulas de escape para o ataque. Cleiton e André Tobias apareciam mais pelo time do Trieste. Nas bolas paradas, era justamente Tobias que dava mais trabalho ao goleiro Evandro, muito bem quando exigido. Do outro lado, nas bolas paradas, era Joãozinho Madureira que deu trabalho ao arqueiro Diego Molina. O placar poderia ter sido aberto pelas duas equipes na etapa inicial.

No segundo tempo, o Trieste conseguiu controlar o ritmo e passou a dominar a segunda bola. Com isso, subiu de produção e as chances começaram a aparecer. Porém, era comum os atacantes aparecerem em posição de impedimento, muito pela ansiedade de resolver logo a partida. A chance mais incrível dentre as perdidas pelo time mandante foi aos 32 minutos, quando Dinei desperdiçou uma chance debaixo das traves.

Sem registro

Os Jogos Olímpicos começaram, mas o Campeonato Brasileiro segue comendo solto como você vai notar terça-feira em nossa coluna #BrasileirãoFreak. Porém, mesmo assim, o departamento de registros da CBF entrou em recesso e a FPF não foi devidamente informada e não teve o aviso repassado aos clubes. Efeito prático: várias equipes não puderam registrar jogadores, dando com a cara na porta. Vale lembrar para os não iniciados que a Suburbana, por ser um campeonato federado, exige que os atletas em campo constem no BID da CBF.

Gols só na preliminar

Se o jogo de fundo acabou no 0 a 0, os juvenis garantiram na preliminar a cota de gols do dia. Trieste e Operário Pilarzinho fizeram um ótimo aperitivo num empate por 2 a 2. O Trieste fechou a rodada em sexto e o Operário Pilarzinho em sétimo na tabela juvenil.

Com equipes completamente renovadas, o Trieste saiu na frente com Ramón logo aos 2 minutos. A resposta do Operário Pilarzinho veio com um gol de um raro remanescente da boa campanha do ano passado, Ramires, aos 4 minutos. Gabriel Vicente virou para o time visitante aos 34 minutos. Na etapa final, o Trieste, atual campeão juvenil, conseguiu arrancar o empate, aos 20 minutos, com William. No fim do jogo, o Trieste teve dois atletas expulsos.

Ficha Técnica:

Trieste 0 x 0 Operário Pilarzinho

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Curitiba

Trieste: Diego Molina; Jean (Laércio), Ígor, Luciano e Dionatan (Carlinhos); Ritielly, Edimar, Cleiton (Tomas) e André Tobias; Thiago Paraná (Joãozinho) e Dinei. Técnico: Netinho.

Operário Pilarzinho: Evandro; Cabeça (Bruno), Patrik, Diego e Cristian Neguinho (Guilherme); Kelvin, Robson Baroni, Joãozinho Madureira e Rodriguinho (David); Cainan (Brayan) e Adriano Sagui (Vá). Técnico: Peterson Freitas.

Arbitragem: Alexandre Sanches Ferreira, André Luiz Severo e Wesley Waldir Marmitt.

Cartões Amarelos: Ritielly, Cleiton (TRI); David, Brayan (OPP).

Confira imagens das partidas:

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Baixe o pôster do Trieste, campeão da Suburbana Juvenil 2015

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Trieste empata com Novo Mundo e levanta a taça da Suburbana Juvenil

Jogadores do juvenil do Trieste comemoram o título da Suburbana da categoria erguendo a taça de campeão

Jogadores do juvenil do Trieste comemoram o título da Suburbana da categoria erguendo a taça de campeão

Após vencer a ida por 2 a 0, o Trieste sagrou-se campeão da Suburbana Juvenil ao empatar por 1 a 1 com o Novo Mundo, na tarde de sábado (5), no Egydio Pietrobelli, na preliminar da decisão dos adultos entre Iguaçu e Santa Quitéria. Glonek marcou para o alvirrubro, enquanto que Vitor Hugo fez o gol do título do Tricolor da Colônia.

“A gente no começo estava muito avançado, com muita ansiedade e assim tomamos o gol. Mas depois  fiz o gol e saímos campeões. Dedico o título à minha família, ao Trieste e a todos que vieram aqui assistir”, afirmou o atacante Vitor Hugo, que, além do gol no Egydio Pietrobelli, havia feito os dois gols na ida realizada no Maurício Fruet.

O jogo

A partida começou com um ritmo bastante forte. Para o Novo Mundo, só a vitória interessava para que a decisão fosse para os pênaltis. E logo aos oito minutos de jogo a equipe da Zona Sul saiu na frente com gol de Glonek.

No entanto, a resposta do Trieste foi quase imediata com Vítor Hugo marcando o gol de empate aos 10 minutos. Era o resultado que o Trieste precisava para erguer a taça.

Após isso, o jogo tornou-se uma sequência de estocadas de lado a lado, o que poderia fazer a história mudar completamente. No entanto, os dois goleiros seguiram sem ser vazados, com o Trieste tendo de se segurar nos últimos minutos até o apito final e a comemoração do título.

Artilheiro

Com 16 gols marcados, Ian, do semifinalista Operário Pilarzinho, conquistou o troféu de artilheiro da competição.

Goleiro menos vazado

João Vitor do Trieste ficou com o prêmio de goleiro menos vazado da competição.

Confira imagens da partida

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