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Igor brilha, faz dois e Iguaçu é bi da Suburbana pela primeira vez após 49 anos

Comemoração do Iguaçu após o título: conquista é apenas o segundo bicampeonato da Suburbana de clube quase centenário

Com dois gols de Igor, que precisou de 14 minutos para entrar para a história, o Iguaçu venceu o Trieste por 2 a 0, na tarde de sábado (9) no Egydio Ricardo Pietrobelli e se sagrou bicampeão da Suburbana após três partidas contra o arquirrival. Foi o décimo título do Alvinegro na competição e o segundo bicampeonato do clube na Suburbana em 98 anos de história. O anterior foi exatamente na metade do caminho, há 49 anos, no biênio 1967/1968. Ninguém era bi da Suburbana desde o Urano em 2008/2009, mostrando o grau de equilíbrio da competição.

“Obrigado ao Iguaçu pela oportunidade de estar aqui”, disse o atacante Igor durante a festa do título. “A gente tá feliz, sempre acreditei no menino. Fomos felizes, foi um ano difícil e nos três jogos fizemos por merecer”, disse o treinador Juninho, que tem agora dois títulos e um vice-campeonato nas últimas três suburbanas.

Do lado do Trieste ficou a sensação de um título ter escapado após uma ótima campanha durante todo o certame. “Fizemos excelente campanha e  faltou controlar o jogo com um a mais no meio. No momento que tocamos, dominamos. Eles saíram bem no contra-ataque que não poderíamos ter tomado, pois o empate nos favorecia. Aí tivemos de sair e eles fizeram isso. Nossa equipe não envolveu como no ano inteiro e fica a lição para no próximo chegarmos bem e conquistarmos o título”, disse o zagueiro Igor, capitão do Trieste.

O jogo

Igor comemora o primeiro gol: explosão de alegria na torcida do Iguaçu durante jogo disputado

O empate favorecia o Trieste, que veio com time com quatro mudanças com relação à partida passada. O Iguaçu tinha apenas o desfalque de Aderaldo e pintou com Tonton, um meia, na lateral-esquerda, posição em que vinha improvisando zagueiros e nunca teve jogador de ofício.

A improvisação de Juninho deu certo, pois Tonton conseguiu, enquanto esteve em campo, segurar as subidas de Neto a contento e ainda armar o jogo pelos flancos.

Do outro lado, sem Marabá, Ivo Petry colocou William Balsa na lateral esquerda. O novo titular sofreu nos primeiros 45 minutos com as jogadas do habilidoso Feijão, entre os melhores jogadores no somatório das partidas finais, e de Luisinho Netto, que parecia jogar sem fazer força no seu estilo mais clássico.

O primeiro tempo foi bastante franco, com Feijão chegando próximo ao gol pelo lado do Iguaçu e o Trieste acertando a trave duas vezes, uma com Danilo.

Na segunda etapa, Ivo Petry sacou Orlei e Balsa e colocou Bodão e Rodrigo Crasso. No entanto, o lado esquerdo seguiu território de Feijão. Igor salvou bola em cima da linha em ataque do ágil 7 do Iguaçu. Rodrigão defendeu também uma ótima cobrança de falta de Luisinho Netto.

Aos 18 minutos, Juninho sacou Alex Pinhais e colocou Igor. Depois, aos 20, teve a perda de Tonton, lesionado, para a entrada de Léo Gago. Foi quando, aos 22 minutos, as substituições renderam efeito. Léo Gago lançou Igor pela esquerda, que apostou corrida com o zagueiro Igor. Na contenda de xarás, o camisa 9 do Iguaçu levou a melhor, colocou na frente e bateu na saída de Rodrigão, abrindo o marcador.

Sem a vantagem que o empate concedia, o Trieste teve de sair para o jogo e, a exemplo da semana anterior, começaram a aparecer os espaços para o jogo de Hideo.

Aos 33 minutos, o Iguaçu conquistou um escanteio na direita. Luisinho Netto cobrou no meio da área e a bola chegou na cabeça mais iluminada da tarde, a do centroavante Igor, livre de marcação, para escolher o canto esquerdo de Rodrigão. O título virou questão de tempo.

No entanto, o time do Iguaçu sofreu dois reveses. O primeiro, logo após o jogo, foi a grave lesão de Feijão, uma fratura no tornozelo. O segundo, foi aos 40 minutos, quando Igor, novamente, sofreu pênalti, mas Marcelo Tamandaré bateu e Rodrigão buscou no canto direito. Um terceiro gol daria mais tranquilidade ainda ao Galo da Colônia, mas acabou não fazendo falta na tarde mágica de Igor de do fim de um tabu que durava metade da história do clube: a falta de bicampeonatos.

Rodrigo Batata, do Trieste, com 16 gols, foi o artilheiro da competição. Rodrigo do Iguaçu ganhou o prêmio de goleiro menos vazado com quatro gols sofridos em 11 jogos. Ele, que ficou no banco na partida, fez questão de dividir as honras com o outro goleiro da equipe, Felipe, com quem alternou a titularidade em sistema de revezamento durante a competição.

Após a festa, uma queima de fogos no gramado de cerca de 20 minutos, de fazer inveja a muito reveillón de cidade grande. E a festa no Egydio Ricardo Pietrobelli foi madrugada adentro…

Nos juvenis, Trieste é campeão invicto

Com 16 vitórias e 2 empates, o Trieste venceu a Suburbana Juvenil

Após dois empates, o Trieste venceu a terceira partida da decisão da Suburbana Juvenil contra o Vila Sandra e conquistou de maneira invicta a competição. Aramis, de pênalti, fez o único gol da partida.

“Agradecemos diretoria, ao Rafael Stival, principalmente aos atletas, campanha maravilhosa e invicta”, disse o técnico Danilo Candelore do Trieste. “Eu me recuperei bastante. Conseguir superar bem treinar e jogar este jogo grande. Oportunidade de fazer o gol e agradecer a Deus por tudo isso”, analisou o meia Aramis, autor do gol, que não jogou a partida anterior com uma lesão nas costas. “O time jogou bem. Para mim já é uma honra ter chego ao segundo lugar. Terminamos de cabeça erguida”, afirmou o goleiro Alex do Vila Sandra.

Aramis converte o pênalti que valeu título ao Trieste juvenil

Mais uma vez, Trieste e Vila Sandra fizeram uma grande partida. Sem Luquinhas, com o terceiro amarelo, o Vila Sandra tentou criar com Patrick e Leandro lançando primeiro Baiano e depois Jamaica em velocidade. No time do do Trieste, Ramón, Aramis e Willian Gabiru dividiram o protagonismo.

Jogando pelo empate, o Trieste deu muito trabalho ao goleiro Alex, que fez pelo menos quatro grandes defesas na partida.

Aos 28 do segundo tempo, o árbitro Thiago Mendes Moreira marcou um pênalti bastante reclamado pelo time do Vila Sandra. Coube a Aramis converter a cobrança e dar a tranquilidade necessária para o título triestino.

Além da taça, o Trieste conquistou dois prêmios individuais. O goleiro Júnior foi o menos vazado da competição e o centroavante Pedro Portela foi o artilheiro com 17 gols marcados.

Ficha Técnica

Trieste 0 x 2 Iguaçu

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Curitiba

Trieste: Rodrigão; Neto, Igor, César Romero e William Balsa (Rodrigo Crasso); Edson Grilo, Orlei (Bodão), Danilo (Bruninho) e Marquinhos Lima; Bruno Batata e Marquinhos Cambalhota (Eduardo Salles). Técnico: Ivo Petry.

Iguaçu: Felipe; Luisinho Netto, Dudu, Emerson e Tonton (Léo Gago); Douglas, Helton, Feijão (Herick) e Hideo; Marcelo Tamandaré e Alex Pinhais (Igor). Técnico: Juninho.

Arbitragem: Paulo Roberto Alves Jr., Ivan Carlos Bohn, André Luiz Severo.

Gols: Igor (IGU, aos 22’/2.º, aos 33’/2.°).

Cartões Amarelos: Neto, César Romero, Danilo, Orlei, Rodrigo Crasso (TRI); Dudu, Léo Gago (IGU).

Confira imagens das partidas:

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Decisão da Suburbana será no Egydio Ricardo Pietrobelli

Estádio do Iguaçu foi escolhido por sorteio como local do jogo decisivo da SuburbanaO Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, casa do Iguaçu, foi escolhido nesta terça-feira (5) como local da decisão da Série A da Suburbana 2017. Após locais como Vila Capanema, descartada por reforma no gramado, e Ecoestádio, alto aluguel, serem descartados, Trieste e Iguaçu, que fazem a final adulta, decidiram por manter o terceiro jogo da decisão dentro da região de Santa Felicidade, com a decisão em sorteio. O sorteio feito pela Federação Paranaense de Futebol definiu o campo iguaçuano como local do jogo do próximo sábado (9).

Se o fator casa pode ser uma vantagem para o Alvinegro, o retrospecto diz o contrário. Foi no Egydio Ricardo Pietrobelli que o Trieste venceu a primeira partida da decisão por 1 a 0, mesmo tendo um jogador a menos a maior parte do jogo. A decisão adulta começa às 16h30 e tem o Trieste jogando por um empate.

Um empate é também o que busca o Trieste no juvenil. Após duas igualdades contra o Vila Sandra, os garotos do Tricolor e do Alvinegro do Corredor se enfrentam a partir das 14 horas.

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Iguaçu vence Trieste e leva decisão da Suburbana para a terceira partida

Helton comemora primeiro gol da partida correndo para o banco: vitória do Iguaçu leva decisão para terceiro jogo

Ficou para o terceiro jogo. Jogando no Francisco Muraro, casa do Trieste, o Iguaçu fez 2 a 0 em seu arquirrival e levou a decisão da Suburbana para a partida extra em campo neutro. Os gols do jogo deste sábado (2) foram marcados por Helton e Hideo. O jogo extra, em que o Trieste jogará por um empate por ter melhor campanha, deverá ser no próximo sábado (9). Ecoestádio Janguito Malucelli, Vila Capanema e Arena Vermelha são os locais cotados. A FPF anunciará durante a semana.

“Jogamos mal, merecida vitória do Iguaçu. Mas nada perdido, temos condições de vencer no terceiro jogo”, disse o atacante Eduardo Salles do Trieste. “Tivemos vontade e fizemos o que tínhamos de fazer que é levar para a terceira partida e agora vamos lutar para sermos campeões”, declarou o volante Helton do Iguaçu.

O jogo

Precisando de um empate para levantar a taça, o Trieste entrou em campo com uma formação mais cautelosa que no jogo de ida, chegando a fazer linha de cinco sem a bola. Precisando do resultado, o Iguaçu foi para cima e contou com boas atuações de Luisinho Netto e de Feijão.

O primeiro gol da partida saiu aos 24 minutos da etapa inicial. Após tentativa de Marcelo Tamandaré pelo miolo, a zaga afastou mal e Helton mandou uma bomba de fora da área na gaveta de Rodrigão. O 1 a 0 já era suficiente para levar para o terceiro jogo e mais gols a favor não mudariam o cenário, pois não há saldo nesta decisão.

Aos 41 da etapa final, Aroldo, que tinha amarelo, entrou forte em Luisinho Netto e ficou caído no chão por dois minutos. O árbitro Paulo Roberto Alves Jr. esperou o atleta sentar na maca para dar o cartão vermelho. Novamente o Trieste ficava com um a menos, desta vez em uma situação menos favorável no placar.

No segundo tempo, curiosamente, por um bom tempo não pareceu o Trieste estar com um a menos. O Tricolor teve momentos de pressão com boas jogadas de Neto, Marquinhos Lima e Rodrigo Batata. No entanto, parou em Felipe e na má pontaria. Um gol naquele momento traria a taça de volta ao Francisco Muraro.

A arma do Iguaçu foi o contra-ataque e a opção ficou mais óbvia com a entrada do veloz Tonton. E foi assim que saiu o segundo gol na etapa final. Aos 35 minutos, Luisinho Netto estava na lateral e foi acuado por um marcados. O veterano camisa 2 pensou, levantou a cabeça e achou Tonton livre com um passe longo. O camisa 14 dominou, carregou, deu dois dribles secos na zaga, entrou na área e cruzou para Hideo definir com categoria e colocar na agenda o terceiro jogo da decisão.

Nos juvenis, novo empate garante mais uma preliminar do clássico

Patrick do Vila Sandra e Willian Gabiru do Trieste, os dois 10, foram os destaques da preliminar

Na preliminar de juvenis, mas uma vez o Vila Sandra desafiou o favoritismo do Trieste e esteve há centímetros de levantar a taça que esteve virtualmente em seu poder por cerca de 55 minutos de partida. O 1 a 1 leva para a terceira partida, preliminar do jogo entre Trieste e Iguaçu. Luquinhas marcou para o Alvinegro do Corredor. Luizinho fez o gol do Tricolor da Colônia.

A partida começou quente com o Trieste partindo para cima na primeira volta do relógio, mas vendo a resposta certeira do Vila Sandra no mesmo minuto. Pouco depois da primeira volta no relógio, Patrick fez uma bela jogada e serviu Luquinhas, que abriu o marcador.

O resultado daria a taça ao Vila Sandra. Então começou um duelo de boas jogadas entre os dois camisas 10. Patrick comandou as ações do Vila Sandra, tendo como principal coadjuvante Leandro. Willian Gabiru supriu a falta de Aramis, lesionado, e chamou a responsabilidade.

Num jogo em que os titulares do ataque ficaram aquém, foi em jogada Willian Gabiru, que Luizinho, vindo do banco, empatou a partida aos 15 da etapa final, superando o goleiro Alex, que fez mais uma boa atuação.

Nos acréscimos da etapa final, o Vila Sandra teve a chance de ser campeão. Luquinhas serviu Patrick, que mandou a bola no canto. O goleiro Júnior do Trieste se esticou todo e garantiu o empate e a sobrevivência da equipe na competição ao espalmar para escanteio.

Ficha Técnica

Trieste 0 x 2 Iguaçu

Estádio Francisco Muraro, Santa Felicidade, Curitiba

Trieste: Rodrigão; Neto, Igor, Jair (Bruninho) e César Romero; Aroldo, Marabá, Joãozinho (Wellington) e Marquinhos Lima; Bruno Batata e Eduardo Salles (Felipe Caron). Técnico: Ivo Petry.

Iguaçu: Felipe; Luisinho Netto, Dudu (Herick), Emerson e Aderaldo; Douglas, Helton, Feijão e Hideo; Marcelo Tamandaré (Tonton) e Alex Pinhais (Igor). Técnico: Juninho.

Arbitragem: Paulo Roberto Alves Jr., Daniel Cotrim Carvalho e Felipe Gustavo Schmidt.

Gols: Helton (IGU, aos 24’/1.º), Hideo (IGU, aos 35’/2.º).

Cartões Amarelos: Jair, Aroldo, Joãozinho (TRI); Aderaldo, John (IGU).

Cartão Vermelho: Aroldo (TRI, aos 43’/1.º, dupla advertência).

Confira imagens das partidas:

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Vitória sobre Iguaçu em clássico deixa Trieste a um empate da taça

Jogadores do Trieste comemoram o gol da equipe, marcado por Herick contra o patrimônio

O Trieste ficou bastante perto de conquistar a Suburbana, o que não fazia desde 2013. O Tricolor de Santa Felicidade precisa de pelo menos um empate contra o arquirrival Iguaçu e para isso tem duas chances. Isso tudo por ter vencido, neste sábado (25), por 1 a 0, no Egydio Ricardo Pietrobelli, a primeira partida da decisão que não era disputada no Clássico da Polenta desde 1977. Herick, contra, fez o gol do Trieste.

O time do técnico Ivo Petry joga no próximo sábado (02/12) por um empate no Francisco Muraro. Caso o Iguaçu do técnico Alei Júnior, o Juninho, vença nos domínios adversários, precisará vencer novamente, pois o Trieste, por ter melhor campanha, joga por um empate na terceira partida em campo neutro a ser definido. O Trieste tem 12 títulos da competição e o Iguaçu tem nove, incluindo o do ano passado, e uma incômoda escrita a se quebrar: só foi bicampeão consecutivo uma única vez, em 1967/1968.

“A equipe suportou bem a pressão, fez uma proposta e depois da expulsão do Grilo tivemos que mudar. Tomamos muita pressão, pois o Iguaçu é uma equipe muito qualificada e temos de nos preparar, corrigir erros de posicionamento, pois será um jogo duro e nada está ganho”, disse o zagueiro Igor, capitão do Trieste. “Segundo jogo lá. Temos de ir com atitude. Acho que a postura do segundo tempo dá para reverter”, afirmou o goleiro Rodrigo do Iguaçu.

O jogo

A partida começou em alta rotação, com bastante contato físico. O gol do Trieste saiu rápido e foi um balde de água fria para a torcida que era maioria em sua casa. Após jogada pela esquerda, a bola bateu em Herick e foi fora do alcance de Rodrigo quando o relógio marcava apenas seis minutos de jogo.

O Iguaçu teve de sair para cima com mais ímpeto que imaginava e aí foi alvo de saídas em velocidade do Trieste.

Aos 41 minutos, já com cartão amarelo, Edson Grilo acerta um adversário por trás e recebe o cartão vermelho. Com um a menos, o Trieste deve de se encolher em campo.

Ainda na primeira etapa, uma confusão no banco de reservas, quando Ricardo Ehle empurrou Helton e este acertou Marabá. Ricardo Ehle, que sequer entrou em campo, levou amarelo.

A segunda etapa teve um Trieste se reorganizando na defesa e deixando o artilheiro Bruno Batata como único homem de frente e um Iguaçu afoito por empatar o jogo, mas esbarrando em falta de objetividade. O Alvinegro chutou menos a gol o que sugeriria sua situação em campo, mesmo com um a mais e com o ataque povoado.

Por sua vez, o Tricolor fechou-se num 4-4-1 com uma defesa experiente e pouco deu espaço nas tentativas pelo meio, ainda mais com o Iguaçu abusando em afunilar e tentar chegar em infiltrações pelo comando de ataque. Sendo assim, o tempo virou aliado do Trieste, que conseguiu sair com a vitória e a importante vantagem.

Nos juvenis, o Vila Sandra se defendeu bem e fez o que ninguém tinha feito

Numa atuação defensiva impecável, o Vila Sandra segurou o Trieste na ida da final dos Juvenis

Na preliminar de juvenis, entre Vila Sandra e Trieste, a bola não balançou. O placar de 0 a 0 foi o primeiro jogo não vencido pelo Trieste, que perdeu os 100% de aproveitamento na competição. O vencedor do jogo de volta, às 14 horas, no próximo sábado (02) no Francisco Muraro, levanta a taça. Um empate leva a contenda para a terceira partida em campo neutro a ser definido com o Trieste jogando por um novo empate.

Comandado pelos meias Ramón e Aramis e pelo artilheiro Pedro Henrique, o Trieste teve domínio de quase toda a partida. No entanto, parou em pelo menos meia dezena de grandes defesas do goleiro Alex, mais uma vez o nome do jogo, e em uma aplicação tática absurda do time do Vila Sandra, especialmente na etapa final, quando foi extremamente preciso nos desarmes, enquanto o Trieste tratava de afunilar o jogo e tentar sua 16.ª vitória consecutiva na competição. A série acabou em 15 vitórias, mas o Tricolor de Santa Felicidade tem duas chances para ser campeão invicto e duas também para ver a taça ir embora com a possível primeira derrota. Façam suas apostas.

Ficha Técnica

Iguaçu 0 x 1 Trieste

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Curitiba

Iguaçu: Rodrigo; Luisinho Netto, Douglas, Emerson e Aderaldo; Herick (John), Helton, Hideo e Bruninho (Feijão); Leonardo (Igor) e Alex Pinhais (Marcelo Tamandaré). Técnico: Juninho.

Trieste: Rodrigão; Neto, Igor, Jair e Marabá (William Balsa); Edson Grilo, Aroldo (Joãozinho), Orlei (Danilo) e Marquinhos Lima; Bruno Batata e Eduardo Salles (César Romero). Técnico: Ivo Petry.

Arbitragem: Murilo Ugolini Klein, Weber Felipe Silva, Wesley Waldir Marmitt.

Gol: Herick (IGU, contra a favor do TRI, aos 6’/1.º)

Cartões Amarelos: Douglas, Emerson, Aderaldo (IGU); Edson Grilo, Ricardo Ehle (TRI).

Cartão Vermelho: Edson Grilo (TRI, aos 41’/1.º).

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Imperial vence Vila Sandra, rebaixa adversário e Palmeirinha, e mantém-se na elite

Jogadores do Imperial comemoram o primeiro gol da partida, de Alex Sorocaba (no meio do abraço). O meia Douglas se ajoelha no gramado.

Em partida que havia sido adiada na semana que passou por causa de um confronto entre torcidas, o Imperial venceu o Vila Sandra por 2 a 0, na tarde deste sábado (28), no Octávio Silvio Nicco, com portões fechados. Alex Sorocaba e Flamarion fizeram os gols que livraram o Imperial do rebaixamento, terminando em décimo, e rebaixou Palmeirinha e Vila Sandra, curiosamente os times que haviam subido na temporada que se passou.

“Um jogo muito nervoso. Duas equipes em busca da vitória, franco. No segundo botamos bola mais no chão, com campo mais no chão e graças a Deus conseguimos marcar o primeiro e depois fechado em 2 a 0”, disse Flamarion, capitão do Imperial. “Infelizmente duas equipes boas. Meu time errou e saímos com derrota e rebaixados. Levantar a cabeça e levantar a cabeça e reerguer o Vila Sandra de novo. Começamos bem e depois começamos a perder jogos e tomar viradas. Futebol é isso, tem altos e baixos”, analisou o zagueiro Lela do Vila Sandra.

O jogo

Diferente do piso molhado da semana anterior, o gramado do Octávio Silvio Nicco estava seco e o jogo foi jogado sob sol e temperatura alta. Com todos os resultados em mão, a conta era simples: quem vencer estava salvo e o empate rebaixaria os dois times.

Na primeira etapa, com meio de campo mais povoado, o Imperial dominou os rebotes. Baresi fez boa partida nos desarmes. No entanto, as chances mais agudas foram do Vila Sandra, especialmente em cobranças de falta.

No segundo tempo, o Imperial manteve seu meio-campo com cinco jogadores, enquanto que o Vila Sandra trocou peças no ataque. Flamarion salvou um chute em cima da linha de Nenê, que poderia ter impacto psicológico extremo para o time da casa.

As principais jogadas do Imperial eram as arrancadas pelos flancos, inicialmente na dobradinha Adson e Douglas pela esquerda e Fernandinho e Sorocaba pela esquerda. Depois, Fernandinho cedeu lugar a Londres, mais centralizado e Samuca passou a ser membro mais constante das arrancadas. Foi numa dessas chegadas, no caso de Douglas, Londres e Samuca pela esquerda, aos 27 minutos, que a bola foi cruzada e encontrou a cabeça de Alex Sorocaba.

O gol deu mais tranquilidade ao Imperial e obrigou o Vila Sandra ao tudo ou nada, pois precisaria virar o jogo para se salva da degola. Nos acréscimos de quatro minutos, o jogo virou um festival de chutões. Só que um desses chutões teve como destino o atacante Bambu, que entrara minutos antes no lugar do autor do gol Sorocaba. Bambu partiu para cima da defesa e foi derrubado na área. Pênalti.

Aos 49 minutos, a cobrança de Flamarion teve como destino às redes, carimbando a vaga do Imperial na elite pela terceira temporada consecutiva.

Nos juvenis, virada em 23 minutos classifica o Vila Sandra

Jogadores do Vila Sandra comemoram o gol de Patrick, que deu a vitória e a classificação do Alvinegro no juvenil

Na preliminar juvenil, a partida da semana passada foi reiniciada aos 17 minutos do segundo tempo e nos minutos restantes, o Vila Sandra, que estava perdendo por 2 a 1, conseguiu uma virada heroica, 3 a 2, e se classificou para enfrentar o Santa Quitéria nas quartas de final. A FPF marcará as datas e locais das partidas, já que agora há um descompasso entre as competições adultas e juvenis.

Recapitulando, na semana anterior, João havia feito dois gols de cabeça, aos 14 minutos do primeiro e aos 8 minutos do segundo tempo para o Imperial, e Leandro, de falta, fez aos 17 minutos, bem no momento da interrupção, para o Vila Sandra. O Imperial jogava com um jogador a menos por expulsão desde a primeira etapa.

Aos 28 minutos, uma falta quase da mesma posição do gol da semana passada, a ponta direita, virou outro gol para o Vila Sandra. Ao invés de bater direto, Leandro cruzou no segundo pau para uma ótima finalização de Jean, de primeira, empatando a partida. O resultado ainda classificaria o Imperial.

O camisa 8 do Vila Sandra seguiu infernizando a defesa. Aos 35 minutos, ele saiu driblando pelo meio até sofrer falta. Desta vez, a cobrança ficou sob a responsabilidade do camisa 10 Patrick, que cobrou com força no canto, garantindo a virada do Vila Sandra.

Ficha Técnica:

Imperial 2 x 0 Vila Sandra

Estádio Octávio Silvio Nicco, Mossunguê, Curitiba

Imperial: Júlio; Vermelho, Flamarion, Biro e Adson (Japa); Zeti (Samuca), Lelê (André), Douglas e Alex Sorocaba (Bambu); Fernandinho (Londres). Técnico: Jardam Okoinski.

Vila Sandra: Felipe; Guilherme (César), Lela, Vinícius e Gean; Clóvis (Leandro), Fabrício (Marcos Paulo) e Nenê; Leco (Maia), Zé Ricardo (Adriano) e Hantson (Thiaguinho). Técnico: Aroldo José.

Arbitragem: Luiz Alexandre Fernandes, Deniel Carvalho e Zacarias Chumlhak.

Gols: Alex Sorocaba (IMP, aos 27’/2.º), Flamarion (IMP, aos 49’/2.º).

Cartões Amarelos: Biro, Zeti, Lelê, Baresi (IMP); Guilherme, Vinícius, Clóvis, Nenê (UVS).

Confira imagens das partidas:

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Violência provoca suspensão de jogo decisivo da Suburbana

Estacionamento do Octávio Silvio Nicco virou palco de briga na chegada da torcida do Vila Sandra. Policiamento que poderia ter evitado o confronto havia deixado o local cerca de uma hora antes

O que deveria ser uma tarde de futebol com jogos decisivos acabou em violência e depredação no Estádio Octávio Silvio Nicco, no Mossunguê, na tarde do último sábado (21). O jogo adulto entre Imperial x Vila Sandra e os 23 minutos finais da partida de juvenis entre as equipes foram suspensos devido a um confronto entre torcidas na entrada da praça esportiva no momento que a preliminar chegava à metade de sua fase final. Com isso, a Federação Paranaense de Futebol (FPF) deverá marcar uma nova data, e talvez um novo local, para a conclusão da partida juvenil e para a realização da partida adulta, sendo que o jogo juvenil impacta a continuidade da tabela da competição.

“Infelizmente nos deparamos com isso. Tinha tudo para ser grande jogo, bastantes torcedores e bastantes famílias que saem de casa ver familiares jogando e verem cenas lamentáveis, com pedras e foguetes. É algo que tem de abolir. Não temos condições de continuar juvenil e nem fazer adulto. O próprio policiamento não garantiu a continuidade e nós ficamos de mão atadas quanto a isso”, afirmou o árbitro da partida de fundo, Luiz Alexandre Fernandes, logo após ter recebido informações da Polícia Militar de que não daria condições de segurança para a partida.

“Semana inteira teve ameaça e avisamos polícia. Tinha três carros de polícia no começo do juvenil e avisei que eles não podiam sair, pois a torcida maior é no adulto e eles iriam ainda chegar. Aí eu, burro, estava na portaria e fui no meio tentar separar e tomei pedrada nas costas. A gente pediu para [a PM, que estava com três viaturas estacionadas no começo do jogo] não sair. No celular da minha filha tinha 50 mensagens pedindo ajuda, que poderia dar morte e quebraram carros. Demoraram para chegar e deu no que deu”, lamentou o presidente do Imperial, Jorge Choinski.

PM deixou local antes da confusão e local ficou desprotegido

A Polícia Militar, cujo 12.º Batalhão atende a região, esteve presente no começo da partida de juvenis com três viaturas, que ficaram estacionadas no estádio por alguns minutos. No entanto, mesmo sendo um jogo de risco, todas as três deixaram o local após alguns minutos do jogo de juvenis, diferente por exemplo da partida da semana passada entre Vila Sandra e Palmeirinha, também considerado jogo de risco, embora o Palmeirinha não tenha torcida organizada numerosa. Naquele jogo, as duas viaturas, no caso do 23.º Batalhão, ficaram o tempo todo dentro do estádio, ajudando a evitar alguma confusão, principalmente pela derrota do time da casa. Ambas partidas são fundamentais na briga contra o rebaixamento.

Informações dão conta de que a confusão teria começado semanas antes com um incidente em outro estádio e que seria um briga “terceirizada” envolvendo torcidas de clubes profissionais. Segundo o presidente do Imperial, os envolvidos do lado tricolor não eram membros assíduos da organizada do clube. Mesmo com todo o risco do jogo, a torcida do Vila Sandra, que chegou em bloco, não teve escolta alguma da Polícia Militar até o estádio e nem revista. No meio do grupo de alvinegro havia algumas pessoas fardadas de amarelo com marca da Torcida Taliban, do Santa Quitéria, time não envolvido na partida (em uma das fotos do slideshow ao fim desta reportagem, pode se notar alguns elementos de amarelo no canto direito do estacionamento). Ao chegarem, começou um duelo de sinalizadores atirados em direção à torcida visitante e pedras, paus e lajotas em direção à torcida local que estava na entrada.

Alguns veículos estacionados no local foram danificados. A PM demorou cerca de 20 minutos para chegar e não há informação de que alguém tenha sido detido. Se ela não tivesse abandonado o posto uma hora antes, talvez o confronto pudesse não ter ocorrido ou pelo menos ter sido resolvido mais rapidamente. Lamentavelmente, uma rodada que tinha de tudo para ser eletrizante especialmente para cinco torcidas distintas, acabou sendo manchada pela violência.

Esportivamente, agora uma nova data ficará a cargo da FPF. Com toda rodada realizada, a conta ficou simples tanto para Imperial quanto para Vila Sandra: vencer salva do rebaixamento e rebaixa o rival junto com o Palmeirinha e um empate derruba ambos para a Série B.

Enquanto a bola rolava

João, zagueiro do Imperial, ganha um abraço após segunda cabeçada certeira: Imperial estava vencendo por 2 a 1 e carimbando vaga em sexto no Juvenil

Enquanto a bola rolava, antes da confusão paralisar tudo, Imperial e Vila Sandra faziam uma boa partida pelos juvenis. O placar aos 17 minutos da etapa final, momento da paralisação era de 2 a 1 para o time da casa.

O Vila Sandra começou atacando mais, porém, mais organizado em campo, o Imperial chegou à abertura do placar em jogada ensaiada aos 14 minutos. Um escanteio foi cobrado para trás e o longo cruzamento encontro o zagueiro João, que venceu o duelo pelo alto e mandou para as redes.

Mesmo com um a menos após a expulsão de seu lateral-esquerdo, o Imperial seguiu tendo melhores chances, ainda mais com um adversário precisando desesperadamente da vitória para se classificar.

Na segunda etapa, um escanteio foi cobrado na cabeça de João, que aos 8 minutos comemorou pela segunda vez.

O Vila Sandra correu atrás da recuperação e conseguiu um gol de falta aos 17 minutos. Leandro bateu do lado direito e a bola passou por todo mundo, inclusive pelo goleiro. Neste momento, o confronto começava logo atrás do gol em que a rede acabara de balançar.

Confira imagens em ordem cronológica:

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Em virada épica, Palmeirinha bate Vila Sandra e respira fora da ZR

Jogadores do Palmeirinha comemoram o gol de Nico, que deu números finais ao embate após segundo tempo alucinante

Após um primeiro tempo sem tantas emoções, o segundo tempo no último sábado (14) no Ozório Claudino de Barros foi completamente alucinante. Sete gols, virada do Palmeirinha sobre o Vila Sandra por 4 a 3 e os dois times começando a rodada decisiva da Série A da Suburbana fora da zona de rebaixamento. Melhor para o Palmeirinha, que saiu da lanterna e só depende dele para se salvar. Salvação que depende também só do Vila Sandra. Para entender o equilíbrio da competição, ambos ainda têm chance de uma classificação para o mata-mata.

“Mais uma vez saímos com resultados adversos. Faz planejamento, faz gol, toma empate, toma virada, faz gol, toma empate. O campeonato é difícil, mas vamos em busca de nosso objetivo que é ficar na Série A”, disse Zé Ricardo, atacante do Vila Sandra, autor de dois gols. “Demos tudo nesse jogo porque é vida ou morte e nosso time é isso, raça e determinação. Agora vamos para outra batalha contra o Trieste, pois precisamos ganhar”, afirmou o atacante Dolinha, do Palmeirinha, também autor de dois gols.

Os dois times têm 8 pontos, o Palmeirinha é o nono com saldo -9 e duas vitórias, o Vila Sandra é o décimo com saldo – 13 e duas vitórias e o Nova Orleans tem os mesmos 8 pontos e apenas uma vitória, estando na zona de rebaixamento, na 11.ª posição. O Imperial é o lanterna com sete pontos. Estes quatro times e o Uberlândia, oitavo com dez pontos, hoje entre os classificados, brigam tanto contra a degola como pela última vaga no mata-mata, o que é o prenúncio de uma última rodada eletrizante.

Na rodada decisiva, próximo sábado (21), a princípio com juvenis às 13h30 e adultos às 15h30, caso a FPF não ajuste já a tabela ao Horário de Verão, Imperial e Vila Sandra fazem confronto direto no Octávio Silvio Nicco. O Vila Sandra se salva com uma vitória simples. Um empate salva o alvinegro se o Nova Orleans não vencer ou o Palmeirinha for derrotado. O Imperial precisa vencer e torcer por um dos seguintes resultados: que Nova Orleans ou Palmeirinha não vençam, ou que o Uberlândia perca sua partida.

O Palmeirinha enfrenta o líder Trieste no José Carlos de Oliveira Sobrinho. Se vencer, alcança a permanência sem depender de outros resultados. Caso empate, terá de torcer por um dos seguintes resultados: empate no confronto entre Imperial e Vila Sandra; uma não vitória do Nova Orleans e qualquer resultado no Mossunguê. Em caso de derrota, o Verdãozinho do Tatuquara terá de torcer por uma derrota do Nova Orleans e para que o Imperial não vença o Vila Sandra.

Outro time que luta pela permanência, o Nova Orleans, recebe o Vila Fanny no José Drulla Sobrinho. Precisa vencer e torcer para que um desses resultados aconteçam: empate ou derrota de Vila Sandra, Palmeirinha ou Uberlândia. Caso empate, terá de torcer por uma derrota do Palmeirinha.

Com menos chances de queda, mas ainda ameaçado, o Uberlândia pega o Operário Pilarzinho no Bôrtolo Gava. O Papagaio se salva com uma vitória sobre a Coruja. Caso empate, precisa que o Vila Sandra não vença o Imperial e que Nova Orleans ou Palmeirinha também não vençam. Caso perca, um empate entre Imperial e Vila Sandra salva a pele do Uberlândia. No entanto, caso haja um vencedor na partida do Mossunguê, o Uber terá de contar que Nova Orleans e Palmeirinha não vençam seus jogos.

O jogo

O primeiro tempo no Corredor foi bastante truncado. O Vila Sandra esteve mais perto do gol, mas pouco finalizou ou, quando finalizou, não o fez da maneira mais correta.

Se o primeiro tempo foi ruim, o segundo tempo veio para redimir o futebol das equipes com um ritmo alucinante e muitas alternativas.

Tudo começou com um pênalti a favor do Vila Sandra. Aos 10 minutos, Zé Ricardo cobrou com categoria e abriu o placar.

O técnico da equipe alvinegra começava a fazer planos para segurar o marcador quando Alex 21 empatou o marcador aos 11 minutos.

Nem deu tempo para respirar, pois Dolinha virou para o Palmeirinha logo aos 12 minutos, botando mais fogo na partida.

O técnico Aroldo José resolveu abrir o time e colocar aos 16 minutos o ponta Leco no lugar do volante Marcos Paulo. A alteração surtiu efeito em quatro minutos. Aos 20 minutos, Leco ganhou na velocidade da defesa e deu um toque de cabeça para deslocar Anderson e empatar o jogo novamente.

O jogo seguiu disputado com os dois times buscando o gol. E foi novamente Dolinha que colocou o Palmeirinha mais uma vez na frente com uma conclusão aos 33 minutos.

Aos 40 minutos, o Vila Sandra conseguiu um pênalti. Mais uma chance convertida pelo centroavante Zé Ricardo. O 3 a 3, a bem da verdade, era um mau resultado para os dois, pior ainda para o Palmeirinha, que ocupava a lanterna naquele momento com seis pontos e não dependeria mais de si mesmo para se salvar.

No entanto, aos 43 minutos, veio um pênalti para o Palmeirinha e a chance de respirar fora da ZR pela primeira vez desde a 2.ª Rodada e de depender de si próprio para se manter na elite. Nico foi para a cobrança e converteu, superando o goleiro Thyago Moraes e garantindo o 4 a 3.

Nos juvenis, Vila Sandra goleia e segue vivo

Vila Sandra teve relativa facilidade para superar o Palmeirinha nos juvenis

Na preliminar de juvenis, o Vila Sandra goleou o Palmeirinha por 7 a 0 e segue vivo na competição. O Alvinegro tem 11 pontos e é o nono, dois pontos atrás do Capão Raso, o oitavo, o que significa ter chances de classificação. O Palmeirinha segue na lanterna sem ponto algum e apenas cumpre tabela.

O jogo começou sob um temporal e teve de ser parado por um minutos aos 2 minutos da etapa inicial devido à queda de granizo. O evento meteorológico durou cerca de um minuto e meio e a partida foi retomada com a chuva diminuindo e o gramado secando aos poucos.

Aos 14 minutos, Jamaica apareceu pela ponta esquerda e cruzou para Leandro bater de primeira e abrir o placar. Aos 32, Juninho chutou de longe e contou com falha do goleiro para ampliar.

Na segunda etapa, com o gramado melhorando,  o Vila Sandra se impôs mais física e tecnicamente. Aos 2 minutos, Irlan viu o goleiro adiantado e bateu por cobertura. Aos 9 minutos, João completou de cabeça para ampliar. Aos 18 minutos, Vinícius marcou de falta. Aos 33 minutos, foi a vez de Patrick mostrar estrela e finalizar bem.

Perto do fim, aos 39 minutos, um lance curioso. O Vila Sandra teve um pênalti a favor. Vinícius bateu por cima, mas o árbitro Marcelo Rodrigues Masena mandou voltar por invasão da área do time do Palmeirinha. O Vila Sandra trocou o batedor e Leandro converteu, fechando o placar em 7 a 0.

Ficha Técnica

Vila Sandra 3 x 4 Palmeirinha

Vila Sandra: Thyago Moraes; Cleiton, Lela, Vinícius e Gian; Fabrício (Cesinha), Guilherme (Clóvis), Marcos Paulo (Leco) e Nenê (Maia); Zé Ricardo e Adriano. Técnico: Aroldo José.

Palmeirinha: Anderson; Mazinho, Thiagão, Alessandro e Polaco (Rafael); Carlão, Alex 21, Maninho (Erick) e Nico; Dolinha e Gean (Marquinhos). Técnico: Wagner Primo.

Arbitragem: Cristiano Antônio Teixeira, Sandra Maria Dawies, Roberto Rivelino dos Santos Jr.

Gols: Zé Ricardo (UVS, aos 10’/2.º, aos 40’/2.º), Alex 21 (PGG, aos 11’/2.º), Dolinha (PGG, aos 12’/2.º, aos 33’/2.º), Leco (UVS, aos 20’/2.º), Nico (aos 43’/2.º).

Cartões Amarelos: Cleiton, Gian, Nenê (UVS); Mazinho, Nico, Marquinhos (PGG).

Confira imagens das partidas:

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Trieste goleia Vila Sandra e assume a ponta da Suburbana

Jogadores do Trieste comemoram o segundo gol de Bruno Batata, o quarto da equipe na tarde de sábado

O rival Iguaçu ajudou batendo o Operário Pilarzinho e o Trieste fez sua parte: batendo o Vila Sandra de virada por 4 a 1, a equipe do Francisco Muraro é a nova líder da Suburbana. Bruno Batata foi o destaque da partida, marcando duas vezes. Neto e Marquinhos Cambalhota também marcaram para o time da casa. Nenê abriu o placar para o Vila Sandra.

“Foi um jogo difícil, a gente veio com intuito de marcar mais e tivemos felicidade de fazer 1 a 0 e o Trieste é uma grande equipe e o que prevaleceu foi o físico, com o Trieste aproveitando e virando”, disse Nenê do Vila Sandra. “Assumimos a liderança. Sempre bom está na frente. Foi um jogo que saímos perdendo e tivemos domínio inteiro, diversas oportunidades, mas conseguimos concluir. No outro jogo, o Jociel tinha feito bela reposição e fiz gol e agora de novo”, analisou Bruno Batata.

O resultado colocou o Trieste na liderança com 8 pontos, estando à frente do arquirrival Iguaçu pelo critério de saldo de gols, 7 a 2. O Vila Sandra é agora o décimo colocado com três pontos. No próximo sábado (02/09), o Trieste enfrenta o Operário Pilarzinho no Francisco Muraro. O Vila Sandra também joga em casa, recebendo o Nova Orleans no Ozório Claudino de Barros. Os juvenis entram em campo às 13h30 e os adultos às 15h30.

O jogo

A partida teve um primeiro tempo bastante movimentado com muitas chances perdidas. O Vila Sandra saiu na frente aos 7 minutos. Nenê bateu falta na direita, a bola bateu na barreira e voltou para o 10 alvinegro mandar o rebote na gaveta.

A reação do Trieste foi rápida, pois aos 12 minutos o lateral-direito Neto acertou uma cabeçada no gol de Felipe.

O gol fez o Trieste passar a dominar o meio de campo, com todos os jogadores trabalhando bem a bola e municiando a dupla Bruno Batata e Marquinhos Cambalhota.

A mecânica funcionou na segunda etapa, com Bruno Batata virando o marcados aos 6 minutos.

Aos 14 minutos, Batata costurou a defesa do Vila Sandra e deixou Marquinhos Cambalhota em condições de marcar o terceiro.

Um dos melhores em campo foi o goleiro Felipe do Vila Sandra, que evitou um placar mais elástico. No entanto, Felipe não teve o que fazer perto do apagar das luzes, aos 45 minutos, quando o outro goleiro, Jociel Henrique, fez um lançamento na medida para Bruno Batata concluir com frieza e decretar o placar final da partida.

Nos juvenis, o placar foi o mesmo

Jogadores do Trieste comemoram o gol do Morais, que abriu o placar no Francisco Muraro: liderança também no sub-17

Nos juvenis, a preliminar mostrou o mesmo placar do jogo de fundo: 4 a 1 para o Trieste, embora a história tenha sido um tanto diferente. O Trieste lidera com 12 pontos, 100% de aproveitamento, enquanto que o Vila Sandra é o oitavo com 4 pontos.

O Trieste começou dominando a partida com ótimo toque de bola. O centroavante Morais, ex-Renovicente, abriu o marcador já aos 5 minutos. O segundo gol foi de Aramis, um dos artilheiros da competição aos 12 minutos. O Vila Sandra diminuiu com Luquinhas so 32 minutos.

No segundo tempo, o Trieste parou de jogar e o Vila Sandra passou a perder chances em escala industrial. Mas quando parecia mais perto do empate, o golpe veio com time da casa acordando. Aramis fez o segundo dele aos 29 minutos e Erick saiu do banco para fechar a contagem aos 38 minutos.

Estreia famosa

A rodada marcou uma estreia na tabela dos Juvenis: o asterisco. Por decisão do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), o Vila Fanny foi punido com a perda de três pontos pela escalação irregular de um atleta na estreia da competição. Com isso, o Alvirrubro da Linha Verde está zerado na pontuação.

Ficha Técnica:

Trieste 4 x 1 Vila Sandra

Estádio Francisco Muraro (Trieste Stadium), Santa Felicidade, Curitiba.

Trieste: Jociel Henrique; Neto, Igor, Jair e Marabá; Bruninho (Bodão), Haroldo,  Edson Grilo (Roberto) e Danilo (Joãozinho); Bruno Batata e Marquinhos Cambalhota (Felipe Caron). Técnico: Ivo Petry.

Vila Sandra: Felipe; Cleiton (Pedro), Lela, Vinícius e Dedé; Clóvis (Tatá), César (Fabrício), Maia (Marcos Paulo) e Nenê; Thiguinho (Leco) e Zé Ricardo (Adriano). Técnico: Haroldo José.

Arbitragem: Cristiano Antônio Teixeira, Ivan Carlos Bohn e Alison Alceu Bernardi Lovato.

Gols: Nenê (UVS, aos 7’/1.º), Neto (TRI, aos 12’/1.º), Bruno Batata (TRI, aos 6’/2.º, aos 45’/2.º), Marquinhos Cambalhota (TRI, aos 14’/2.º).

Cartões Amarelos: Jair (TRI), Dedé (UVS).

Confira imagens da partida:

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Baixe o pôster do Vila Sandra – Campeão da Série B da Suburbana

No último sábado (17), foi a vez da Suburbana Série B ter seu campeão. O Vila Sandra foi o campeão após empate sem gols com o Palmeirinha, pois havia vencido o jogo de ida por 5 a 1.

Sendo assim, o Futebol Metrópole, presenteia o torcedor do Vila Sandra com um pôster comemorando o título inédito da Série B da Suburbana.

Para baixar, clique no pôster com o botão direito e escolha a opção de salvar no seu computador ou aparato similar.

Agradecemos ao atleta Matusalém pelo suporte na nomeação das pessoas na imagem:

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Vila Sandra segura Palmeirinha e levanta a taça da Série B da Suburbana

Vinícius, capitão do Vila Sandra, levanta a taça da Segundona da Suburbana: alvinegro suportou pressão na segunda etapa e fez valer vantagem da ida

O Vila Sandra ergueu a taça da Série B da Suburbana após empate por 0 a 0 com o Palmeirinha, neste sábado (17), no Ozório Claudino de Barros. O resultado garantiu os quatro pontos necessários ao Alvinegro no playoff decisivo da competição, pois havia vencido a ida por 5 a 1, e garantiu a equipe como um dos dois representantes curitibanos na próxima Taça Paraná (o outro é o Iguaçu, campeão da Série A).

“Estou muito feliz. Ano passado (no Vila Fanny), não tinha feito um campeonato muito bom e este ano me propus a treinar mais e fazer bom campeonato. Deu tudo certo com artilharia, acesso e título. Agora, vamos beliscar a Taça Paraná, vamos para ganhar. O time entrosou muito bem. Na Copinha, um bom teste, não tinha entrosado, mas começamos o campeonato com boas goleadas. O Palmeirinha também está de parabéns, pois é um time forte e sabíamos que seria difícil. Não conseguimos encaixar as bolas. Mas estamos felizes com o título, a torcida e a comunidade merecem e a diretoria está de parabéns”, afirmou Zé Ricardo, centroavante do Vila Sandra e artilheiro do campeonato com 23 gols. Outro prêmio individual para o Vila Sandra foi para o goleiro Felipe, que dividiu a taça de goleiro menos vazado com Ricardo, do semifinalista Bangu.

“Temos de parabenizar o Vila Sandra, que mereceu o título. Não fomos bem no primeiro jogo, mas mostramos a cara do Palmeirinha no segundo. Viemos com o intuito de vencer, mas não deu, mas coroou um ano bom, pois estamos na Série A. Este time, vamos dizer, é a geração do Dolinha com a que está vendo, uma nova geração que estamos tentando colocar que o Palmeirinha não é só colocar a camisa, pois envolve amor. Estamos agora na Série A e vamos seguir o trabalho”, afirmou o técnico do Palmeirinha, Daniel Jorge.

O jogo

O empate garantiria o título ao Vila Sandra, enquanto o Palmeirinha precisava vencer para levar a decisão para um terceiro jogo em campo neutro. O Vila Sandra veio com apenas uma mudança, enquanto que o Palmeirinha veio com três retornos. A primeira etapa teve equilíbrio, com muita concentração de bola na meia cancha. De um lado tínhamos Wescley e de outro Hantson como controladores de tráfego da bola. Dolinha foi a válvula de escape do Palmeirinha, enquanto Maranhão teve duas boas chances de abrir o marcador.

A segunda etapa mostrou o melhor Palmeirinha dos 180 minutos de decisão. O Alviverde do Jardim da Ordem promoveu uma blitz, mas parou em boas defesas de Felipe e no bom dia do setor defensivo do Vila Sandra. Foram dezenas de tentativas, todas em busca de uma bola só que levasse a decisão para o terceiro jogo. A cada uma, o tempo como inimigo e a cada uma o alívio da torcida alvinegra que ficou atrás do gol defendido por Felipe na etapa final.

Para as centenas que se espremeram na arquibancada de fundo, a história foi sendo construída diante dos olhos e diante daqueles momentos em que eles se fecharam de aflição já esperando pelo pior que não veio, parando por centímetros, nas mãos de Felipe ou em uma das centenas de pés e cabeças salvadoras que pintaram na frente na hora da conclusão. O apito final veio e a certeza do título era palpável para os alvinegros.

Juvenis

Teve taça também. Sendo assim, temos um material a parte que, se já entrou no ar, está logo na sequência.

Ficha Técnica

Vila Sandra 0 x 0 Palmeirinha

Estádio Ozório Claudino de Barros, Vila Sandra, Cidade Industrial, Curitiba

Vila Sandra: Felipe; Robinho (Andrézinho), Faísca, Vinícius e Gian; Guilherme, Wescley (Edison) e Mineiro (Seco); Maranhão (Robson) , Zé Ricardo e Adriano (Dedé). Técnico: Marcos Franco.

Palmeirinha: Anderson; Mazinho, Mucilon, Thiagão (Jeovani) e Polaco; Carlo, Celo (César) e Hantson (Marquinhos); Dolinha, Thiago e Nico. Técnico: Daniel Jorge.

Arbitragem: Luiz Alexandre Fernandes, Diogo Morais e Wesley Waldir Marmitt.

Cartões Amarelos: Robinho (VSA), Mucilon e Thiago (PGG).

Confira imagens da partida:

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