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Baixe o pôster do Iguaçu, campeão da Suburbana 2017

No último sábado (9), o Iguaçu foi campeão da Suburbana após vencer o Trieste por 2 a 0 na terceira partida da decisão.

Sendo assim, o Futebol Metrópole, presenteia o torcedor do Iguaçu com um pôster comemorando o título da Suburbana.

Para baixar, clique no pôster com o botão direito e escolha a opção de salvar no seu computador ou aparato similar.

Agradecemos ao Luciano Rossi pelo suporte na nomeação das pessoas na imagem:

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Baixe o pôster do Trieste, campeão da Suburbana Juvenil 2017

No último sábado (9), o Trieste foi campeão Suburbana Juvenil, Série A, após vencer o Vila Sandra por 1 a 0 no terceiro jogo da decisão.

Sendo assim, o Futebol Metrópole, presenteia o torcedor do Trieste com um pôster comemorando o título Juvenil da Suburbana.

Para baixar, clique no pôster com o botão direito e escolha a opção de salvar no seu computador ou aparato similar.

Agradecemos ao Mauro Ignácio Jr. pelo suporte na nomeação das pessoas na imagem.

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Igor brilha, faz dois e Iguaçu é bi da Suburbana pela primeira vez após 49 anos

Comemoração do Iguaçu após o título: conquista é apenas o segundo bicampeonato da Suburbana de clube quase centenário

Com dois gols de Igor, que precisou de 14 minutos para entrar para a história, o Iguaçu venceu o Trieste por 2 a 0, na tarde de sábado (9) no Egydio Ricardo Pietrobelli e se sagrou bicampeão da Suburbana após três partidas contra o arquirrival. Foi o décimo título do Alvinegro na competição e o segundo bicampeonato do clube na Suburbana em 98 anos de história. O anterior foi exatamente na metade do caminho, há 49 anos, no biênio 1967/1968. Ninguém era bi da Suburbana desde o Urano em 2008/2009, mostrando o grau de equilíbrio da competição.

“Obrigado ao Iguaçu pela oportunidade de estar aqui”, disse o atacante Igor durante a festa do título. “A gente tá feliz, sempre acreditei no menino. Fomos felizes, foi um ano difícil e nos três jogos fizemos por merecer”, disse o treinador Juninho, que tem agora dois títulos e um vice-campeonato nas últimas três suburbanas.

Do lado do Trieste ficou a sensação de um título ter escapado após uma ótima campanha durante todo o certame. “Fizemos excelente campanha e  faltou controlar o jogo com um a mais no meio. No momento que tocamos, dominamos. Eles saíram bem no contra-ataque que não poderíamos ter tomado, pois o empate nos favorecia. Aí tivemos de sair e eles fizeram isso. Nossa equipe não envolveu como no ano inteiro e fica a lição para no próximo chegarmos bem e conquistarmos o título”, disse o zagueiro Igor, capitão do Trieste.

O jogo

Igor comemora o primeiro gol: explosão de alegria na torcida do Iguaçu durante jogo disputado

O empate favorecia o Trieste, que veio com time com quatro mudanças com relação à partida passada. O Iguaçu tinha apenas o desfalque de Aderaldo e pintou com Tonton, um meia, na lateral-esquerda, posição em que vinha improvisando zagueiros e nunca teve jogador de ofício.

A improvisação de Juninho deu certo, pois Tonton conseguiu, enquanto esteve em campo, segurar as subidas de Neto a contento e ainda armar o jogo pelos flancos.

Do outro lado, sem Marabá, Ivo Petry colocou William Balsa na lateral esquerda. O novo titular sofreu nos primeiros 45 minutos com as jogadas do habilidoso Feijão, entre os melhores jogadores no somatório das partidas finais, e de Luisinho Netto, que parecia jogar sem fazer força no seu estilo mais clássico.

O primeiro tempo foi bastante franco, com Feijão chegando próximo ao gol pelo lado do Iguaçu e o Trieste acertando a trave duas vezes, uma com Danilo.

Na segunda etapa, Ivo Petry sacou Orlei e Balsa e colocou Bodão e Rodrigo Crasso. No entanto, o lado esquerdo seguiu território de Feijão. Igor salvou bola em cima da linha em ataque do ágil 7 do Iguaçu. Rodrigão defendeu também uma ótima cobrança de falta de Luisinho Netto.

Aos 18 minutos, Juninho sacou Alex Pinhais e colocou Igor. Depois, aos 20, teve a perda de Tonton, lesionado, para a entrada de Léo Gago. Foi quando, aos 22 minutos, as substituições renderam efeito. Léo Gago lançou Igor pela esquerda, que apostou corrida com o zagueiro Igor. Na contenda de xarás, o camisa 9 do Iguaçu levou a melhor, colocou na frente e bateu na saída de Rodrigão, abrindo o marcador.

Sem a vantagem que o empate concedia, o Trieste teve de sair para o jogo e, a exemplo da semana anterior, começaram a aparecer os espaços para o jogo de Hideo.

Aos 33 minutos, o Iguaçu conquistou um escanteio na direita. Luisinho Netto cobrou no meio da área e a bola chegou na cabeça mais iluminada da tarde, a do centroavante Igor, livre de marcação, para escolher o canto esquerdo de Rodrigão. O título virou questão de tempo.

No entanto, o time do Iguaçu sofreu dois reveses. O primeiro, logo após o jogo, foi a grave lesão de Feijão, uma fratura no tornozelo. O segundo, foi aos 40 minutos, quando Igor, novamente, sofreu pênalti, mas Marcelo Tamandaré bateu e Rodrigão buscou no canto direito. Um terceiro gol daria mais tranquilidade ainda ao Galo da Colônia, mas acabou não fazendo falta na tarde mágica de Igor de do fim de um tabu que durava metade da história do clube: a falta de bicampeonatos.

Rodrigo Batata, do Trieste, com 16 gols, foi o artilheiro da competição. Rodrigo do Iguaçu ganhou o prêmio de goleiro menos vazado com quatro gols sofridos em 11 jogos. Ele, que ficou no banco na partida, fez questão de dividir as honras com o outro goleiro da equipe, Felipe, com quem alternou a titularidade em sistema de revezamento durante a competição.

Após a festa, uma queima de fogos no gramado de cerca de 20 minutos, de fazer inveja a muito reveillón de cidade grande. E a festa no Egydio Ricardo Pietrobelli foi madrugada adentro…

Nos juvenis, Trieste é campeão invicto

Com 16 vitórias e 2 empates, o Trieste venceu a Suburbana Juvenil

Após dois empates, o Trieste venceu a terceira partida da decisão da Suburbana Juvenil contra o Vila Sandra e conquistou de maneira invicta a competição. Aramis, de pênalti, fez o único gol da partida.

“Agradecemos diretoria, ao Rafael Stival, principalmente aos atletas, campanha maravilhosa e invicta”, disse o técnico Danilo Candelore do Trieste. “Eu me recuperei bastante. Conseguir superar bem treinar e jogar este jogo grande. Oportunidade de fazer o gol e agradecer a Deus por tudo isso”, analisou o meia Aramis, autor do gol, que não jogou a partida anterior com uma lesão nas costas. “O time jogou bem. Para mim já é uma honra ter chego ao segundo lugar. Terminamos de cabeça erguida”, afirmou o goleiro Alex do Vila Sandra.

Aramis converte o pênalti que valeu título ao Trieste juvenil

Mais uma vez, Trieste e Vila Sandra fizeram uma grande partida. Sem Luquinhas, com o terceiro amarelo, o Vila Sandra tentou criar com Patrick e Leandro lançando primeiro Baiano e depois Jamaica em velocidade. No time do do Trieste, Ramón, Aramis e Willian Gabiru dividiram o protagonismo.

Jogando pelo empate, o Trieste deu muito trabalho ao goleiro Alex, que fez pelo menos quatro grandes defesas na partida.

Aos 28 do segundo tempo, o árbitro Thiago Mendes Moreira marcou um pênalti bastante reclamado pelo time do Vila Sandra. Coube a Aramis converter a cobrança e dar a tranquilidade necessária para o título triestino.

Além da taça, o Trieste conquistou dois prêmios individuais. O goleiro Júnior foi o menos vazado da competição e o centroavante Pedro Portela foi o artilheiro com 17 gols marcados.

Ficha Técnica

Trieste 0 x 2 Iguaçu

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Curitiba

Trieste: Rodrigão; Neto, Igor, César Romero e William Balsa (Rodrigo Crasso); Edson Grilo, Orlei (Bodão), Danilo (Bruninho) e Marquinhos Lima; Bruno Batata e Marquinhos Cambalhota (Eduardo Salles). Técnico: Ivo Petry.

Iguaçu: Felipe; Luisinho Netto, Dudu, Emerson e Tonton (Léo Gago); Douglas, Helton, Feijão (Herick) e Hideo; Marcelo Tamandaré e Alex Pinhais (Igor). Técnico: Juninho.

Arbitragem: Paulo Roberto Alves Jr., Ivan Carlos Bohn, André Luiz Severo.

Gols: Igor (IGU, aos 22’/2.º, aos 33’/2.°).

Cartões Amarelos: Neto, César Romero, Danilo, Orlei, Rodrigo Crasso (TRI); Dudu, Léo Gago (IGU).

Confira imagens das partidas:

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Decisão da Série B juvenil é finalmente marcada

A decisão da Série B Juvenil da Suburbana finalmente irá iniciar. Nacional e Caxias fazem um derby do Boqueirão na decisão da competição a partir deste sábado (9), às 15h30, no João Santana da Silva, casa do Caxias. A confirmação do jogo, com arbitragem definida e tudo, põe fim a um impasse que atrasou a decisão em cerca de um mês.

O Urano, que conquistou a classificação em campo, acabou eliminado por usar um jogador suspenso em uma das partidas da semifinal contra o Caxias. A equipe do Xaxim alegou falta de legibilidade na punição de cartão amarelo em uma partida da primeira fase, o que teria induzido o clube ao erro quando o atleta recebeu o verdadeiro terceiro amarelo e acabou jogando no jogo da semifinal. O argumento acabou recusado pelo TJD. Com isso, o Caxias entrou no lugar do Azulão e jogará a decisão contra o Nacional. O time alvianil terá a vantagem de jogar o jogo de volta, inicialmente marcado para dia 16, às 14h30, em seus domínios.

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Decisão da Suburbana será no Egydio Ricardo Pietrobelli

Estádio do Iguaçu foi escolhido por sorteio como local do jogo decisivo da SuburbanaO Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, casa do Iguaçu, foi escolhido nesta terça-feira (5) como local da decisão da Série A da Suburbana 2017. Após locais como Vila Capanema, descartada por reforma no gramado, e Ecoestádio, alto aluguel, serem descartados, Trieste e Iguaçu, que fazem a final adulta, decidiram por manter o terceiro jogo da decisão dentro da região de Santa Felicidade, com a decisão em sorteio. O sorteio feito pela Federação Paranaense de Futebol definiu o campo iguaçuano como local do jogo do próximo sábado (9).

Se o fator casa pode ser uma vantagem para o Alvinegro, o retrospecto diz o contrário. Foi no Egydio Ricardo Pietrobelli que o Trieste venceu a primeira partida da decisão por 1 a 0, mesmo tendo um jogador a menos a maior parte do jogo. A decisão adulta começa às 16h30 e tem o Trieste jogando por um empate.

Um empate é também o que busca o Trieste no juvenil. Após duas igualdades contra o Vila Sandra, os garotos do Tricolor e do Alvinegro do Corredor se enfrentam a partir das 14 horas.

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Iguaçu vence Trieste e leva decisão da Suburbana para a terceira partida

Helton comemora primeiro gol da partida correndo para o banco: vitória do Iguaçu leva decisão para terceiro jogo

Ficou para o terceiro jogo. Jogando no Francisco Muraro, casa do Trieste, o Iguaçu fez 2 a 0 em seu arquirrival e levou a decisão da Suburbana para a partida extra em campo neutro. Os gols do jogo deste sábado (2) foram marcados por Helton e Hideo. O jogo extra, em que o Trieste jogará por um empate por ter melhor campanha, deverá ser no próximo sábado (9). Ecoestádio Janguito Malucelli, Vila Capanema e Arena Vermelha são os locais cotados. A FPF anunciará durante a semana.

“Jogamos mal, merecida vitória do Iguaçu. Mas nada perdido, temos condições de vencer no terceiro jogo”, disse o atacante Eduardo Salles do Trieste. “Tivemos vontade e fizemos o que tínhamos de fazer que é levar para a terceira partida e agora vamos lutar para sermos campeões”, declarou o volante Helton do Iguaçu.

O jogo

Precisando de um empate para levantar a taça, o Trieste entrou em campo com uma formação mais cautelosa que no jogo de ida, chegando a fazer linha de cinco sem a bola. Precisando do resultado, o Iguaçu foi para cima e contou com boas atuações de Luisinho Netto e de Feijão.

O primeiro gol da partida saiu aos 24 minutos da etapa inicial. Após tentativa de Marcelo Tamandaré pelo miolo, a zaga afastou mal e Helton mandou uma bomba de fora da área na gaveta de Rodrigão. O 1 a 0 já era suficiente para levar para o terceiro jogo e mais gols a favor não mudariam o cenário, pois não há saldo nesta decisão.

Aos 41 da etapa final, Aroldo, que tinha amarelo, entrou forte em Luisinho Netto e ficou caído no chão por dois minutos. O árbitro Paulo Roberto Alves Jr. esperou o atleta sentar na maca para dar o cartão vermelho. Novamente o Trieste ficava com um a menos, desta vez em uma situação menos favorável no placar.

No segundo tempo, curiosamente, por um bom tempo não pareceu o Trieste estar com um a menos. O Tricolor teve momentos de pressão com boas jogadas de Neto, Marquinhos Lima e Rodrigo Batata. No entanto, parou em Felipe e na má pontaria. Um gol naquele momento traria a taça de volta ao Francisco Muraro.

A arma do Iguaçu foi o contra-ataque e a opção ficou mais óbvia com a entrada do veloz Tonton. E foi assim que saiu o segundo gol na etapa final. Aos 35 minutos, Luisinho Netto estava na lateral e foi acuado por um marcados. O veterano camisa 2 pensou, levantou a cabeça e achou Tonton livre com um passe longo. O camisa 14 dominou, carregou, deu dois dribles secos na zaga, entrou na área e cruzou para Hideo definir com categoria e colocar na agenda o terceiro jogo da decisão.

Nos juvenis, novo empate garante mais uma preliminar do clássico

Patrick do Vila Sandra e Willian Gabiru do Trieste, os dois 10, foram os destaques da preliminar

Na preliminar de juvenis, mas uma vez o Vila Sandra desafiou o favoritismo do Trieste e esteve há centímetros de levantar a taça que esteve virtualmente em seu poder por cerca de 55 minutos de partida. O 1 a 1 leva para a terceira partida, preliminar do jogo entre Trieste e Iguaçu. Luquinhas marcou para o Alvinegro do Corredor. Luizinho fez o gol do Tricolor da Colônia.

A partida começou quente com o Trieste partindo para cima na primeira volta do relógio, mas vendo a resposta certeira do Vila Sandra no mesmo minuto. Pouco depois da primeira volta no relógio, Patrick fez uma bela jogada e serviu Luquinhas, que abriu o marcador.

O resultado daria a taça ao Vila Sandra. Então começou um duelo de boas jogadas entre os dois camisas 10. Patrick comandou as ações do Vila Sandra, tendo como principal coadjuvante Leandro. Willian Gabiru supriu a falta de Aramis, lesionado, e chamou a responsabilidade.

Num jogo em que os titulares do ataque ficaram aquém, foi em jogada Willian Gabiru, que Luizinho, vindo do banco, empatou a partida aos 15 da etapa final, superando o goleiro Alex, que fez mais uma boa atuação.

Nos acréscimos da etapa final, o Vila Sandra teve a chance de ser campeão. Luquinhas serviu Patrick, que mandou a bola no canto. O goleiro Júnior do Trieste se esticou todo e garantiu o empate e a sobrevivência da equipe na competição ao espalmar para escanteio.

Ficha Técnica

Trieste 0 x 2 Iguaçu

Estádio Francisco Muraro, Santa Felicidade, Curitiba

Trieste: Rodrigão; Neto, Igor, Jair (Bruninho) e César Romero; Aroldo, Marabá, Joãozinho (Wellington) e Marquinhos Lima; Bruno Batata e Eduardo Salles (Felipe Caron). Técnico: Ivo Petry.

Iguaçu: Felipe; Luisinho Netto, Dudu (Herick), Emerson e Aderaldo; Douglas, Helton, Feijão e Hideo; Marcelo Tamandaré (Tonton) e Alex Pinhais (Igor). Técnico: Juninho.

Arbitragem: Paulo Roberto Alves Jr., Daniel Cotrim Carvalho e Felipe Gustavo Schmidt.

Gols: Helton (IGU, aos 24’/1.º), Hideo (IGU, aos 35’/2.º).

Cartões Amarelos: Jair, Aroldo, Joãozinho (TRI); Aderaldo, John (IGU).

Cartão Vermelho: Aroldo (TRI, aos 43’/1.º, dupla advertência).

Confira imagens das partidas:

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Vitória sobre Iguaçu em clássico deixa Trieste a um empate da taça

Jogadores do Trieste comemoram o gol da equipe, marcado por Herick contra o patrimônio

O Trieste ficou bastante perto de conquistar a Suburbana, o que não fazia desde 2013. O Tricolor de Santa Felicidade precisa de pelo menos um empate contra o arquirrival Iguaçu e para isso tem duas chances. Isso tudo por ter vencido, neste sábado (25), por 1 a 0, no Egydio Ricardo Pietrobelli, a primeira partida da decisão que não era disputada no Clássico da Polenta desde 1977. Herick, contra, fez o gol do Trieste.

O time do técnico Ivo Petry joga no próximo sábado (02/12) por um empate no Francisco Muraro. Caso o Iguaçu do técnico Alei Júnior, o Juninho, vença nos domínios adversários, precisará vencer novamente, pois o Trieste, por ter melhor campanha, joga por um empate na terceira partida em campo neutro a ser definido. O Trieste tem 12 títulos da competição e o Iguaçu tem nove, incluindo o do ano passado, e uma incômoda escrita a se quebrar: só foi bicampeão consecutivo uma única vez, em 1967/1968.

“A equipe suportou bem a pressão, fez uma proposta e depois da expulsão do Grilo tivemos que mudar. Tomamos muita pressão, pois o Iguaçu é uma equipe muito qualificada e temos de nos preparar, corrigir erros de posicionamento, pois será um jogo duro e nada está ganho”, disse o zagueiro Igor, capitão do Trieste. “Segundo jogo lá. Temos de ir com atitude. Acho que a postura do segundo tempo dá para reverter”, afirmou o goleiro Rodrigo do Iguaçu.

O jogo

A partida começou em alta rotação, com bastante contato físico. O gol do Trieste saiu rápido e foi um balde de água fria para a torcida que era maioria em sua casa. Após jogada pela esquerda, a bola bateu em Herick e foi fora do alcance de Rodrigo quando o relógio marcava apenas seis minutos de jogo.

O Iguaçu teve de sair para cima com mais ímpeto que imaginava e aí foi alvo de saídas em velocidade do Trieste.

Aos 41 minutos, já com cartão amarelo, Edson Grilo acerta um adversário por trás e recebe o cartão vermelho. Com um a menos, o Trieste deve de se encolher em campo.

Ainda na primeira etapa, uma confusão no banco de reservas, quando Ricardo Ehle empurrou Helton e este acertou Marabá. Ricardo Ehle, que sequer entrou em campo, levou amarelo.

A segunda etapa teve um Trieste se reorganizando na defesa e deixando o artilheiro Bruno Batata como único homem de frente e um Iguaçu afoito por empatar o jogo, mas esbarrando em falta de objetividade. O Alvinegro chutou menos a gol o que sugeriria sua situação em campo, mesmo com um a mais e com o ataque povoado.

Por sua vez, o Tricolor fechou-se num 4-4-1 com uma defesa experiente e pouco deu espaço nas tentativas pelo meio, ainda mais com o Iguaçu abusando em afunilar e tentar chegar em infiltrações pelo comando de ataque. Sendo assim, o tempo virou aliado do Trieste, que conseguiu sair com a vitória e a importante vantagem.

Nos juvenis, o Vila Sandra se defendeu bem e fez o que ninguém tinha feito

Numa atuação defensiva impecável, o Vila Sandra segurou o Trieste na ida da final dos Juvenis

Na preliminar de juvenis, entre Vila Sandra e Trieste, a bola não balançou. O placar de 0 a 0 foi o primeiro jogo não vencido pelo Trieste, que perdeu os 100% de aproveitamento na competição. O vencedor do jogo de volta, às 14 horas, no próximo sábado (02) no Francisco Muraro, levanta a taça. Um empate leva a contenda para a terceira partida em campo neutro a ser definido com o Trieste jogando por um novo empate.

Comandado pelos meias Ramón e Aramis e pelo artilheiro Pedro Henrique, o Trieste teve domínio de quase toda a partida. No entanto, parou em pelo menos meia dezena de grandes defesas do goleiro Alex, mais uma vez o nome do jogo, e em uma aplicação tática absurda do time do Vila Sandra, especialmente na etapa final, quando foi extremamente preciso nos desarmes, enquanto o Trieste tratava de afunilar o jogo e tentar sua 16.ª vitória consecutiva na competição. A série acabou em 15 vitórias, mas o Tricolor de Santa Felicidade tem duas chances para ser campeão invicto e duas também para ver a taça ir embora com a possível primeira derrota. Façam suas apostas.

Ficha Técnica

Iguaçu 0 x 1 Trieste

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Curitiba

Iguaçu: Rodrigo; Luisinho Netto, Douglas, Emerson e Aderaldo; Herick (John), Helton, Hideo e Bruninho (Feijão); Leonardo (Igor) e Alex Pinhais (Marcelo Tamandaré). Técnico: Juninho.

Trieste: Rodrigão; Neto, Igor, Jair e Marabá (William Balsa); Edson Grilo, Aroldo (Joãozinho), Orlei (Danilo) e Marquinhos Lima; Bruno Batata e Eduardo Salles (César Romero). Técnico: Ivo Petry.

Arbitragem: Murilo Ugolini Klein, Weber Felipe Silva, Wesley Waldir Marmitt.

Gol: Herick (IGU, contra a favor do TRI, aos 6’/1.º)

Cartões Amarelos: Douglas, Emerson, Aderaldo (IGU); Edson Grilo, Ricardo Ehle (TRI).

Cartão Vermelho: Edson Grilo (TRI, aos 41’/1.º).

Confira imagens das partidas:

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Iguaçu bate Santa Quitéria nos pênaltis e fará clássico contra Trieste na final

O goleiro Rodrigo, de verde, foi o herói da decisão ao pegar dois pênaltis, incluindo a decisiva cobrança de Badé

Em duelo bem disputado no Egydio Ricardo Pietrobelli, na tarde deste sábado (18), o Iguaçu reverteu a vantagem do Santa Quitéria ao vencer no tempo normal por 2 a 0 e garantiu vaga na decisão da Suburbana, contra o arquirrival Trieste, ao vencer nos pênaltis por 3 a 1, quando brilhou a estrela do goleiro Rodrigo defendendo duas cobranças. No tempo normal, os gols foram de Alex Pinhais e Hideo.

“A gente fez uma boa partida, mas infelizmente caímos nos pênaltis e isso é o futebol”, disse o técnico Ary Marques do Santa Quitéria. “a gente merece isso aqui. Jogo dificílimo. Tive felicidade de pegar dois e outro acertei o canto e foi para fora. Para o goleiro, isso dos pênaltis é bom, pois tira toda uma pressão”, disse o goleiro Rodrigo do Iguaçu após o jogo.

O jogo de ida será no próprio Egydio Ricardo Pietrobelli, no próximo sábado (25), às 16h30. A preliminar de juvenis será entre Vila Sandra, que você confere ainda neste texto como se classificou, e o próprio Trieste.

O jogo

Com as equipes entrando em campo, um episódio lamentável. Após uma bateria de fogos de artifício no terreno vizinho saudar a entrada do time do Iguaçu em campo, uma segunda bateria estourou inadvertidamente, provavelmente por erro de armazenamento, causando correria nas bancadas. Vários sinalizadores voaram em direção ao campo e um acertou o nariz do atleta Lucas do Santa Quitéria, cerca de 120 metros do local da detonação. O atleta teve corte no local e entrou no segundo tempo, era reserva, com um curativo.

Com a bola rolando, muito equilíbrio e boas chances dos dois lados. O Santa Quitéria havia vencido a ida por 1 a 0 e um empate era o que bastava. Para o Iguaçu, qualquer vitória levaria para os pênaltis, já que a Série A não tem saldo de gols no mata-mata.

Sem um 9 de ofício, pois quem vestia a camisa era Juliano, um meia-atacante de chegada, o Quitéria apostava também nas jogadas de ponta de Luan e Gustavo Amaral e também nas infiltrações de Massai, utilizado como meia-ofensivo,  a despeito de render melhor como segundo volante.

Massai tinha ido para o jogo sem estar 100% fisicamente, pois havia se lesionado na partida de ida. O camisa 10 tinha amarelo por reclamação quando entrou mais forte em Helton aos 46 minutos da  etapa inicial, deixando o Quitéria com dez em campo.

Nos primeiros minutos da etapa final, a equipe visitante seguiu equilibrando a contenda, mesmo com um a menos. Mas a conta física chegou rápido em um lance discutível. Aos 9 minutos, Luisinho Netto cruzou da direita, a bola passou por Marcelo Tamandaré e chegou a Alex Pinhais, completar. Para muitos que estavam atrás do gol, a finalização teria sido com a mão e não com a cabeça.

Após o gol, o Santa Quitéria partiu para a pressão, mas as boas atuações de Helton e do experiente Aderaldo serviram para arrefecer um pouco os ânimos visitantes.

Se um gol para o Quitéria bastava, a definição de que teríamos pênaltis veio aos 45 minutos. Feijão, com uma bela finta na meia-esquerda, livrou-se de dois adversário de uma vez só e encontrou Marcelo Tamandaré pelo meio. O camisa 20 levantou a cabeça e viu a passagem de Hideo pela direita. O Japonês Voador, que completará 40 anos em dezembro, ignorou os mais de 90 minutos de jogo acumulado e arrancou como um jovem para tocar na saída de Jonas e fechar o placar no tempo normal em 2 a 0.

Nos pênaltis, o Santa Quitéria começou a bater com o goleiro Jonas. Ele foi o único a converter de sua equipe, enquanto que o Iguaçu conseguiu marcar com Emerson, Tonton e Luisinho Netto. Baloy chutou para fora pelo Santa Quitéria e Carlinhos e Badé pararam no goleiro Rodrigo, que garantiu o Alvinegro na terceira decisão consecutiva, na tentativa do bicampeonato consecutivo.

Nos juvenis, goleiro vai de vilão a herói

O goleiro Alex pegou dois pênaltis na decisão entre Vila Sandra e Operário Pilarzinho por uma vaga na final

Na preliminar de juvenis, teve goleiro brilhando nas penalidades. Alex do Vila Sandra pegou duas cobranças e seu time irá à decisão contra o Trieste ao vencer na decisão por pênaltis por 3 a 2, após vitória emocionante por 4 a 3 no tempo normal.

No tempo normal, Alexsandro abriu o placar para o Vila Sandra aos 9 minutos. A resposta do Operário Pilarzinho veio com Léo aos 12 minutos. Alexsandro recolocou o Alvinegro na frente aos 39 minutos.

Na etapa final, o Vila Sandra acumulou gordura com dois gols relâmpago de Gustavo aos 2 minutos e de Willian aos 3 minutos. Brayan diminuiu para o Operário em um chute de longe que contou com um vacilo de Alex e Lucas encostou perigosamente no placar com um gol aos 11.

Como o Operário tinha vencido a ida por 1 a 0. Pênaltis. Aí, na marca da cal, Alex se redimiu do erro no tempo normal ao defender duas cobranças. O time do Operário Pilarzinho ainda acertou uma no travessão e teve seu goleiro pegando uma cobrança. Placar de 3 a 2.

Ficha Técnica:

Iguaçu 2 x 0 Santa Quitéria (agg 3 pts – 3  pts) (PK 3-1)

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Curitiba

Iguaçu: Rodrigo; Luisinho Netto, Dudu, Emerson e Aderaldo; Douglão (Marcelo Tamandaré), Helton, Bruninho (Herick) e Hideo; Leonardo (Tonton) e Alex Pinhais (Feijão). Técnico: Juninho.

Santa Quitéria: Jonas; Alex (Djonatan), Carlinhos, Baloy e Badé; Edinaldo Pedra, Russo, Luan (Jean Eduardo) e Massai; Juliano (Pequi) e Gustavo Amaral (Lucas). Técnico: Ary Marques.

Arbitragem: Rafael Traci, Bruno Boschillia, Heitor Alex Eurich.

Gols: Alex Pinhais (IGU, aos 9’/2°), Hideo (IGU, aos 45’/2.º).

Cartões Amarelos: Dudu, Aderaldo, Alex Pinhais (IGU); Massai (SQT).

Cartão Vermelho: Massai (SQT, aos 46’/1.º, dupla advertência)

Confira imagens das partidas:

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Baixe o pôster do Santíssima Trindade – Campeão da Série B da Suburbana 2017

No último sábado (11), o Santíssima Trindade foi o campeão da Série B da Suburbana após derrota para o Fortaleza por 1 a 0, conquistando vitória no agregado por 2 a 1, pois havia vencido o jogo de ida por 2 a 0.

Sendo assim, o Futebol Metrópole, presenteia o torcedor do Santíssima Trindade com um pôster comemorando o título da Série B da Suburbana.

Para baixar, clique no pôster com o botão direito e escolha a opção de salvar no seu computador ou aparato similar.

Agradecemos ao Oscar Kirsten pelo suporte na nomeação das pessoas na imagem e pelas imagens individuais que foram colocadas nos quadros:

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Fortaleza vence, mas a taça da Série B fica com o Santíssima Trindade

Derrota por 1 a 0 na volta deu o título ao Santíssima Trindade, que havia vencido na ida por 2 a 0: jogadores não esqueceram de homenagear Rodolfo, jogador da equipe morto em agosto

O Santíssima Trindade é o campeão da Série B da Suburbana. O título veio após derrota para o Fortaleza, neste sábado (11), por 1 a 0 no Antonio Monteiro Sobrinho. Como havia vencido a ida por 2 a 0 na semana anterior no Parque Linear, o Tricolor do Cajuru administrou a vantagem no confronto agregado e pôde comemorar após o apito final. Wuallysson fez o único gol da partida.

O título veio em campanha que o Trindade cresceu na reta final após passar por uma grande perda. Em agosto, quando a primeira fase chegava próximo à metade, o meia Rodolfo, de 28 anos, então camisa 10 da equipe, morreu em um acidente de trabalho. A equipe precisou se reorganizar dentro de campo sem seu principal meia de chegada. Fora de campo, o técnico Oscar Kirsten, que começou o trabalho na temporada, acabou recebendo uma promoção em seu serviço em uma montadora de automóveis e acabou transferido para São Carlos, interior de São Paulo. Quem passou a comandar a equipe foi o então auxiliar Dinei. Kirsten, por motivos de feriado, pôde comparecer na primeira partida da decisão, ficando como auxiliar, mas ficou torcendo de longe na grande decisão. O time da Zona Leste conseguiu segurar as turbulências e, após se classificar em terceiro no Grupo B, despachou no mata-mata o Vila Hauer e o grande favorito Bangu, este em uma grande decisão por pênaltis, antes de chegar à decisão.

O título garantiu vaga ao Santíssima Trindade na Taça Paraná de 2018. “Tenho de falar que os méritos aqui são da diretoria, do Oscar, que montou o time, dos jogadores, tudo. Tem de dizer que este título é para a comunidade, para o Rodolfo, para os jogadores que estão de parabéns”, disse o técnico Dinei.

Vice-campeão depois de liderar o campeonato inteiro, terminando com a melhor campanha global, o Fortaleza tem como alento o acesso e a grande festa que sua torcida fez ao lotar o barranco do Antonio Monteiro Sobrinho, numa festa única que deve se repetir na Série A de 2018. “A gente tinha confiança e ainda tem confiança do grupo. Eles mereciam, pois acharam a proposta de jogo lá e outra aqui e foram felizes. Mas saímos de cabeça erguida. Agradecemos esta comunidade que nos abraçou pela festa linda, gente que acordou mais cedo para fazer tudo e estar aqui. O título está em boas mãos e ano que vem tem mais Fortaleza”, analisou o técnico do Fortaleza, Vilmar Assunção.

O jogo

Precisando fazer dois gols para levar para os pênaltis, o Fortaleza usou de uma equipe mais leve e ofensiva para tentar furar o bloqueio do Santíssima Trindade, a quem cabia administrar a vantagem. O primeiro lance do jogo, uma saída em velocidade da equipe visitante com Giovani chutando por cima, mostrou que a tarefa seria dura, pois a equipe do Cajuru veio disposta a encaixar o contra-ataque e a não só se defender, usando uma formação parecida com o jogo de ida.

Os primeiros minutos seriam fundamentais para definir os rumos da partida. E o Fortaleza começou conseguindo o que pretendia: um gol cedo. Aos 12 minutos, Wuallysson, justamente uma das novidades escaladas para dar mais velocidade ao ataque, recebeu pela esquerda e bateu para vencer Paulo Sérgio.

Com o gol, a pressão do Fortaleza aumentou. Surpreendentemente, foi uma partida leal, com apenas dois cartões amarelos, um deles apenas por jogada mais forte.

Na segunda etapa, o Fortaleza tentou empurrar mais ainda o Trindade para seu campo de defesa, enquanto que o visitante apostou na velocidade de Luiz Fernando combinada com a lucidez de Giovani para puxar contra-ataques e adiantar a marcação. Com isso a armação do Fortaleza ficou mais exposta a erros de saída de bola e com isso o goleiro Valderson precisou trabalhar, assim como Paulo Ricardo trabalhou bem em bolas de Cafu, Roberto e Geovani.

Com o tempo passando, a ansiedade do time do Gabineto aumentou e, sem conseguir armar, devido à marcação alta, o título se aproximou do Cajuru.

Pôster

Quarta-feira tem pôster do Santíssima Trindade no Futebol Metrópole. Não perca.

Ficha Técnica:

Fortaleza 1 x 0 Santíssima Trindade (agg 1-2)

Estádio Antônio Monteiro Sobrinho, Jardim Gabineto, Cidade Industrial, Curitiba

Fortaleza: Valderson; Piwi, Marcão, Neguinho e Tiago; Xiru, Willian Manfron (Michael), Roberto (Pedro) e Geovani; Cafu e Wuallysson. Técnico: Vilmar Assunção.

Santíssima Trindade: Paulo Ricardo; Baiano, Anderson (Folha), Queen e Juliano; Marcão, Marlon, Tom e Tupã (Lelo); Giovani e Batoré (Luiz Fernando). Técnico: Dinei.

Arbitragem: Robson Toloczko Coutinho, Eduardo Luis Teixeira Furiatti, Ryan Chubter Ribeiro.

Gol: Wuallysson (FOR, aos 12’/1.º)

Cartões Amarelos: Piwi (FOR); Paulo Sérgio (STR).

Confira imagens da partida:

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