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Iguaçu elimina Uberlândia e avança às semifinais da Suburbana

Jogadores do Iguaçu comemoram o segundo gol da partida, marcado por Marcelo Tamandaré: Alvinegro da Colônia encara Nova Orleans nas semifinais

Jogadores do Iguaçu comemoram o segundo gol da partida, marcado por Marcelo Tamandaré: Alvinegro da Colônia encara Nova Orleans nas semifinais

Após empate no jogo de ida, o Iguaçu fez valer o mando de campo e venceu o Uberlândia, na tarde de sábado (22), no Egydio Ricardo Pietrobelli, carimbando a vaga para as semifinais da Suburbana. O placar de 4 a 1 fez com que o Alvinegro da Colônia chegasse aos 4 pontos contra 1 do adversário no mata-mata sem saldo de gols das quartas de final.

Marcelo Tamandaré marcou duas vezes, enquanto que Hideo e Romário fizeram os outros gols do Iguaçu. Radamés fez o gol de honra do Uberlândia. O Iguaçu encara agora o Nova Orleans, que contra a maioria dos prognósticos eliminou o Novo Mundo na decisão por pênaltis após bater o adversário em seus próprios domínios. A ida será no José Drulla Sobrinho e a volta no Egydio Ricardo Pietrobelli, pois o Iguaçu tem a melhor campanha entre os dois.

“Um gol na conta, mas um monte perdido. Eu preciso melhorar muito ainda, mas sobre o jogo, o time fez uma partida segura e suportou bem em campo”, afirmou o experiente meia-atacante Hideo, autor de um gol na partida, e que está apenas na terceira partida pelo Iguaçu na temporada. “Na verdade, conheço este grupo, já estou enturmado, então [estrear com a competição em andamento] não tem muita diferença”, explicou.

 

“Achei que no primeiro tempo o time começou a perder a cabeça na marcação, não fechando os espaços. Entrei tentando fazer o meu melhor, mas a equipe se desesperou, infelizmente. Fica para o no que vem e boa sorte para o Iguaçu agora na sequência”, disse o meia Radamés, que saiu do banco para marcar o gol do Uberlândia. “A gente neste ano chegou na final da Copinha contra um time muito forte do Novo Mundo, sendo que era apenas para montar o time, mas chegamos. Na Suburbana, fizemos bela campanha, chegamos a nos perder um pouco no meio, mas nos recuperamos e nos classificamos em sexto, mas no futebol se perde ou ganha”, concluiu ao analisar a temporada do Uberlândia, que vinha do vice-campeonato da Série B na temporada passada.

Os jogos das semifinais devem começar no próximo sábado (29), com a rodada dos juvenis às 14h30 e os adultos às 16h30.

O jogo

O empate na ida por 1 a 1 deixava o duelo completamente em aberto. O Uberlândia não se intimidou diante do campo adversário e chegou a ficar perto do gol em lance que Quintino concluiu e o experiente Luisinho Netto salvou quase em cima da linha.

Essa experiência toda no fim das contas favoreceu o time do Iguaçu, que teve paciência para encontrar as falhas do Uberlândia e frieza suficiente para decidir a partida e o confronto.

O também experiente Marcelo Tamandaré precisou de apenas dois lances nos 45 minutos iniciais que atuou para colocar o Alvinegro da Colônia em vantagem. Aos 30 minutos, marcou o gol de abertura e aos 42 minutos repetiu a dose, usando de oportunismo e velocidade em um lance de contra-ataque.

No segundo tempo, precisando do resultado, o Uberlândia mudou taticamente soltando mais os jogadores agudos. Porém, sobrou espaço para o contra-ataque. Foi assim, num contra-ataque, que Hideo, mais um da turma daqueles com mais de 35 anos, aproveitou na base da velocidade para fazer 3 a 0.

O técnico Joãozinho Ribeiro lançou aos 30 minutos o meia Radamés, tentando uma reação. Inicialmente, a mexida deu certo. Logo os 32 minutos, o camisa 15 diminuiu o marcador ao chutar de perto da meia lua. Porém, no minuto seguinte, em uma jogada de contra-ataque, Pablo arrancou pela direita e deixou Romário pronto para fazer o quarto do Iguaçu. No lance, o time do Uberlândia reclamou que o assistente Weber Felipe Silva havia sinalizado uma falta da defesa e que isso teria feito a zaga parar. O árbitro Thiago mendes Moreira deu vantagem e a jogada prosseguiu até o gol.

Nos juvenis, Renovicente passa após a trave balançar dos dois lados

Na preliminar de juvenis, o Renovicente avançou para as semifinais após empatar sem gols com o Iguaçu. O jogo de ida teve vitória do Tricolor do Santa Cândida por 2 a 0 o que dá um agregado de 4 pontos a 1 para o Renô.

Num jogo cheio de chances para as duas equipes e com uma expulsão de cada lado, o placar esteve perto de ser movimentado. Cada time acertou a trave do adversário por uma vez e o duelo terminou com o Iguaçu buscando desesperadamente o gol que levaria o confronto para os pênaltis colocando o seu goleiro para atacar na área adversária.

Caso a FPF não altere a tabela para adequar os deslocamentos, o Renovicente pegará o Novo Mundo com a ida no José Drulla Sobrinho e a volta no Egydio Ricardo Pietrobelli, casa do Iguaçu.

Ficha Técnica:

Iguaçu 4 x 1 Uberlândia

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Santa Felicidade, Curitiba

Iguaçu: Rodrigo; Luisinho Netto, Douglas, Emerson e Juninho  (Tomate); Adam (Aderaldo), Léo Gago (Zé Nunes) e Pablo (Pequi, depois Caio); Marcelo Tamandaré (Romário), Marcelo Moscatelli e Hideo. Técnico: Juninho.

Uberlândia: Jiraya; Luan Santos (Walysson), Tiagão e Alex Paiva; Juliano, Henrique (Radamés), Rafinha, Paulinjo (Fumaça) e Alan; Quintino e Diego Sena. Técnico: Joãozinho Ribeiro.

Arbitragem: Thiago Mendes Moreira, Weber Felipe Silva e Euclides Lucas José Garcia.

Gols: Marcelo Tamandaré (IGU, aos 30/1.º, aos 42/1.º), Hideo (IGU, 24/2.º), Radamés (UBE, aos 32/2.º), Romário (IGU, aos 33/2.º).

Cartões Amarelos: Douglas, Adam (IGU), Luan Santos, Henrique, Diego Sena (UBE).

Confira imagens das partidas:

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Vila Fanny vence Iguaçu de virada e entra na briga pela ponta

Guelo (18) sobe no alambrado após marcar o primeiro de seus dois gols na vitória do Vila Fanny: meia-atacante saiu do banco para colocar o Vila Fanny na briga pela liderança da Suburbana

Guelo (18) sobe no alambrado após marcar o primeiro de seus dois gols na vitória do Vila Fanny: meia-atacante saiu do banco para colocar o Vila Fanny na briga pela liderança da Suburbana

Em um jogo bem disputado e com os gols concentrados em dez minutos, o Vila Fanny venceu o Iguaçu de virada por 2 a 1, na tarde deste sábado (27), no Ismael Gabardo, e entrou de vez na briga pela ponta da tabela da Suburbana. Guelo, autor dos dois gols alvirrubros, foi o destaque do jogo, enquanto que Luisinho Netto (aquele) fez o gol do Iguaçu. Magu perdeu um pênalti para o time da casa quando o jogo estava 0 a 0.

O resultado manteve o Vila Fanny em quarto, mas agora com o mesmo número de pontos do vice-líder, o próprio Iguaçu, e do terceiro colocado Novo Mundo, dez. Iguaçu e Fanny têm três pontos a menos que o líder Santa Quitéria, que agora é o único invicto da competição.

“Estamos na briga. Graças a Deus, entramos dispostos, sabendo que podíamos deixar o campeonato mais disputado com uma vitória. Se ganharmos mais um jogo, deixaremos a classificação tranquila. Como pôde ver, tivemos vários no banco que entraram para ajudar. Pude ser feliz e fazer esses dois gols”, afirmou Guelo.

 

“Temos de continuar com o pezinho no chão, trabalhando. Tivemos chances com um minuto e depois quatro chances no primeiro tempo para matar o jogo, além de sairmos na frente. Depois teve falta duvidosa no gol que tomamos o empate. Ainda podemos buscar a ponta da tabela, mas o importante é entrar entre os oito e depois ir classificando”, disse Luisinho Netto.

Na próxima rodada, dia 3 de setembro, o Iguaçu recebe o lanterna Nacional no Monte Bérico, campo do Flamengo, onde segue cumprindo punição de perda de mando de jogo. O Vila Fanny recebe o Capão Raso, décimo na tabela, no Ismael Gabardo. Os juvenis entram em campo às 13h30 e os adultos às 15h30.

Mudança de escala

O árbitro inicialmente escalado para a partida era Cristiano Antônio Teixeira. No entanto, ele teve um mal-estar que o impediu de apitar a partida, se dirigindo ainda no sábado para exames médicos mais detalhados. Em seu lugar, a Comissão de Arbitragem da FPF escalou o árbitro Rafael Vinícius Moura de Oliveira, menos experiente que o inicialmente escalado, o que gerou reclamações do time do Iguaçu.

“Viemos fazer nosso trabalho aqui, mas trocaram o árbitro. Trouxeram este senhor e nem o bandeira estava satisfeito. Duas faltas aqui que seria responsabilidade dele e o auxiliar disse que seria com o árbitro. Ele é um cara que está começando e não pode colocar num grande clássico como este agora”, reclamou o lateral-direito Luisinho Netto.

O jogo

O Iguaçu começou tentando abrir o marcador com uma blitz comandada pela dupla de Marcelos, Tamandaré e Moscatelli, mas teve a pressão inicial neutralizada pelo time do Vila Fanny, que colocou a bola no chão e não se impressionou com alguns dos grandes nomes do time alvinegro, como o meia Caio, ex-Coritiba, Flamengo, Paraná e Atlético-MG, e o zagueiro improvisado de lateral-esquerdo Aderaldo, ex-Paraná.

Na segunda etapa, o Vila Fanny teve chance clara de abrir o marcador com um pênalti ao favor. Magu aos 10 minutos cobrou mal e foi parado pelo goleiro Rodrigo. No entanto, a penalidade perdida não significou um grande abalo emocional para o time da casa.

Mesmo assim, quem saiu na frente foi o Iguaçu, aos 30 minutos. Luisinho Netto bateu falta da esquerda com força e Nenê não conseguiu segurar a pancada, chegando a desviar para as redes.

A resposta alvirrubra foi rápida. Aos 35 minutos foi marcada jogada perigosa com cobrança em dois lances no lado direito da área. Willian Israel ajeitou e Guelo mandou no canto esquerdo de Rodrigo.

A virada veio no mesmo ritmo, aos 40 minutos. Guelo apareceu sozinho na área para completar cruzamento à meia altura.

Nos juvenis, Fanny vence com relativa tranquilidade

Na preliminar, os juvenis do Vila Fanny venceram os do Iguaçu por 3 a 0. O resultado deixou os mandantes em quarto lugar com nove pontos, enquanto que os visitantes são os décimos com três.

O Fanny saiu na frente aos 13 minutos com Thiago e ampliou aos 35 com um belo gol de Alisson encobrindo o goleiro adversário. O terceiro gol alvirrubro saiu aos 29 minutos da etapa final com André aproveitando de cabeça cobrança de falta vinda da esquerda para o segundo pau.

Ficha Técnica:

Vila Fanny 2 x 1 Iguaçu

Estádio Ismael Gabardo, Vila Fanny, Curitiba

Vila Fanny: Nenê; Willian Israel,Everson, Matraca e Gasosa (Leco); Bruno Alves (Arthur), Alex (Anderson), Magu e Nilvano (Guelo); Cicinho (Coutinho) e Bruno França (Natan). Técnico: Nego.

Iguaçu: Rodrigo; Luisinho Netto, Dudu (Junio), Emerson e Aderaldo; Douglas, Zé Nunes (Tomate) e Caio (Feijão); Marcelo Tamandaré (Rogério), Marcelo Moscatelli (Pablo) e Thiaguinho (Romário). Técnico: Juninho.

Arbitragem: Rafael Vinícius Moura de Oliveira, André Luiz Severo e Ricardo Alexandre Santos.

Gols: Luisinho Netto (IGU, aos 30’/2.º), Guelo (FAN, aos 35’/2.º, aos 40’/2.º).

Cartões Amarelos: Nenê, Willian Israel, Everson, Matraca, Bruno Alves, Nilvano, Cicinho (FAN); Dudu, Emerson, Aderaldo, Rogério (IGU).

Confira imagens das partidas:

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Para Marcelo Tamandaré, perda do título provou que o futebol é injusto

Marcelo Tamandaré, do Iguaçu, foi o artilheiro da Suburbana, com 14 gols

Marcelo Tamandaré, do Iguaçu, foi o artilheiro da Suburbana, com 14 gols

A média de gols de Marcelo Tamandaré na Suburbana deste ano foi impressionante. O atacante do Iguaçu marcou 14 gols nas 21 partidas disputadas pela equipe alvinegra de Santa Felicidade. Isto significa que a cada três jogos, o camisa 10 fez dois gols, sendo um dos grandes destaques do time que fez a melhor campanha geral, teve melhor ataque, melhor defesa, mas ficou com o vice-campeonato ao não conseguir marcar gol algum no Santa Quitéria na decisão. Por isso, mesmo com a marca individual, o gosto de tudo para o atacante foi de amargor.

“Não adianta fechar como artilheiro. Hoje [sábado (5)] foi a prova que o futebol é injusto. Fomos melhores o campeonato inteiro, mas este tipo de jogo é difícil e lá teve pênalti que não deram. Todo mundo no vídeo viu que foi. Mas a gente não teve capacidade de fazer gol hoje”, lamentou Tamandaré, que aos 36 anos passou por clubes como Coritiba, América do México, Ajaccio, Vasco da Gama, Portuguesa, Belenenses e Fortaleza, antes de jogar a Suburbana pelo Iguaçu.

O avante preferiu não considerar como fundamental para a perda do título a lesão do vice-artilheiro Altair, 11 gols, no início da partida contra o Santa Quitéria. O camisa 8 foi substituído pelo meia-atacante Marcelo Moscatelli, ex-Flamengo. “Temos peças. O Altair é peça importante, mas temos outros suplentes imediatos que tinham talvez a mesma qualidade, mas não era o nosso dia mesmo”, concluiu.

Confira a lista final de principais artilheiros da Série A da Suburbana:

14 gols

Marcelo Tamandaré (Iguaçu)

11 gols

Altair (Iguaçu)

9 gols

Lucas Batatinha (Novo Mundo)

8 gols

Jônatas Omelete (Santa Quitéria)

7 gols

Felipe Caron (Renovicente)

Magu (Vila Fanny)

6 gols

Willian Israel (Renovicente)

Fernandinho (Santa Quitéria)

5 gols

Richard (Urano)

Willians Alves (Renovicente)

Luciano Tanque (Iguaçu)

Laércio (Trieste)

Camargo (Trieste)

Diego Sena (Santa Quitéria)

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Santa Quitéria segura Iguaçu e conquista a Suburbana

Jogadores do Santa Quitéria comemoram o título da Suburbana. Distúrbios no fim da partida impediram entrega oficial da taça

Jogadores do Santa Quitéria comemoram o título da Suburbana. Distúrbios no fim da partida impediram entrega oficial da taça

O Santa Quitéria conquistou na tarde deste sábado (5) a Suburbana pela quinta vez em sua história. O título, primeiro desde 2010, veio num empate sem gols contra o Iguaçu no Egydio Ricardo Pietrobelli, casa do adversário. Como venceu a ida no Maurício Fruet por 1 a 0, gol de Jônatas Omelete, o time auriverde chegou aos quatro pontos no mata-mata decisivo, o que significou o título após uma partida defensivamente impecável.

A taça infelizmente não pôde ser levantada no gramado, pois distúrbios que começaram com objetos atirados no gramado e terminaram com intervenção da Polícia Militar fizeram com que o cerimonial do campeonato fosse transferido.

O jogo

O Iguaçu teve uma baixa poucos minutos antes do jogo. O goleiro Jura foi barrado ao sentir no aquecimento. Com isso, o Galo da Colônia foi com Rodrigo no gol, mas mantendo a certeza que teria de ir com tudo para cima numa formação ofensiva cheia de atacantes. O Santa Quitéria usou uma formação usual de sua equipe, dando recado que não viria apenas para se defender, mesmo em teoria se satisfazendo com um empate.

O Iguaçu começou com uma blitz ofensiva e quase marcou aos 12 minutos com Djonatan perdendo chance frente a frente com Jonas. Porém, o Santa Quitéria passou a equilibrar o jogo e a encaixar a marcação, mesmo que pecando muito na saída de bola. O time da casa sofreu um golpe aos 16 minutos quando perdeu seu vice-artilheiro, e do campeonato, Altair, por lesão.

Enquanto tentava atacar em números, o Iguaçu via o Santa Quitéria recuperar bem a bola no meio de campo e tentar emendar algum contra-ataque. Isso colocou o jogo em alta voltagem, mesmo que não houvesse lances deliberadamente violentos.

No segundo tempo, Jônatas Omelete quase abriu o placar para o Santa Quitéria aos 10 minutos. O tempo conspirava contra o Iguaçu, que martelou, parando em mais uma boa atuação do goleiro Jonas, e tomava seus sustos, como mais um, aos 41 minutos, com Luan. Um lance seria capaz de mudar tudo, podendo levar a decisão para um terceiro jogo.

O clima ficou nervoso demais fora de campo, com a partida sendo várias vezes paralisada nos últimos minutos por pedras, paus e latas atiradas no gramado pela torcida local. Era a pior coisa que poderia acontecer ao Iguaçu, que teve seu ímpeto cortado pela confusão e não teve tempo para mais nada.

Cenas lamentáveis deixam final sem taça

Ao apito final, a chuva de objetos tornou-se maior e incluiu pedras, tijolos e até cadeiras de plástico, que ficaram maiores quando parte da torcida do Santa Quitéria entrou em campo para comemorar com os jogadores. A Polícia Militar interviu, com direito a uso de balas de borracha, dispersando até o público que não tinha a ver com a confusão. Com isso o cerimonial de premiação foi adiado pela Federação Paranaense de Futebol.

Sem taça, os jogadores do Santa Quitéria primeiro ficaram acuados no lado inverso da confusão, depois comemoraram com sua torcida o título que não vinha desde 2010.

Jorge Mendonça XXI

O camisa 14 do Iguaçu, Caio, foi para a mesa, assinou a súmula e preparou-se para entrar. Eram passados 34 minutos do 2.º tempo. Ele iria entrar no lugar de Djonatan. Porém, o técnico Juninho pediu para a substituição esperar e lá ficou Caio por longos minutos ao lado do campo. No fim das contas, acabou não entrando na partida.

Campeão de novo

O meia Juliano não atuou pelo Santa Quitéria nesta partida, pois estava suspenso pelo terceiro cartão amarelo, mas pode colocar no currículo que é bicampeão da Suburbana, pois foi um dos pilares do Nova Orleans campeão de 2014. Outro bicampeão é o meia Gean, que vestiu a 10 do time auriverde.

Um bi diferente

Dedé, do Santa Quitéria, comemorou duas vezes nos dois anos, mas de modo diferente. Em 2014, ele era o treinador do time juvenil do Combate Barreirinha, que venceu em campo a decisão (depois, o título acabou cassado no TJD por escalação irregular, indo parar com o Novo Mundo). Para a próxima temporada, o jogador-professor disse que quer tentar conciliar ser jogador do adulto do Santa Quitéria com função de treinador no juvenil, mas com prioridade à segunda função.

Curiosamente, quem herdou aquele título e pode (e deve) se considerar bicampeão é o técnico Leandro Chibior, que dirigia os juvenis do Novo Mundo naquela partida que foi decidida nos pênaltis lá no Bôrtolo Gava, casa do Operário Pilarzinho.

O artilheiro

Marcelo Tamandaré do Iguaçu passou em branco na decisão, mas fechou o campeonato com o título de artilheiro, tendo marcado 14 gols.

E os juvenis?

Como teve campeão também nos juvenis, diferente do que estamos fazendo normalmente, teremos um material à parte, inclusive com as fotos da partida num slideshow só para eles. Confira neste domingo.

Mais

Durante a semana, teremos material com alguns personagens da decisão. Não perca.

Ficha Técnica:

Iguaçu 0 x 0 Santa Quitéria

Estádio Egydio Ricardo Pietrobelli, Butiatuvinha, Santa Felicidade, Curitiba

Iguaçu: Rodrigo; Everson (Bruninho), Douglas, Emerson e Marabá (Guilherme Tomate); Juninho, Djonatan e Altair (Marcelo Moscatelli); Marcelo Tamandaré, Luciano Tanque (Thiaguinho) e Nilvano. Técnico: Juninho.

Santa Quitéria: Jonas; Renan, Lela, Bruno e Adriano Chuva (Lima); Adan, Edinaldo Pedra, Aroldo (João Vitor) e Gean (Julianinho); Robson (Jacaré) e Jônatas Omelete (Luan). Técnico: Leandro Chibior.

Arbitragem: José Mendonça da Silva Jr., Ivan Carlos Bohn e Luciano Roggenbaum.

Cartões Amarelos: Juninho (IGU); Renan, Edinaldo Pedra, Aroldo, Robson (SQT)

Confira imagens da partida:

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Enquete: Queremos saber qual jogo da Suburbana que vocês querem que a gente faça na próxima rodada

Uma das opções de nossa enquete é um provável retorno ao estádio do Imperial, desta vez em um jogo do Bangu

Uma das opções de nossa enquete é um provável retorno ao estádio do Imperial, desta vez em um jogo do Bangu

O Futebol Metrópole parecia convicto em qual jogo fazer na próxima rodada da Suburbana, mas a dúvida começou a pairar sobre nossas cabeças. Sendo assim, vamos dar ao povo a opção de escolher qual partida iremos fazer na próxima rodada da Suburbana. São duas opções. Só haverá mudança caso a homologação da rodada jogue a partida escolhida para algum lugar que nossa logística não alcance (o Octávio Nicco e o Francisco Muraro são alcançáveis). Então vote até às 21h50 horas de quarta-feira (9) para definir para onde a gente vai:

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Com ídolo do lado de fora, Urano vence Iguaçu e segue invicto

Laurinho, o auxiliar técnico, o mais alto, ao lado de Serginho Jordão, o treinador: sob comando da dupla, Urano segue invicto na Suburbana

Laurinho, o auxiliar técnico, o mais alto, ao lado de Serginho Jordão, o treinador, ambos ao fundo: sob comando da dupla, Urano segue invicto na Suburbana

O Urano bateu o Iguaçu por 1 a 0 na noite de quarta-feira (22), em jogo adiado da 3.ª Rodada da Suburbana, no Manecão. O gol do Azulão da Vila São Pedro foi marcado por Flavinho, aos 18 minutos do segundo tempo, mas o lado de fora das quatro linhas tinha alguém que brilhou no passado no mesmo clube e que agora, como auxiliar técnico, aumentou a invencibilidade do agora líder geral para três jogos: Laurinho.

O ex-camisa 9 revelou que a ansiedade antes do jogo só mudou de lugar. “Antes, era de entrar e ajudar a equipe. Agora, como auxiliar técnico é a de começar a partida e tudo acontecer da melhor maneira”, disse Laurinho.

Aos 40 anos, o auxiliar do técnico Serginho Jordão, também estreante na função dentro da Suburbana, usa parte da experiência de ex-atleta. “A gente tem o conhecimento de coisas que acontecem dentro e fora de campo para não cometer erros. A experiência propicia uma visão do jogo a´te melhor de quando jogávamos. Está dando resultado e está sendo um prazer trabalhar com eles para ter sucesso à frente. Nossa equipe foi reformulado e tem jogadores de qualidade. Vai dar muito o que falar”, afirmou.

O ex-atacante ainda recebe propostas para despendurar as chuteiras, porém, são todas negadas. “Estou afastado há quatro anos e coloquei na cabeça desde então que não daria mais para voltar, pois fisicamente tenho problema no joelho. Graças a Deus, tive esta consciência e agora partimos para outra”, explicou.

As duas equipes voltam a campo no sábado, com os juvenis jogando às 13h30 e os adultos às 15h30. O Urano vai à Arena Vermelha enfrentar o Novo Mundo, em um duelo da Zona Sul. O Iguaçu busca a reabilitação em casa, no Egydio Pietrobelli, contra o Renovicente.

O jogo

A partida foi bastante disputada com o Iguaçu ligeiramente mais incisivo no primeiro tempo e obrigando o goleiro Yuri a trabalhar em algumas jogadas e parando também em boa atuação da zaga do time da casa.

Em reformulação forçada, pois o atacante Willian está fora do restante da Suburbana por uma fratura dupla na perna esquerda sofrida no jogo contra o Trieste, o Urano demorou a se encontrar, mas isto aconteceu especialmente na segunda etapa, principalmente em jogadas de contra-ataque puxadas por Adriano Marmita, o substituto de Willian.

O gol saiu em um lance curioso. O zagueiro Douglas do Iguaçu recuava após uma tentativa de bote e a bola acabou sendo desviada pelo braço dele. Pênalti. Cobrado por Flavinho aos 18 minutos, deslocando o goleiro Rodrigo na cobrança.

Atrás no marcador, o Iguaçu partiu para o abafa e deixou o contra-ataque para o Urano. Porém, com uma defesa sólida, marca da equipe nas primeiras rodadas, o Azulão resistiu e chegou à segunda vitória em três jogos.

Antes tarde…

O atacante Marcelo Tamandaré do Iguaçu chegou ao Manecão perto do intervalo. Aqueceu e entrou aos nove do segundo tempo. Teve algumas chances de marcar, mas parou na boa zaga e no goleiro Yuri.

Nos juvenis deu Iguaçu após primeiro tempo truncado

Na preliminar, o Iguaçu levou a melhor sobre o Urano por 3 a 0. Após um primeiro tempo truncado com apenas uma chance de gol para cada lado, o time visitante levou a melhor e construiu vantagem elástica na segunda metade da partida. Juan abriu o placar aos 16 minutos, Leonardo ampliou aos 33 e Nícolas fechou o marcador aos 35.

Ficha Técnica:

Urano 1 x 0 Iguaçu

Estádio Manoel Garcia de Andrade (Manecão), Vila São Pedro, Xaxim, Curitiba

Urano: Yuri; Diego, Nathan, Wissan e Flavinho; Robinho, Michael, Massai (Eduardo Felipe) e Maicon; Adriano Marmita e Richard (Gleisson). Técnico: Serginho Jordão.

Iguaçu: Rodrigo; Caio (Roberto), Douglas, Emerson e Marabá; Zé Nunes, Juninho, Altair e Nilvano; Djonathan e Bruninho (Marcelo Tamandaré). Técnico: Alei Júnior.

Arbitragem: Lucas Paulo Torezin, Fabrício da Silva Martins e Luciano Roggenbaum.

Gol: Flavinho (URA), aos 18’/2.º.

Cartões amarelos: Diego, Michael (URA); Douglas, Zé Nunes, Altair (IGU).

Confira as imagens das partidas:

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